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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Seg | 06.02.23

5 razões pelas quais desencorajo o consumismo nos meus filhos

Purpurina
O consumismo causa-me uma certa aflição.  Não foi sempre assim. Tive os meus momentos de consumidora de roupa e sapatos. Ainda hoje tenho os meus vícios consumistas: caixas de plástico, vídeos do Youtube (daqueles que ensinam alguma coisa, de preferência) e lápis de cor. Tenho lápis de cor para 20 anos, calculo. Mas, por alguma razão, associo sempre o consumismo a uma certa inquietude mental, a um certo desassossego. Em relação às crianças associo o consumismo a uma falta (...)
Qui | 05.01.23

Uma forma exemplar de lidar com os clientes

Purpurina
Trabalhei durante alguns anos no atendimento ao público, quer presencialmente, quer por telefone. Posso garantir que não é um trabalho fácil, principalmente quando o queremos fazer bem feito. Atender pessoas requer resiliência, paciência, uma grande capacidade de auto-controlo e uma grande vontade de nos conhecermos bem e de nos moldarmos a diferentes situações e personalidades. Durante os meus anos de trabalho tive os meus momentos, mas sempre me esforcei por fazer o meu (...)
Seg | 02.01.23

Uma forma caricata de acordar os pais

Eduardo #45

Purpurina
Ontem deitámo-nos todos tarde e (nós os adultos) tínhamos a forte intenção de acordar igualmente tarde. Por isso pedimos, assertivamente, às crianças para não nos acordarem e evitarem qualquer barulho de manhã, em especial birras e brigas entre si. O Eduardo, o de quatro anos, deve ter passado algum tempo a pensar na forma mais inocente e criativa de nos acordar de manhã para montarmos a pista que o Pai Natal lhe trouxe. Acordámos com ele na nossa cabeceira a entoar, com a cara (...)
Sex | 30.12.22

Reflexões antes de dormir #1

Purpurina
Invejo muitas coisas nos homens. Se for verdade que vivemos muitas vidas, devo ter sido um homem na última vida. E, se tudo correr bem, na próxima vida o género vai ser algo tão irrelevante para os outros como saber a cor preferida ou as crenças de cada um. Isto para dizer que uma das coisas que invejo nos homens é a famosa “gaveta vazia” para onde eles correm quando a situação o exige e sempre com uma facilidade desconcertante. Eu, que luto todos os dias com os novelos em (...)
Qua | 28.12.22

Objetivo para 2023: fazer mais do que mais gosto

Purpurina
Para o próximo ano não vou estabelecer metas de reeducação alimentar, exercício físico, minimalismo, sustentabilidade, espiritualidade, auto-cuidado e muitas outras coisas que, felizmente, são cada vez mais populares. Estas coisas já têm sido a minha meta (mais ou menos alcançada) nos últimos dez anos. Este ano tenho como meta fazer mais das minhas atividades preferidas, daquelas que me dão muito prazer e me fazem sentir bem, feliz e leve. Acho que assim tenho melhores (...)
Seg | 26.12.22

Como atenuar os efeitos de um mau comportamento, quando se tem quatro anos

Eduardo #44

Purpurina
                              Aprendi, com os meus filhos, que ter irmãos de idades próximas pode ser semelhante a viver na selva.  Não raramente, os meus filhos andam à pancada uns com os outros. Sempre por bons motivos, com é evidente. Ontem, por exemplo, durante uma discussão sobre quem seria o proprietário de um pijama com coelhinhos, o Eduardo deu um estalo à Maria que a deixou com a cara marcada. Obviamente ralhámos bastante com ele e tivemos uma longa (...)
Qua | 21.12.22

50 factos (absolutamente irrelevantes) sobre mim

Purpurina
  1- Cresci em Alpiarça, uma pequena vila do Ribatejo. 2- Comecei a trabalhar, em campanhas agrícolas nas férias de verão, com 13 anos de idade.  3- Estudei Comunicação Social, mas trabalho em Comunicação Empresarial.  4- Entrei para a universidade com 17 anos. 5- Nunca reprovei nos estudos. 6- Tirei a carta de condução com 18 anos, mas atualmente opto por não conduzir. 7- Depois de acabar o curso universitário, fui viver para Lisboa sozinha.  8- Antes de trabalhar na (...)
Seg | 12.12.22

Uma infância muito solitária

Purpurina
A minha infância foi muito solitária. Tão solitária que, ainda hoje, sinto uma ponta de angústia quando percebo que uma criança não tem irmãos. É um sentimento que em nada está relacionado com a criança em causa. É algo meu, muito pessoal e totalmente relacionado com a minha experiência. Vivi a minha infância numa solidão imensa, não só porque brincava sempre sozinha, mas principalmente porque interpretava o mundo sozinha, geria sozinha os meus pensamentos e as minhas (...)
Seg | 05.12.22

Fiquei uma semana sem carro e sem telemóvel

Purpurina
  Na semana passada o nosso carro foi para a oficina e lá ficou durante uma semana. Ao mesmo tempo o meu telemóvel, que andava a funcionar cada vez pior, deixou de funcionar de todo. Comprei outro, em segunda mão, mas demorou uma semana a chegar por correio. Fiquei, assim, sem carro e sem telemóvel. Obviamente que não é nenhuma desgraça, mas  acho que poderia ser encarado como um aborrecimento. Mas não foi. De todo.  Passei muito bem. De manhã, fazíamos todos uma bela (...)