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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Qui | 21.10.21

As máscaras que passámos a usar fazem-nos ver as pessoas mais bonitas?!!!

Purpurina
Há cerca de dois anos que, em certos contextos, só vemos as pessoas de máscara. É o caso de cabeleireiras, esteticistas, funcionários de lojas, restaurantes, entre muitos outros. Um dia destes, dei por mim a refletir num fenómeno que achei interessante e que, julgo, atingirá a maior parte de nós. Quando tenho algum tempo para conversar com alguém que está de máscara, imagino o seu rosto de determinada forma, de acordo com as impressões que tenho da pessoa. Se é uma pessoa (...)
Seg | 11.10.21

Como afastar um admirador indesejado, de forma natural e muito eficiente

Purpurina
Como devem calcular, esta história foi vivida pela prima em 3º grau, de uma conhecida, de uma amiga distante, de uma amiga minha. Até  posso descrever brevemente a personalidade dessa pessoa, que nem conheço de vista, mas saibam que estou só a usar a imaginação. Como já disse, não conheço a senhora em questão. Para nos orientarmos, chamemos-lhe "a nossa amiga". Tenho uma ideia de que a nossa amiga é um tanto ou quanto espevitada. Talvez seja uma pessoa determinada e (...)
Seg | 12.10.20

Este livro, que me atingiu como uma rajada de humanidade, devia ser de leitura obrigatória

"Dentro do Segredo", de José Luis Peixoto

Purpurina
Agora que o li, penso que demorei demasiado tempo a fazê-lo. Ou talvez não, talvez o tenha lido exatamente na altura certa, para o poder compreender melhor e para melhor o poder encaixar na minha perspetiva, tão pessoal, daquilo que é o mundo e daquilo que é a humanidade. Sempre gostei de livros que relatam viagens. Gostei especialmente do "Sete anos no Tibete", por retratar uma sociedade e uma forma de estar e pensar tão diferentes da minha. De facto, quanto maior é a distância (...)
Qua | 30.09.20

A entrada para o 1º ano da escola primária

Nos anos 80

Purpurina
  Lembro-me vagamente do meu primeiro dia de escola. Lembro-me de estar num pavilhão grande cheio de pessoas, com a minha mãe, e a determinada altura chamarem o meu nome para me juntar a um grupo de crianças que seriam da minha turma. Havia muitas crianças a chorar e eu não entendia porquê.  Eu não chorava. Eu nem percebia bem o que estava a acontecer. Tinha 5 anos e não me recordo de me terem falado muito na escola. Não estava receosa nem entusiasmada. Não sabia bem ao que (...)
Seg | 28.09.20

Coisas fofas destes tempos de pandemia

Purpurina
  Cumprimentarem-me, pelo nome, quando me cruzo com pessoas em locais fechados e estamos todos de máscara. Acho o máximo e até fico emocionada. Por vezes fico um pouco a olhar para a pessoa que me disse olá para tentar perceber quem é, mas nunca me enganei. Calculo que não seja muito difícil reconhecerem-me pelo olhos mas, mesmo assim, acho adorável que consigamos identificar as pessoas pelo jeito de andar, pelos gestos, pelo olhar e por uma série de coisas que nos diferenciam. (...)
Qui | 09.04.20

Estamos a aprender a valorizar o outro como nunca o fizemos

Purpurina
Todos, sem exceção. De repente, percebemos o valor dos médicos. Mas não só. Percebemos o valor de quem transporta as mercadorias, de quem faz a reposição dos supermercados, de quem nos atende numa caixa de supermercado. Percebemos o valor dos agricultores, dos carteiros, dos estafetas, dos operários fabris, dos polícias, dos professores, dos educadores de infância, dos enfermeiros.  Percebemos que, às vezes, as pessoas que lutam muito por melhores condições de trabalho (...)
Qui | 13.02.20

5 tipos de clientes peculiares que atendemos numa loja

Purpurina
Trabalhei durante algum tempo numa loja de roupa de criança. Foi o tempo suficiente para lidar com centenas (ou talvez milhares) de pessoas diferentes e para perceber que lidar com pessoas é mais desafiante do que posso descrever num ou dois textos. Deixo aqui uma singela amostra em forma de 5 pequenas histórias reais que aconteceram numa pequena loja de roupa beta para crianças. O tarado Entra na loja um rapaz alto, bem parecido e, aparentemente, normal. Diz procurar um presente (...)
Sab | 30.03.19

Sobre a coleção "Happy" da Zippy

Purpurina
Ora muito boa tarde! O Eduardo e Maria dormem a sesta, a Lara faz atividades aqui ao meu lado, o Milton está a fazer compras e eu aproveito e tempo livre para opinar sobre as opiniões acerca da nova coleção de roupa da Zippy. Passo a contextualizar a questão: A Zippy lançou uma coleção de roupa sem género, ou seja, é para menino e menina. Diz a Zippy: "Nesta cápsula, as cores assumem total protagonismo. Cada cor procura representar uma personalidade e cada peça a (...)