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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Qua | 13.12.17

Ser mãe não é fácil

Purpurina
É maravilhoso, recompensador, o melhor desafio de todos mas não é fácil. Ser mãe tem sido a maior aventura da minha vida. Ser mãe testa todos os dias os meus limites físicos e psicológicos. Ser mãe é estar preparada para, sem darmos por isso e por vontade própria, ficarmos sempre em segundo lugar, ou terceiro, ou quarto. É ver no simples ato de beber um café ou almoçar com o namorado sozinha, o maior luxo do mundo. É estar preparada para me arrastar cheia de sono pela (...)
Sex | 08.12.17

Ela chama-me "Carla"

Purpurina
  Ainda no outro dia nasceu. Gordinha e muito séria. Linda!Durante muitos meses era muito agarrada a mim, só queria o meu colo e era eu que lhe dava maior conforto.Por volta dos 16 meses apanhou a fase "Pai" que ainda está agudíssima. Vai para a porta chamar pelo pai, pergunta várias vezes pelo pai durante o dia e, quando vamos os dois buscá-la à creche, se me vê primeiro pergunta logo pelo pai.A noite passada não dormimos nada: eu, o Milton e a Maria. Ela está com bronquiolite (...)
Ter | 05.12.17

Conversas da Lara #10

Purpurina
Criei para a Lara um jogo de que eu gostava muito quando era pequena.Hei-de falar disso mais à frente mas o facto é que ela adorou.O problema é que o jogo envolve muitas notas (de brincar claro) e a Lara, já passada a hora de dormir, decidiu espalhá-las metodicamente pelo tapete da sala e arruma-las uma a uma na carteira.Aquilo era coisa para levar umas dezenas de minutos e eu ofereci-me para a ajudar, pelo que peguei num maço de notas e dispus-me a arrumá-las rapidamente.A Lara (...)
Seg | 04.12.17

3 produtos indispensáveis para os bebés

Purpurina
Quando a Lara nasceu eu não percebia nada de bebés. No hospital, sozinha, esperava que alguém me dissesse quando e como ela devia comer, quando devia mudar a fralda e tudo o mais... sempre.A primeira vez que lhe mudei uma fralda sozinha tremia por todo o lado, parecia que tinha sido ligada a uma máquina de choques pela maneira como tremia incontrolavelmente.Ela chorava muito, chorava o dia todo. E eu sempre nervosa e a passar-lhe o meu nervosismo.Depois fomos para casa e eu, o Milton (...)
Dom | 03.12.17

Quando cuido das minhas filhas cuido da minha criança interior

Purpurina
Muitas vezes olho para as minhas filhas, principalmente para a Lara que é claramente mais parecida comigo, e vejo a criança que fui. Ou melhor, vejo uma versão muito melhor da criança que fui. Olho para as minhas duas meninas e vejo-me menina, assumo os meus pensamentos, os meus medos e as minhas alegrias de infância. Quando beijo as minhas filhas de noite e lhes digo que são a minha maior felicidade e alegria, estou a fazer exatamente aquilo que me faria sentido como criança.
Sab | 02.12.17

A Maria e o pai

Purpurina
Aos 17 meses, a Maria entrou definitivamente na fase “Pai”. Se antes era completamente agarrada a mim e só queria o meu colo, agora mal tira a vista de cima do pai começa logo a chamá-lo insistentemente. É uma coisa cómica de ver: ri-se com ar envergonhado quando ele faz brincadeiras, se eu lhe peço um beijinho diz-me que não e tenta dar antes ao pai e outras coisas que tais. É muito giro de ver, tendo em consideração que , fisicamente e tirando a barba, a Maria é uma (...)
Ter | 28.11.17

A importância do convívio

Purpurina
Nisto de educar filhos não há mesmo receitas mágicas e regras infalíveis. Isso é mais do que sabido. Continuo a ler livros sobre educação, a trocar ideias com outras mães, a participar em grupos de discussão no Facebook, sobre disciplina positiva, alimentação saudável, etc. Continuo, sobretudo, a aprender muito com as minhas filhas. Acho que, com uma filha de três anos e meio e outra de um e meio (totalmente diferentes uma da outra) ainda tenho mais dúvidas do que certezas.
Sab | 25.11.17

As nossas manhãs doidas

Purpurina
As nossas manhãs são mesmo muito doidas. Até temos uma rotina mas, mesmo assim, levamos cerca de duas horas desde que nos levantamos até sairmos de casa. Ultimamente a Lara acorda a meio da noite e vem para a nossa cama. Acaba por dormir lá o resto da noite (o que a mim não me incomoda nada) mas até adormecer faz uma conversa, dá uma festinha, quer um abracinho e um monte de miminhos aos quais não resistimos e com certeza retribuímos mas, a soneca que é boa e necessária vai (...)
Sex | 24.11.17

Quando somos pessoas, mesmo depois de sermos mães

Purpurina
Ontem foi a primeira vez que caminhei, sozinha, à noite, a ouvir música com headphones até casa, e a única coisa que existia na minha cabeça era isso: eu, a caminhar sozinha e a ouvir música numa cidade. Não me acontecia há anos! Provavelmente desde que fui mãe, ou mesmo antes, não sei dizer. Acho que muitas mulheres sentem o mesmo (mesmo as que não têm filhos). É muito difícil ter a nossa mente ocupada com uma única coisa, mesmo que seja uma coisa muito boa e relaxante, (...)
Sex | 17.11.17

Coisas simples para fazer com Lego Duplo

Purpurina
Durante o fim de semana, especialmente quando está mau tempo, brincamos muito com Lego, Lego Duplo, o único que temos em casa por ter peças maiores e, assim, ser adequado para a Lara e a Maria.Temos alguns conjuntos de Lego: com camiões de alimentos, animais, elementos de escola, da Minnie, com bolos, com um avião. Já fizemos todas as combinações "oficiais" daquelas peças de Lego mas gostamos particularmente de fazer escolas, com cantina e com um camião de alimentos a fazer (...)
Dom | 12.11.17

Carla, a dar barraca desde os anos 80

Purpurina
Nisto de ser mãe tenho uma grande vantagem a meu favor (ou não): sou um bocadinho infantil.Gosto de brincar, gosto de correr como os miúdos e num instante me coloco ao nível deles. E, depois, acabo por levar com uns choques de realidade caricatos, como aconteceu no outro dia.Estavamos a levar as miúdas para a escola, de manhã, e eu levo a Maria ao colo, enquanto o Milton vai mais à frente com a Lara.Resolvemos fazer uma brincadeira e eu começo a correr com a Maria ao colo, no (...)
Sab | 11.11.17

A Purpurina recomenda #1

Purpurina
 O blogue Amãezónia.Tem uma rúbrica que tenho ando a ler deliciada: Mães pelo Mundo.Podem ler aqui, o relato de uma mãe em Portugal, recheado de humor como se quer e com o qual me identifico muito.O blogue é sobre maternidade mas tem um tom completamente diferente de todos os outros blogues sobre maternidade: é extremamente bem (...)
Sex | 10.11.17

Elas dão connosco em doidos

Purpurina
Nisto de ter duas filhas pequenas sinto que agora é que estamos "a ver como é que é". Bom... sublinho, sempre, que foi a melhor ideia que já tive na vida e a melhor coisa do mundo isto de ter duas filhas. Mas é também o maior trabalho e o maior desafio que já tive.Elas estão numa idade bem interessante. A Lara, já com personalidade bem definida, quer continuar a controlar o território físico e emocional que sempre foi seu.A Maria, com 16 meses, começa a definir a sua (...)
Qui | 09.11.17

16 meses de Maria

Purpurina
  Um destes dias eu e o Milton estávamos com as miúdas a brincar no quarto. Entretanto começámos a conversar mais animadamente (e mais alto) e ouvimos: “Calma!”. Assim, pronunciado de uma forma perfeita: “Calma!” Fiquei espantada a olhar para a Maria. Ver aquela menina pequenina, com cara e tamanho de bebé, a pronunciar corretamente cada vez mais palavras e a aplica-las corretamente causa-me uma admiração enorme. Na creche já nos tinham dito que ela imitava tudo o (...)
Ter | 07.11.17

Conversas da Lara #9

Purpurina
“De que cor são os teus olhos Lara?” Diz ela: “ São verdes.” Respondo: “Não Lara, os teus olhos são azuis. Azuis acinzentados.” Ela: “Mudaram de cor. Agora são verdes.” Eu: “São azuis Lara.” Ela, rematando a conversa: “Vê melhor.”   
Seg | 06.11.17

Como entreter crianças de 15 meses #2

Purpurina
Com uma gaveta cheia de coisas. Eles adoram explorar, tirar coisas para fora das gavetas, voltar a coloca-las lá dentro, tirar novamente e por aí fora. Por isso, arranjei uma gaveta ao alcance da Maria e coloquei lá uma série de brinquedos adequados para ela. Tudo espalhado, sem nenhum tipo de arrumação: uma verdadeira gaveta de “tralha”. Ela adora e fica a explorar a gaveta durante imenso tempo. Eventualmente lá tira alguma coisa que lhe interessa mais e senta-se a brincar (...)
Dom | 05.11.17

Com um ano, a miúda já é gulosa!

Purpurina
 Com um ano, a miúda já é gulosa! Com a Lara, que tem agora 3 anos e meio, habituei-me a comer gelados à vontade. Não os como todos os dias mas, no verão, até posso comer todas as semanas. Ela não gosta, acha demasiado frio, e mesmo que lhe ofereça o mais certo é recusar. No outro dia fomos almoçar fora os quatro e o menu de criança da Lara incluía um mini gelado que ela, naturalmente, não quis. Preparo-me para comer o gelado, toda contente, quando olho para o lado e (...)
Sex | 03.11.17

Quando cuido das minhas filhas estou a cuidar da minha criança interior

Purpurina
Muitas vezes olhos para as minhas filhas, principalmente para a Lara que é claramente mais parecida comigo, e vejo a criança que fui. Ou melhor, vejo uma versão muito melhor da criança que fui. Olho para as minhas duas meninas e vejo-me menina, assumo os meus pensamentos, os meus medos e as minhas alegrias de infância. Quando beijo as minhas filhas de noite e lhes digo que são a minha maior felicidade e alegria, estou a fazer exatamente aquilo que me faria sentido como criança.
Sex | 03.11.17

Como estava a chover pintámos os vidros da janela da cozinha

Purpurina
  E foi mesmo muito giro! Vi esta atividade neste canal de youtube que sigo assiduamente e pareceu-me logo fantástica para fazer cá em casa. A atividade consiste em pintar nos vidros das janelas e depois limpar tudo. Portanto, perfeito para quem não tem quintal ou varanda e tem uma menina de 3 anos sempre cheia de vontade de fazer coisas novas e divertidas. Aproveitámos um dia de fim de semana em que o (...)
Qua | 01.11.17

As minhas filhas não participam no Halloween

Purpurina
  O Halloween nunca foi uma festividade a que ligasse muito. Só há uns anos é que me familiarizei com esta tradição americana (já vivia nos Açores) e, à exceção de jantares com amigos não tenho o hábito de participar nesta festa. É mais ou menos como o carnaval. Ainda assim, nada tenho contra as comemorações e até acho que tudo o que motiva festa e alegria é uma coisa boa e desejável. No caso do Halloween dispenso bem a parte em que sujam e muitas vezes danificam as (...)