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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Qui | 25.02.21

7 coisas que podemos fazer para deixar os nossos filhos mais Felizes

Purpurina
Todos temos convicções, valores e formas de educar diferentes. Mas, numa coisa todos os pais são iguais: todos queremos ver os nossos filhos felizes. Mas, na correria dos dias, com a vida a acontecer a cada segundo, às vezes não temos tão presente este nosso objetivo maior. Por isso, partilho convosco, algumas dicas que escrevi sobretudo para mim, para me lembrar a cada momento, do que verdadeiramente importa. 1- Passear em parques com eles. Neste momento evitamos os parques (...)
Seg | 22.02.21

Eduardo e a televisão

Purpurina
Neste momento estamos a dar uma grande folga à televisão mas, durante o confinamento, quando fiquei em teletrabalho e com os três miúdos em casa, que o Eduardo andava viciadíssimo no Panda e os Caricas. Fazia um grande estrondo para tentar ver o "Didi" (como lhe chama). Eu fazia o que podia para o manter afastado da televisão, mas era mesmo complicado. Ele arranjava qualquer oportunidade para me apanhar o comando e, ele próprio, ligar a televisão e desenrascar-se. Nem dois anos (...)
Qui | 18.02.21

Eduardo #14

O sociável

Purpurina
O Eduardo tem 2 anos e meio. É um menino muito alegre e enérgico. Também é muito meiguinho e brincalhão. Adora rir, saltar, pular, ver vacas, cães, gatos, galinhas, cavalos e animais em geral. Às vezes é um bocadinho tímido na escola, quando regressamos de férias ou após um período de alguns dias em casa. Mas, com meninos mais crescidos, é muito sociável. Reparámos mais nisso depois dos confinamentos. Quando vamos a algum parque (agora vamos sempre a parques maiores, (...)
Seg | 15.02.21

É preciso mimar os filhos do meio

Purpurina
Creio que é preciso dar mimos a todos os filhos. Dar-lhes muitos beijos, muitos abraços, muitas festinhas, muito colo, dizer-lhe muitas vezes o quanto os amamos. Faço isso todos os dias, com todos os meus filhos. Mas, quando paro para pensar nisso, percebo que a Maria, a minha filha do meio, precisa especialmente desses mimos. Ela está entre a irmã mais velha, que admira imenso e segue para todo o lado, e o bebé que, naturalmente, requer mais atenção. Sinto que, mesmo sem (...)
Dom | 31.01.21

Eduardo #13

O gatinho

Purpurina
Começou numa brincadeira com as irmãs. O Eduardo andava de gatas pela casa, a fingir que era um cão ou um gato.  Ele ladrava, ou miava, e ia para o colo das irmãs, que lhe davam muitas festas e mimos. Parece que se tornou na sua brincadeira preferida de final de tarde. A do gato. É vê-lo a passar no corredor de gatas a miar, com uma voz muito fininha. Depois, vem encostar-se a mim à espera de festinhas.  Vá... é uma brinqueda fofa, mas com uma banda sonora demasiado aguda.
Qui | 28.01.21

Como acabei com os gritos e com o vício na televisão

Purpurina
  Os gritos eram meus pelo que, em princípio, não deveria ser difícil acabar com eles. Bastava que deixasse de exprimir a minha exaltação gritando. Mas não é tão simples assim. Na terceira semana em teletrabalho, em casa, com três filhos pequenos, dei por mim com os nervos todos escangalhados. O facto é que passava boa tarde do dia a gritar com os miúdos, com os miúdos agarrados a mim durante as reuniões e sempre com a sensação de manta curta, sem conseguir fazer nada bem. (...)
Seg | 25.01.21

Eduardo #12

Purpurina
A Lara, quando era pequenina (e ainda hoje, às vezes), dorme com um coelhinho de peluche cor de rosa. A Maria ainda dorme com o seu objeto de conforto: uma almofada pequenina que anda sempre com ela. E o objeto de conforto do Eduardo, sem o qual não dorme, alguém adivinha qual é? a) um panda de peluche b) uma mantinha fofa c) uma escova de plástico, em forma de Minnie. Pois é. O Eduardo adora dormir com a escova da Maria. Felizmente, ela empresta-a de boa vontade. 
Sab | 23.01.21

Maria #48

A potencial atriz

Purpurina
A Maria está a brincar no quarto. Eu estou a trabalhar na sala. Oiço chorar, bastante. É um choro que conheço, dramático, de quem está verdadeiramente aborrecido ou até magoado com qualquer coisa. Não é um choro subtil ou discreto. É um choro algo estridente. Vou imediatamente ao quarto perguntar o que passa e porque está a chorar. Responde-me a Maria, muito calmamente:  "Não sou eu que estou a chorar, mãe. É a boneca."  
Qua | 20.01.21

Eduardo #11

Purpurina
Dois anos e 5 meses. Expressão preferida, repetida várias vezes durante o dia, enquanto esfrega a barriga: "Tenho fomeeeee..." É capaz de comer durante o dia todo. Gosta sobretudo de pão, papas de aveia, bolachas, peras e bananas.  Está cada vez mais meiguinho e agarrado a mim. Fica muito ofendido se o repreendo porque, realmente, não é hábito. Seja como for, se ralho com ele, responde-me com um beicinho e, logo de seguida, com muitos beijinhos, abraços e pancadinhas nas (...)