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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Qua | 27.12.17

Os meus presentes preferidos

Purpurina
Acho que já disse aqui que a melhor coisa que me aconteceu na infância foi ter aprendido a ler. Depois disso aconteceram uma série de coisas boas que me haviam de proporcionar muitas horas de felicidade.Os meus tios mais novos emprestaram-me a sua coleção de livros de banda desenhada Disney e abriu-se à minha frente a porta das possibilidades infinitas. Nunca mais parei de ler tudo o que me aparecia à frente. Lia tudo, mesmo tudo o que apanhava (umas coisas mais adequadas que (...)
Qui | 12.01.17

O arroz doce da minha avó

Purpurina
A minha avó sempre cozinhou muito bem. Cozinhava coisas muito simples mas eram feitas com tanto cuidado, com tanto amor que, até hoje, deixaram deliciosas memórias na minha mente. Agora, já com 85 anos e quase sem ver, já não pode cozinhar mas deixou-me o gosto por um arroz doce sequinho, bolos com um travo a limão, fritos de Natal e um arroz de forno dourado e crocante.O pão de ló que a minha avó fazia era o melhor do mundo… nunca estava queimado ou seco demais, ou crú. Não (...)
Ter | 26.07.16

Os meus avós

Purpurina
Conheci três avós: os pais da minha mãe e a mãe do meu pai (que, felizmente, tem quase 90 anos e a quem pude dar a alegria de ter bisnetas). Com os pais da minha mãe tive uma relação distante porque eles viviam longe e as visitas não eram regulares. Mas, apesar disso, tenho boas memórias deles. A minha avó Leontina, mãe do meu pai, vivia connosco e foi uma mãe para mim. Toda a noção que tenho de amor maternal, aprendi com a minha avó e revejo muitas vezes, nos mimos que (...)
Qui | 28.04.16

Banda Desenhada, um dos meus vícios de infância

Purpurina
 Uma das melhores e mais marcantes memórias que tenho da minha infância está relacionada com livros de banda desenhada da disney. Foram os meus tios mais novos, o meu tio António e o meu tio João Paulo, que me apresentaram estes livros, em Torres Novas, numa quinta onde viviam com o meu avô e a minha tia Maria da Luz. Eles emprestaram-me logo uma série deles e fiquei viciada durante anos. O dia em que eles me mostraram os livros e me emprestaram alguns pode ter sido um dos mais (...)