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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Sex | 03.12.21

Pessoas fofinhas que encontramos por aí

Purpurina
Entro num café, onde nunca tinha estado antes, e peço ao senhor que está ao balcão um café cheio. Pago e o senhor indica que posso sentar-me. Fico satisfeita com a sugestão. Depois de uma caminhada de 20 minutos, a subir e ao vento, sabe-me muito bem tirar a mochila das costas e sentar-me. Menos de um minuto depois, uma senhora coloca à minha frente um café bem cheio, mesmo com eu gosto, dizendo: "Está aqui, querida." Que delícia de atendimento! Com um gesto, aparetemente (...)
Ter | 30.11.21

43 factos sobre mim

Purpurina
Acreditas em astrologia? Um pouco. Mesmo que não seja real, de todo, acho que um bocadinho de fantasia não faz mal a ninguém.  Falando nisso, qual é o teu signo? Sagitário. Tens algum apelido que odeies? Não. Tens piercings e tatuagens? Já tive três piercings. Neste momento não tenho nenhum. Nunca tive tatuagens. Solteira ou namorando? Os dois. Dormes de lado, de barriga para cima ou para baixo? De lado. Já fizeste as necessidades na natureza? Com certeza. Há alguém (...)
Qui | 25.11.21

Diz-me o que ouves (e o que não ouves) e eu digo-te quem és

Purpurina
Quando tinha uns 22 ou 23 anos, conheci um rapaz muito engraçado. Era bonito, interessante, aventureiro, muito bom conversador e tinha aquele ar despenteado e descomprometido de que eu gosto particularmente.  Ele era francês e, com ele, tive a maior conversação de que me lembro, em inglês. Quem me conhece sabe que inglês não é o meu forte, todavia, tagarela como sou, se tiver que ser, torno-me praticamente fluente, mesmo que pelo meio da conversa diga alguns disparates. (...)
Seg | 22.11.21

As coisas mais difíceis são as melhores

Purpurina
Disse ao Eduardo que lhe dava um gelado. Como ele tinha comido muito ao almoço e o gelado era grande, achei melhor não lhe dar logo a seguir à refeição. Passou as duas horas seguintes a pedir gelado e eu a dizer-lhe que quando estivesse na hora ou dava-lhe o gelado. Ele nunca fez birra nem nada parecido, limitando-se a perguntar calmamente se já podia comer o gelado. Umas dezenas de ações destas depois, lá lhe dei o gelado. Já tinha dado algumas dentadas no gelado quando se (...)
Qui | 18.11.21

O dia em que descobri a Filosofia como disciplina

Purpurina
Tinha 14 anos e estava no 10º ano, na primeira aula de Filosofia. Provavelmente a professora estaria a falar dos conteúdos que íamos dar durante o ano ou algo do género e eu fiquei logo extremamente surpreendida. Lembro-me perfeitamente de ter pensado: "A sério que é isto que vou estudar?! Pode ser mesmo real o facto da matéria escolar ser tudo o que povoa a minha mente desde que me lembro de existir?!" Achei aquilo extraordinário! Nunca imaginei, ao longo do meu percurso (...)
Ter | 16.11.21

Hoje respondo a 100 perguntas (sobre mim) que ninguém perguntou

Purpurina
O que posso dizer? Gosto de responder a estas coisas. Isto descontrai-me. É a minha versão feminina de levar a mente para uma "gaveta vazia". Colocado este preâmbulo, vamos a isto. Ser diplomático ou ser realista? A minha personalidade, vontade e hábitos vão quase sempre no sentido do realismo, mas, na verdade, às vezes é necessário ser diplomático e eu gostava de ser muito mais. Agir pela emoção ou pela razão? Ajo muitas vezes pela emoção. Quando é mesmo, mesmo, (...)
Sex | 12.11.21

Socorro! Os meus filhos são um pouco... esganados!

Purpurina
Sempre fui uma daquelas crianças chatas para comer. Não gostava de quase nada e era comum uma auxiliar da escola ter que ficar ao pé de mim, na cantina, para se assegurar de que comia alguma coisa. De alguma forma, isto passou-me na adolescência e agora custa-me é parar de comer. Enfim... não me lembro de ser esganada por comida. Por doces sim, mas por comida não. Lembro-me, também, de verificar com alguma surpresa,  atitudes meio esganadas de crianças que tinham vários (...)
Qua | 10.11.21

Eduardo #30

O desenrascado

Purpurina
Cá em casa, o Eduardo é quase sempre o primeiro a acordar. E, a primeira coisa que faz é ir ter connosco ao quarto e dizer que quer comer. Sendo que ele chega a acordar pelas 6h00 da manhã para comer, nós começámos a deixar de nos levantar para lhe dar comida e dissemos que teria que esperar que o resto das pessoas acordasse, para que pudéssemos tomar o pequeno-almoço todos juntos. Ouvindo isto, o nosso Eduardo resolveu mudar de técnica. Agora ele levanta-se pelas 7h00 da (...)
Seg | 08.11.21

Lara #45

A escultora de comida

Purpurina
É o que a Lara diz que quer ser quando crescer. O facto é que, com a comida e com as atividades do quotidiano em geral, a Lara nunca faz nada da forma habitual, ou típica ou esperada. Está sempre a inventar formas diferentes de fazer as coisas. E eu, que tantas vezes lhe digo para fazer as coisas convenientemente, pergunto-me o que é que é conveniente para ela? Deixar a sua imaginação fluir ou ser limitada por regras que nem sabemos quem inventou e que talvez não façam assim (...)
Qui | 04.11.21

Eduardo #28

O consciencioso

Purpurina
O Eduardo, com 3 anos e 2 meses, está naquela altura deliciosa em que vem para a cama dos pais a meio da noite. Nos últimos dias, como tínhamos colocado a lavar o resguardo da nossa cama, sempre que o Eduardo ficava lá a dormir colocava-lhe uma fralda, não fosse ele fazer um chichi na cama. Ele já não usa fralda de dia nem de noite e incomoda-o colocar fralda. Eu expliquei-lhe que lhe colocava a fralda porque se ele fizesse chichi na cama, molhava o colchão e seria uma grande (...)