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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

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Sex | 12.01.24

5 razões para ser minimalista

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O minimalismo é, para mim, não apenas um estilo de vida, mas um caminho para a melhoria e uma necessidade essencial. Simplesmente, não tenho espaço mental para lidar com muitas coisas, gerir uma multiplicidade de itens ou cuidar de uma variedade excessiva de posses.

Se não procurasse ser minimalista, a minha mente estaria ainda mais sobrecarregada do que já está, o que não é pouco.

Com três filhos pequenos, o meu tempo é dedicado extensivamente a lidar com roupas, brinquedos, livros, cadernos e lápis que parecem se multiplicar nas gavetas e estantes desta casa.

O minimalismo é, por isso, a única forma de estar possível. 

Seguem os meus motivos, de uma forma mais estruturada:

  1. Manter a casa mais arrumada e ter menos coisas para limpar.
    Ter menos coisas resulta em menos desordem e simplifica a tarefa de manter a casa organizada e limpa, até para os miúdos. O quarto do Eduardo, por exemplo, nem tem como estar desarrumado de tão poucos brinquedos que ele tem.

  2. Poupar dinheiro.
    Ao evitar compras desnecessárias, posso direcionar melhor os meus recursos financeiros para o que realmente me importa.

  3. Valorizar mais aquilo que se tem.
    Reduzir a quantidade de posses permite-me apreciar mais e melhor cada item que permanece na minha vida

  4. Não perder muito tempo a selecionar coisas: seja roupa, louça para um evento ou brincadeiras para entreter os miúdos.
    Na verdade, tenho um certo orgulho de andar quase sempre com os mesmos ténis e não ter grandes dúvidas quanto ao que tirar do roupeiro para vestir no dia. Já fui diferente e digo-vos que sou bem mais feliz agora. É uma leveza indescritível.

  5. Ter a mente muito liberta da vontade de ter coisas.
    Nunca tive uma grande vontade de ter isto ou aquilo, nem quando era criança. Nem imagino que seja doloroso desejar ter algo que não seja essencial, como determinados carros, sapatos, relógios ou outra coisa qualquer. Se puder ter uma coisa de qualidade e bonita, não digo que não, mas realmente prefiro uma viagem, uma experiência gira ou uma refeição diferente.

Se calhar, isso nem chega a ser uma vantagem... é só um facto.

Bom, não sei. É o que me ocorre, de momento.

E por aí? Alguém adepto deste estilo de vida?

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