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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Sex | 03.08.18

50 factos sobre mim

Purpurina
Foto tirada na maternidade, quando nasceu a Maria.   1 - Sou filha única. 2 - Sempre desejei muito ter irmãos.3 - Saí de casa dos meus pais, em Alpiarça, com 22 anos, para viver sozinha em Lisboa.4 - Nos 6 anos em que vivi sozinha em Lisboa aprendi quase tudo o que sei sobre a vida e as pessoas. Foram anos muito bons mas muito loucos. Não me arrependo de nada. :)5 - Desde que saí de casa dos meus pais que mudei de casa mais de 10 vezes. Adoro mudanças.6 - Comecei a trabalhar com (...)
Qua | 25.07.18

Ironias da maternidade #1

Purpurina
   Lembro-me bem de ter vinte e poucos anos e achar a maior parte das criancinhas extremamente irritante.A coisa acentuou-se durante os anos em que trabalhei numa loja de roupa de crianças e via coisas que considerava bastante caricatas (na verdade considerava-as horrendas): miúdas a 3 anos a darem valentes estaladões nos pais porque não queriam vestir (ou despir) uma roupa; crianças que mandavam artigos da loja ao chão e se punham a pular em cima deles, outros que tiravam (...)
Sex | 06.07.18

Uma reflexão sobre a evolução do meu biquíni

Purpurina
A imagem que vêm ali em cima podia bem ser a do meu fato de banho há uns anos atrás (vários anos). Usava sempre uma espécie de "asa delta" ou algo mais pequeno ainda (se é que me entendem). O limite era mesmo o nudismo.Não era por nada mais do que não gostar de marcas de biquíni visíveis. Quanto mais conseguisse bronzear melhor. Não que alguma vez tivesse conseguido algo parecido com um bom bronzeado - era mais vermelho lagosta, pele a cair e branca outra vez - mas pronto, (...)
Seg | 18.06.18

Aquele tempo em que eu não tinha nada para fazer

Purpurina
Existiu uma altura na minha vida, entre os 21 e os 26 ou 27 anos, em que não tinha absolutamente nada para fazer.Vivia em Lisboa, sozinha, e trabalhava numa loja de roupa no Centro Comercial Colombo. Trabalhava ao fim de semana e feriados, em turnos que podiam acabar às 00h00, e tinha folgas rotativas duas vezes por semana. O trabalho não me realizava minimamente mas fazia-se bem e com as colegas (que são minhas amigas até hoje) tinha uma relação muito boa.Não tinha grandes planos (...)
Ter | 12.06.18

Coisas que me fazem perder a paciência

Purpurina
 A falta de pontualidade em contexto profissional. Digo em contexto profissional porque a nível pessoal, embora também não seja muito agradável, é mais tolerável, pelo menos para mim. Eu não sou propriamente a pessoa mais pontual do mundo, principalmente ao fim de semana ou nas férias, alturas em que a descontração e a ausência de correrias são totalmente bemvindas. Mas, quando tenho um compromisso e a nível profissional, considero a pontualidade um reflexo de seriedade, (...)