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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Sab | 31.03.18

O sapo apaixonado: um livro maravilhoso sobre as emoções!

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Numa das tardes passadas na biblioteca descobri uma coleção de livros bem antigos onde o protagonista é um sapo.

Pelo que percebi todas as histórias tratam de um sentimento diferente e, para primeira experiência com esta coleção, resolvi trazer para casa o livro "O sapo apaixonado" para ler à Lara.

E apaixonámos-nos as duas pelo livro. :) Que história maravilhosa e bem contada!

Todas as emoções inerentes ao "estar-se apaixonado" são retratadas no livro de uma forma tão querida e tão simples que é impossível ficar indiferente às aventuras emocionais deste sapinho.

Recomendo muito este livro e, na próxima vez que for à biblioteca, vou continuar a trazer livros desta coleção.

É por isso que adoro bibliotecas: há sempre mais um tesouro escondido por descobrir, mesmo quando achamos que já demos a volta a todos os livros disponíveis. :D

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Sex | 30.03.18

Bolachas de laranja

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Bolachinhas sem açúcar, adoçadas com xarope de agave (que usei pela primeira vez).

Estão aprovadas pela malta cá de casa e especialmente por mim que as achei fantásticas. 

Optei por não as deixar cozer muito para ficarem mais com a consistência de biscoito do que de bolacha e pareceram-me perfeitas.

Segue a receita:

 
130g de farinha de arroz

170g de farinha de trigo 

2 colheres de chá de fermento em pó

sumo e raspa de uma laranja

100g de xarope de agave (podem colocar menos porque o xarope é bem doce)



Pré-aquecer o forno a 180º

Colocar todos os ingredientes no copo da bimby e programar 20 segundos, vel. 6.

Programar 1 minuto, vel. espiga.

Fazer bolinhas e achatar.

Colocar sobre papel vegetal e levar ao forno por 10 a 15 minutos.

Receita daqui.

Nota: Também podem fazer as bolachas sem a bimby, misturando todos os ingredientes com uma colher de pau ou com a mão. Creio que fica igual. :)

Qui | 29.03.18

Uma história de verão da minha infância e a lei da atração

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A infância é acompanhada por uma crença maravilhosa de que tudo o que desejamos - brincar - é permitido e bem visto. Nenhuma criança se preocupa muito com a pertinência das suas brincadeiras e muito menos se são "bem vistas" pelas outras pessoas.

Creio que ainda sou muito infantil e claramente com 13 anos ainda acreditava que podia brincar como quisesse sem grandes constrangimentos. Não era bem assim.

Num domingo de verão eu (com cerca de 13 anos), os meus pais e a minha melhor amiga fomos passar o dia à Costa da Caparica. Eu, que adorava ir à praia mais que tudo, estava entusiasmadíssima porque levava um colchão insuflável grande em forma de tartaruga (ou de crocodilo, não me lembro) para brincar na água.

Assim que chegámos de manhã, eu e a minha amiga começámos logo a enchê-lo (à antiga, soprando para o colchão até ficarmos à beira do desmaio) e eu não via a hora de poder ir com ele para a água.

Nisto instala-se à nossa frente um grupo de jovens rapazes e raparigas muito bem parecidos (com uns 16 ou 18 anos) e repararam imediatamente na nossa atividade (não deviam ter outras coisas giras para fazer?).

Começaram imediatamente a gozar connosco e a rir-se de nós. 

Claro que isso não tem importância nenhuma mas lembro-me de me ter sentido muito mal e ridícula, e ter sentido como uma bofetada mental a consciência de que já não teria idade para estar na praia a encher boias em forma de crocodilo. Pela primeira vez, percebi que não era muito pertinente para as outras pessoas duas raparigas de 13 anos brincarem com colchões de ar na praia.

Não fui capaz de continuar a encher a boia e todas as horas que íamos passar na praia, em frente àquele grupo de jovens, soou-me a tortura.

Estava eu neste sentido de humor mal amanhado quando aparece um cão enorme (tipo labrador) a correr pela praia. Àquela hora da manhã não havia muita gente na praia por isso o cão poderia correr mais ou menos livremente. O cão corre à nossa frente e passa por cima de uma das raparigas que estava do grupo de que falei, que estava a apanhar sol de costas para cima. O cão continuou a correr pela praia sem importunar mais ninguém mas parece ter magoado a rapariga porque ela estava a queixar-se e o grupo acabou por ir logo embora (talvez tenham ido ao hospital ou para casa).

Eu e a minha amiga, como num filme, ficamos incrédulas e meio aparvalhadas a olhar para aquilo. Nem sequer estávamos contentes (lamentamos pela rapariga, apesar dela ter gozado connosco não lhe desejámos nunca mal nenhum), estavamos simplesmente atordoadas de espanto. 

Creio que voltámos a encher a boia, divertimos-nos muito com ela e não me lembro de mais alguém se ter metido connosco. Também não estava na disposição de reparar nisso, queria era divertir-me na praia, como a criança que ainda era.

Hoje já não encho boias em forma de crocodilo na praia mas em breve voltarei a fazê-lo com os meus filhos. Espero conseguir ensinar-lhes a divertirem-se, respeitando sempre os outros, mas relevando para último plano as opiniões alheias sobre a forma como se devem ou não divertir.

Hoje já me preocupo mais com os meus comportamentos e com os apetrechos com que me apresento na praia, inclusive o que visto. Se tiver que levar boias para a praia levo na mesma mas é bem claro que me interesso mais por levar uma indumentária gira e umas cervejas frescas para a areia do que uma boia XXL.

Não o faço pelos outros, faço-o por mim porque gosto de me sentir bem e bonita. Gosto de biquínis simples e com modelos que me favoreçam (sendo que tenho o peito pequeno). Tenho alguns biquínis mas uso essencialmente dois, com  modelos como estes aqui em baixo. Na minha opinião são mesmo muito giros e ficam muito bem a quem tem peito pequeno. Os que tenho também são em preto e azul (as minhas cores preferidas para biquínis).

 

 

Clicar nas imagens para ver preços e detalhes dos biquínis.


Qui | 29.03.18

Maria #10

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A Maria é quase sempre a primeira a acordar o que acontece por volta das 7h00 da manhã.

Nos dias de maior cansaço e preguiça, o pai levanta-a e coloca-a na espreguiçadeira, na sala, a ver desenhos animados.

Passados uns minutos começamos a ouvir:

"Pai! Mãe! Papa aqui!"
"Quero papa!"

Há lá coisa mais boa?! Esta rapariga saiu-nos super prática: nada de grandes sensibilidades, abraços ou beijos mas é de um pragmatismo chocante. O que lhe interessa é o que lhe interessa e é por isso que luta com todas as suas forças e nem vale a pena tentar dissuadi-la.

- Quando quer comer exige comida;

- Se quer um brinquedo que não consegue alcançar pega-nos na mão para lhe irmos resolver a questão.


- Assim que não quer comer mais, dá-nos o prato e tira o babete.

- Quando quer dormir diz que quer ir para a caminha.

- Quando quer brincar diz e diz também com o que é que quer brincar.

- Vai buscar os livros que quer ver e deita ao chão qualquer outro que tentemos impingir.

E é assim com tudo. Muito decidida e imperturbável. Nem vale a pena tentar faze-la mudar de ideias.

Claro que em coisas como ficar presa na cadeira do carro ou vestir o casaco para sair de casa, não tem outro remédio senão obedecer mas é vê-la deitada no chão a gritar toda contrariada. Quando vê que não tem hipótese cala-se e não se fala mais nisso (também não faz birra durante muito tempo se não vir utilidade nisso).

Esta miúda surpreende-me todos os dias! É tão decidida e concentrada que pergunto-me se não devia passar todo o tempo que pudesse a observá-la e a aprender com ela a arte da assertividade. :D


Qua | 28.03.18

"La Casa de Papel": o que tenho a dizer sobre a série de que todos falam

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Tive curiosidade em relação a esta série depois de ler em alguns blogues que era muito interessante (e  até viciante) e por ser espanhola (gosto bastante de cinema espanhol).

E, de facto, graças a uma gripe que me deixou de rastos e sem conseguir dormir durante uns dias, vi a série de seguida em 3 dias. Mas... não posso dizer que tenha considerado a série uma obra fantástica. Longe disso.

A história é pouco original mas, ainda assim, poderia ter potencial: um assalto legendário e muito bem planeado, executado por um grupo de desconhecidos e orquestrado por um peculiar homem de mente brilhante que detém, também, um bom coração e uma grande sensibilidade.

Até aqui tudo bem: uma série com alguma ação, talvez suspense, drama... enfim, era ver já que se falava tanto nisso.

E, como disse, vi a série toda de enfiada, o que quer dizer que não era nada intragável e até se viu bem. Todavia, se não estivesse com todo o tempo disponível que tinha (e sem grande genica física e mental devido à gripe) duvido que tivesse visto tudo até ao fim.

E porquê:

- A história é engraçada mas é mais do mesmo: já tínhamos visto aquilo tudo em algum lugar.

- As interpretações são competentes mas não extraordinárias. As personagens são extremamente simples e nenhuma dela me prendeu. Não têm substância suficiente para estabelecerem uma ligação com o espetador.

- Os diálogos são bastante pobres, na minha opinião. Provavelmente a sua simplicidade será intencional mas, mesmo assim, creio que algumas partes mereciam mais entusiasmo.

- A parte romanceada da série pareceu-me um conjunto de excertos de programas como o "Big Brother" o que tem razão de ser uma vez que o cenário de vários desconhecidos juntos num local fechado é o mesmo.

- O guião tem cenas que não fazem qualquer sentido, assim como soluções simplistas que não convencem e acabam por fazer perder um pouco a credibilidade da série. Isto chateia-me um bocado. Parecem soluções "à la minute" de quem não esteve para se chatear em fazer melhor.

Esta é apenas a minha opinião pessoal e o facto é que também não me identifiquei nada com o ambiente e envolvência da série. Parece-me uma espécie de "fast-food" de qualidade mediana que desenrasca quando não temos tempo para procurar nada melhor.


Ter | 27.03.18

Coisas maravilhosas de filhos #1

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Entre todas as coisas maravilhosas que eu pudesse imaginar existirem na maternidade, nunca tinha pensado nestas. Estas que são tão simples e tão fantásticas ao mesmo tempo! Estas que não só nos fazem surpreender com as atitudes dos nossos filhos mas também com as nossas e com a nossa capacidade de nos tornarmos seres que não poderíamos reconhecer há uns anos atrás.

A maior parte das vezes são coisas tolas, muito tolas mesmo, e as mais felizes de todas as que já vivemos.

Segue a descrição de uma delas:

Estamos todos em casa há dias, com gripe. Tem sido desafiador entreter as miúdas, fechadas em casa, o dia todo. Ainda assim, estamos numa fase estável, com elas a entreterem-se sozinhas (e uma com a outra) boa parte do tempo.

A Maria estava entretida com uma viola de brinquedo, com umas cordas de nylon. Eu estou na cozinha a fazer qualquer coisa sentada à mesa quando ela vem ter comigo e me entrega a viola e me pede para eu tocar qualquer coisa. 

Bom... perante aquele pedido o que posso fazer a não ser pegar na viola de plástico e tocar qualquer coisa?

Assim, comecei a dedilhar aquilo e a cantar o "Atirei o pão ao gato" - a nossa versão simpática da música- com uma voz tão absurda e tão rouca devido à gripe (a gripe é culpada apenas pela rouquidão e não pelo desafinanço) que nem os ouvidos dos fãs do Zé Cabra teriam resistido. Acho que foi a coisa mais horrível que já ouvi, era mesmo de fugir, mas eu não estava a conseguir fazer melhor.

E, perante este cenário, o que faziam as minhas filhas (entretanto a Lara juntou-se à Maria para ouvir o "concerto")?

Olhavam para mim com um ar super interessado (e arrisco dizer aprovador), batiam palmas e dançavam.

Há alguma coisa mais maravilhosa que isto?! 

 

Seg | 26.03.18

Afinal aquela compra fantástica não foi assim tão fantástica #1

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Há uns tempos - provavelmente há mais de um ano - falei aqui de uma compra fantástica que tinha feito: um estendal para aplicar na janela e estender a roupa no exterior. Usei-o durante uns 3 anos.

Como no nosso apartamento não há varanda nem temos máquina de secar roupa, secar a roupa no inverno ( e mesmo no verão) era muito complexo.

Com a compra do estendal de janela vimos o nosso problema resolvido. Sempre que não chovia estendiamos a roupa no estendal e em cerca de um dia a roupa estava toda seca. Era uma verdadeira maravilha. Com a  roupa das crianças era a nossa salvação.

Estavamos verdadeiramente satisfeitos com a nossa compra até há pouco tempo.  De facto já tinhamos tido algumas indicações de que este estendal podia não ser tão perfeito como parecia mas sempre achámos que os problemas se deviam ao mau uso e não ao estendal em si e que, com alguns cuidados, tudo correria bem. Percebemos que não era o caso. Todavia não quero dizer que estes estendais não sejam bons, certamente que são, mas não são bons para nós, na nossa situação.

Passo a explicar.

Nos dias em que está muito vento, e se existir uma determinada quantidade de roupa no estendal ele pode cair com o balanço das peças. Nunca percebemos bem qual era a quantidade de roupa suficiente para o segurar na janela.  Aconteceu uma vez ou duas o estendal cair no pátio dos nossos vizinhos.

Passámos a controlar muito bem o tempo e a retirar o estendal sempre que havia previsão de ventania, o que resultou muito bem durante uns tempos.

Há uns dias, porém, o estendal caiu novamente e partiu-se todo. Um bocado do estendal ficou, inclusive preso à janela. O que aconteceu, desta vez, foi que o sol foi danificando a parte das pegas do estendal (enfraquecendo-as sem que se visse) até que elas cederam e o estendal caíu. 

Pronto. Percebemos que não dava.

Por aqui não vamos usar mais nada semelhante. Ainda não sei bem como vou secar a roupa. Para já lavo roupa de 3 em 3 dias e deixo a secar na marquise com a máquina de lavar mas já tenho roupa a secar há dias e ainda está húmida. Tenho outra zona perto da arrecadação, onde bate muita claridade e onde também coloco roupa.

Já pensámos em máquina de secar mas não temos grande espaço para ela e nunca me dei bem com máquina de secar (já estraguei várias peças de roupa numa máquina que tive).

Acredito que vou arranjar uma solução para a roupa, mais relacionada com a organização da lavagem do que outra coisa qualquer mas queria mesmo alertar-vos para os incovenientes de ter um estendal de janela (até porque anteriormente tinha falado muito bem do produto). As vantagens existem e continuam iguais mas, de facto, as desvantagens também pesam muito e, no nosso caso, acabaram por não compensar. O risco de cair representa um verdadeiro perigo e, de facto, é totalmente de evitar.

Entretanto se alguém tiver sugestões criativas para a secagem da roupa nos Açores e sem espaço exterior ou máquina de secar, partilhem por favor.

Sab | 24.03.18

Estou mesmo aborrecida com isto! 8 razões pelas quais o tele marketing me enerva

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São muito poucas as coisas que me enervam hoje em dia. O tele marketing é uma delas.

Sempre me enervou imenso e nunca consegui muito bem lidar com esta questão, por mais que tente. 

Já experimentei várias abordagens, já me tentei divertir com a situação, já tentei resolver as coisas e encurtar a conversa de uma forma sensata e razoável e já tentei ser gentil ao máximo mesmo sentindo-me bastante chateada com a situação. Mas, na maior parte das vezes, sinto que sou desagradável e que me fizeram perder tempo precioso de uma forma bem tola.

Para tentar ser sucinta e não me perder em queixumes sobre o tele marketing, nomeio o mais rapidamente que consigo 5 razões que me fazem sentir desconfortável com esta forma de venda de produtos e serviços.

1- Tenho uma personalidade bastante controladora e, por isso, não gosto que me procurem para vender coisas. Quando estou interessada num produto prefiro ser eu a ir procura-lo. Mesmo que me liguem para me venderem algo em que estou interessada o mais certo é ter o efeito oposto e eu criar resistência a comprar só porque me estão a tentar impingir uma coisa. E não suporto que me tentem convencer de coisas para as quais não estou minimamente virada.

2- O meu tempo (e, presumo, que o de toda a gente) é um dos bens mais preciosos que tenho e não aprecio nada que abusem dele.
Tenho mesmo que me controlar muito para não ser rude quando alguém me faz perder tempo com coisas que não vão dar em nada.

3- Não gosto muito de usar o telefone mas tenho muita gratidão pelo jeito que me dá. O telefone é ótimo para falar com amigos e familiares que estão longe, para resolver coisas práticas sem deslocações e por razões de segurança. É um objeto bastante útil que deve ser respeitado e usado para o que é importante. E é privado. Nisto sou muito pouco tolerante. Acho que devia ser proibido usar os contactos das pessoas de forma leviana e para lhes tentar impingir produtos. Muitas vezes estamos à espera de telefonemas importantes e é muito chato estarmos sempre com o telefone e a mente ocupada com campanhas de tele marketing. Isso não tem jeito nenhum.

4- É extremamente invasivo e enganador.
Só atendemos o telefone porque julgamos que pode ser um telefonema importante. Se soubéssemos que era tele marketing não atenderíamos e os vendedores sabem disso. É um ato muito desonesto isto de ligar para um contacto pessoal das pessoas na esperança de captarem a sua atenção e lhes impingirem coisas.

5 - Não gosto que me tentem fazer gastar dinheiro.
Estou há muito tempo, numa fase minimalista da vida e quanto menos consumir melhor. Tudo aquilo de que preciso já tenho e o que não tenho será adquirido depois de muita pesquisa e ponderação. É assim e apenas assim que eu compro. É uma falta de respeito tentarem impingir-me coisas que não quero comprar. Façam publicidade com anúncios, cartazes, folhetos explicativos. Façam-no com páginas de qualidade e informativas na Internet. Isso sim, eu gosto de ler. Se quiser adquirir um produto, agradeço muito que disponibilizem informação sobre ele. Mas não a imponham, disponibilizem-na.

6 - Não gosto que me afastem dos meus objetivos. Nisto, a culpa é apenas minha. Devia controlar-me e lidar com este desafio da mesma forma que lido com outros. Mas é difícil. Por mais que tenha o objetivo de não me enervar e de manter sempre a calma é complexo fazê-lo quando se trata de tele marketing. Tenho que encarar isto de forma positiva e usá-lo para treinar o meu auto controlo. Boa sorte para mim!

7 - Tento mesmo ser gentil com as pessoas. É algo que creio que deve fazer parte do civismo de todas as pessoas. O minimo que podemos e devemos fazer com os nossos semelhantes é tratá-los com gentileza. Acredito muito nisto. E sinto que não consigo ser gentil com os operadores de tele marketing. Às vezes consigo, em dias mais inspirados mas na maior parte das vezes sinto que sou distante e um pouco antipática. Não gosto de me sentir assim.

8 - É um método muito antiquado e pouco eficaz. Acho e espero eu. Hoje em dia, com tantas formas eficientes de marketing que existem, espanta-me muito que ainda usem tele marketing. Não consigo deixar de pensar que só conseguem convencer pessoas mais vulneráveis que, normalmente, até são as que menos deviam gastar dinheiro. Isto dá-me sempre a sensação de "burla" e de "coação".




 

 

 

 

 

Sex | 23.03.18

Como anda a organização desta casa , depois do método KonMari

 

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Desde que adotei o método KonMari nunca mais houve verdadeira desorganização em casa.

 

Deixo-vos um ponto da situação em forma de lista:

 

  • As gavetas continuam arrumadas e o roupeiro organizado. A gaveta de cima é uma das minhas. Todas aquelas camisolas estavam penduradas anteriormente e ocupavam imenso espaço, para além de não as poder ver todas e tão bem como agora.

 

  • Livrei-me de um módulo de gavetas da casa de banho e sinto uma leveza incrível. O módulo tinha partes de madeira que ganhavam humidade muito facilmente e já estava meio partido. Consegui acomodar tudo o que tinha em 5 gavetas em outros locais e o espaço da casa de banho ficou muito mais bonito e mais leve.

 

  • A papelada tem-se mantido arrumada. Tenho uma gaveta com toda a documentação para usar em breve e logo que uso, arquivo (se tiver mesmo que ser) ou deito fora.

 

  • Não tenho comprado nada de novo. Apesar de continuar a destralhar ocasionalmente, não têm ficado espaços por preencher nos roupeiros ou em casa. Limito-me a substituir eletrodomésticos que avariam, tudo o resto sai e não volta a entrar. Agora que tenho tudo dobrado e arrumado de forma organizada, vejo que tenho toda a roupa de que preciso e que não há necessidade de comprar coisas novas.

 

  • Arrumei os brinquedos todos das miúdas em locais específicos e estou a habitua-las a deixa-los sempre arrumados depois do uso. A Lara já ajuda a arrumar as coisas da irmã e, muitas vezes, arruma o quarto e a sala por sua iniciativa. Creio que ver a casa sempre arrumado a incentiva nesse sentido. Sobre esta questão dos brinquedos ajuda o facto de não termos muitos brinquedos em casa e estarem quase todos ao alcance das crianças, o que ajuda a desarrumar mas também a arrumar.

 

Neste momento falta arrumar a lavandaria e a arrecadação. Digamos que estou à espera que o tempo fique menos chuvoso para o fazer.

Bom... na verdade ando a evitar um bocado a arrecadação porque assim que lá estiver nem que sejam 3 minutos, vou passar um dia inteiro a espirrar e a assoar-me cheia de alergia. Vou fazer as arrumações de máscara mas mesmo assim não sei se me livro dos ataques de espirros.

Falo mais sobre a implementação do método Konmari aqui e aqui.

Qui | 22.03.18

Bolinhos de coco e aveia deliciosos

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Continuando na minha demanda por fazer docinhos gostosos e saudáveis, fiz recentemente uns bolinhos de coco que encaixam completamente no meu objetivo.

Inspirei-me numa receita do grupo de facebook, "Ementa do bebé" - onde encontro sempre excelentes dicas e ideias de comida saudável para crianças -, alterei um pouco de acordo com a imaginação e o que tinha em casa e o resultado foi fantástico.

Deixei os bolinhos 15 minutos no forno o que foi um bocadinho demais mas, mesmo assim, ficaram fantásticos, com um sabor e textura maravilhosos. 

Segue a receita:

Ingredientes

200g de coco ralado
50g de açúcar de coco
4 ovos
1/2 chávena de chá de flocos de aveia

Juntar todos os ingredientes muito bem.
fazer pequenas bolinhas ou bolachas e levar a forno pré aquecido a 180º, num tabuleiro forrado com papel vegetal durante 10 minutos.

Bom apetite!

Qua | 21.03.18

Atividades para fazer com crianças de 2 e 4 anos

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Aos fins de semana gostamos de inventar coisas para fazer com as miúdas. Quando chove ou elas estão adoentadas temos mesmo que o fazer.

Uma das últimas atividades que fizemos em conjunto incluiu desenhos e letras e envolveu a Lara de 4 anos e a Maria de 20 meses.

A ideia surgiu depois de ter observado a Maria a brincar com os meus papeis da "latinha da gratidão", uma lata onde guardo pequenos bilhetes dobrados com as coisas pelas quais me sinto grata. A ideia é ler tudo no início do novo ano. A Maria abriu tirou os papeis da latinha, um a um e desdobrou-os. Apesar dela não perceber o que estava escrito, continuou nesta atividade com todo o interesse até abrir os papéis todos.

Então lembrei-me de fazer vários papelinhos para ela abrir com algo que pudesse interessar-lhe mais.

E foi o que estivemos a fazer, eu e a Lara, numa manhã de domingo.

Desenhámos várias figuras em papelinhos e, por baixo, eu escrevia a descrição das figuras em letras maiúsculas e também em letras manuscritas.

Para a Lara, que já conhece as letras todas, fiz uma versão só com palavras escritas.

Foi muito divertido desenhar com a Lara e ver o seu entusiasmo e alegria a fazer algo para a Maria. 

Quando concluímos o nosso trabalho ela foi logo levar a latinha à irmã para que ela desembrulhasse os papelinhos. E a Maria ficou interessadíssima, tal como nós esperávamos. Desembrulhava os papeis e sorria para as figuras, que a Lara lhe ia explicando.

Foi mesmo muito giro ver as duas a interagir assim e foi especialmente bom ver o empenho da Lara em entreter a irmã e fazer coisas para ela. Eu pouco intervi, limitando-me a observa-las.

Depois da atividade, os papelinhos foram guardados na latinha para brincar mais vezes.



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Ter | 20.03.18

Às vezes elas portam-se tão bem!

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No sábado de manhã o Milton andava adoentado e ficou a descansar na cama e eu fiquei com as miúdas enquanto ia tratando das coisas "domésticas".

Elas passaram a manhã toda a brincar uma com a outra no quarto ou na sala. Eu pude fazer o que tinha que fazer com todo o descanso e serenidade.

A determinada altura, eu estava eu no computador e a Lara veio ter comigo e eu perguntei-lhe o que estava a fazer a Maria e se estaria com alguma caneta a riscar o que não devia. Ao que ela responde:

"A Maria não tem nenhuma caneta na mão. Ela está a portar-te muito bem comigo. Eu estou a escrever e a fazer jogos e a Maria está a brincar e a conversar comigo."

Eventualmente, a determinada altura desentenderam-se e começaram a brigar. Nessas alturas deixo que se entendam sozinhas o que acaba por acontecer. Não intervenho a não ser que seja necessário por questões de segurança.

Posso dizer que foi uma boa manhã, durante bastante tempo. :)

Seg | 19.03.18

Verão, és tu?

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Hoje, pela primeira vez depois do março mais frio de que me lembro, saí de casa com um vestido de algodão e um casaco leve e senti-me confortável.

Eu não sou esquisita. Gosto de muitas coisas diferentes e encontro encanto em todas as estações do ano mas já ninguém aguentava esse frio às portas da primavera. Isto de andar quase a dormir de cachecol e gorro em março, numa ilha que sempre teve temperatura amenas o ano todo, já me estava a dar cabo dos nervos.

De modo que foi com muito agrado que constatei que o ar anda muito mais quentinho e agradável.

Estou mesmo ansiosa pela chegada do verão, pelos dias grandes e luminosos, pelo anoitecer de céu cor de rosa e pelos passeios diários à praia.

Tenho as melhores memórias do verão: os melhores dias da minha infância foram passados no verão, entre Almada e a Costa da Caparica. Depois, já adulta, tive incontáveis momentos felizes no verão: as férias boas, os jantares de peixe fresco e sangria à beira da praia, a alegria das crianças a brincarem na praia com areia até aos olhos, os dias preguiçosos, os churrascos com amigos, a frescura das manhãs cheias de sol que não nos deixam continuar a domir... No verão tudo parece mais feliz, alegre, fresco e memorável.

No verão tudo é mais simples: podemos comer saladas e fruta o dia todo, basta um vestido e umas sandálias para ficarmos compostos, as crianças ficam mais fofas com as pernocas de fora, a roupa seca mais rápido no estendal, a pele fica mais bonita, o ânimo fica mais leve e a conta de eletricidade diminui bastante. Só coisas boas portanto.

Por isso já estou a preparar-me psicologicamente para a chegada do verão e, este ano, vou investir nas coisas mais esquisitas de sempre: vestidos coloridos e completamente diferentes daquilo que alguma vez alguém me viu a usar. Já ando nisto há algum tempo mas agora sinto mesmo que é real. Não sei o que aconteceu ao meu "velho eu" mas o novo parece ser mais jovem, alegre e colorido. O que é que eu hei-de fazer? Não se pode lutar contra a mudança. Nem se quer.

Venham esses vestidos.

 

Clicar nas imagens para ver preços e detalhes.


 

Seg | 19.03.18

Gosto mesmo muito de comer

Nem sempre gostei mas, mais ou menos pelos 16 anos, comecei a apreciar bastante comida.

Hoje como de tudo, não nas quantidades que quero e quando quero, mas não tenho grandes restrições alimentares.

Ainda pensei em tornar-me vegetariana (e, de facto, 1/3 do que como é vegetariano e vegan) mas não creio que, neste momento, seja o mais acertado para mim. Assim sendo vou comendo carne (mais frango e peru) e peixe com regularidade.

De vez em quando, faço um gosto à barriguinha e como mesmo o que me apetece como um bife regional com batata frita caseira, ovo estrelado, bavaroise de maracujá (fantástico), pudim de feijão (era do Milton e dividimos as sobremesas), uns biscoitos de limão caseiros e uma infusão para digerir tudo muito bem. :D

O bife e as sobremesas são do restaurante O Galego e os biscoitos fui eu que fiz com esta receita.

 

 

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Dom | 18.03.18

Acho as birras da minha filha maravilhosas!

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Eu não sei se isto acontece com todas as mães mas estou numa fase muito caricata da maternidade.

A Maria, que tem quase 20 meses, entrou na fase das birras há alguns meses. Mesmo antes dos 18 meses ela já fazia belas birras para obter aquilo que quer.

A forma de se expressar é clássica: chora, grita e manda-se para o chão a esbracejar e a espernear.

Faz birras pelos mais diversos motivos: não quer vestir-se, quer comer mais bolachas, quer continuar a brincar ou a ver televisão quando é hora de parar e motivos parecidos.

O que se passa é que eu acho as birras dela adoráveis! Não me chateiam nada, pelo contrário, acho-as amorosas. :) vejo as birras como um sinal de inteligência e crescimento e, embora não alimente as vontades da Maria quando faz birra nem ceda a nenhuma birra, não consigo ficar chateada ou aborrecida quando ela as faz.

No fim de semana fomos a uma loja de desporto procurar roupa para a Maria levar para a escola e ela encantou-se com as bolas. Tirava-as todas do sítio e dava pontapés em algumas. Deixámos-la brincar durante um tempo mas, entretanto, tínhamos que sair da loja e continuar a fazer compras em outros locais. Ela fez birra e gritou imenso pela loja toda até irmos embora. As pessoas deviam estar a pensar que éramos loucos (pelo menos que eu era). A miúda a berrar imenso e eu super calma e até alegre. :)

Não que eu não tentasse entretê-la e desviar-lhe a atenção para outra coisa qualquer mas com a Maria não resulta. Ela não se esquece e fica a berrar durante um tempo sem que a possamos impedir. É normal e nós aceitamos isso com muita calma. Eventualmente, como aconteceu com a Lara, ela vai perceber que as birras não levam a lado nenhum e há-de parar. Até lá ainda teremos dois belos anos de birras pela frente.

Mas o mais caricato é que olho para ela a mandar-se para o chão a chorar e a berrar, tão pequenina, e acho-a um amor. tenho mesmo que fazer um esforço enorme para não ficar ali a sorrir toda feliz e satisfeita. Creio que isso seria demasiado estranho, então contenho-me e limito-me a tira-la dali com calma e alguma dignidade.

Às vezes pergunto-me se as pessoas acharão este comportamento muito estranho, isto de não fazermos grande coisa (a não ser sair do local) quando a Maria faz birras.

Lembro-me, quando era mais nova e antes de ter filhos, de achar um escândalo os pais não reagirem às birras com uns grandes ralhetes e quiçá uns tabefes. Como as coisas mudam! Oh se mudam!

 

Sab | 17.03.18

O que trouxemos da biblioteca esta semana #3

Numa altura em que pensava que já tinha dado a volta a todos os livros da biblioteca para crianças, eis que me deparo com uma surpresa boa: uma coleção de livros sobre os sentimentos em que um sapo é o protagonista. Uma delícia! Falarei num outro texto sobre este livro que estamos a adorar!


Agora mostro o que trouxe esta semana para a Lara e para a Maria.

Para a Lara (4 anos) trouxe mais 2 livros da Anita e o livro "O Sapo Apaixonado". 

Estou numa fase em que acredito que é muito importante falar dos sentimentos e das emoções (influência do psicólogo Eduardo Sá, que ando a ler) e os livros são uma ajuda preciosa.

Em relação aos livros da Anita, um deles está a deixar-me numa situação caricata. Depois de ler o livro "Anita muda de casa" a Lara insiste em mudar de casa. Já falou disso várias vezes, argumentando que o quarto está a tornar-se pequeno e a Maria faz muito barulho de noite... A Lara nunca nos pede nada, vai a uma loja e não pede absolutamente nada, às vezes chego a insistir com ela para escolher um livro ou algo que queira (no aniversário, por exemplo) e ela diz que não quer nada. Estou a ver que anda a guardar-se para coisas maiores. Se é para pedir é logo uma casa nova. :D

 

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Para a Maria (20 meses) trouxe vários livros: um livro sobre as cores com janelas que ela adora abrir e fechar, um livro sobre as formas, outro sobre os opostos, um sobre a rotina na escola e um que eu adoro e lia muitas vezes à Lara ( e ainda leio): "A lagartinha muito comilona", um livro muito querido e engraçado sobre uma lagarta muito comilona que se transforma numa borboleta.

 

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Sex | 16.03.18

O que é que cada um de nós pode fazer para que o mundo seja um lugar melhor?

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Com as (poucas) notícias que vou vendo do mundo nas Redes Sociais e blogues surge sempre a pergunta: O que é que podemos fazer para mudar o estado do mundo? O que é que podemos fazer para que o mundo se torne um lugar melhor?

Pouco sei sobre lutas e revoltas. Felizmente nunca tive que passar por isso. Respeito muito quem teve esse trabalho por mim. Respeito muito quem lutou para que eu não vivesse numa ditadura, para que eu tenha a possibilidade de votar e a liberdade para o fazer, se quiser.

Sinto-me grata todos os dias por ter comida na mesa, por ter saúde, por viver num país bonito e pacífico. Por ter trabalho e amigos e família.

Mas gostaria muito de fazer alguma coisa para que o mundo fosse um bocadinho melhor para todos.

Por isso eu, que nunca tive que lutar por nada importante para a humanidade, que não faço voluntariado regularmente, que não sou propriamente uma santa ou um ser humano inspirado e extraordinário, faço o melhor que sei, com a esperança que isso, um dia possa fazer diferença no mundo:

- Tento olhar para mim e para as minhas atitudes, com aceitação e senso crítico ao mesmo tempo, e perceber o que é que posso fazer melhor.

- Aceito os meus erros como formas de aprender a ser melhor.

- Amo os meus filhos e as pessoas que me são mais próximas o mais que posso, não só com gestos mas também com palavras. 


- Os meus filhos têm regras e limites e não evito todas as suas lágrimas. Faço o melhor que posso e sei para educar crianças que respeitem o próximo e se façam respeitar.  Os meus filhos sabem que são o mais importante da minha vida mas não o mais importante do mundo. Ensino-lhes que o mundo é uma grande comunidade de pessoas que viverão melhor se existir tolerância e entre ajuda. 
Tento que as minhas filhas aprendam a ajudar o próximo e a pensar em mais do que nos seus próprios umbigos.

Sou aquela mãe que guarda a melhor parte da comida para os seus filhos quando eles não estão a ver mas que os obriga a repartir um bolo com todos (pais incluídos) mesmo que não me apeteça comê-lo.

Não permito que os meus filhos gozem ou menosprezem os outros e tento ao máximo, não o fazer também (não existe outra forma de ensinar senão com o exemplo). 

Cuido de mim e faço por estar feliz a maior parte do tempo. Pessoas felizes são inspiradoras, são alegres e leves, não fazem mal a ninguém nem se ofendem facilmente. Pessoas felizes trocam sentimentos de vingança por empatia e assertividade. Pessoas felizes podem criar pessoas felizes e capazes de mudar o mundo de uma forma positiva. É por isso que (apesar de nem sempre ser fácil) faço da felicidade o meu objetivo de vida.

Não sei se estou a fazer bem. Acredito que sim mas não posso ter a certeza.

Acredito, como dizia a madre Teresa, que o melhor que podemos fazer pelo mundo é ir para casa e amar a nossa família. E quem é amado e aprende a amar não pode ser mau. Não pode participar em guerras ou maltratar os outros.

Por isso, acredito que o que podemos fazer para alterar o mundo é sermos mais felizes. Não conformados com aquilo que podemos mudar, mas felizes. Felizes, conscientes e tolerantes com a diferença.

 

Qui | 15.03.18

Meditação Mindfullness 3ª e 4ª semana

Venho aqui só para vos dar um update desta questão da meditação.

Continuo a praticar todos os dias mas não tem sido fácil. Temos andado todos com gripe, a paciência não tem andado nos melhores dias e a a capacidade de concentração é quase nula.

Por isso não tenho sentido grandes efeitos com a meditação mas tenho consciência de que não tenho tido as condições mentais ideiais. Felizmente tudo está a melhorar e em breve conto apanhar o ritmo novamente.

Entretanto as ideais são mais que muitas, as coisas que quero aprender e ler multiplicam-se todos os dias e, se o tempo não é muito, o entusiasmo está em perfeita forma. :D

Muitos beijinhos para quem está desse lado

Qui | 15.03.18

TAG Hábitos de leitura

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Tendo em conta a minha relação de proximidade com livros achei por bem responder a uma Tag relacionada com livros e hábitos de leitura.

Assim sendo, e depois de tão sucintamente explicada a razão de ser deste post, aqui vai:


Quando costumas ler? 

De manhã, à tarde ou à noite, é indiferente desde que tenha tempo disponível.
Por acaso a altura em que tenho mais tempo, que é à noite, é quando menos gosto de ler porque à medida que o sono vai aumentando a concentração vai diminuindo.


Lês apenas um livro de cada vez?

Sim, a maior parte das vezes. Já aconteceu ler mais do que um ao mesmo tempo mas não gosto.


Qual teu lugar favorito para ler?

Tenho vários. Posso dizer que aquele de que gosto menos e onde costumo ler de vez em quando é a cama.
Os que prefiro são o sofá, um café, uma esplanada, um banco de jardim, a praia, o autocarro, uma sala de espera qualquer. Qualquer sítio onde exista um local para sentar e não esteja demasiado frio ou demasiado calor, é um bom lugar para ler.

 

O que fazes primeiro: lês o livro ou assistes ao filme?
Leio o livro.

 

Que formato de livro preferes? (áudio-livro, e-book ou livro físico)
Prefiro o clássico de papel.


Tens algum hábito exclusivo ao ler?
Que me lembre não. Gosto de ler em silêncio e sentada. São as minhas principais exigências.


As capas de uma série têm que combinar ou não importa?
As capas interessam-me pouco ou nada. Uso livros para ler e não para enfeitar a estante embora não tenha nada contra o acto de usar livros para enfeitar a estante. :D

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