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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Sex | 15.03.19

Livros para crianças a partir de 2 anos #1

Purpurina
Ultimamente tenho optado por trazer da biblioteca livros simples, sem grande moral ou filosofia. Deixo aqui a sugestão dos 3 últimos que trouxe e de que as miúdas têm gostado bastante: 1- "Um dia especial com o meu papá": um fiel retrato de como são as coisas quando os pais ficam a tomar conta dos miúdos. Giro e muito fiel à verdade.  2 - "Vegetal como sientes": este é um livro espanhol mas, dada a simplicidade das frases, não apresenta problema nenhum. É um livro sobre (...)
Qui | 28.02.19

Ela já sabe escrever

Purpurina
Bom... O seu nome, o nome da irmã, pai, mãe ... e cocó (cada um com os seus interesses). Também me pede para soletrar o nome dos amigos e vai escrevendo num papel, com maiúsculas cada vez mais bem desenhadas. Conhece todas as letras há muito tempo mas não me tinha apercebido que já as desenhava tão bem. Fiquei surpreendida na última vez que vi o que escreveu e perguntei-lhe se estão a ensinar na escola. Ela disse que não, que estão a ensinar os números. A professora, (...)
Qua | 20.02.19

E, de repente, elas são as melhores amigas

Purpurina
Quando a Lara soube que a Maria ia nascer ficou muito feliz. Apesar de ter apenas 2 anos quando lhe dissemos posso dizer com clareza que ficou feliz e entusiasmada. Ela sempre foi muito sensível e percebia quando lhe dizia que a irmã ia crescer e ser muito amiga dela. A Maria nasceu e a Lara desde o primeiro dia que era carinhosa e cuidadosa com ela. Correu tão bem que eu senti, mesmo, que era mais fácil ter duas filhas que apenas uma. Até que a Maria cresceu mais, começou a (...)
Qui | 24.01.19

Lara, a babysitter

Purpurina
Ela e a Maria adoram o bebé. Fazem uma festa quando o vêm, falam-lhe com vozes "fininhas" e querem pegar-lhe ao colo e brincar com ele a toda a hora. A Lara já me ajuda a entrete-lo muitas vezes. Fica perto dele e vai falando com ele enquanto eu vou fazendo tarefas em casa (sempre por perto e de olho neles, claro). Um dia destes a Lara sentou-se ao lado do irmão e começou a ler-lhe uma história (à maneira dela, descrevendo o que via no livro e recitando as partes que já tinha (...)
Qui | 17.01.19

Eu tinha tantas certezas antes de ter filhos

Purpurina
Mesmo antes de saber que queria ser mãe, sabia exatamente como deveria ser educada uma criança. Sabia exatamente o que era e o que não era admissível e que tipo de atitude se devia ter em cada situação. Agora, que tenho 3 filhos, as minhas certezas anteriores dão-me vontade de rir... e de chorar. Perdi a conta aos livros que li sobre educação, sobre bebés, crianças, parentalidade, disciplina positiva, birras, alimentação saudável e tantas outras coisas. E continuo a (...)
Sex | 28.12.18

Fui à biblioteca em 10 minutos e trouxe estes livros

Purpurina
Hoje fui à biblioteca a correr, aproveitando que a minha sogra estava a tomar conta do Eduardo e antes de uma consulta no dentista. Na última vez que tinha ido à biblioteca tinha trazido apenas 2 livros para as miúdas e a Lara mostrou-se muito desiludida. Então hoje aproveitei uma oportunidade de 10 minutos para trazer os livros que conseguisse. Já se torna difícil escolher livros para trazer. Já trouxe dezenas (ou centenas) de livros da biblioteca. Já repeti muitos, os nossos (...)
Qui | 27.12.18

Como ensinar duas irmãs pequenas a dar-se bem?

Purpurina
Bom... não tenho receitas mágicas mas estou em aprendizagem constante. Tenho a Lara de 4 anos e a Maria, de 2 anos, numa fase onde as brigas têm sido diárias e muito saturantes. Com certeza que a maior parte dos pais de crianças pequenas irão identificar-se com isto: as brigas pelo mesmo brinquedo, as brigas por causa da quantidade de comida, das cadeiras, porque uma está a cantar na cama, porque a outra está muito encostada, porque uma tem a papa mais branquinha, porque a outra (...)
Ter | 18.12.18

"Irmãos sem ciúmes": Este livro não é nada aquilo que eu esperava

Purpurina
  Recomendaram-me o livro: "Irmãos sem ciúmes" e decidi comprá-lo. Já o li quase todo e tenho-o sublinhado em várias páginas. Tem informação bastante relevante e útil e não posso dizer que me tenha arrependido de o ter comprado. É um livro a que vou voltar, certamente, muitas vezes e que me tem ajudado a alterar o meu comportamento e, consequentemente, o comportamento das minhas filhas. Todavia, a forma como o livro é escrito e a forma como as ideias são expostas, (...)
Sex | 07.12.18

Coisas doces que partilho com a Lara

Purpurina
Gelados artesanais italianos num dia de chuva. Somos as duas tão malucas por gelados que saímos de casa num domingo de chuva, bem encasacadas, para ir comer um belo gelado artesanal. O dela de bolacha Mulata, o meu de pistachio e canela. Deliciosos. Dos melhores que já comi. Enquanto comíamos, nem falávamos. Ficávamos ali a saborear o gelado numa cumplicidade gira entre as duas.
Qua | 05.12.18

Atividades para crianças #9 Atelier de artes manuais

Purpurina
Por aqui andamos sempre à procura de eventos e atividades direcionadas  para as famílias e para as crianças, principalmente ao fim de semana. De vez em quando surgem coisas muito engraçadas em São Miguel e, se soubermos a tempo, marcamos sempre presença. O último evento a que fomos superou muito as nossas expetativas. Era um atelier de artes plásticas onde as crianças e os pais foram convidados a usar a sua criatividade e talentos para as artes manuais de uma forma muito divertida.
Ter | 27.11.18

A primeira história que a Lara criou

Purpurina
  A Folia do Monstro A Lara tinha ficado comigo em casa e estava a fazer uns desenhos numas folhas, enquanto eu escrevia no computador. Algum tempo depois, já as duas sentadas no sofá, ela diz-me que inventou e desenhou uma história e pergunta-me se eu a quero ouvir. Encantada, digo que sim e começa a Lara, muito baixinho: "A mãe, o Eduardo e a Lara foram dar um passeio mas perderam-se e foram pelo caminho errado. Então apareceu um monstro. O monstro queria colocar-nos numa (...)
Sex | 23.11.18

As crianças e o minimalismo

Purpurina
Temos poucos brinquedos cá em casa. Poucos não, os suficientes. Ainda assim, alguns estão arrumados na arrecadação para serem trocados ocasionalmente, quando os miúdos se fartarem de brincar com os que têm disponíveis de momento. Acredito muito nas vantagens de não ter a casa cheia de brinquedos: para além de ser mais fácil de a manter arrumada, cada brinquedo que temos torna-se mais especial e muito melhor explorado. Nada tenho a criticar a quem faz diferente e gosta de ter (...)
Seg | 19.11.18

A amizade na infância

Purpurina
  Ver os meus filhos a fazerem amigos é das coisas que mais me emociona. Nunca tive grande facilidade em fazer amigos na infância, em parte porque isso não era muito estimulado, e creio que me fez alguma falta (principalmente por não ter irmãos nem primos que vivessem perto). Com os meus filhos tento que seja diferente, o que também não é muito difícil porque a maior parte dos nossos amigos têm filhos da mesma idade que os nossos e convivemos regularmente. Claro que os (...)
Sab | 17.11.18

Uma reflexão sobre "subir às àrvores"

Purpurina
  Quando era pequena, pouco mais velha que a Lara, gostava muito de subir às árvores. Tive a sorte de crescer com um grande quintal cheio de árvores de fruto e muito espaço para brincar, saltar e pular. E era isso que fazia, por isso andava suja de terra muitas vezes. Tinha uma vizinha que tomava conta de mim, como “ama” que, em conversas com outra vizinha, me comparava com a sua neta da mesma idade. Era dito, à minha frente, que a outra menina era um primor de limpeza e (...)
Sex | 16.11.18

As birras épicas da Maria

Purpurina
  A Maria revelou, praticamente  desde que nasceu, uma personalidade muito forte (chamam-lhe isso, não é?). Em recém- nascida e com poucos meses berrava até adivinharmos o que queria. Podia ser comer, mudar a fralda, ficar ao colo ou simplesmente ir até à janela, sentar-se na espreguiçadeira a ver a árvore de Natal ou outra coisa qualquer, era berraria até acertarmos. Com 2 anos e  4 meses ela faz-se entender perfeitamente bem. Diz tudo o que quer, como quer e com todos (...)
Ter | 13.11.18

Grandes desafios de uma mãe de três

Purpurina
Eu e o Milton começamos os nossos dias a tirar 3 fraldas. A Lara e a Maria só usam de noite mas, ainda assim, lidamos com muitas fraldas por dia.  Esta conversa só serve para justificar a foto porque os grandes desafios que experimentamos nestes dias pouco têm a ver com as fraldas. Na última semana, a Maria esteve com amigdalite e ficou comigo e com o bebé em casa e devo dizer que foram os dias mais desafiantes que tive como mãe. Os fins de semana que passamos a 5 em casa (...)
Seg | 12.11.18

Como acabar com as brigas entre irmãos e educá-los para serem muito amigos?

Purpurina
Não faço ideia. Por isso estou a estudar o assunto e a tentar aprender. Para isso comprei o livro "Irmãos sem ciúmes" e falo muito com amigas que têm irmãos e me dão conselhos preciosos sobre um assunto que eu, como filha única, não domino nada. Já percebi que cometo muitas falhas (como comparar os filhos) e quero muito cometer o mínimo possível de falhas que possam afetar a relação futura dos meus filhos. Já sei se vou continuar a cometer erros vários mas vou fazer o (...)
Dom | 11.11.18

Como organizar os brinquedos dos miúdos e manter a casa arrumada

Purpurina
Posso dizer que passei meio domingo a arrumar e organizar os brinquedos todos das crianças porque já não podia ver todos os baús, caixas e armários de brinquedos da casa cheios de um mix de tralha sortida que ninguém conseguia identificar. Se há coisa que me atrofia a cabeça é ver peças de puzzles, roupas de barbies, peças de lego e todo o tipo de tralha misturada em todo o lado. Não é bom para os adultos que vivem na casa e também não é bom para as crianças que, não (...)
Qui | 08.11.18

Estou muito longe de ser uma mãe perfeita

Purpurina
  Mas quero acreditar que consigo ser melhor, a cada dia. Perfeita não quero ser, até porque é impossível por isso nem vale a pena querer. E, cá entre nós, ser perfeito parece ser extremamente aborrecido e sem graça nenhuma. Quem é que quer ser perfeito se somos tão interessantes nas nossas imperfeições? Quero ser uma mãe imperfeita que, apesar de ter uma personalidade impaciente e ansiosa, faz os filhos sentirem-se amados, queridos e felizes.  Acho que tenho poucas (...)