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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Qua | 10.08.22

Gostam de estar sozinhos?

Purpurina
Eu gosto. Mas não prefiro. Cresci como filha única, nos anos 80. Tinha dois canais de televisão, um quintal e uma imaginação meio alternativa e meio aleatória que ainda perdura, com muita vitalidade. As minhas melhores memórias de infância são, ainda assim, de acontecimentos onde se reuniam os irmãos da minha mãe os seus filhos, na casa dos meus avós maternos, ou na casa de uma das irmãs da minha mãe, em Almada. Nas minhas memórias mais felizes, existem os sons de (...)
Ter | 12.07.22

Vou continuar a comprar manteiga de amendoim da Prozis

Purpurina
Os meus filhos gostam muito de manteiga de amendoim. Eu também.  E, aqueles frascos enormes de manteiga de amendoim da Prozis são muito práticos para nós. Ainda por cima a manteiga de amendoim é saborosa. Se concordo com a posição do dono da Prozis sobre o aborto? Não. Não penso como ele. Não concordo com o que ele diz. Todavia, acho que ele tem o direito de o dizer. Sou pela liberdade de expressão, com as devidas exceções. O Miguel Milhão não deve dizer que viu alguém (...)
Qui | 26.05.22

7 atitudes do meu professor preferido que mudaram a minha vida

Purpurina
Estava no 9º ano, com os meus 13 anos, no inicio do que começava a ser a revolução da minha personalidade. Até então pouco conhecia da vida. Tinha os meus pensamentos, começava a meditar com o auxilio de livros da secção mais esotérica da biblioteca de Alpiarça e ainda não tinha travado conhecimento com o poder revolucionário da música. Já era uma inadaptada, alvo fácil das colegas que gostam de fazer terapia à custa dos outros (aka bullies) e não sabia bem o que (...)
Qui | 24.02.22

Um pensamento inconsequente sobre a atualidade

Purpurina
Quando era pequena, à semelhança da maior parte das crianças, acreditava que os adultos sabiam tudo, controlavam tudo e resolviam tudo. Acreditava, sobretudo, que quando eu fosse adulta, seria uma espécie de ser superior, todo poderoso e todo sapiente, incapaz de sentir medo e capaz de fazer tudo o que quisesse com toda a eficácia. Claro que não tive em conta desafios externos, a necessidade de gerir a minha vontade tendo em consideração também a vontade dos outros, a dificuldade (...)
Seg | 14.02.22

52 semanas de 2022 #7

A Felicidade

Purpurina
Desafio de escrita criativa  "52 semanas de 2022" Felicidade é acordar de manhã com cinco pessoas, apertadas, a dormir numa cama de duas pessoas. Ou sentar-me no sofá, para ler um livro descansada, e em menos de dois segundos, ter os meus três filhos em cima de mim. E o barulho de gritos e corridas pela casa aos fins de semana de manhã.
Sab | 12.02.22

Sobre um rapaz, sobre bullying e sobre todos nós

Purpurina
A minha filha de 7 anos contou-me que um dia, umas meninas na escola gozaram com os sapatos dela, porque estavam velhos e gastos. Ontem, contou-me que, enquanto varria do chão da escola algo que tinha sujado, um menino passou e riu-se dela enquanto a chamava de varredora (isto é mesmo um insulto?!!!) Um dia, no aniversário de um amiguinho, a Lara, que na altura tinha 5 anos, estava a rir-se de outra menina, porque era mais gordinha. Foram excelentes oportunidades de ensinar à (...)
Qui | 25.11.21

Diz-me o que ouves (e o que não ouves) e eu digo-te quem és

Purpurina
Quando tinha uns 22 ou 23 anos, conheci um rapaz muito engraçado. Era bonito, interessante, aventureiro, muito bom conversador e tinha aquele ar despenteado e descomprometido de que eu gosto particularmente.  Ele era francês e, com ele, tive a maior conversação de que me lembro, em inglês. Quem me conhece sabe que inglês não é o meu forte, todavia, tagarela como sou, se tiver que ser, torno-me praticamente fluente, mesmo que pelo meio da conversa diga alguns disparates. (...)
Qui | 18.11.21

O dia em que descobri a Filosofia como disciplina

Purpurina
Tinha 14 anos e estava no 10º ano, na primeira aula de Filosofia. Provavelmente a professora estaria a falar dos conteúdos que íamos dar durante o ano ou algo do género e eu fiquei logo extremamente surpreendida. Lembro-me perfeitamente de ter pensado: "A sério que é isto que vou estudar?! Pode ser mesmo real o facto da matéria escolar ser tudo o que povoa a minha mente desde que me lembro de existir?!" Achei aquilo extraordinário! Nunca imaginei, ao longo do meu percurso (...)
Ter | 16.11.21

Hoje respondo a 100 perguntas (sobre mim) que ninguém perguntou

Purpurina
O que posso dizer? Gosto de responder a estas coisas. Isto descontrai-me. É a minha versão feminina de levar a mente para uma "gaveta vazia". Colocado este preâmbulo, vamos a isto. Ser diplomático ou ser realista? A minha personalidade, vontade e hábitos vão quase sempre no sentido do realismo, mas, na verdade, às vezes é necessário ser diplomático e eu gostava de ser muito mais. Agir pela emoção ou pela razão? Ajo muitas vezes pela emoção. Quando é mesmo, mesmo, (...)