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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Seg | 02.01.23

Uma forma caricata de acordar os pais

Eduardo #45

Purpurina
Ontem deitámo-nos todos tarde e (nós os adultos) tínhamos a forte intenção de acordar igualmente tarde. Por isso pedimos, assertivamente, às crianças para não nos acordarem e evitarem qualquer barulho de manhã, em especial birras e brigas entre si. O Eduardo, o de quatro anos, deve ter passado algum tempo a pensar na forma mais inocente e criativa de nos acordar de manhã para montarmos a pista que o Pai Natal lhe trouxe. Acordámos com ele na nossa cabeceira a entoar, com a cara (...)
Seg | 26.12.22

Como atenuar os efeitos de um mau comportamento, quando se tem quatro anos

Eduardo #44

Purpurina
                              Aprendi, com os meus filhos, que ter irmãos de idades próximas pode ser semelhante a viver na selva.  Não raramente, os meus filhos andam à pancada uns com os outros. Sempre por bons motivos, com é evidente. Ontem, por exemplo, durante uma discussão sobre quem seria o proprietário de um pijama com coelhinhos, o Eduardo deu um estalo à Maria que a deixou com a cara marcada. Obviamente ralhámos bastante com ele e tivemos uma longa (...)
Seg | 07.11.22

A enervante imaginação que se tem aos quatro anos

Purpurina
O Milton precisava de substituir uma lâmpada do farol do carro e, após comprar a dita cuja, guardou-a algures perto do manipulo das mudanças.  Estávamos a regressar com os miúdos da escola, quando ele se lembrou de que poderia colocar a lâmpada nessa tarde e começou a procurá-la junto ao local onde a tinha deixado. Não a encontrou. Eu procurei também e nada.  Perguntámos aos miúdos se tinham mexido nela. Diz o Eduardo: "Sim, tirei-a para brincar com ela." Nós:  "E (...)
Qua | 12.10.22

Aventuras de uma míope

Purpurina
A miopia surgiu na minha vida quando tinha 16 anos. Lembro-me bem do oftalmologista me ter dito que teria de usar óculos para sempre, em todas as ocasiões, e de eu ter começado a chorar, desesperada. Ah... como é bom ser jovem e ter problemas de jovem! Nada como sofrer por coisas de somenos.  Bom... mesmo depois do meu namorado, querido como era, me ter assegurado que ficava bastante bem com óculos ou sem óculos (o amor é lindo!) eu não estava nada satisfeita. Assim, (...)
Qui | 22.09.22

Maria #55 A minha filha prefere que eu grite!!!

Purpurina
Vivo numa luta diária contra a ansiedade e contra os gritos. Os meus, principalmente. Por qualquer coisa, até sem me aperceber, começo a falar alto, mesmo que não seja a gritar. Sempre que estou muito feliz ou entusiasmada, também tenho a tendência para elevar o tom de voz. É uma característica minha. Como podem compreender, é desagradável, tanto para mim como para quem está à minha volta. Por isso, todos os dias tento mudar um pouco. Faço yoga, meditação e, sempre que (...)
Qui | 18.08.22

Eduardo #42

Comer tomate

Purpurina
Quando a minha filha Lara, com 4 anos, estava a comer salada de tomate e via que a Maria (na altura com 2 anos) não comia, eu disse-lhe que as crianças só precisavam  de comer tomate crú depois dos 4 anos. Disse-lhe isso porque não queria que ela se sentisse injustiçada, ou deixasse de querer comer tomate.  E, aos 2 anos, não estava a ver mesmo como fazer a Maria comer tomate crú. Com a Maria e o Eduardo a conversa foi a  mesma, por isso, o Eduardo andava a ouvir há algum (...)
Qua | 03.08.22

O meu filho de 4 anos pensa que nasceu em 1827

Purpurina
Num domingo de manhã: Maria:  "Mãe, vamos ao pesqueiro hoje?" Eu: "Podemos ir se conseguimos limpar a casa toda e fazer tudo o que temos para fazer: lavar e arrumar roupa, limpar o pó, fazer o almoço, lavar a casa de banho, levar o lixo. Se todos ajudarem, será mais rápido." Diz o Eduardo, com quase 4 anos, do sofá: "As meninas ajudam e eu fico a ver televisão. Eu não sei trabalhar." Depois de me rir bastante, respondo: "Estás numa rica altura  para começar a aprender (...)
Qua | 08.06.22

Eduardo #37

O repórter de imagem

Purpurina
A nossa sala. Pelo olhar do Eduardo. Alguém me explica qual é a paranóia dos miúdos que os faz colocarem as almofadas todas no chão, assim que entram na sala?