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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Seg | 03.10.22

Por causa dos meus filhos descobri que sou fã de parques aquáticos.

Purpurina
Aprendo muitas coisas sobre mim, com os meus filhos. Umas melhores que outras. Neste verão, descobri que gosto de parques aquáticos. Nunca fui a um parque aquático quando era criança. Fui, uma vez, ao parque aquático dos Açores, já adulta mas nem me lembro bem como foi, por isso não deve ter sido uma experiência muito marcante. Este ano, foi diferente. Fui, em família, a três parques aquáticos diferentes: dois bastante grandes na Gran Canária, e ao parque aquático dos (...)
Sex | 30.09.22

Eduardo #43

Purpurina
De manhã, o Eduardo chega ao pé de mim e diz: "Mãe, fecha os olhos." Leva-me até à sala pela mão e diz-me que já posso abrir os olhos.  Vejo todas as almofadas, que geralmente estão espalhadas pelo chão, perfeitamente alinhadas no sofá. Faço um grande espanto e dou-lhe uma data de beijos naquelas bochechas boas, enquanto o Eduardo se ri,  envergonhado. Meu rico filho. A fazer uma surpresa à sua mãe logo de manhã. Tem 4 anos e já tanto jeito para lidar com as (...)
Qua | 28.09.22

5 coisas que todos adoram comer, mas eu não.

Purpurina
Nutella. Já tentei. Várias vezes. Sabem aqueles crepes de nutella, famosíssimos, que todos dizem ser fantásticos? Dão-me vómitos. Mesmo.  Brigadeiros. Igual. Até pode parecer saboroso e docinho, no inicio, mas fico logo agoniada com aquele sabor a leite condensado. Aquilo é muito doce. Muito enjoativo. Hambúrguer. Dispenso bem. Como, se tiver que ser, mas não fico deliciada. É muito seco, muito sensaborão. E, se tiver que lhe espetar uma data de molhengas para ficar (...)
Qui | 22.09.22

Maria #55 A minha filha prefere que eu grite!!!

Purpurina
Vivo numa luta diária contra a ansiedade e contra os gritos. Os meus, principalmente. Por qualquer coisa, até sem me aperceber, começo a falar alto, mesmo que não seja a gritar. Sempre que estou muito feliz ou entusiasmada, também tenho a tendência para elevar o tom de voz. É uma característica minha. Como podem compreender, é desagradável, tanto para mim como para quem está à minha volta. Por isso, todos os dias tento mudar um pouco. Faço yoga, meditação e, sempre que (...)
Ter | 20.09.22

O manjericão dos vizinhos

Purpurina
Uma das minhas atividades preferidas é observar pessoas. Às vezes, não são propriamente as pessoas que eu observo. Observo as suas casas, os seus objetos pessoais e a forma como estão dispostos.  Gosto de pensar que o faço como quem recolhe matéria prima para um trabalho muito importante. Digamos que o meu trabalho é construir histórias e personagens. Por isso, preciso de recolher todo o material de que for capaz e, as minhas observações, são a melhor técnica de trabalho (...)
Seg | 19.09.22

O que não pode faltar na bagagem das crianças para as férias de verão

Purpurina
A meio do verão viajámos os cinco (dois adultos e três crianças de 4, 6 e 8 anos), para um destino de sol, apenas com bagagem de mão, o que implicou algum esforço extra de organização. Poderíamos ter comprado uma bagagem de porão e ter despachado grande parte das nossas coisas nessa bagagem, mas achei que, para além de pouparmos dinheiro, seria mais rápido e mais prático levar toda a bagagem connosco na cabine. Decidimos que cada um dos miúdos levaria a sua própria (...)
Qui | 15.09.22

O que fazem os meus filhos quando outros meninos lhes batem

Purpurina
De manhã, no carro, surgiu o tema. Devo ter perguntado aos meus filhos, como faço ocasionalmente, se alguém lhes batia na escola. Não coloco muito peso na pergunta. Na verdade, tento falar disso de uma forma descontraída, como se estivesse a falar de uma banalidade qualquer. Não quero que eles achem que precisam de me esconder alguma coisa que se passe na escola. Em menos de nada começaram a contar as suas histórias. E, pelo que conheço deles e pelo que vou perguntando às (...)
Seg | 12.09.22

O que acontece quando eu não interfiro nos planos da família

Purpurina
Um dos meus traços de personalidade mais marcantes é a constante necessidade de controlo. Sou a pessoa das listas, do plano A, B, C e D e da organização ao ínfimo pormenor. Não sou assim em tudo, claro, mas no que me interessa verdadeiramente. Provavelmente quem me conhece melhor pode considerar-me um pouco caótica, mas garanto que é um caos muito controlado. Mas, ontem, num exercício de alguma loucura, decidi não opinar em relação a nada em relação ao final de dia e (...)