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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Sex | 17.11.17

Coisas simples para fazer com Lego Duplo

Durante o fim de semana, especialmente quando está mau tempo, brincamos muito com Lego, Lego Duplo, o único que temos em casa por ter peças maiores e, assim, ser adequado para a Lara e a Maria.

Temos alguns conjuntos de Lego: com camiões de alimentos, animais, elementos de escola, da Minnie, com bolos, com um avião. Já fizemos todas as combinações "oficiais" daquelas peças de Lego mas gostamos particularmente de fazer escolas, com cantina e com um camião de alimentos a fazer entregas de 2 em 2 minutos.

Confesso que tenho-me fartado de fazer sempre as mesmas brincadeiras. Vai daí tenho inventado um bocadinho e, com a ajuda de uns olhinhos de plástico que comprei no chinês, tenho feito outras coisas com as peças de Lego. E tenho-me divertido imenso. 

A Lara também gosta de criar coisas novas e vamos as duas inventando vegetais, animais, robots, casinhas e tudo o que nos lembrarmos de criar.

São coisas muito simples mas que, de alguma forma, vão mexendo com a criatividade da Lara e a vão inspirando a fazer coisas diferentes do proposto.

Deixo-vos aqui alguns exemplos do que temos feito. Verificarão que algumas coisas, como a cenoura, são complexas e muito desafiadoras. Sinceramente, não sei se vão conseguir reproduzir em casa. Podem sempre tentar. :)

 

 

 

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Uma casinha com o gato no telhado.

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A cenoura. Muito complicado de fazer.

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Um robot. 

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A clássica escola com o camião de entrega de alimentos.

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Um pássaro. Ou um pato. Ou um perú. Como quiserem.

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Uma árvore.

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Um leão.

 

 




Qui | 16.11.17

Pataniscas de peixe e legumes

 

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Mais um prato novo que nos calhou super bem: pataniscas de legumes e peixe.

Não tem muito que dizer, fizemos a meias (eu preparei tudo e ele fritou as pataniscas) e fez as nossas delícias em 3 refeições. Sim, somos daquelas pessoas que fazem comida para três dias. Adoramos comer mas não gostamos muito de cozinhar. :P

Receita de pataniscas de Peixe e legumes


- 1 cebola média
- 1 curgete grande
- 2 cenouras médias
- 400 g de filetes de pescada cozidos e desfiados
- 2 ovos
- 5 colheres de sopa de farinha
- azeite
- sal, cominhos e pimenta preta

 

Ralar o curgete e a cenoura.

Misturar todos os ingredientes (exceto o azeite)  numa saladeira e envolver bem.

Fazer as pataniscas fritando pedaços da mistura de peixe e legumes em azeite.

Acompanhámos com palitos de batata doce assada.


Bom apetite!



 

 

Ter | 14.11.17

"Batatas fritas" deliciosas e saudáveis

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A Lara gosta muito de batatas fritas, embora tenha comido esse repasto muito poucas vezes (se calhar umas 3 vezes).

Acho que batatas fritas são daquelas coisas de que os miúdos gostam logo mesmo que não tenham comido muitas vezes. Deve ser mais ou menos como o chocolate.

Cá em casa nunca fizemos batatas fritas e raramente temos batatas de pacote.

Todavia, e tendo em consideração a piada que a Lara parece achar a "batatas fritas" experimentámos fazer batatas fritas saudáveis, no forno.

Posso dizer que ficaram uma delícia. Aprovadíssimas por toda a família (só a Maria é que ainda não provou porque ela ainda não aprecia muito coisas mais "consistentes").

Segue a receita de batatas fritas saudáveis:

- 2 batatas doces grandes
- sal 
- pimenta
- cominhos
- azeite

Cortar as batatas doces (lavadas) em palitos e colocar numa saladeira.

Acrescentar os restantes ingredientes e envolver bem a mistura de especiarias e o azeite nas batatas.

Dispor as batatas num tabuleiro com papel vegetal e levar ao forno (180º) por mais ou menos 20 minutos ou até as batatas ficarem bem assadas.

São um excelente acompanhamento e também um petisco saudável.

Bom apetite!




 

Seg | 13.11.17

5 músicas retro para dançar

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Ando a ouvir coisas velhinhas. Também oiço coisas novas mas gosto bastante de ouvir uns bons “oldies”.

Neste caso não estou a falar de músicas dos anos 40 ou 50 mas coisas que já têm uns 10 anos (ou mais) e de que oiço sempre como se tivessem surgido hoje.

São coisas tão intemporais e tão "boa onda" que nunca deixam de ser interessantes.

Esta versão da música dos Kiss. Adoro.

Esta música de Scissor Sisters. Um clássico.

Esta é apenas umas das muitas que gosto de Digitalism.

Esta é incontornável. De Vitalic, é muito mais que dancável é uma espécie de poema hipnótico.

Goldfrap. Esta.

Dom | 12.11.17

Carla, a dar barraca desde os anos 80

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Nisto de ser mãe tenho uma grande vantagem a meu favor (ou não): sou um bocadinho infantil.

Gosto de brincar, gosto de correr como os miúdos e num instante me coloco ao nível deles. E, depois, acabo por levar com uns choques de realidade caricatos, como aconteceu no outro dia.

Estavamos a levar as miúdas para a escola, de manhã, e eu levo a Maria ao colo, enquanto o Milton vai mais à frente com a Lara.

Resolvemos fazer uma brincadeira e eu começo a correr com a Maria ao colo, no corredor, fingindo que persigo a Lara.

A Lara ri, a Maria dá gargalhadas e parece-me uma maneira muito divertida e desejável de começar o dia.

 

Só que não.

No corredor outrora vazio, surge uma mãe com um menino de uns 6 ou 7 anos.
O menino volta-se para mim e diz: "Não se corre nos corredores."

E eu respondo: "Pois não. É algo terrível de se fazer. Não se faz isso." 

Eu sorriu e a mãe dele também enquanto o adverte de que não devia ter dito aquilo. 

Lá dei eu mais uma barraca.
De facto não se corre nos corredores.
Mas é divertido.

 

 

 

Sab | 11.11.17

A Purpurina recomenda #1

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O blogue Amãezónia.

Tem uma rúbrica que tenho ando a ler deliciada: Mães pelo Mundo.

Podem ler aqui, o relato de uma mãe em Portugal, recheado de humor como se quer e com o qual me identifico muito.

O blogue é sobre maternidade mas tem um tom completamente diferente de todos os outros blogues sobre maternidade: é extremamente bem humorado e, de certa forma, realista. Fala sem pudores de todos os aspetos da maternidade, os bons e os menos interessantes o que é cómico e, ao mesmo tempo, reconfortante e apaziaguador de medos e inseguranças.

Mesmo para quem não tem filhos vale a pena ler a rúbrica "Mães pelo Mundo" que, mais do que retratar a maternidade noutro país, é um conjunto de relatos de formas de estar e de organizações sociais completamente diferentes da portuguesa. Para mim é muito interessante perceber os hábitos culturais, alimentares e mesmo de saúde de sociedades completamente diferentes da nossa.

Pelo que li, o que mais me intriga ainda é a alimentação. Fala-se tanto de certos tipos de alimentação como sendo mais adequados e saudáveis que me deixa muito desconcertada perceber que há sociedades em que a alimentação é completamente o oposto daquilo que estamos habituados a conceber como uma alimentação saudável.

Espreitem estes textos, são uma delícia.

Sex | 10.11.17

Um bacio genial! Sim, um bacio

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Acho este bacio uma coisa tão espetacular que tive que fazer um artigo dedicado apenas a ele.

Para vos explicar o porquê, tenho que recuar mais de um ano, até ao dia em que pensei em começar a tirar a fralda da Lara.

Na altura tinha uma vaga ideia do que fazer e do material que seria necessário.
Comprei um bacio e um redutor de assento. Não me lembrei do degrau para chegar à sanita e ainda não o comprei.

A Lara entretanto fez o desfralde e, neste momento, só tem a fralda à noite.

E só há uns tempos é que descobri este fantástico bacio. Esta coisa fofa e prática, com tampa, que pode ficar ali arrumadinho no canto da casa de banho sem chatear ninguém.

Em vez disso tinha um bacio aberto, um redutor de sanita que andava lá pela casa de banho meio perdido – ora na sanita, ora no bidé, ora debaixo do lavatório, ora debaixo do toalheiro –  e um degrau para a sanita.

Se tivesse este conhecimento há mais tempo tinha um bacio todo bonitinho e almofadado, um redutor de bidé e um degrau, tudo a ocupar o mesmo espaço em vez de três cangalhadas.

Ainda por cima a Lara não decidia se prefere usar o bacio ou o redutor de assento: uma vez usa um, outra vez usa o outro o que me obriga a ter sempre os dois disponíveis.

Como sou contra excessos já não vou a tempo de comprar o espetacular bacio de que vos falo. Mas, se existir por aí alguma mãe em vias de desfraldar o rebento e ainda não comprou o material, aconselho este.

Clicando na foto podem aceder ao preço e a mais fotos do bicho.

Sex | 10.11.17

Elas dão connosco em doidos

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Nisto de ter duas filhas pequenas sinto que agora é que estamos "a ver como é que é".

 

Bom... sublinho, sempre, que foi a melhor ideia que já tive na vida e a melhor coisa do mundo isto de ter duas filhas. Mas é também o maior trabalho e o maior desafio que já tive.

Elas estão numa idade bem interessante.

A Lara, já com personalidade bem definida, quer continuar a controlar o território físico e emocional que sempre foi seu.

A Maria, com 16 meses, começa a definir a sua personalidade (e bem forte e vincada que ela é) e não perde uma oportunidade de tentar ganhar terreno. :D

Ou seja passam boa parte do tempo em que estão juntas a brigar. E nós a ficar loucos.

Sempre que uma tem um brinquedo, a outra chega e rouba-o e é assim o tempo quase todo. É a Lara a fazer construções de Lego e a Maria a destruir aquilo tudo, é a Maria com um brinquedo novo e a Lara a tirá-lo da mão dela sem qualquer cerimónia e é ver (e ouvir) as duas aos gritos constantemente.

Confesso que andei numa fase em que julguei mesmo que ia ficar louca. Não estava perceber bem que realidade era esta.

Passado um tempo, raciocinei um pouco e conclui que é uma fase normal. Difícil mas normal.

E agora até nos rimos disto (não há muito mais o que fazer).

Felizmente não batem uma na outra, nem se empurram. Limitam-se a ser pouco polidas na forma como açambarcam o que a outra tem na mão, gritam que se fartam e desafiam-se a toda a hora. O que já é suficientemente "de doidos" para nós, os pais.

Com franqueza neste momento já nem passo muito tempo a explicar as coisas a uma e à outra. Deixo-as "existir livremente" e serem elas a gerir os seus conflitos (desde que não coloquem em causa a segurança uma da outra, evidentemente).

Às tantas afasto-me um pouco e, quando dou por isso, estão as duas a conviver e a brincar harmoniosamente e a Lara a ser uma irmã mais velha, ponderada, querida e paciente. :)

Dito isto cada vez mais acredito que devemos deixar as crianças agir de acordo com a sua intuição e natureza. Muitas vezes eles conseguem resolver os seus próprios conflitos sem nós.

Claro que eu estou sempre por perto e a ver o que estão a fazer. Deixá-las sozinhas, para mim, é estar a dois metros delas, com a mesa de jantar entre nós de forma que eu as consiga ver sem ser vista. :D



 

Qui | 09.11.17

16 meses de Maria

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Um destes dias eu e o Milton estávamos com as miúdas a brincar no quarto.

Entretanto começámos a conversar mais animadamente (e mais alto) e ouvimos:

“Calma!”.

Assim, pronunciado de uma forma perfeita: “Calma!”

Fiquei espantada a olhar para a Maria.

Ver aquela menina pequenina, com cara e tamanho de bebé, a pronunciar corretamente cada vez mais palavras e a aplica-las corretamente causa-me uma admiração enorme.

Na creche já nos tinham dito que ela imitava tudo o que ouvia. A  palavra “calma” vem da educadora.

Mas diz Lara, Maria, macaco, dentes, banana, galinha, cuidado, obrigado, pai, mãe, avó, não, Já está, dá, mão, pé, nariz, cão, cães, gato, pato, sapo, sopa, pão, peixe, galo, cocó, chichi, água, chá, Tiago (um colega da escola) e praticamente tudo o que ouve.

Já anda sozinha embora tenha feito um interregno quando ficou doente com bronquiolite (e depois otite).

É gulosa e se nos vê a comer um doce abre muito a boca para lhe darmos também. Cá está mais um motivo para não comermos doces.

Continua com uma personalidade bastante forte e creio que nós temos grande parte da culpa das birras que faz porque ainda a vemos muito como um bebé e custa-nos vê-la a chorar e a gritar.

Fica muito bem na creche, no colo de qualquer educadora ou auxiliar.

Come bem mas anda a fazer mais fita para comer fruta.

Está uma menina muito crescida e engraçada que sabe muito bem o que quer e faz o que puder para levar avante a sua vontade. Não é de grandes sorrisos mas gosta de uma boa folia e os pais e a mana conseguem proporcionar-lhe umas boas gargalhadas.

Qua | 08.11.17

Sapatos de plástico?!

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Com certeza. Adoro.

Tenho apenas umas sabrinas Melissa  e adoro-as. 
Como estão perfeitas e como novas não poderei comprar outras (as minhas convicções minimalistas impedem-me).

Mas adoro em sabrinas, chinelos, botas, botins, sapatos... tudo.

Mais fãs por aí?

Tenho reparado nestes abaixo, que nunca tinha visto em Melissa, e acho lindos.


Clicar nas imagens para ver preços e detalhes.

 

 

Qua | 08.11.17

50 coisas que eu já fiz

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Eu já:

  1. Fui vegetariana (por alguns meses).

  2. Mudei de casa 10 vezes.

  3. Furei as orelhas com uma agulha em casa. Muitas vezes.

  4. Fiz 3 piercings (língua, debaixo do lábio e umbigo). Tirei todos. Nem sei porquê.

  5. Cortei o próprio cabelo sozinha. E a franja. E até ficou bem.

  6. Mudei de um apartamento para o outro (no mesmo andar).

  7. Perdi-me em São Francisco, na Califórnia. Andava a passear sozinha e fui dar a um sítio estranho qualquer. Depois recebi informações de um homem gigante que parecia ter saído de um filme de terror que me sugeriu um percurso por um sítio ainda mais estranho. Os meus neurónios começaram a trabalhar rapidamente, agradeci e recusei com um sorriso e pus-me logo no caminho certo.

  8. Andei de parapente.

  9. Fui de férias para o México por um preço fantástico porque estávamos na época da Gripe A por lá.

  10. Tive um perfil falso no Facebook (por breves dias).

  11. Bati com o carro.

  12. Tive um skate e andei nele (ainda tenho).

  13. Desmaiei. Várias vezes.

  14. Perdi-me na minha própria cidade (várias vezes).

  15. Fui para a rua numa aula. 

  16. Tive explicações. De latim.

  17. Já fui expulsa da sala de aulas. Vá, foi uma coisa em grupo. 

  18. Fui a melhor aluna da turma.

  19. Eu já tive negativa a Educação Física.

  20. Chorei de tanto rir. Literalmente. Várias vezes.

  21. Tive vários blogues.

  22. Escrevi um livro. Digital.

  23. Gritei de medo de uma barata.

  24. Encontrei-me com desconhecidos. Várias vezes. Foram sempre encontros interessantes. Tive muita sorte (ou sabedoria).

  25. Corri para ir à casa de banho fazer número 2. Muitas vezes.

  26. Dormi no chão do aeroporto. Entre viagens.

  27. Levantei um sem abrigo embriagado (totalmente desconhecido) do chão.

  28. Frequentei praias de nudismo.

  29. Morei sozinha. Várias vezes.

  30. Dei sangue.

  31. Fiz fui operada.

  32. Fui roubada.

  33. Estive num tribunal. A testemunhar.

  34. Ganhei uma medalha de primeiro lugar a jogar andebol numa competição de escola. Era guarda-redes.

  35. Marquei golo na própria baliza (tinha negativa a Educação física).

  36. Andei nas danças de salão. Existem vídeos. Ninguém é perfeito. Não tenho mais nada a dizer sobre este assunto.

  37. Passei uma noite acordada a jogar wii.

  38. Paguei uma refeição a um estranho.

  39. Fui praxada. Foi divertido.

  40. Sofri grandes desilusões amorosas. Não me arrependo de nada.

  41. Fiz loucuras por amor. Muitas vezes.

  42. Ganhei juízo.

  43. Corri para ficar na primeira fila de um concerto.

  44. saí numa paragem diferente só para perseguir um bocadinho um desconhecido. Era nova vá. E ele nem deu por isso. Depois até ficámos amigos. 

  45. Dei explicações de inglês. Não foi bom, não.

  46. Desfilei num evento. Era muito nova. Foi mau.

  47. Fiz amigos pela Internet. Dos bons.

  48. Fiz muitas coisas interessantes que não vou escrever aqui.

  49. Fui ao concerto da minha banda preferida. Radiohead. Um dos melhores momentos da minha vida.

  50. Eu já apertei a mão do Thom Yorke. Durante muitos segundos.
Seg | 06.11.17

Presentes de Natal para os miúdos #2

 

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Utensílios de cozinha e alimentos de madeira.

Eles adoram brincar às cozinhas. Já tinha referido aqui que a cozinha de madeira é o brinquedo preferido das minhas filhas.

Elas passam muito tempo ali a fingir que cozinham e a tirar e colocar objetos nas gavetas e nos armários da cozinha.

Mas, para além de abrir e fechar portas e gavetas, gostam mesmo é de manusear aquelas réplicas de "coisas de adultos" e de fingir que estão a comer.

Cá em casa temos pratinhos e alimentos de plástico mas gosto muito mais de madeira. A durabilidade é maior, o material muito melhor para crianças e também é mais bonito.

As miúdas têm muitos brinquedos de madeiras mas ainda nos faltam os utensílios de cozinha e alimentos. Todos os brinquedos de madeira que temos são muito bons e alguns já passaram da Lara para a Maria e continuam impecáveis. É um investimento que vale a pena. Agora que sei isto, vou fazer os possíveis para comprar preferencialmente em madeira os brinquedos futuros (claro que nem sempre é possível como no caso dos eletrónicos).

Destes aqui em baixo adoro a salada, o bife e a sandes de madeira. São tão mimosos que até eu tenho vontade de ficar ali a brincar com elas indefinidamente.

Por isso, se têm crianças a quem oferecer presentes no Natal, podem apostar num destes aqui em baixo. Podem ter a certeza que farão as delícias dos mais pequenos (e dos pais também).

 

 

Para ver preços e detalhes, clicar nas imagens

Seg | 06.11.17

Como entreter crianças de 15 meses #2

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Com uma gaveta cheia de coisas.

Eles adoram explorar, tirar coisas para fora das gavetas, voltar a coloca-las lá dentro, tirar novamente e por aí fora.

Por isso, arranjei uma gaveta ao alcance da Maria e coloquei lá uma série de brinquedos adequados para ela. Tudo espalhado, sem nenhum tipo de arrumação: uma verdadeira gaveta de “tralha”.

Ela adora e fica a explorar a gaveta durante imenso tempo. Eventualmente lá tira alguma coisa que lhe interessa mais e senta-se a brincar durante uns minutos. Depois, volta a explorar a gaveta e a tirar tudo para fora, até se fartar.

Aconselho vivamente uma “gaveta da tralha” para todos os bebés a partir de um ano. :P

Dom | 05.11.17

Com um ano, a miúda já é gulosa!

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Com um ano, a miúda já é gulosa!

Com a Lara, que tem agora 3 anos e meio, habituei-me a comer gelados à vontade. Não os como todos os dias mas, no verão, até posso comer todas as semanas.

Ela não gosta, acha demasiado frio, e mesmo que lhe ofereça o mais certo é recusar.

No outro dia fomos almoçar fora os quatro e o menu de criança da Lara incluía um mini gelado que ela, naturalmente, não quis.

Preparo-me para comer o gelado, toda contente, quando olho para o lado e vejo a Maria com a boca aberta como um hipopótamo à espera que eu lhe desse gelado.

Dei-lhe a provar um bocadinho mas ela queria mais. Ela gritava insistentemente por mais.

Tivemos que a distrair com outra coisa qualquer porque ela parecia desesperada.

Ora vejam só isto. Uma não quer saber de doces para nada e a outra, apesar de não ter sido “apresentada” a doces, parece doida por eles. Nisto sai toda à mãe, pelos vistos.

Será porque, enquanto estive grávida da Maria, era capaz de comer um Magnum de amêndoas por dia? Se calhar.

Sab | 04.11.17

Um pequeno almoço nada saboroso

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Comprei no supermercado uma nova farinha de aveia que se diz instantânea. Comprei simples e com cacau.

A primeira vez que fiz não foi propriamente como indicava nas instruções da caixa (Carla, a rebelde) mas como faço habitualmente: num tacho, ao lume e acrescentando fruta ralada. Ficou bom.

Na segunda vez que fiz, resolvi experimentar as de cacau e já não juntei fruta, apenas leite.

Cheia de confiança, fiz logo 8 doses de papa, o que para mim e para as miúdas dá mais ou menos para 3 dias.

De manhã, toda satisfeita, aqueci as papas para elas e dei-lhes. A Lara disse logo que não gostava e não queria mal olhou para elas e viu a cor acastanhada. Ainda lhe disse que eram de chocolate, muito boas portanto, mas ela respondeu que não gostava de chocolate. Certo.

Tentei a sorte com a Maria que não é nada esquisita e come praticamente tudo o que lhe dermos, principalmente se for em forma de papa. Ainda comeu umas colheres mas rapidamente indicou que não queria mais e começou a reclamar fortemente.

Bom… rendida às evidências, não as tentei convencer a comer mais e provei a papa. Nem sei dizer ao que sabia. Sem qualquer doce adicionado, aquilo estava para o intragável.

Evidentemente, comi eu a papa. E comerei nos próximos dias.

Para elas um pequeno-almoço decente: iogurte natural com puré de fruta para a Maria e bolo de alfarroba sem açúcar com leite de soja para a Lara.

Para o resto da farinha de aveia vou ter que adicionar puré de tâmaras ou de outra fruta para adoçar de alguma forma. Assim é complexo até para mim.

Sex | 03.11.17

Como estava a chover pintámos os vidros da janela da cozinha

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E foi mesmo muito giro!

Vi esta atividade neste canal de youtube que sigo assiduamente e pareceu-me logo fantástica para fazer cá em casa.

A atividade consiste em pintar nos vidros das janelas e depois limpar tudo.
Portanto, perfeito para quem não tem quintal ou varanda e tem uma menina de 3 anos sempre cheia de vontade de fazer coisas novas e divertidas.

Aproveitámos um dia de fim de semana em que o tempo estava mais nublado e tirámos parte da tarde para desenhar nos vidros da janela da cozinha.

Usámos vários pincéis pequenos que tinha em casa (da altura em que eu e o Milton tínhamos por hobby pintar telas) e tintas laváveis que comprámos na Prenatal.

Usei uma caixa de ovos de plástico (daquelas do frigorífico) para dividir as tintas e acompanhei a Lara numa sessão criativa na janela da cozinha.

Desenhámos flores, letras, árvores e, mais para o fim, a Lara envolveu-se mais na pintura com os dedos e com as mãos e no desenho abstrato. E eu deixei que ela explorasse as tintas à sua maneira e como lhe aprouvesse.

Quando se fartou de pintar, limpámos as duas o vidro com toda a facilidade, apenas com água. As tintas saíram lindamente.

Para a Maria acho que talvez seja um pouco cedo mas, a partir dos 2 anos, é uma atividade muito gira para fazer dentro de casa.

Para além de ser uma atividade que explora a criatividade das crianças, também tem a envolvente da limpeza, que trabalha  de responsabilidade, entreajuda e arrumação.

Experimentem aí em casa.

 

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Qui | 02.11.17

Presentes de Natal para os miúdos #1

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Como mãe de duas meninas, e como criança que já fui (e ainda sou, as vezes) abro aqui uma rúbrica de Natal, com sugestões de presentes para crianças e bebés.

A minha primeira sugestão é algo que tive em criança (e adorei) e que tenho a certeza que qualquer criança, a prtir dos 2 ou 3 anos ia adorar.

Quadros.


De preferência daqueles multifuncionais que têm ardósia de um lado e são brancos do outro.

A Lara sempre se interessou por letras e já está quase a escrever o nome à mão. Nós incentivámos inicialmente, mas o resto é mesmo interesse e esforço dela.

Tem vários brinquedos com letras: letras de tecido, letras magnéticas, puzzles com letras e está sempre a pedir para brincar com o scrabble dos pais.

Ela gosta mesmo de letras. Já números não aprecia tanto e só muito recentemente começou a contar até 10.

Por isso um quadro grande é um ótimo presente para uma criança, a partir dos 3 anos. É um presente que estimula a criatividade, é divertido e também pode ser muito didático. E acaba por ser, também, uma excelente forma dos pais brincarem com os filhos.

E, quando existem irmãos é o ideal porque cada um fica com um lado do quadro.

Este da vertbaudet é muito completo e vem com vários acessórios. Para o Natal é um excelente investimento porque é um produto de qualidade que pode durar vários anos sem perder a utilidade ou o interesse para a criança.


Clicar na imagem abaixo para ver detalhes e preço.

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