As publicações desta semana, um pouco por acaso, acabaram por ser totalmente dedicadas ao minimalismo. Como o considero um tema importante e capaz de acrescentar valor à vida de todos nós, trago-vos 5 dias simples para serem mais minimalistas, que podem começar a aplicar já. Livrem-se do excesso: Uma das ações mais importantes para se tornarem mais minimalistas é livrarem-se das coisas de que não precisam realmente. Comecem por identificar os itens que não usam mais e que (...)
Há objetos "antigos" ou "clássicos" que me deixam algumas saudades. As cassetes, por exemplo. As cassetes são um símbolo da adolescência, da música, da expetativa de ouvir algo novo ou de gravar programas da rádio, o que nos dava a alegria infinita de usufruir das nossas músicas preferidas sem gastar dinheiro. Como minimalista em formação, o facto de conseguirmos ouvir milhares (ou milhões) de músicas num aparelho tão pequeno como um telemóvel, causa-me sentimentos (...)
O consumismo causa-me uma certa aflição. Não foi sempre assim. Tive os meus momentos de consumidora de roupa e sapatos. Ainda hoje tenho os meus vícios consumistas: caixas de plástico, vídeos do Youtube (daqueles que ensinam alguma coisa, de preferência) e lápis de cor. Tenho lápis de cor para 20 anos, calculo. Mas, por alguma razão, associo sempre o consumismo a uma certa inquietude mental, a um certo desassossego. Em relação às crianças associo o consumismo a uma falta (...)
Tenho carta de condução desde os 18 anos. Passei nos testes à primeira e conduzi, regularmente, durante algum tempo. Gosto de conduzir "para a frente" ou seja, não gosto de fazer grandes manobras com o carro e não sei estacionar em lugares apertados. Sabem aquela sensação do carro ser uma extensão de nós e agirmos com a desenvoltura de fazer o que quisermos com a máquina? Não sei o que é. Nunca soube. Entretanto fui viver para Lisboa e passei a andar sempre de metro. (...)
O livro que veem na foto: "Dicionário por imagens Vamos Aprender" foi requisitado por mim, na Biblioteca de Ponta Delgada, vezes sem conta. Trouxe-o para a Lara, depois para a Maria e, agora, para o Eduardo. É um livro muito antigo, com mais de 20 anos, que já não consigo encontrar à venda nas livrarias, mesmo online. O livro é giro porque é feito de jogos didáticos, uma espécie de passatempos, e os miúdos vão aprendendo coisas de uma forma que parece ser muito divertida. (...)
Com três miúdos pequenos que dividem o mesmo roupeiro (que não é grande) é necessário uma dose extra de organização. Claro que grande parte do meu tempo fora do trabalho é passado a tratar da roupa, mas posso dizer que o trabalho fica muito facilitado com algumas práticas simples que tenho adotado. Sem mais delongas, vamos a isso: 1- Comprar sempre calças e partes de baixo de cores neutras. Por aqui, compro sempre ganga ou azul escuro e posso conjugar estas cores com (...)
É um ponto fraco, bem fraquinho, no meu caminho para uma vida cada vez mais minimalista. Não sei bem o que me dá mas, sempre que me deparo com livros de atividades para os miúdos, fico com uma vontade incontrolável de os comprar. Isto deve ter uma explicação qualquer. Provavelmente gostaria de ter tido estes livros em criança, provavelmente sou eu que gosto deste tipo de atividades e os miúdos nem ligam tanto... não sei. Os miúdos gostam de fazer as atividades dos livros, (...)
1- Qual foi a última coisa que compraste? Presentes de Natal para os filhos: dois para cada um. 2- Cita uma coisa que deixaste de comprar. Vernizes para as unhas. 3- Qual foi a tua maior dificuldade com o minimalismo? Ainda está a ser. Comprar menos comida e menos livros de atividades para os miúdos. 4- O que é que o minimalismo mudou na tua vida? Tornou-a muito mais simples e organizada. A minha casa está mais arrumada, mais fácil de limpar e de organizar. Não demoro muito (...)
Identifico-me com o minimalismo como estilo de vida e procuro praticá-lo de uma forma que me faça sentido. É um caminho, longo e diário, que gosto de percorrer. Na verdade não é um sacrifício para mim. Gosto de ver a minha vida a tornar-se mais simples, mais organizada e com mais sentido. Falta-me aprender muito e praticar melhor aquilo que aprendi. Ainda assim, há coisas que pratico que fazem uma diferença grande no meu dia a dia. 1- Não fazer stock. Fui educada numa casa (...)
Este ano o "Pai Natal" trouxe 3 presentes para cada um dos meus filhos. Existiram anos em que eram o triplo ou mais. Eles rasgavam os papeis das prendas freneticamente só para as deixarem de lado e passarem à seguinte. Não era interessante, não era agradável de ver e creio que não lhes ensinava grande coisa. Para além disso, o desinteresse deles aumentava com o número de presentes. Este ano escrevemos as cartas ao Pai Natal e conversámos bastante sobre o que pedir. A Lara (...)