Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Qui | 26.07.18

Aquele momento #2

Purpurina
 Em que estás a passear no meio de um jardim, a observar as árvores e a natureza, e a tua filha de 4 anos te informa que tem que fazer cocó - tipo já - e a casa de banho mais próxima fica a uns minutos de distância.Perguntas-lhe se aguenta e ela diz claramente, e algo aflita, que não.E decides, em 3 segundos, levar a miúda para trás de um arbusto e deixá-la fazer cocó ali mesmo. E enquanto tentas apoiar a miúda numa situação mais ou menos confortável e tentas não cair com (...)
Qui | 19.07.18

Aquele momento #1

Purpurina
 Em que estás sentada no minibus e o "senhor" (de uns 70 anos) que está sentado ao teu lado profere umas palavras menos adequadas porque não conseguiu mandar para fora do minibus o lixo de plástico que tinha na mão.O que me parecia ser um papel de rebuçado acabou por cair no chão do minibus mas a intenção mesmo era mandá-lo - descaradamente - para a rua.Não consegui dizer nada mas fiquei em estado de choque o resto do dia.Concluí que o senhor deveria ter alguma condição (...)
Sex | 13.05.16

Mudei de casa 10 vezes #3 - Viver em Lisboa, perto do Colombo

Purpurina
Ora aqui vai mais um texto em jeito de Diário de uma Rapariga que saiu do campo para a cidade e decidiu viver em Lisboa. Já falei das primeiras casas onde vivi depois de sair de Alpiarça. A terceira casa onde vivi ficava em Benfica, a 10 minutos ou menos do Centro Comercial Colombo, onde trabalhava na altura. Aluguei um quarto num apartamento onde viviam mais 4 raparigas, 2 tinham um quarto duplo que era a sala e as outras duas ocupavam quartos individuais. O meu era o mais pequeno, (...)
Qua | 05.03.14

Conversas de café

Purpurina
Uma dascoisas que mais gosto de fazer, quando não posso estar a falarininterruptamente, é parar um pouco a ouvir as conversas dos outros, num sítiopublico.Não de umaforma abertamente mexeriqueira, apenas oiço quem não parece importar-se emdeixar-se ouvir. Aqueles que falam suficientemente alto e de forma tãoapaixonada, que parece que estão na paz de uma casa isolada num montealentejano. E eu fico, no (...)