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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Qui | 14.04.22

Eduardo #34

"Os pais dos meus amigos"

Purpurina
Depois de um dia de escola, estávamos todos a conversar acerca do dia de cada um. Conta a Maria que receberam na turma dela o pai de um dos amiguinhos, que é Romeiro e explicou o que significava ser Romeiro (Os Romeiros de São Miguel são grupos de católicos que percorrem a ilha a pé, durante o tempo da Quaresma, cantando e rezando em todo o percurso). O Eduardo, não querendo ficar mal, disse: "Os pais dos meus amigos também são Romeus."
Ter | 12.04.22

52 semanas de 2022 #15

Primeiro amor

Purpurina
Aproveito este tema para escrever algo sobre mim que explica a falta de alguns assuntos nos meus textos. Raramente escrevo sobre sentimentos. Escrevo sobre o que faço, o que penso e sobre aquilo em que acredito. Falo facilmente sobre os valores que regem a minha ação. Mas não falo sobre o amor. Não escrevo sobre o que sinto pelo meu namorado, pelos meus filhos ou por qualquer outra pessoa de que goste muito, publicamente. Se o fizer, será sempre muito superficialmente. Sobre o (...)
Ter | 05.04.22

Oito factos sobre mim

52 semanas de 2022 #14

Purpurina
 Gosto de inventar filmes, na minha cabeça, enquanto oiço música, enquanto caminho ou, se me descuidar, em qualquer altura do dia. O estado normal da minha mente é a criação de curtas-metragens e, em alturas mais inspiradas, performances artísticas. É por isso que não consigo trabalhar com qualquer tipo de música, só música ambiente ou música clássica. Distraio-me muito facilmente.   Tenho um transtorno de ansiedade que me faz ser hipocondríaca durante parte do mês, (...)
Sex | 01.04.22

Falta de jeito gritante

Purpurina
Depois duma sessão de estudo de inglês com o pai, diz-me a Lara, com toda a calma:  - Sabes mãe, gostei muito de estudar com o pai. Gosto muito mais de estudar com ele do que contigo porque tu gritas muito. Acho que devo estudar todas as disciplinas com ele. Eu, que não me ofendo com a opinião livre e não tenho qualquer ilusão quanto ao meu  (inexistente) talento para o ensino, concordei pronta alegremente com a minha filha de 8 anos.   Nota: Cá em casa os miúdos dizem (...)
Ter | 29.03.22

Bofetadas em tempos de liberdade e de guerra

Purpurina
Como é que eu posso começar isto? Nem sei. Bom... posso começar por dizer que, se fosse bater em todas as pessoas que oiço dizerem coisas escusadas, levava uma boa parte do dia nisso. Ou, pelo menos, a parte do dia em que não estivesse a esquivar-me de algumas bofetadas dirigidas à minha face. O que vi ontem a acontecer foi algo que considero absurdo. Vi um homem que trabalha com o humor, essa argamassa tão complexa e subjetiva, dar uma bofetada a um colega, que estava no (...)
Seg | 28.03.22

Formas de ganhar o meu coração

52 semanas de 2022 #13

Purpurina
Desafio de escrita criativa  "52 semanas de 2022" 1- Mostrar-me músicas, filmes, livros, correntes de pensamento ou formas de arte que eu não conheço e que me prendam completamente a minha atenção. Quem, alguma vez, me mostrou músicas fantásticas que eu não conhecia, tem um lugar muito especial na minha mente, ou coração ou lá onde seja. 2- Tratar bem os meus (...)
Sex | 25.03.22

Os filhos salvam a nossa saúde mental

Purpurina
"Deixas-me louca!" Quantas vezes dizemos isso aos nossos filhos? E, se não dizemos, pensamos, muitas vezes, que estamos à beira da loucura. Às vezes tenho a sensação de que, nos recentes oito anos, a minha vida é uma repetição contínua entre dar comida à boca, limpar rabos, fazer máquinas de roupa, estender, roupa, arrumar roupa, cozinhar, preparar lanches, preparar mochilas, gritar com os miúdos para que parem de se aborrecer e de bater uns nos outros e tentar que a casa (...)
Qua | 23.03.22

Sobre Saudades

"Alguém de quem tenho saudades" 52 semanas de 2022 #12

Purpurina
  Dedico muito pouco tempo a este sentimento. Para me proteger, claro. Vivo há mais de 10 anos numa ilha para onde vim sem família e sem amigos.  Fiz bons amigos e criei uma família e isso é o suficiente para ser muito feliz na maior parte do tempo. Claro que existem bons amigos e família muito chegada e muito querida a milhares de km de distância. Pessoas que não vejo há anos e de quem gosto muito. Tenho saudades de todas essas pessoas e vou colmatando a sua ausência (...)