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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Dom | 11.02.18

As minhas histórias preferidas #1

Purpurina
O Mestre e o Samurai Um samurai chamado Nobushige encontrou o mestre Hakuin numa estrada.“Mestre, existem realmente um paraíso e um inferno?”“Quem és tu?”, perguntou Hakuin.“Um samurai”, respondeu o outro.“Tu, um guerreiro?!”, exclamou Hakuin. Não me faças rir, tu pareces um mendigo.”Isso foi como uma ofensa para o samurai, que desembainhou a espada. E Hakuin continuou a provocação.“Ah, e ainda tens uma espada! Será que ela é afiada o suficiente para cortar a (...)
Qua | 07.02.18

Coisas que me fazem feliz #1

Purpurina
  Uma das coisas pelas quais tenho mais interesse na vida é a felicidade (quem não?) e, recentemente, decidi tornar isso num motivo de estudo e de prática consciente.Assim decidi fazer os possíveis por estar num ambiente mais acolhedor e mais feliz. Para isso, acrescento aos meus dias pequenos gestos capazes de me proporcionar a mim e a quem me rodeia momentos mais felizes.Tratar de mim e da minha felicidade tornou-se ainda mais importante depois de ser mãe porque acredito (...)
Sab | 13.01.18

Tag "Completando frases"

Purpurina
 Ao fim de semana é tempo de descontrair, de ver maratonas de séries, de passear com a família (se não estiver a chover), de ir beber cervejas com os amigos em esplanadas à beira-mar, de ir ao cinema, de fazer almoços e jantares em família e de responder a tags neste blogue.Acho piada a isto das tags. É divertido e tem um propósito útil de fazer com que se conheça melhor a pessoa que está atrás do computador a escrever estas coisas todos os dias.De modo que vou fazer os (...)
Dom | 24.12.17

Esta não é uma mensagem de Natal

Purpurina
 O que eu desejo é que todos os dias sejam bons e que todas as pessoas façam um esforço constante para serem mais tolerantes, solidárias e felizes.Eu tento fazê-lo todos os dias e no Natal não mais do que nos outros dias. Se tiver que me irritar no Natal irrito-me, se tiver que dizer que não, digo como diria em qualquer outro dia.Para mim, cada dia é um recomeço, um livro em branco, uma oportunidade de renascer, de fazer tudo melhor, de ser ainda mais feliz. Cada dia, cada (...)
Dom | 03.12.17

Quando cuido das minhas filhas cuido da minha criança interior

Purpurina
Muitas vezes olho para as minhas filhas, principalmente para a Lara que é claramente mais parecida comigo, e vejo a criança que fui. Ou melhor, vejo uma versão muito melhor da criança que fui. Olho para as minhas duas meninas e vejo-me menina, assumo os meus pensamentos, os meus medos e as minhas alegrias de infância. Quando beijo as minhas filhas de noite e lhes digo que são a minha maior felicidade e alegria, estou a fazer exatamente aquilo que me faria sentido como criança.
Ter | 28.11.17

A importância do convívio

Purpurina
Nisto de educar filhos não há mesmo receitas mágicas e regras infalíveis. Isso é mais do que sabido. Continuo a ler livros sobre educação, a trocar ideias com outras mães, a participar em grupos de discussão no Facebook, sobre disciplina positiva, alimentação saudável, etc. Continuo, sobretudo, a aprender muito com as minhas filhas. Acho que, com uma filha de três anos e meio e outra de um e meio (totalmente diferentes uma da outra) ainda tenho mais dúvidas do que certezas.
Sab | 25.11.17

As nossas manhãs doidas

Purpurina
As nossas manhãs são mesmo muito doidas. Até temos uma rotina mas, mesmo assim, levamos cerca de duas horas desde que nos levantamos até sairmos de casa. Ultimamente a Lara acorda a meio da noite e vem para a nossa cama. Acaba por dormir lá o resto da noite (o que a mim não me incomoda nada) mas até adormecer faz uma conversa, dá uma festinha, quer um abracinho e um monte de miminhos aos quais não resistimos e com certeza retribuímos mas, a soneca que é boa e necessária vai (...)
Sex | 24.11.17

Quando somos pessoas, mesmo depois de sermos mães

Purpurina
Ontem foi a primeira vez que caminhei, sozinha, à noite, a ouvir música com headphones até casa, e a única coisa que existia na minha cabeça era isso: eu, a caminhar sozinha e a ouvir música numa cidade. Não me acontecia há anos! Provavelmente desde que fui mãe, ou mesmo antes, não sei dizer. Acho que muitas mulheres sentem o mesmo (mesmo as que não têm filhos). É muito difícil ter a nossa mente ocupada com uma única coisa, mesmo que seja uma coisa muito boa e relaxante, (...)
Seg | 20.11.17

Quando deixei de me importar com o que os outros pensavam de mim

Purpurina
Mais ou menos por volta dos 16 anos comecei a usar saltos de plataforma com 12 cm ou mais. Ficava mais alta e, consequentemente, mais magra e , na minha opinião, mais bonita. Na altura usava base todos os dias e esticava o cabelo com o secador. Nunca me maquilhei muito mas esforçava-me para disfarçar as borbulhas e imperfeições da pele. Lembro-me vagamente de querer agradar os outros, de querer parecer bonita e, apesar de não ter nada de especial contra esse conceito em si, não (...)
Qua | 08.11.17

50 coisas que eu já fiz

Purpurina
  Eu já:Fui vegetariana (por alguns meses).Mudei de casa 10 vezes.Furei as orelhas com uma agulha em casa. Muitas vezes.Fiz 3 piercings (língua, debaixo do lábio e umbigo). Tirei todos. Nem sei porquê.Cortei o próprio cabelo sozinha. E a franja. E até ficou bem.Mudei de um apartamento para o outro (no mesmo andar).Perdi-me em São Francisco, na Califórnia. Andava a passear sozinha e fui dar a um sítio estranho qualquer. Depois recebi informações de um homem gigante que parecia (...)
Sex | 03.11.17

Quando cuido das minhas filhas estou a cuidar da minha criança interior

Purpurina
Muitas vezes olhos para as minhas filhas, principalmente para a Lara que é claramente mais parecida comigo, e vejo a criança que fui. Ou melhor, vejo uma versão muito melhor da criança que fui. Olho para as minhas duas meninas e vejo-me menina, assumo os meus pensamentos, os meus medos e as minhas alegrias de infância. Quando beijo as minhas filhas de noite e lhes digo que são a minha maior felicidade e alegria, estou a fazer exatamente aquilo que me faria sentido como criança.
Qui | 19.10.17

Mudei muito

Purpurina
No essencial, naquilo que creio ser mesmo a minha essência, sinto-me a mesma pessoa que era com 16 anos (ou mesmo antes).Os meus interesses e crenças não mudaram grande coisa. O que tem mudado muito é a forma como faço as coisas, a forma como faço a gestão da minha vida e das minhas emoções.Ganhei novas responsabilidade com os anos, ganhei novas vontades e também a necessidade de ser mais organizada e minimalista emocionalmente. Deixei de ter espaço para uma série de emoções (...)
Seg | 09.10.17

Recortes dos nossos dias

Purpurina
 Hoje, quando estavamos a sair de casa de um casal de amigos, o nosso amigo tinha a Maria ao colo e a determinada altura dissemos à Lara que a Maria ficaria na casa dos nossos amigos naquela noite (ou durante uns dias, não sei). A Lara voltou imediatamente para trás, aflita e disse que não, que a Maria tinha que vir connosco para casa. Eu perguntei porquê, já que têm tido tantos desentendimentos.  Ela, com um ar mesmo aflito disse: "Porque eu gosto dela." E havia tanta verdade (...)
Qui | 07.09.17

Felicidade dos filhos: o que podemos fazer?

Purpurina
 As escolhas dos pais têm relevância na felicidade dos filhos? Se pudéssemos escolher a personalidade dos nossos filhos certamente que, entre todas as características que poderíamos desejar para eles, estariam a calma, serenidade, a capacidade de relativizar e agir com moderação e inteligência emocional.  Creio que todos concordamos que uma pessoa calma, ponderada e otimista tem mais hipóteses de ser feliz e bem sucedida do que uma pessoa que possua características inversas a (...)
Qui | 31.08.17

Coisas que mudam depois de sermos mães #1

Purpurina
 Antes gostava muito de praia, de fazer castelos na areia, e muralhas, e túneis, e esculturas...Gostava de sentir o sal na pele, gostava das brincadeiras na areia onde se ficava apenas com o pescoço de fora, considerava a areia um esfoliante natural e nem os dias ventosos na praia, qual tempestade de areia no saara, me demoviam de passar todo o tempo que pudesse na praia.Ia para a praia de autocarro, em qualquer altura do ano ou do dia, e até em roupa interior já fui.Gostava de (...)