Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Qua | 30.10.19

Tag maternidade

2014-03 - 72.jpg

Nesta foto estou eu a dar o primeiro banho à Lara, sem fazer a mínima ideia do que estava a fazer. A outra rapariga que estava no quarto teve a gentileza de tirar estas fotos com o seu iPad. A qualidade é menor mas são as únicas que tenho deste momento e sou muito grata por elas.

Achei, portanto, que esta seria uma boa foto para ilustrar este tag sobre maternidade. 

1. Trabalhas fora ou és dona de casa?
Trabalho fora.

2. Gostarias que fosse diferente (referente à pergunta acima)?
Nem por isso. Gosto de estar em casa mas também gosto muito de trabalhar fora, de ver pessoas diferentes e mudar de ambiente todos os dias.

3. Partilhas a cama com os teus filhos?
Não por norma, mas se algum deles acorda a meio da noite (neste caso uma das raparigas) e vai ter connosco, dorme na nossa cama o resto da noite. Gosto bastante de dormir com as miúdas.

4. Um produto de bebé essencial.
O creme para muda de fralda Eryplast. Comecei a usar com a Lara por recomendação da pediatra e nunca mais usei outro. É maravilhoso e super eficiente em assaduras e irritações de pele.

5. Quantos filhos pretendes ter?
Tenho três filhos e a minha família está perfeita assim.

6. Date night? Já tiveste uma noite a sós para passear com o marido?
Nem por isso.

7. Qual o programa favorito dos teus filhos? Ou atividade ou brinquedo?
A Lara adora escalar, pula-pula, ir à biblioteca e à piscina, e fazer recortes.
A Maria gosta de pula-pulas, passear e ir à biblioteca.
O Eduardo gosta de comer e de brincar com bolas, carrinhos e Lego Duplo.

8. Uma coisa que compraste antes de ter filhos mas que nunca usaste.
Não há nada que nunca tenha usado mas há coisas que usei pouco, como o pano para transportar bebés. Nunca me entendi bem com aquilo e não o acho nada prático.

9. A comida favorita dos teus filhos.
A Lara gosta de gelados, pasteis de legumes, camarão, batatas fritas e espinafres.
A Maria gosta de bolachas.
O Eduardo prefere bolachas e pão mas gosta de comer tudo.

10. Quantos carros a tua família tem?
Um.

11. Peso antes da gravidez, quanto ganhou na gravidez e quanto perdeu depois da gravidez.
Antes da gravidez tinha entre 51 e 52 kg. Ganhei cerca de 9 kg em cada gravidez e depois do parto fiquei nos 50 kg.


12. Férias de sonho com os teus filhos.

Para um resort com atividades para crianças perto de uma praia paradisíaca. E comida incluída. Era só isso.

13. Férias dos sonhos sem os teus filhos.
Nem consigo imaginar. Acho muito bem que se passe férias sem os filhos. Parece-me uma opção excelente e saudável mas ainda não consigo conceber essa ideia (nem tinha forma de o realizar).

14. Como mudou a tua vida desde que os teus filhos nasceram?
Eles passaram a ser a parte da equação mais relevante para todas as decisões que tomamos. Praticamente tudo é feito a pensar neles.
Nunca mais acordei tarde.
Deixei de ter tempo para fazer uma série de coisas de que gostava mas substituí esse tempo por uma vida bem animada, rodeada de uma família maravilhosa.  Fiquei a ganhar obviamente.

15. Termina a frase: o meu coração derrete quando os meus filhos...
me abraçam.
crescem e se tornam cada vez mais autónomo e independentes.
fazem amigos.

16. Onde compras coisas (roupas e afins) para os teus filhos?
A maior parte da roupa é emprestada e a restante compro na vertbaudet (loja online) ou em saldos na Prenatal e Zippy.


7. Produto favorito de maquilhagem e pele.
Cremes da marca Avéne.

18. Fraldas fashion, sim ou não?
Não.

19. Sempre quiseste ter filhos?
Durante muito tempo achei que não mas agora nem consigo lembrar-me desse tempo. No fundo acho que sempre quis ter vários filhos, embora não o soubesse.


20. Qual a melhor parte de ser mãe?

O amor incondicional. Antes disso não fazia ideia do que era isso.

Dom | 27.10.19

"Queria tanto ser uma mãe perfeita"

maternidade.jpg

 

Esta expressão, assim mesmo: "queria tanto ser uma mãe perfeita", foi uma das pesquisas que levaram alguém do google até ao meu blogue no último mês.

"Coitada...", pensei eu, com verdadeira consternação por alguém vir parar a uma página tão desadequada às suas intenções.

Depois, só por curiosidade, fiz a mesma pesquisa que a senhora, acrescentando vinil e purpurina aos termos de pesquisa, e vim parar a esta página do meu blogue  e aí já fiquei mais descansada.

Lembro-me bem de querer ser uma mãe perfeita. Mais do que isso, lembro-me de sentir que sabia exatamente o que era preciso para criar seres humanos decentes, bons, empáticos e altruístas. 

Depois, tive três filhos e a realidade aconteceu-me. Aconteceu-me perceber que os nossos filhos são seres humanos com vontade própria e que, durante um tempo considerável, essa vontade própria é acompanhada por uma ausência de controlo emocional que vai para além de qualquer coisa que alguma vez tenha imaginado. Logo eu, que tenho uma imaginação tão forte, nunca me lembrei de que as crianças poderiam não ser uma tábua rasa, à espera de ser preenchida pelo meus sonhos e desejos de criação de seres humanos ideais e perfeitos.

De modo que já desisti de ser uma mãe perfeita há muito tempo. 

Neste momento, sou a mãe possível. O que, em muitos dias, significa que grito, digo coisas nas quais não acredito e fico tão desnorteada que mal me lembro de que terra sou.

Nem por um segundo acredito que pudesse ser mais feliz do que sou hoje, com a família que estou a construir, mas tenho que reconhecer que é um grande desafio educar três filhos pequenos.

Muitas vezes, estou nos serviços mínimos como mãe, o que significa dar-lhes muitos beijinhos e abraços, contar uma história à noite e brincar um pouco, mas estar mais impaciente do que gostaria e responder a chamadas de atenção e birras com pouca disciplina positiva.

Ainda assim, com todos os defeitos que tenho como mãe e que gostaria muito de não ter, olho para as três criaturinhas mais pequenas cá de casa, e sinto uma gratidão imensa por ter a oportunidade de passar os meus dias descabelada e sem me lembrar bem de que terra sou.

Que sorte boa!





Sex | 25.10.19

Como lidar com uma criança de 3 anos com personalidade forte e o "Dia de filho único"

Maria.jpg


Quem já anda por aqui há algum tempo sabe que a minha maravilhosa filha do meio, a Maria, é uma criança dotada de uma personalidade forte e determinada, que nos achincalha os nervos praticamente todos os dias.

A Maria é uma menina muito querida, inteligente e atinada mas lida com a frustração de uma forma bastante emocional. Claro que tem apenas 3 anos e é a filha do meio numa família com 3 crianças pequenas, onde ambos os pais trabalham e a atenção é limitada mas, para além disso, é seguro dizer que a personalidade dela é especialmente vincada.

E em que é que se traduz isso: em birras constantes e muito estridentes com direito a berros, choros, pontapés, um esbracejar bravíssimo e uma vontade muito pouco flexível.

Posso dizer que a Maria está cá para nos ajudar a tornar pessoas muito mais flexíveis, pacientes e criativas. Minha rica e querida filha.

Ora, depois de muito conversarmos sobre este facto e sobre os nossos dias recheados de birras, eu e o Milton concluímos que a Maria era a nossa filha que precisava mais de um tempo só dela e de uma atenção extra.

Sendo assim, sempre que existe oportunidade, fazemos um dia de filho único com ela. Também fazemos com o Eduardo e a Lara mas, neste momento, vamos focar-nos mais na Maria.

Não precisa de ser um dia inteiro, pode ser apenas uma tarde ou um almoço, desde que a criança sinta que está a ser alvo de toda a nossa atenção e desde que estejamos ali para ela, com todo o nosso tempo, amor e atenção.

Posso confirmar que, depois de passar um dia inteiro com a Maria, a fazer atividades giras e a dar-lhe atenção, ela parece outra menina. Mais calma, pacifica e muito mais feliz! Claro que é preciso continuar a dar-lhe uma atenção constante mas estas "pausas" só para ela parecem resultar muito bem.

Eis o que fizemos no nosso mais recente "Dia do filho único":

- Deixei-a vestir o vestido e a bandolete da Minnie e saímos de casa assim.

- Fomos às compras juntas e parámos em todas as monstras de brinquedos que a Maria quis.

- A Maria escolheu um bolo para fazer, fomos comprar os ingredientes juntas e fizemos o bolo.

- Passámos parte da manhã na biblioteca a ler livros escolhidos pela Maria e a fazer jogos. A Maria escolheu um livro para trazer para casa que leio todas as noites.

- Parámos na cafetaria na biblioteca para fazer um lanche na esplanada.

- A Maria brincou com plasticina e fez recortes enquanto eu preparava o almoço.

- Fizemos desenhos e um leque.

- Quando o pai e os manos chegaram da escola, em vez dos gritos habituais, passámos um resto de dia muito tranquilo e alegre. A Maria estava contente, mais paciente e com um controlo emocional digno de nota. Até a hora do banho e de deitar foi mais tranquila.

A minha dica de hoje para lidar com uma criança de personalidade forte é esta: passar algum tempo de qualidade só com ela sempre que possível. No nosso caso, como são 3 crianças, temos mesmo que sair com ela sozinhos ou aproveitar um dia em que um de nós possa ficar com ela em casa num dia de semana. 

Claro que tentamos ter tempo de qualidade com os nossos filhos todos os dias mas, cá em casa, é sempre um processo de grupo o que pode dificultar as coisas em dias mais desafiantes.

Por aí, como lidam com os momentos mais desafiantes?

Leiam outras dicas para lidar com crianças em momentos difíceis aqui e aqui.

Ter | 22.10.19

Eduardo #1 O comilão

IMG_7310.jpg

 

Com 14 meses parece-me que o Eduardo já merece uma rúbrica própria neste blogue. 

O Eduardo é um menino fofo e calminho que, na creche, parece destacar-se pelo grande apetite que demonstra à hora das refeições.

Várias funcionárias já me tinham referido que o rapazinho é uma maravilha para comer e que consolava dar-lhe o almoço. Também me tinham dito que ele "exigia" ser o primeiro a comer e que repetia o segundo prato.

Ontem, quando fui buscar os miúdos, a senhora que estava com ele (e que gosta imenso dele) disse-me que ele era muito engraçado na hora de almoço. Contou-me que, depois de ter acabado de comer e vendo um prato de comida ser levado para o menino que estava ao seu lado, o Eduardo continuava a abrir a boca para comer mais. A senhora, muito divertida, disse ainda que se o Eduardo não fosse o primeiro a comer mandava o refeitório abaixo com tanta reclamação.

Realmente em casa ele é sempre o primeiro a comer. E desde cedo que começou logo a comer comida sólida. Ainda ontem comeu uma banana sozinho num instante, é só dar-lhe para a mão e ele desenrasca-se. E ainda mama bastante. 

É um rapaz "de alimento", está visto.

Sex | 18.10.19

Maria #29

Maria 1.jpg

A Maria, até há pouco tempo, não parecia interagir muito com as outras crianças da sua escola. Com a Lara também era assim, só a partir de uma certa idade é que deixam de brincar sozinhos para brincar em grupo.

Este ano tudo mudou.

A Maria começou a falar mais dos amiguinhos, referindo especialmente quatro meninos e uma menina.

A professora e auxiliares também comentaram que a Maria estava a "revelar-se" e a sociabilizar bastante mais.

Nisto, comecei a observar a Maria uns minutos depois de a deixar no recreio e, realmente, comecei a vê-la a brincar com uns meninos e uma menina, muito alegre e feliz.

Um destes dias de manhã quando a fui deixar ao recreio, veio logo ter com ela um dos seus amiguinhos preferidos, um menino muito giro e meiguinho que já tenho visto a brincar com ela. O menino começou a fazer cócegas à Maria e depois deu-lhe as mãos e foram os dois pelo recreio de mão dada. Opá, estas coisas deixam-me mesmo abananada. Fico muito emocionada por ver a Maria a crescer feliz e a fazer os seus amiguinhos.

Já tinha passado pelo mesmo com a Lara mas a emoção é exatamente a mesma. Poucas coisas me deixam tão feliz e confortada como ver outras crianças (e outras pessoas) a serem amorosas com os meus filhos. 

Em relação aos meus filhos não sou nada ciumenta. Não é raro as miúdas mandarem-se para o colo de amigos meus e do pai (amigos e amigas) e pedirem para ficar em casa deles e dizerem que gostam imenso deles e eu fico radiante de alegria. Realmente já diz o ditado: "Quem nossos filhos beija, nossa boca adoça." E é mesmo isso. Sinto uma gratidão imensa por ver os meus filhos rodeados de pessoas extraordinárias.


Seg | 14.10.19

Diferenças entre o primeiro, segundo e o terceiro filho

irmãos 3.jpg

Quando a Lara, a minha primeira filha, começou a andar foi muito cansativo para nós.

Andava sempre à volta dela a fazer uma espécie de escudo com os braços para que não caísse. Assim que ela se punha a andar, lá íamos nós atrás dela a supervisionar tudo a poucos centímetros de distância. Isto durante meses e meses, mesmo depois dela já saber andar bastante bem.

Vale a pena referir que isso não a impediu de dar umas boas cabeçadas. 


Com a Maria a história já foi diferente.

A Maria começou a andar uns meses mais tarde que a Lara e pareceu-me logo muito mais cautelosa. A Maria colocava-se de pé devagar e explorava o espaço à sua volta com mil cuidados. Nunca se pôs em grandes aventuras e isso dava-me a segurança necessária para a observar mais de longe (a um ou dois metros de distância, vá).

Ainda hoje a Maria mostra algum receio de se aventurar muito fisicamente e pede-nos ajuda para se sentar e levantar de cadeiras mais altas. Acho muito bem.

Agora com o Eduardo, que começou a andar há uns dias, a história é outra.

Sei que ele anda (e até já tenta trepar pelo sofá, cadeiras e mesas mais baixas) e sou capaz de estar numa divisão da casa e ele noutra, a andar à vontade. Tudo tranquilo. Certifico-me que fecho as portas da cozinha, casa de banho e do nosso quarto e deixo-o a explorar à vontade.

Viva a descontração do terceiro filho.

E entretanto a Lara já evoluiu bastante e está na fase de trepar às portas.

 

Qui | 10.10.19

Maria #28

Maria 8.jpg

Estou a dar o almoço à Maria (excecionalmente porque ela está constipada e mais mimosa) quando ela me começa a passar o dedo indicador na cara.

Diz a Maria: “Mãe, o dedo está sujo?”

Eu: “Espero que não.”

Maria. “Está, está.”

Eu: “Então não limpes o dedo à minha cara.”

Maria: “Não estou a limpar mãe. Estou a fazer festinhas com o dedo.”

Qua | 09.10.19

Eduardo, 14 meses

Eduardo.jpg

Está um rapazinho muito crescido.

Já anda sozinho, come tudo o que lhe damos a provar e já tenta reproduzir algumas palavras (embora nada de muito percetível).

Em termos de desenvolvimento motor é bem diferente das irmãs. É mais cauteloso que a Lara mas  já sobe para cima do sofá, para cima de bancos e de tudo o que consegue.

No que diz respeito à linguagem é muito tagarela e farta-se de conversar connosco, não se percebe é nada. Bom, perceber percebemos, mas não por ele dizer palavras percetíveis. É muito fácil perceber o que ele quer pelos gestos e pela cara dele. É muito engraçado e expressivo quando está aborrecido ou quando quer alguma coisa.

É bastante mexido e forte. Agora percebo o que as pessoas queriam dizer quando afirmavam que os rapazes são muito mais enérgicos que as raparigas. É realmente diferente.

Ainda está na fase em que come tudo o que lhe damos, até maçã à dentada come, se for preciso. Mas já está a perceber que, se quiser, tem formas de se livrar da comida que lhe agrada menos como, por exemplo, empurrando a tigela de sopa com as mãos. 

Posso dizer que dar-lhe a sopa é uma tarefa que exige uma certa destreza e um grande poder de antecipação dos movimentos do oponente. Resumindo, pode-se dizer que dar sopa ao Eduardo exige competências típicas dos praticantes de artes marciais ou então a aceitação do facto de levarmos um banho de sopa a cada refeição.

Continua a mamar bastante mas estamos a tentar que mame menos a meio da noite para ver se acorda menos e passa a dormir a noite inteira (ele e nós). Mama sempre de manhã (uma ou duas vezes), assim que vem da creche, à tarde, e por volta da meia noite. Quando acorda de noite também mama e aos fins de semana mama quando quer.

Ainda é o Milton que o adormece todos os dias, incluindo quando acorda a meio da noite. De vez em quando adormece a mamar e eu aproveito para o deitar mas não é raro pensar que ele está a dormir e, mal toca no berço, começa logo a berrar.

A disposição é a maravilha do costume! É mesmo muito fácil faze-lo rir às gargalhadas porque é um menino muito simpático e bem disposto. 

Adora as irmãs e gosta imenso de as abraçar e "mandar-se para cima delas". Elas gostam de lhe dar as mãos para o ajudar a andar e de lhe fazer cócegas.

Quando se chateia com elas por causa de brinquedos não hesita em puxar-lhes os cabelos, bater e berrar. Enfim, o normal.

É muito mimado (felizmente ) e se estiver muito entretido a brincar sozinho, basta ver-me ao longe para começar a lamuriar-se e a pedir colo. Também faz um grande drama se ralho com ele. Fica mesmo ofendido, o que torna muito complicado ralhar com ele.

Na creche está muito bem e vai facilmente para o colo de quase toda a gente. Normalmente, assim que o deixo com a educadora ou uma auxiliar, ele encosta logo a cabeça no ombro dela e faz-se de fofo (espertalhão, o rapaz).

Para brincar gosta muito de Lego (de separar as peças e manda-las à cara das pessoas) e também gosta de brincar com bolas e carrinhos. 

Continua com pouco cabelo, embora esteja a ficar com o cabelo castanho muito claro, e com a mesma cara de rapazinho com que nasceu.

Está um rapazinho crescido, fofo e maroto. Como se quer.

Dom | 06.10.19

Dicas de lanches para as crianças levarem para a escola

71486293_2672715552748365_8150172727353802752_n.jp

Por aqui temos que preparar 3 lanches por dia para os miúdos levarem para a escola, o que dá um total de 15 lanches por semana.

Nem sempre tenho grande imaginação (ou tempo) para preparar algo muito elaborado sendo que a minha prioridade vai para a preparação de lanches saudáveis e rápidos.

Assim, tento ter em casa alguns ingredientes base que me permitam preparar alguns lanches variados e aceitavelmente saudáveis para as crianças levarem para comer à tarde na escola. 

Tirei algumas fotos dos lanches das últimas semanas mas como eles não representam exatamente a variedade de lanches que faço, vou deixar uma lista mais completa do que costumo mandar nas lancheiras.

Envio sempre uma combinação de alimentos que dividi em três grupos:

1) iogurte natural/ iogurte líquido/ iogurte de aroma/ leite simples meio gordo/ sumo

2) sandes de queijo/ sandes de manteiga/ sandes de manteiga de amendoim/ bolachas/ bolo caseiro/ bolo lêvedo com queijo ou manteiga/ cereais tufados sem açúcar/ panquecas/ tostas

3) uma peça de fruta/ sultanas/ um queijinho (ou dois)


Algumas notas sobre os alimentos que escolho para os lanches das crianças:

- Normalmente pego num alimento de cada grupo para fazer os lanches sendo que nem sempre envio um alimento do terceiro grupo.

- Tento escolher sempre pão escuro ou integral e enviar bolo lêvedo ou bolachas não mais do que uma vez por semana (ou menos).

- Os bolos caseiros que envio são feitos sem açúcar ou com pouco açúcar mascavado.

- Tento que os sumos sejam sempre sem açúcar (neste momento já temos muitas opções).

- Nunca lhes enviei leite com chocolate ou cereais cheios de açúcar mas, de vez em quando, levam iogurte líquido ou iogurte de aroma que sempre tem algum açúcar.

- Quando tenho tempo envio umas bolachinhas caseiras mais bonitas, em forma de bonecos, corações e estrelinhas mas não é algo muito habitual.

Por aí, o que enviam para o lanche dos vossos filhos?

lanches 4.jpg

lanches 6.jpg

lanches 7.jpg

lanches 8.jpg

lanches.jpg

 

Qui | 03.10.19

Carla opina sobre restaurantes em São Miguel #1 Saca-Rolhas

bife restaurante saca-rolhas.jpg

Procurávamos um restaurante na Relva que estava fechado. Mesmo em frente vimos uma tabuleta que dizia: "Saca-Rolhas".

A fome apertava e já tínhamos ouvido falar bem do restaurante por isso caminhámos com alguma confiança na direção do restaurante.

Tínhamos passado a manhã a comprar umas coisas para a casa e julgo que nesse dia, ao contrário do que é meu hábito, nem tinha tomado banho de manhã. Estava portanto "à vontade".

Convencidíssimos de que se tratava de uma espécie de "taberna" com boa comida, demos de caras com um restaurante com excelente aspeto, o que me colocou duas questões:

1- Será que nos deixariam entrar com as vestes que tínhamos? Há uns 15 anos não entrei num restaurante, no continente, por estar de ténis e calças de ganga por isso a questão passou-me pela cabeça.

 

2- Seria um restaurante muito caro?

Decidimos ignorar as duas questões e entrar.


Eis o que me apraz comentar:

- O sítio é bastante agradável: uma adega decorada com cuidado e bom gosto. Demasiado escuro para mim mas agradável da mesma forma.
As casas de banho são giras e bem cheirosas.

- O pessoal era simpático q.b.

- A comida era boa. Eu pedi bife à "Saca-Rolhas" e o Milton "Secretos de Porco". O bife estava muito bom mas o Milton disse que já comeu Secretos melhores e bem mais baratos.

- A sangria era maravilhosa!

- As sobremesas eram mesmo boas. Não sendo as melhores que já comi, eram deliciosas! Pedimos Cheesecake de Lima e Tarte de dois Chocolates.

- O preço é elevado. A comida é boa, sem dúvida, mas o preço é um bocadinho elevado demais. Pelo menos para nós. 

Por aí, conhecem este restaurante? Qual foi a vossa experiência?

restaurante saca-rolhas sobremesas.jpg

restaurante saca-rolhas.jpg

Pág. 1/2