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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Sab | 03.10.20

10 coisas que não compro mais

Purpurina
Há algum tempo que tento praticar o minimalismo e o desapego de coisas materiais. Os motivos são vários, mas o principal é o facto de acreditar que ter muitas coisas não só enche a casa como também enche a mente.  Ainda tenho um longo caminho pela frente até ter apenas o essencial, mas creio que já evoluí o suficiente para fazer um texto sobre as coisas que já não compro. 1- Bijuteria ou jóias Tenho alguns fios, alguns anéis e uns 2 pares de brincos. Tudo de prata. Uso (...)
Qua | 28.11.18

Black Friday e o poder da paciência

Purpurina
  Fui ao centro comercial na Black Friday. Nem acredito que estou a escrever isto. Eu, que fujo dos saldos e de qualquer enchente de gente, eu minimalista convicta, fui ao centro comercial atrás de promoções num dia em que se prevê filas e mais filas de gente. Fui, e sobrevivi. E gostei. Lembrei-me de ir à Worten comprar uma máquina de lavar loiça porque andamos há meses a pensar em comprar uma e achámos que valia a pena tentar obter algum desconto. E, pelas 12h00, lá (...)
Sex | 23.11.18

As crianças e o minimalismo

Purpurina
Temos poucos brinquedos cá em casa. Poucos não, os suficientes. Ainda assim, alguns estão arrumados na arrecadação para serem trocados ocasionalmente, quando os miúdos se fartarem de brincar com os que têm disponíveis de momento. Acredito muito nas vantagens de não ter a casa cheia de brinquedos: para além de ser mais fácil de a manter arrumada, cada brinquedo que temos torna-se mais especial e muito melhor explorado. Nada tenho a criticar a quem faz diferente e gosta de ter (...)
Qui | 24.05.18

Vamos refletir um pouco sobre o que é a nossa vida nos dias de hoje?

Purpurina
  Já todos sabemos que vivemos numa sociedade de consumo de massas onde possuir coisas de desgaste rápido assume uma importância considerável. Também sabemos que podemos possuir muitas coisas porque essas coisas se têm tornado mais baratas e acessíveis aos nossos bolsos. E consumimos porque isso nos dá prazer e satisfação, ainda que pouco duradoura, e porque nos parece dar uma espécie de "status" que nos equipara aos nossos semelhantes e nos dá algum estatuto social. Ou não. (...)