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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Qui | 24.05.18

Vamos refletir um pouco sobre o que é a nossa vida nos dias de hoje?

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Já todos sabemos que vivemos numa sociedade de consumo de massas onde possuir coisas de desgaste rápido assume uma importância considerável.

Também sabemos que podemos possuir muitas coisas porque essas coisas se têm tornado mais baratas e acessíveis aos nossos bolsos. E consumimos porque isso nos dá prazer e satisfação, ainda que pouco duradoura, e porque nos parece dar uma espécie de "status" que nos equipara aos nossos semelhantes e nos dá algum estatuto social. Ou não.

Eu já gostei mais de comprar coisas. Ainda gosto, claro. Gosto de ter uma coisa nova, principalmente se for uma coisa que me vai facilitar a vida e torna-la mais alegre. Assim de repente, lembro-me da última capa de edredão que comprei para o quarto dos adultos cá de casa e que, semanas depois da compra, ainda me dá alegria sempre que a vejo.

Mas há algo na forma como consumimos hoje em dia que me faz muita confusão.

Ora vejamos, gasto a maior parte do orçamento familiar em três coisas que considero bens essenciais: saúde, educação e comida.

Na minha opinião estas três coisas deveriam ser garantias básicas para qualquer ser humano por isso deveriam ter um preço mais acessível e uma qualidade superior. Mas não.

Hoje em dia, 2 kg de maçãs ou duas peras abacate custam o mesmo que uma t-shirt. Se acrescentar um kg de tomates, pepino, curgete e abóbora é o mesmo que comprar um vestido.

Neste momento é mais barato encher o roupeiro de roupa e sapatos do que alimentar uma família durante duas semanas. Pode isto ser considerado normal ou desejável?

Isto para não dizer que se comprar batatas fritas, bolachas, enlatados e comida pré feita poupo muito mais do que se comprar fruta e legumes frescos. Esta caricata situação torna a saúde e a boa alimentação um verdadeiro luxo.

É também por isso que comprar roupa, sapatos, malas, brinquedos e "coisas em geral" é a última das minhas prioridades. Compro mesmo apenas aquilo de que preciso. Já não sinto espaço no meu roupeiro e na minha mente para acessórios.

Assim de repente, se ganhasse o euro milhões, era capaz de gastar boa parte do dinheiro em viagens (de certeza absoluta), em concertos, em experiências e serviços que me proporcionassem mais tempo livre e sobretudo mais tempo de qualidade. Comprar casas, roupas, carros ou sapatos ficaria para o fim, para quando precisasse de comprar roupa prática e fresca para levar para um qualquer destino paradisíaco onde me instalaria certamente por uns 3 meses com a família toda ou para quando gostasse tanto de um local que quisesse ter lá residência permanente.  :D

Invisto basicamente em coisas que não se vêm (curiosamente ao contrário do que fui ensinada a fazer durante toda a minha infância): comida saudável, serviços  e eletrodomésticos que me fazem ter tempo para a minha família e aquilo que gosto mais de fazer, experiências que me acrescentem alegria e conhecimento e serviços de saúde de qualidade aceitável.

De que me servem as outras coisas?


 

Qua | 23.05.18

Os pais de hoje

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Serão os pais de hoje muito diferentes dos pais de há 20 ou 30 anos atrás?

Se calhar a maior parte sim, mas talvez nem seja assim tanto.

O facto é que não sei dizer como eram a maioria dos pais de antigamente, tampouco como são todos os pais de hoje. Mas posso dizer como é o pai que temos cá em casa.

Nas coisas que faz é bem parecido com a mãe, na personalidade e forma de agir, é bem diferente. E ainda bem.

Ora vejamos:

- O pai cá de casa cozinha, passa a ferro, limpa a casa, lava a loiça e trata da roupa, tal como a mãe.

- O pai conta histórias, dá banho, dá a comida, acorda de noite para atender solicitações várias, coloca as crianças a dormir e brinca muito, tal como a mãe.

- O pai está presente, conversa, leva ao médico, vai às reuniões e eventos da escola e leva ao carrossel, tal como a mãe.

- O pai não dá palmadas nos filhos e grita o menos que consegue, tal como a mãe (talvez a mãe grite mais).

- O pai só não dá de mamar porque não pode, mas está sempre presente a facilitar esse privilégio da mãe, como em todas as outras situações.


Mas o pai é diferente da mãe em muitas coisas:

- É muito mais calmo que a mãe na maioria das situações, exceto quando ouve muitos gritos agudos;

- Toca viola para a audiência de casa, quer queiram quer não;

- Anda mais com as crianças às cavalitas e penduradas no seu pescoço, mesmo que depois fique 3 dias cheio de dores.

- Avisa e ameaça 100 vezes, mesmo que depois se esqueça de cumprir algumas vezes;

- Deixa-as andar nos escorregas mais altos e ser muito mais autónomas. A mãe tem que aprender mais com o pai estas coisas.

- Não impõe tantos limites e regras como a mãe porque não gosta de usar recursos e esforços a dobrar e confia plenamente na mãe para isso (digo eu).

- É mais descomplicado que a mãe em praticamente tudo e encontra as soluções mais caricatas e simples como andar com um bacio atrás, num passeio, durante o desfralde da filha. A mãe acha imensa graça a isso e adota os métodos do pai com bom humor.

- O pai é procurado pelas filhas para resolver as mais variadas situações, principalmente no que diz respeito a consertar brinquedos, mesmo que nem sempre seja muito bem sucedido. 

Somos diferentes numas coisas mas concordamos no essencial. 

O facto é que as crianças (por sorte talvez) são tão ligadas a um como a outro. Passamos o mesmo tempo juntos, salvo raras exceções, e estamos de igual modo presentes na vida delas (física e emocionalmente).

Hoje em dia, olhamos para os nossos filhos de igual para igual, com respeito pelos seus pensamentos e sentimentos. Ouvimos o que têm a dizer mesmo quando não lhes fazemos as vontades.

Também lhes dizemos que é assim porque nós dizemos que é assim, mas nunca sem antes de lhes termos explicado as coisas duas ou três vezes.

Acredito muito que os pais de hoje são os melhores do mundo. Não são sempre?!

 

Ter | 22.05.18

Este blogue mudou

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Para melhor, espero.

O meu objetivo era te-lo mais organizado e mais simples para quem quiser procurar assuntos específicos como determinadas receitas, dicas de maternidade, opiniões sobre livros, dicas de poupança, etc.

Eu uso o blogue desde que o criei como arquivo de receitas e confesso que tinha alguma dificuldade em chegar rapidamente às receitas que queria. Outras vezes queria ler textos sobre o sono dos bebés escritos sobre a Lara, para aplicar com a Maria, e nunca mais encontrava nada.

Para tornar esta casa mais arrumadinha, decidi ter dentro dos separadores com os temas gerais, sub-temas mais específicos.

São estes:

Maternidade

- Gravidez

- Educação

- Dicas de mãe

- Compras para crianças


Estilo de vida

- Alimentação

- Saúde e bem estar

- Compras e produtos favoritos

- Humor

- Felicidade

 

Receitas


- Almoços e jantares

- Receitas vegetarianas

- Sobremesas

- Doces sem açúcar

- Lanches para crianças


Cultura

 

- Filmes

- Séries

- Livros

- Música

- Eventos

 

 

Organização

 

- Minimalismo

- Poupança

- Decoração

- Dicas de organização

- Listas e planeamento

 

Lazer

 

- Viagens

- Açores

- Viajar com crianças

- Gastronomia

- Dicas de Viagem

 

O que vos parece? Mais organizado? Nem por isso?


Se tiverem alguma sugestão de melhoria ou algo que achem que podia estar diferente, por favor partilhem aqui nos comentários.

Obrigado. :D

 

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Seg | 21.05.18

Histórias de Gatinhos em 5 minutos

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Este foi um dos últimos livros que trouxemos da biblioteca e devo dizer que estamos a gostar imenso dele.

O livro tem ao todo 38 pequenas histórias cujos personagens são uma adorável família de gatinhos.

São histórias simples e engraçadas, que retratam histórias de infância típicas de uma família comum, que ocupam duas páginas e se leem em 5 minutos.

Leio sempre 2, 3, 4 ou mais à Lara, antes de ir dormir e ela gosta mesmo muito. Faz muitas perguntas e identifica-se facilmente com algumas situações retratadas nas histórias.

As histórias são muito despretensiosas, sem grandes morais associadas e com uma pitada de humor que se enquadra perfeitamente no entendimento de crianças pequenas. Fala de partilha, de família, de generosidade, de medos, de solidariedade e de uma série de outros assuntos comuns a todas as crianças de uma forma que dá espaço à imaginação e com o auxilio de ilustrações muito fofinhas.

Assim de repente acho que é dos livros mais engraçados, dentro do género de livros com várias histórias, que trouxe da biblioteca. Tem a vantagem clara de se adequar ao tempo e disponibilidade que temos para ler histórias à noite. Podemos despachar a história em 5 minutos ou, se forem como eu e gostarem especialmente de ler histórias às crianças, podem ler umas 5 ou 6 de uma vez.


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Editora: Ulisseia Infantil

Dom | 20.05.18

Com 21 meses ela é que escolhe os acessórios para o cabelo

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A Maria começa a ter a franja grande e é preciso prende-la com ganchos.

No início ela tentava tirar, mas depois de lhe explicarmos umas dezenas de vezes que não devia tirar, distraindo-a imediatamente com outra coisa qualquer, ela habitou-se e agora já não tira os ganchos.

Coloco-lhe um gancho diferente todos os dias (até porque vai deixando alguns na creche) e parece que ela já tem um preferido.

Hoje tentei colocar-lhe um gancho amarelinho e ela tirou-o logo sem hipótese de me deixar voltar a por. Disse logo: "Gatinho." 

E lá tive que lhe colocar o gancho do gatinho. :D

 

Sab | 19.05.18

Qual o verdadeiro custo da moda?

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Eu compro roupa como toda a gente. Eu falo de roupa neste espaço, de peças de que gosto, de peças que compro, de promoções que estão a decorrer, entre outros.

Há uns anos, quando vivia em Lisboa e trabalhava no Centro Comercial Colombo, fui uma grande consumista de roupa e sapatos. Tinha acesso rápido às primeiras peças de todas as coleções e todas as semanas comprava alguma coisa. Era raro sair e não sentir uma necessidade enorme de comprar algo novo para vestir. 
Na altura parecia-me algo natural porque as pessoas à minha volta também agiam assim e compravam ainda mais roupa que eu.

O facto é que, apesar de sentir prazer com algumas peças que comprava, havia outras que comprava só por comprar e que mal vestia. Também existiam dias em que desesperava por comprar alguma coisa e sentia-me muito angústiada por não encontrar nada de que gostasse. Sentia verdadeiramente que não poderia sair à noite se não encontrasse nada novo para comprar.

Depois os anos foram passando, deixei de trabalhar no Colombo (o que contruibuiu muito para controlar os meus impetos consumistas) vim viver para os Açores e a minha vida mudou muito.

Depressa ganhei outras prioridades, surgiu a necessidade de ser mais prática e de gerir melhor o dinheiro e, naturalmente, aderi a uma espécie de minimalismo material que me deixa muito confortável e feliz.

Para além desta necessidade prática e muito pessoal de ser minimalista existem motivos de responsabilidade social e ambiental para comprar pouca roupa (e coisas em geral). Esses motivos foram muito reforçados depois de ver o documentário "The True Cost".

Tenho consciência de que alguma da roupa que compro (até pelo baixo preço que tem) não pode derivar senão de mão de obra barata.


Depois de ver o documentário "The True Cost" essa consciência ganhou contornos muito mais nítidos e preocupantes.

O documentário fala-nos do grande impacto humano e ambiental da indústria da moda. Fala-nos de histórias reais, de mulheres reais que são exploradas ao máximo e vivem miseravelmente porque nós alimentamos uma cultura de consumo desenfreado. Porque podemos e queremos comprar muitos vestidos a 10 ou 15 euros ou t-shirts a 5 euros, muitas mulheres trabalham em condições desumanas a 2 dólares por dia. Estou, seguramente, no grupo dos culpados. Não excluo de mim a culpa.

Este projeto, realizado com financiamento coletivo online e filmado em diversos países como Bangladesh, Índia, Peru, China, Camboja, Quénia, deixa-nos a pensar se vale mesmo a pena pagar com um sofrimento imenso e uma degradação enorme do ambiente a fugaz felicidade que uma peça de roupa nova nos traz.

Bom... com certeza não vou começar a vestir-me com folhas de árvores e continuarei a comprar roupa. Nem sequer vou mudar a minha forma de estar e de consumir. Vou passar, sim, a fazer o que já fazia com uma consciência maior da necessidade e mesmo urgência disso.

Continuo a comprar roupa de uma forma consciente e racional. Uso a roupa praticamente até estar inutilizável e o mais certo é voltar a usar os tecidos para fazer roupas de bonecas. 

É raro entrar em lojas em tempo de saldos e mesmo sem ser em saldos, cada vez me passeio menos por lojas preferindo comprar a roupa online (aí sim, espero realmente por saldos e promoções). 

E não é só a indústria da roupa que usa trabalho escravo e outros meios duvidosos e pouco éticos. Por isso, mesmo com o prejuízo da minha carteira mas a pensar também na saúde, compro cada vez menos comida empacotada e mais comida fresca, mais fruta e legumes. Faço cada vez mais bolos, bolachas e iogurtes em casa.

Prefiro comprar comida cara a roupa cara é verdade. Ainda compro roupa barata (embora marcas caras também usem mão de obra muito barata) mas em quantidades que não chegam de maneira nenhuma para sustentar a indústria de "fast fashion". Pelo menos quero acreditar que posso fazer a diferença.


Bom... não vos vou escrever um ensaio sobre o minimalismo - pelo menos hoje -  mas aconselho-vos a ver o documentário "The True Cost". Vale muito a pena perceber a verdadeira dimensão de uma indústria da qual todos fazemos parte e que é responsável por uma boa parte da degradação do planeta e da humanidade. Vale a pena refletir sobre a vida que queremos viver e os valores que queremos passar aos nossos filhos. Vale sobretudo a pena ganhar consciência do impacto que nós, mesmo inconscientemente, temos na vida de milhares de pessoas que pagam os nossos pequenos luxos com o seu sangue e as suas vidas.

Só por existirmos vamos, de uma maneira ou de outra, causar impacto em outros seres, dos quais nunca teremos consciência. Seremos responsáveis por muitas coisas positivas e por outras negativas.

Se conseguirmos ter consciência de algumas das consequências dos nossos atos e agir em relação a isso, já estamos a contribuir, seguramente, para um mundo muito melhor, mais humanista e mais justo.

 

 

Sex | 18.05.18

Como fazer um pudim de sopa

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São alguns passos relativamente simples:


- Fazer uma sopa bastante aguada. A minha era de beterraba.

- Depois de cozida e desfeita em puré (ou água) acrescentar meia caneca de farinha maizena misturada com água morna. Misturar muito bem.


- Levar ao frigorífico durante a noite de preferência numa forma bonita.

- No dia seguinte, desenformar e comer ou, eventualmente, deitar tudo fora.


O que se passou foi que fui à Internet procurar umas dicas para engrossar uma sopa que tinha ficado especialmente aguada.

Parece que exagerei na dose e transformei a sopa em pudim, ou bavaroise ou gelatina (escolher a opção mais adequada à imagem).

Ainda tentei dar às miúdas, na esperança de que confundissem a "sopa apudinada" com um doce mas elas não foram nisso e acabei por deitar tudo fora.


Qua | 16.05.18

Bolo de limão e ameixa

 

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Este bolo foi completamente inventado por mim.

Queria aproveitar umas ameixas secas que tinha e fiz pasta de ameixas, tal como costumo fazer pasta de tâmaras para adoçar bolos.

Depois procurei várias receitas pela Internet e, não chegando a nenhuma que me agradasse totalmente, pus-me a inventar com os ingredientes que tinha em casa.

O resultado foi um bolo de sabor diferente e surpreendentemente saboroso.

Cá em casa só durou 2 dias e posso dizer que eu e a Maria fomos as maiores fãs.

Segue a receita:



3 ovos
1 caneca (200 ml) de água
3 colheres de sopa de azeite
1 caneca de farinha integral
1 caneca de flocos de aveia
raspa de um limão
2 colheres de sopa (generosas) de açúcar mascavado
3/4 de caneca de pasta de ameixa seca (colocar as ameixas a demolhar em água morna e desfazer com um pouco de água no liquidificador ou com a varinha mágica)
1 colher de sopa de fermento em pó
1 pitada de sal

Misturar com a batedeira os ovos, a água e o azeite durante um minuto.
Juntar os flocos de aveia e os restantes ingredientes e continuar a bater mais um pouco.
Juntar a farinha aos poucos (misturada com o fermento) e bater mais um minuto.

Colocar numa forma de buraco (usei uma de silicone porque não é preciso untar) e levar a forno pré aquecido a 180º por cerca de 30 minutos.

 

Bom apetite!



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Ter | 15.05.18

Beliches mesmo giros para 2 ou mais irmãos

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A Lara ainda dorme na sua caminha baixa, montessoriana, que não é mais que um colchão sobre um estrado muito baixinho.

A Maria dorme no berço e aí vai dormir durante mais um ano, aproximadamente.

Mas já tenho pensado numa solução de cama para as duas há bastante tempo. Sem chegar a grandes conclusões, confesso.

O primeiro obstáculo é logo a minha opinião e a do Milton em relação a isso: completamente opostas. A única coisa em que concordamos é que, tendo em consideração o tamanho do quarto, não vamos ter camas individuais lado a lado. Teremos que optar por cama gavetão ou beliche sendo que eu gosto mais de cama com gavetão e ele de beliche.

Até estou capaz de ceder em relação ao beliche que creio ser mais prático e divertido para as crianças mas terá que ser um beliche especial, bastante seguro e o mais baixinho possível.

Já vi imensos beliches e, até agora, ainda não tinha chegado a grandes conclusões. 

O mais certo é mandarmos fazer um à nossa (minha) medida, com proteções até ao teto e escadinhas bonitas.

Entretanto vou sempre continuando as pesquisas e hoje encontrei uns que, por um grande acaso, me parecem muito bem.

Para começar são bonitos e simples, tal como eu gosto. Depois, parecem-me mais seguros que a maior parte dos que tenho visto. 

Os meus preferidos são os que dão para três crianças. Adoro o primeiro, com a primeira cama baixinha e também gosto muito do último que parece ter proteções mais altas que o comum, continuando a ser simples e bonito.

Os outros têm um design que me agrada bastante pela originalidade e simplicidade, ao mesmo tempo.

Mas não sei, o que é que acham destes beliches? Alguém por aí tem beliche para as suas crianças? E que tal, são seguros, práticos, simples na hora de fazer a cama? 

 

Clicar nas imagens para ver as camas com mais pormenor.


Seg | 14.05.18

Review - Gel Creme Hidratante Hydra Végétal da Yves Rocher

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Sou um bocadinho esquisita com cremes hidratantes, bb creams e basicamente tudo o que ponho na cara.

Num instante fico com reações alérgicas, borbulhas e comichão na pele. Também não gosto de sentir a pele gordurosa nem de cremes com cheiros fortes. Só esquisitices, portanto.

Gosto, no entanto, de experimentar produtos novos e há uma semana que ando a usar o novo gel creme hidratante Hydra Végétal da Yves Rocher.

Andava há mais de um mês a usar um gel de ácido azelaico recomendado pela minha dermatologista por causa de uma ligeira rosácea que tenho mas não me estava a dar muito bem. O facto é que não me agradava a consistência do gel e muito menos a comichão que me incomodava bastante depois de todas as aplicações do gel (de manhã e à noite).

Decidi, então, fazer uma pausa no gel de ácido azelaico e experimentar o Hydra Végétal.

E estou a gostar bastante. Ainda é cedo para anunciar grandes mudanças mas já posso falar das características deste hidratante que mais me agradam:

- Tem uma textura muito cremosa, é fácil de aplicar e deixa a minha pele suave sem ficar oleosa.

- O cheiro é suave e muito agradável.

- Talvez seja por ter usado antes um gel que me dava muita comichão na pele mas, depois de colocar este hidratante, sinto um relaxamento muito bom na pele, como se mãos invisíveis me estivessem a massajar suavemente o rosto. Parece exagero mas garanto-vos que, depois de semanas com a pele a arder e a repuxar duas vezes por dia, o efeito do Hydra Végétal assemelha-se a uma maravilhosa massagem.

- Tenho notado a pele mais hidratada e com um aspeto mais revigorado mas, a par deste novo hidratante, tenho seguido alguns passos que podem, juntamente com o creme, contribuir para isso: bebo 3 litros de água por dia, evito comer fritos e doces, tento dormir o mais que posso (o que, com duas filhas pequenas equivale, com sorte, a 6 ou 7 horas seguidas durante a noite, umas 3 vezes por semana), lavo a cara sempre com água fria ou morna, evitando a água muito quente.


Sobre o Hydra Végétal, nas palavras da Yves Rocher:


"Com água celular de Chorão-das-praias ativadora de hidratação.

A pele fica imediatamente repleta de água. Durante 48h, ela mantém-se continuamente hidratada, para uma pele preenchida e um rosto fresco. 
*Estudo clínico objetivado em 22 mulheres. Resultado 48h após 2 semanas de aplicação bi-diária.

Sem corantes, sem óleo mineral, sem silicone, sem parabenos.

Contém mais de 90% de ingredientes de origem natural.

Boião em vidro reciclável.

Embalagem de cartão proveniente de florestas geridas de forma sustentável. "


Posto isto deixo-vos a página da Yves Rocher onde podem encontrar informações detalhadas sobre o gel creme hidratante Hydra Végétal. 

 

Qui | 10.05.18

Que saudades do verão!!!!

 

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É sempre assim. E eu nem sequer gosto muito de demasiado calor, de andar suada e mole e estafada.

Mas estou cheia de saudades do verão! E, quando já tenho calor quanto baste, durante uns dois meses seguidos, fico cheia de saudades do inverno, de beber um chá quente e ver um bom filme deitada no sofá com uma mantinha. 

Bom... mas agora, neste momento, estou é com saudades do verão. De beber uma bebida fresca à beira mar, ver as miúdas a encherem-se de areia, molhar o pézito ou mesmo dar um mergulho no mar (com pé claro, que apesar do curso intensivo de natação ainda não sei nadar).

Estou com saudades, sobretudo, de vestir um vestido leve sobre um fato de banho, calçar uns chinelos e encher uma cesta grande de comida, um livro, um pareo e alguns brinquedos e ir pastelar para a praia ou para a piscina.

 

E, desde o ano passado, nada melhor para pastelar à vontade que um fato de banho, giro e confortável. Passei a ser fã de fatos de banho, embora nunca os tenha usado até ao ano passado. 

Experimentei um e fiquei fã! 

Não sei se antes não eram tão giros (fico sempre com esta sensação quando passo a gostar de roupa que antes nunca usaria) ou se sou mesmo eu que estou a mudar. O facto é que vejo fatos de banho mesmo muito giros por todo o lado.

Deixo aqui alguns modelos de que gosto muito. Os preços variam entre menos de 20 euros e mais umas dezenas de euros. É à escolha da carteira de cada uma.  De qualquer forma, são todos bonitos.

 

Clicar nas imagens para ver os preços e mais detalhes.



Qui | 10.05.18

É mesmo preciso um psicólogo?!!!!

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Hoje queria falar de um tema que me anda a deixar um bocadinho apreensiva.

Pertenço a alguns grupos de mães no Facebook, grupos esses que me têm ajudado a refletir em diversas situações com que me vou deparando como mãe.

Já coloquei várias questões nesses grupos e também vou respondendo a outras mães com base na minha experiência e naquilo que acredito que pode ser útil para outras pessoas. 

Acredito muito que a troca de experiências e de conhecimentos entre mães pode ser uma preciosa ajuda na educação dos filhos e na resolução de certas questões que acabam por ser comuns a todas as crianças: alimentação, sono, birras, educação, escola, etc.

Claro que não devemos ir ali para que nos digam o que fazer mas para nos ajudarem a relativizar as questões com base na experiência de outras pessoas que passaram pelo mesmo. Pelo menos comigo é assim.

Uma das questões que mais preocupa as mães e que mais se discute nestes grupos são as birras das crianças pequenas. Discutem-se comportamentos que não são simpáticos mas que, de alguma forma, fazem parte do crescimento das crianças. Claro que há casos e casos, uns mais graves que outros, e que os comportamentos desafiantes são sinónimo de crescimento mas também de chamada de atenção para algo que não está bem com as crianças. 

Tenho reparado num fenómeno curioso que surge sempre que alguma mãe descreve uma situação de crise de comportamento dos filhos. A maior parte das mães que responde aconselha a procurar um psicólogo. A mim já me indicaram que procurasse um neurologista com urgência. Isto preocupa-me mais que as birras das crianças.

No meu caso descrevi a situação em que a minha filha de 4 anos, acordava a meio da noite a gritar e a chorar, demorando horas a acalmar-se e fazendo birras por tudo e por nada. Também se queixava de dores. Entretanto a situação está resolvida e controlada de acordo com métodos tradicionais: atenção, carinho e muita calma. Claro que também consultamos um médico por causa das dores de ouvidos mas psicólogo? Não nos parece caso para isso.

Faz-me confusão a facilidade com que as mães aconselham outras a procurar psicólogos com urgência quando os miúdos, a maior parte das vezes numa fase de grandes mudanças na sua vida (como o nascimento de um irmão ou uma mudança de escola), estão a ter comportamentos de chamadas de atenção que são normais e expectáveis nessa fase. 

Não quero julgar ninguém, não me interpretem mal. Há casos em que é mesmo necessário procurar ajuda. Eu própria já procurei vários psicólogos por não conseguir lidar com algumas situações na minha vida. Acabei por desistir porque, no meu caso, percebi que só a minha vontade de agir e mudar realmente podem ajudar-me. Pelo menos nunca nenhum psicólogo conseguiu ajudar-me mais do que eu própria.

A questão que se me coloca é que parece que por qualquer coisa se procura um psicólogo para uma criança. Intuitivamente isso não me parece muito bem. Um psicólogo pode sempre ajudar os pais a lidar melhor com as birras das crianças mas não vai acabar com elas precisamente porque são normais e expectáveis. A mudança tem que ocorrer nos pais e na forma como lidamos com as situações desafiantes (volto a referir que depende muito das situações).

No meu caso, achei completamente despropositado aconselharem a procurar um psicólogo porque a minha filha acordava de noite a chorar e a gritar. Ou aconselharem outra mãe a procurar um psicólogo porque o filho chora para ir para a escola ou chama a atenção mais vezes por ter um irmão bebé. 

Cada pessoa sabe de si e deve procurar toda a ajuda que achar necessária mas não estaremos a fazer tempestades em copos de água? Não estaremos a dramatizar demais situações completamente normais como as birras das crianças pequenas? É mesmo possível que existam assim tantas crianças a precisar de psicólogos? Ou será que os pais é que devem descontrair um pouco mais e reforçar a atenção diária que dão aos filhos (sendo que atenção deve vir sempre acompanhada de muito amor e limites claros).

Eu não sei. Tenho mais questões que respostas. Mas, cá em casa, apesar de muitas vezes me sentir a desesperar com as chamadas de atenção das minhas filhas acredito que são fases normais com as quais os pais devem tentar lidar da melhor forma possível antes de colocar essa responsabilidade nas mãos de psicólogos.

Continuo a achar os grupos de mães excelentes e muito úteis mas, quando vou colocar questões, estou mais à espera que me falem do seu caso pessoal e me digam o que fizeram em casa com os seus filhos do que me digam para ir a um psicólogo com urgência.

Digo eu, que ainda acredito na educação à moda antiga (sem gritos e palmadas claro).

Qua | 09.05.18

O meu segredo para lidar com as birras aos 4 anos

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Sempre considerei a Lara muito bem comportada e obediente.

Claro que na fase dos 2 anos foi mais difícil, teve a fase de nos levantar a mão, de fazer birras e de testar os nossos limites mas sempre conseguimos lidar com tudo mais ou menos serenamente e sem grandes stresses.

Por volta dos 3 anos já tudo parecia controladíssimo. A Lara nunca mais voltou a tentar bater-nos nem a fazer grandes birras.

Agora aos 4, quando já estávamos todos descansadinhos e convencidos de que a fase pior já tinha passado, eis que a Lara nos surpreende com comportamentos desafiantes mas bastante mais agressivos do que antes: desde chorar e gritar incontrolavelmente, espernear imenso dando-nos uns pontapés que ainda não percebi bem se seriam voluntários ou não, cuspir-nos para a cara. Bom... isto aconteceu duas vezes mas foi o suficiente para nos deixar desnorteados.

Na primeira vez estavamos em casa de amigos e logo que vimos a coisa a descontrolar-se demais fomos para casa o que a contrariou ainda mais e intensificou a birra. Faz parte da educação que lhe damos retira-la do ambiente onde está se começa a ter comportamentos menos adequados, da mesma forma que lhe tiramos um brinquedo se o tenta danificar de propósito ou deixa de comer se começa a mandar a comida para o chão.

Confesso que ao sermos apanhados de surpresa também reagimos de uma forma menos adequada e mais brusca. Também gritámos com ela e colocámos imediatamente de castigo sem grandes explicações.

Depois de um período de desorientação e reflexão voltamos àquilo que consideramos ser a forma mais adequada de educar os nossos filhos e tudo começou a correr bem. Já lá vão semanas e nunca mais existiu nenhum episódio semelhante.

O que verificámos é que as birras acontecem quase sempre que não estamos a dar atenção à Lara ou lhe tiramos alguma coisa sem grandes explicações.

No caso de que falei, tudo começou quando a impedi de comer mais bolachas ao aperceber-me que tinha comido imensas e estava quase a acabar com todas. Depois de a avisar algumas vezes tirei as bolachas da mesa.

O que devia ter feito seria estar mais atenta ao que ela estava a fazer e explicar-lhe logo que só poderia comer algumas bolachas porque muitas lhe fariam mal à saúde e também teria que deixar bolachas para as outras crianças que estavam ali. Descuidei-me, quando vi ela já tinha comido imenso e tirei-lhe as bolachas de repente.

Por outro lado a Lara pode estar numa fase mais difícil ao ter que lidar com uma irmã pequena que se torna cada vez mais desafiadora e cheia de vontades, invadindo muitas vezes o espaço dela. Não sei dizer.

Posso, todavia, falar do que fazemos por aqui e que, a meu ver, tem feito com que as birras da Lara nunca mais se tenham manifestado de uma forma tão desmesurada.

Tudo se resume a 3 palavras: paciência, atenção e limites.


Paciência

Esta, na minha opinião, é a parte mais importante e a mais difícil. Precisamos ter muita paciência para aguentar comportamentos que não toleraríamos normalmente. Mas temos que fazer um esforço consciente para nos mantermos calmos.
Da minha parte tudo se torna mais complicado quando estou preocupada com alguma coisa, cansada ou com pressa. Nessas alturas sai-me um grito ou dois ou umas palavras mais bruscas. Corre sempre pior, já se sabe, mas há alturas em que não consigo fazer um esforço maior.
Mas como em quase tudo na vida, a paciência é algo que melhora com a prática. Quanto mais nos esforçarmos por ter paciência em situações difíceis menos nos vai custar da próxima vez. E o resultado é tão compensador que vale mesmo a pena.


Atenção

Tudo o que os nossos filhos mais desejam é a nossa atenção e preferem ter-nos a repreende-los do que a ignora-los por isso, se tiverem que fazer asneiras para ter a nossa atenção vão fazê-lo sem hesitar. Por isso devemos dar-lhes toda a nossa atenção sempre.  E, na minha opinião, dar-lhes atenção não é estar com eles o tempo todo mas, sempre que necessário, baixar-nos ao nível deles, e explicar-lhes com carinho que estamos a fazer algo importante e que, logo que possível, vamos dar-lhes atenção. 
Creio que se estivermos atentos aos nossos filhos a maior parte do tempo, vamos evitar muitas birras e chamadas de atenção desnecessárias. Principalmente quando já têm 4 anos e compreendem melhor o que lhes dizemos. Precisamos é de, efetivamente, explicar-lhes as coisas com respeito e amor.
Outra coisa muito importante é valorizarmos mais os comportamentos positivos do que os negativos. Se os elogiarmos mais quando fazem algo muito bem mais do que os repreendermos quando fazem mal, creio que tendem a chamar a nossa atenção de uma forma muito mais positiva.


Limites

Para mim, uma das melhores formas de controlar as birras é manter os limites e regras sempre muito claros. Se formos consistentes e claros na imposição de regras e limites os nossos filhos terão mais dificuldade em ultrapassa-los.
Mas isto dá mesmo muito trabalho e muitas vezes, com o cansaço, acabamos por ser nós a arrumar os brinquedos, ou a ler 5 histórias depois de 30 minutos de desenhos animados mais não sei quantas massagens nos pés na esperança que adormeçam mais rápido. Ou deixamos-los comer mais bolachas para se entreterem mais tempo, ou deixamos-los comer na sala, etc, etc, etc.
Não digo que não se ignorem algumas regras de vez em quando mas, no dia a dia, é necessário sermos consistentes. Se sujam alguma coisa ou mandam ao chão de propósito têm que arrumar sempre, se não jantaram não podem comer sobremesa, se tiveram um comportamento desadequado saímos do parque infantil... sem grandes exceções.
Creio que isto também dá segurança às crianças que sabem que os pais estão atentos e disponíveis para os guiarem e também protegerem sempre.



Ter | 08.05.18

Eu e a Lara fizemos um Pão de Banana delicioso!

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A Lara andava há uns dias a pedir-me para fazer bolo de banana e no dia em que íamos fazer, apareceu com os seus livrinhos de receitas e pediu-me para fazer a receita dali.

O primeiro era da Leopoldina e não tinha nenhuma receita de bolo de banana e o outro, da Disney, que a avó Dora lhe ofereceu quando a Lara ainda era muito pequena, tinha uma receita de pão de banana que me pareceu bem.

E, assim, estreámos as receitas do livro e entrámos no fim de semana a fazer um bolinho juntas, enquanto a Maria tomava banho.

Estávamos as duas muito entusiasmadas e cheias de otimismo, sempre a dizermos uma à outra que o bolo ia ficar maravilhoso e a verdade é que ficou mesmo. Posso estar enganada mas acho que este é mesmo o melhor bolo de banana que já fiz.

O bolo leva açúcar mascavado mas creio que também ficará muito bom com açúcar de coco, tâmaras ou mel. Vou certamente experimentar outras versões. 

Claro que adaptei a receita ao meu gosto (usei farinha integral e coloquei menos açúcar do que indicava na receita original) e deixo aqui a minha versão.


Pão de Banana

 

Ingredientes

4 bananas dos Açores bem maduras
80 g de manteiga derretida
1 ovo
1 caneca e meia de farinha integral
1/2 caneca de açúcar mascavado
1 colher de chá de essência de baunilha
1 colher de sopa de fermento para bolos
1 pitada de sal

Pré aquecer o forno a 180º.


Colocar todos os ingredientes (menos a farinha e o fermento) na bimby e misturar na velocidade 5 durante um minuto.

Colocar na velocidade 3 e ir acrescentando a farinha misturada com o fermento aos poucos.

Colocar numa forma de silicone com o formato de pão de forma ou bolo inglês (ou outra) e levar ao forno durante cerca de 30 minutos (ir verificando com um palito se está bom).

Bom apetite!

 

 

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Dom | 06.05.18

Sobre os nossos fins de semana

Os nossos fins de semana são sempre a pensar nas miúdas. É o maior tempo que temos para estar com elas e, ao mesmo tempo, é preciso entrete-las para que se divirtam e não "briguem" demasiado entre si.

Sempre que o tempo o permite gostamos de sair de casa (e elas também). A Maria está sempre pronta para passear e, muitas vezes, mal chega da escola já está  a pedir para ir passear e andar de triciclo.

Às vezes vamos dar uma voltinha ao fim da tarde, depois da escola, mas é ao fim de semana que passeamos mais e durante mais tempo.

Ao fim de semana, por norma, nunca fazemos limpezas nem grandes cozinhados. Se fizermos alguma coisa é à noite, quando as miúdas já estão a dormir mas também gostamos de aproveitar esse tempo para descansar e ver um filme.

Gostamos de experimentar receitas novas de bolos, nas quais a Lara participa quase sempre, inventar atividades novas, fazer piqueniques, passear, comer gelados e estar um bocadinho no parque infantil.

Deixo algumas fotos do nosso fim de semana passado.

 

Experimentámos fazer pão de banana com uma receita dum livro da Lara. Ficou ótimo! Durou 2 dias.

 

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No parque infantil, a Maria já se diverte tanto como a Lara.

 

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Fizémos uma nova versão de bolo de iogurte. Este é integral e de coco. Um dos melhores que já fiz (a receita já foi publicada no blogue).

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Passámos uma tarde no parque da cidade a desenhar com giz e a comer pipocas.

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 Também fizemos barquinhos de papel que colocámos a navegar num lago.

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Ao fim do dia, estávamos todos cansadíssimos. A Maria foi dormir sem tomar banho e a Lara também se deitou muito cedo.

 

Ou seja: perfeito! :D

 

Sab | 05.05.18

A loucura continua: desta vez com os vestidos mais bonitos e originais que encontrei

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Quando era uma jovem na casa dos 20 anos gostava de ter roupa original. Não tinha que ser tudo dos pés à cabeça, não tinha que ser uma vestimenta digna de uma "Lady Gaga" nem peças únicas mandadas fazer para garantir que mais ninguém tivesse algo igual. Tampouco tinha que ser algo que desse nas vistas ou chamasse demasiado a atenção sobre mim.

Do que me lembro é de gostar de vestir coisas diferentes quando saía à noite (coisa de rapariga, parece-me). E acho que estava muito bem este pensamento. Quando somos mais jovens (e quando não somos também) sentimos uma vontade especial de nos expressarmos também pela forma como nos vestimos. Acho que isso é uma forma de arte que pode ser levada mais ou menos a sério. 

Lembro-me de umas sabrinas prateadas que adorava usar com meias de rede e saias de pregas pretas abaixo dos joelhos. Lembro-me de ir ao Lux vestida com uma camisa de dormir da Oysho e me perguntarem na casa de banho onde tinha comprado aquele vestido tão giro (creio que era a sério). Lembro-me de uma mala transparente preenchida com coisas criteriosamente escolhidas como um porta moedas de verniz vermelho e um batom especialmente bonito.

Agora já não dou tanta importância a isso. Passei a gostar de sair à noite com umas calças de ganga e uma t-shirt preta. O costume, portanto. Para falar a verdade, já nem me lembro da última vez que saí à noite. 

Mas, ao passar os olhos pelo site da La Redoute (ou outros que esteja a ver no momento) não consigo deixar de parar em vestidos diferentes e pensar que seriam uma aquisição de valor no meu roupeiro de roupa quase toda igual. :P

E agora, que está tudo com 50% de desconto, a oportunidades pisca-me o olho como luzes fortíssimas e coloridas.

Não sei se vou cair na tentação, até porque tão depressa não terei um evento que o justifique mas deixo-vos abaixo os 12 vestidos mais bonitos e originais que encontrei (na minha opinião, claro).

E os preços são o melhor de tudo. É ver para crer.


Clicar nas imagens para ver preços e tamanhos disponíveis.



Sab | 05.05.18

Bolinhos de iogurte

 

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Esta receita é da página "A Pitada do Pai" e podem encontra-la aqui.


Aproveito para recomendar a página que tem receitas deliciosas e saudáveis não só para os mais pequenos mas para toda a família.

Deixo aqui a receita como eu fiz:

Ingredientes

  • 1 iogurte de aroma de morango
  • 1 copo de açúcar mascavado (para próxima coloco meio copo)
  • 1 copo de flocos de aveia
  • 1 copo de farinha de trigo 
  • ½ copo de azeite 
  • 4 ovos de linhaça (que se fazem juntando 4 colheres de sopa linhaça moída e 12 colheres de água morna, mexer e deixar repousar uns minutos)
  • 1 colher de sopa de fermento

 

Pré-aquecer o forno a 180º.

Colocar todos os ingredientes numa taça (menos a farinha) e bater 2 minutos com a batedeira.

Juntar a farinha (misturada com o fermento) aos poucos e bater com a batedeira mais 2 minutos.

Levar ao forno numa forma de silicone grande ou em várias pequenas.

Eu usei 5 formas de silicone em forma de estrela, mais ou menos do tamanho de uma mão cada uma.


Ficaram deliciosos!

Bom apetite!

 

 

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