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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Ter | 31.10.17

As crianças têm sempre razão

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Ontem  a minha filha mais velha, de 3 anos e meio, passou o dia a fazer birras.

Choramingava por isto ou por aquilo, aborrecia a irmã mais nova, quando saímos de casa não andava direita, sentava-se no chão, pedia colo a toda a hora e o mais comum de tudo: fazia constantemente o contrário do que lhe dizíamos para fazer e desafiava-nos a toda a hora.

Confesso que perdi a paciência várias vezes, principalmente quando estávamos fora de casa. Falei mais vezes do que gostaria de uma forma mais brusca (embora sem gritar) e só ao final do dia me sentei com ela no sofá a perguntar o que se passava e porque é que ela tinha passado o dia tão aborrecida.

E ali estivemos a ler histórias, no sofá, até a Lara ir dormir. Abracei-a, dei-lhe muitos beijinhos e disse que gostava muito dela, como faço várias vezes por dia.

Depois de conversar com o Milton sobre o que se tinha passado, chegámos à conclusão que existiu um episódio de manhã que tinha deixado a Lara aborrecida.

Ela sentou-se à mesa e eu tinha-lhe dito que ia preparar a papa dela. Vi que o Milton já estava a preparar as papas das miúdas e, ao ver a Maria a berrar ao meu lado a pedir papa, comecei a dar a papa à Maria. A Lara ficou triste.

Era uma questão de segundos até o Milton lhe ir dar a papa dela mas eu tinha dito que ia dar-lhe a papa. Julgo que foi isto que causou as chamadas de atenção da Lara durante o dia todo. Ela teve razão. Eu, nas pressas de atender quem parecia estar mais necessitado, e sem querer, desconsiderei as suas expetativas.

Na altura não pensei que estava a magoar a minha filha de alguma forma, o que me ocorreu é que a Maria já estava a berrar e a Lara não estava e que se desse a papa à Lara primeiro a Maria ia gritar ainda mais… Enfim, questões e mais questões.

De qualquer forma não me estou a sentir culpada. Conversei com a Lara sobre isso, expliquei-lhe as minhas razões e pedi-lhe desculpa. Os pais e as mães não acertam sempre, nem é suposto. Mas amam sempre os seus filhos.

O que me faltou aqui foi uma compreensão melhor do que tinha acontecido para agir em conformidade logo. Assim, talvez a Lara tivesse feito menos birras.

Isto para dizer que há sempre qualquer coisa que despoleta as birras das crianças. Não serão birras gratuitas e sem razão, por mais que pareçam. E é natural que nem sempre os pais consigam perceber o que é que se passou. Às vezes são coisas muito pequeninas, que nos passam despercebidas mas que, na mente das crianças, são coisas grandes e que lhes ferem os sentimentos.

Julgo que, se agirmos sempre (que conseguirmos) com empatia pela criança e com amor, as coisas correm melhor.

Não estou a falar de agir com permissividade porque com certeza não é permitido estar deitada no chão da rua, ou aborrecer a irmã ou correr em sítios perigosos, mas explicar com calma porque é que é melhor comportarmo-nos de certa forma e quais as consequências dos nossos comportamentos.

Já à noite, mesmo antes de deitar, tudo correu melhor. A Lara recusou-se a arrumar os brinquedos e eu expliquei-lhe que eu ainda tinha muito que fazer e que se tivesse que arrumar os brinquedos dela já não lhe teria tempo para ler histórias antes de dormir. A Lara arrumou os brinquedos da sala e ainda foi arrumar os brinquedos que a Maria desarrumou no quarto. E lemos as histórias e tudo decorreu sem birras e sem chatices.

A maior parte das vezes a resposta está em nós. E nós podemos não estar à altura algumas vezes. É humano e não nos devemos forçar demasiado a ser perfeitos. Creio que basta amarmos os nossos filhos e fazermos um esforço consciente para sermos os melhores pais que pudermos ser.

Seg | 30.10.17

Devia ter comprado isto

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Com as minhas duas filhas, usei sempre canguru, que me foi emprestado para cada uma das minhas filhas por duas amigas diferentes (o último até foi oferecido e usei até a Maria ter 1 ano).

Para além do canguru, usavamos o carrinho de bebé com o ovo e, mais tarde, o mesmo carrinho já adaptado para bebés mais crescidos.

Confesso que não sou adepta do carrinho. Por um lado é bom porque permite que os miúdos durmam a sesta confortavelmente enquanto estamos a passear, a fazer compras, etc. Por outro, se for para andar na rua, tenho muito receio de andar de carrinho em Ponta Delgada.


O que se passa é que as ruas em Ponta Delgada são muito estreitas e, não raramente, existem carros estacionados no passeio, o que obriga os carrinhos a andarem no meio da estrada. A mim faz-me muita confusão não poder andar sempre com o carrinho de bebé no passeio por isso sou completamente adepta de Porta- bebés, principalmente se for para andar a passear pela cidade. 

A Maria e a Lara, quando eram mais pequeninas, chegavam a dormir belas sestas no canguru. Quando a Maria tinha 3 meses passámos uns dias nas Furnas e passei a maior parte do tempo com ela no canguru e correu lindamente.

A questão é que o canguru só dá para bebés pequenos e, até aos 3 anos, ainda pode ser muito útil ter Porta-bebés.

É por isso que, para quem tem bebés pequenos ou está para ter, aconselho vivamente a comprar um Porta- bebés que dão para usar desde o nascimento até aos 3 anos (ou mais dependendo do peso da criança).

É um investimento mas para viagens, férias, passeios em geral, não há nada melhor que os transportar junto a nós. A não ser que vivam numa cidade com passeios espaçosos e onde não seja comum estacionar em cima do passeio. 

Neste momento, com a Maria quase a andar e com o tempo a ficar cada vez mais chuvoso, já não me compensa comprar um mas, se soubesse o que sei hoje, teria investido num logo quando a Lara era bebé. 

Deixo-vos o exemplo de um que me pareceu muito bom. Conheço a marca e gosto muito. O porta-bebés é extremamente versátil, dá para usar em várias posições diferentes de frente e de costas e parece super confortável para o bebé e para os pais.


Para ver preço e todos os detalhes clicar na imagem.

Dom | 29.10.17

Caril de Legumes, a receita vegan desta semana

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Há algum tempo que decidimos introduzir pratos vegan na nossa alimentação. E, pelo menos duas vezes por semana, fazemos refeições vegetarianas e, se possível, completamente vegan (sem qualquer produto de origem animal).

Como não gosto especialmente de carne não tenho problema nenhum em fazer este tipo de alimentação mas confesso que falta-me a imaginação para cozinhar sem carne ou peixe. Por isso, decidimos experimentar receitas novas regularmente para fazermos uma seleção das melhores para as incluirmos nas nossas refeições regularmente.


Esta semana fizémos caril Caril de Legumes e ficou delicioso (por isso partilho aqui). Ficou mesmo muito bom e dá para toda a família, até a Maria, de 15 meses pode comer.

E o melhor é que é super rápido e fácil de fazer. Até a Lara ajudou. Separei todos os ingredientes em caixinhas e ela foi colocando no Wok e mexendo devagar. 

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Segue a receita de Caril de Legumes

Ingredientes

4 colheres de sopa de azeite
2 dentes de alho picados
1 cebola picada
1/2 chávena de pimentos verdes
1/2 chávena de pimentos vermelhos
1 chávena de cogumelos (usei de lata porque era o que tinha em casa)
1 chávena de espinafres descongelados
2 chávenas de bróculos
1 chávena de cenoura ralada grossamente
1 lata de leite de côco
1 colher de chá de sal 
2 colheres de sopa de caril
1 colher de sopa de gengibre em pó

Levar ao lume, num Wok ou tacho, o azeite, o alho e  a cebola, durante uns minutos, até a cebola ficar mole.

Depois é só juntar todos os ingredientes e ir cozinhando (mexendo sempre) até os legumes ficaram cozidos. Leva cerca de 20 minutos.


Acompanhei com arroz branco (vaporizado), mas deve focar ainda melhor com arroz basmati.

Bom apetite!

 

 

Sab | 28.10.17

5 ideias para entreter um bebé de 15 meses

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Fruto do tempo, da idade e da creche, a Maria tem apanhado umas "ites" que nos fizeram ficar em casa durante as últimas duas semanas.

 

Felizmente a Maria é uma bem disposta (apesar da personalidade forte) e está a entrar numa fase muito engraçada, em que só quer é folia e brincadeira. Por isso, apesar de não poder sair de casa e estar a tomar medicamentos, está sempre bem disposta e cheia de genica.

 

A questão é entretê-la durante o dia todo, numa casa sem espaço exterior.

A Maria dorme uma sesta de uma a duas horas logo depois do almoço e, no restante tempo, para além de brincar com ela, ler-lhe imensos livros, dançar com ela a ouvir música, entre outras coisas que fazemos as duas, preciso que se entretenha sozinha enquanto faço coisas que tenho que fazer como tomar banho e preparar as refeições.

Claro que por vezes a coloco a ver desenhos animados (que não são exatamente desenhos animados, são mais vídeos musicais para crianças) mas é algo que tento evitar.

Eis então algumas ideias de brincadeiras que utilizo em casa e que entretêm a Maria durante alguns minutos. Deixo a Maria perto de mim, a brincar, enquanto vou fazendo o que tenho a fazer e ela está entretida. Convém estar sempre de olho nela, para não começar a comer papel, por exemplo.


- Balde das molas
É um clássico cá em casa e, imagino, em todas as casas. Entretem-se com as molas montes de tempo. Claro que em 5 minutos tenho as molas todas espalhadas no chão mas faz parte. :P

- Uma caixa de papel cheia de pequenos objetos (não tão pequenos que sejam perigosos)
Geralmente uso uma embalagem qualquer e coloco lá dentro pequenos brinquedos como animais de plástico, cubos de borracha, peças grandes de Lego e a Maria diverte-se a tirar as coisas da caixa e a voltar a colocar.

- Caixas de chá e respetivas saquetas
Convém ser daquelas saquetas de plástico, difíceis de abrir para bebés,
Ela fica um bom bocado a tirar as saquetas e a colocá-las de volta.

- Muitos livros.
A Maria entretém-se muito a ver livros sozinha e quantos mais melhor. Ela fica a apontar as figuras dos animais e a fazer o som deles. É muito engraçado de ver e ouvir.

- Copos de plástico ou formas
Basicamente qualquer conjunto de objetos que possam ser encaixados uns nos outros. Uso muito forminhas de gelados e copos de plástico coloridos. Funciona sempre.

Se tiverem mais ideias, é partilhar por favor. 

Sex | 27.10.17

Como compro roupa para as miúdas sem gastar muito dinheiro

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Por acaso (e modéstia à parte) acho que faço isso muito bem.

A Lara, de 3 anos e meio, teve muita roupa emprestada e não precisei de comprar quase nada. Tinha ainda, muita roupa que me iam oferecendo.

Com a Maria, tenho muita roupa da Lara e alguma emprestada, e pouca coisa preciso de comprar. Mas, quando preciso de comprar, aproveito sempre saldos e promoções. 

Grande parte dos sapatos da Lara são comprados em promoção e compro de vez vários números. Como são ténis que ela usa de verão e inverno, não tenho qualquer problema com os tamanhos.

Se forem sandálias ou botas, já convem comprar quando é para usar e aqui pode ser mais difícil encontrar promoção (mas vale a pena tentar).

No verão, como a Maria foi para a creche mais cedo do que estava planeado, tive necessidade de lhe comprar roupinhas mais práticas e fáceis de vestir e despir. Então comprei-lhe vários conjuntinhos de algodão de tops e calções. Ela fica uma boneca com aquelas roupinhas, o algodão é de boa qualidade, a roupa é confortável e prática e o preço inacreditável.

Procuro sempre online as coisas de que preciso para tentar encontrar "bons negócios". Existe muita variedade e a qualidade é bastante boa (pelo menos das lojas que conheço). Para as miúdas compro quase sempre online: super cómodo e simples.

Este conjuntinho abaixo é um dos que a Maria tem. Tem outros exatamente iguais mas com cores e padrões diferentes.

Com umas sandálias giras (ou nada se o bebé ainda não andar) e ficam umas coisas fofas.

 

Clicar na imagem para ver detalhes e preço.

Qui | 26.10.17

3 coisas que enervam MUITO uma mãe

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1- Quando a nossa filha que tem estado doente e irritadiça finalmente adormece e, de repente, sem que nada o pudesse prever, alguém começa a apitar descontroladamente o carro na rua.
Começo logo a ver tudo vermelho. 


2- Quando a nossa filha de um ano já não quer mais comida e, sem que tenhamos tempo de reação, manda a tigela pelo ar e dá-nos (às duas) um banho de sopa.

3- Quando essa mesma querida de um aninho está aborrecida e, no nosso colo de costas para nó, resolve mandar a cabeça para trás, desferindo-nos um golpe no queixo que quase nos deixa KO.



 

 

Qua | 25.10.17

Como é criar filhos nos Açores?

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Vivo nos Açores, em Ponta Delgada, há mais de 7 anos. As minhas filhas nasceram aqui.  Antes, vivia em Lisboa e adorava.

Só posso falar sobre a minha experiência a educar crianças nos Açores porque é a única que conheço.

Educar crianças nos Açores é bom, é fácil e agradável por vários motivos.

1- Aqui tudo é pertinho: escolas, centros médicos, jardins, parques, praia, piscinas, as casas dos amigos, o local de trabalho.
Por ser tudo tão perto, ganhamos imenso tempo e passamos mais tempo com as miúdas.


2- Apesar de não termos espaço exterior em casa, basta andar uns metros para ter à disposição um enorme jardim. Noutra direção temos piscinas naturais, mais jardins, parques infantis. E temos amigos com jardim, ou varandas grandes ou quintais que nos convidam para churrascos, para jardinar ou para apanhar sol. :D

3 – As pessoas são boas, humanas, amigas. Não digo que também não o sejam numa cidade grande mas aqui são muito familiares. Sinto que as minhas filhas são bastante acarinhadas pelas pessoas em geral, não só os meus amigos mas também as pessoas que trabalham na escolinha delas e até os pais dos outros meninos.
Aqui, os colegas de trabalho transformam-se em amigos próximos e os amigos próximos valem-nos tanto como família. Isso é, sem dúvida, o melhor que encontro nos Açores.

4 – A natureza maravilhosa que encontramos nos Açores, que nos permite tomar banhos de piscina de água quente em qualquer altura do ano, rodeados por paisagens fantásticas. Ainda este ano estivemos os quatro a divertir-nos numa piscina de águas termais, quentinhas, durante imenso tempo. A única parte complicada era tirar as miúdas da água.

5 – O fato de vivermos num sítio com poucas pessoas faz com que as pessoas se tornem nossas conhecidas e muito mais próximas. Relações médico/paciente, professora/aluno e outras, acabam por se tornar muito mais próximas do que se vivessemos numa cidade grande onde só nos encontramos em contexto profissional.

6 – Por enquanto ainda temos acesso a zonas de lazer lindíssimas, sem o incómodo de estarem apinhadas de gente. É um verdadeiro luxo termos acesso a lugares tão bonitos e bem conservados de forma completamente gratuita.

7- Apesar de vivermos numa cidade pequena, existe uma oferta cultural cada vez maior e mais diversificada. Ainda este ano perdi a conta ao número de festivais de música que existiram. E alguns são bastante vocacionados para famílias com crianças pequenas. É maravilhoso! A isto chamo verdadeira qualidade de vida.

8 – O facto é que viver nos Açores nos dá a sensação de estarmos permanentemente de férias. É impossível habituarmo-nos a tanta beleza e deixarmos de reparar nela. Não acontece. Não há dia em que não me sinta deslumbrada com a proximidade do mar e com a beleza dos caminhos que percorro quando saio um pouco da cidade. Cada canto da ilha tem um encanto diferente, uma beleza mais peculiar e espantosa, um toque mágico que nos deixa maravilhados mesmo que já o tenhamos visto 1000 vezes.

Claro que nem tudo são rosas e nem tudo é perfeito. Existem pormenores menos interessantes como existem em todo o lado mas o saldo é francamente muito positivo e dificilmente gostaria de criar as minhas filhas noutro sítio que não este.

Seg | 23.10.17

Não tenho nada para vestir!!!!!

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Sabem aquela sensação de olharem para o roupeiro e não terem nada para vestir?
Estou nessa fase.
Ontem, retirei das caixas a roupa de inverno e reparei que não tinha nada de jeito para vestir. De modo que estou a sentir uma vontade maluca de renovar o guarda roupa todo.

Bom… não vai ser possível renovar tudo assim de repente por isso vou começar por partes.

Primeiro tenho que ver tudo o que tenho. Depois tenho mesmo que deitar fora tudo o que não estiver prestável. Há sempre tanta coisa que já nem para pano serve que insisto em conservar nem sei bem porquê.

Também tenho que me livrar daquelas peças que comprei e nunca usei porque nem a meninas de 5 anos servem. Aquelas peças  xxs que por algum ataque de otimismo achei que me iria servir nos próximos meses e que, na verdade não irá servir porque não só é muito estreito como muito curto  e deveria ter bebido no dia em que me lembrei de comprar aquilo.

De modo que tenho que desbravar aquela roupa toda e deixar apenas o essencial, o que está em bom estado e aquilo de que gosto mesmo.

Depois têm que entrar peças novas.

Estas peças têm que ter 3 características essenciais:

- Têm que ser bonitas.
Tem que ser algo com que me sinta bem e que goste de usar por ser esteticamente bonito. Estou numa fase em que me está a apetecer estar bem, mais bonita. Não sei bem porquê mas tem sido algo que está cada vez mais presente. É algo para mim mesma. Sinto que não tenho tido muito tempo para mim, para tratar do aspeto, do cabelo, da roupa e quero mudar isso. Pode ser já nesta estação.

- Têm que ser simples e confortáveis.
Quero investir muito mais no visual mas continuo a optar pela simplicidade. Algo de uma ou duas peças é o suficiente. E tem que ser confortável. Algo com que conseguisse correr, saltar e fazer ginástica acrobática. Vestidos de malha são o que melhor se enquadra nestas “exigências”.

- Têm que ter boa qualidade
Não gosto de andar sempre a comprar roupa e não ligo a tendências de moda. Não digo que elas não me atinjam de vez em quando mas não é algo que eu procure ativamente.
Olho para uma peça, sinto se gosto dela ou não e é isso que me interessa sempre. Por isso, prefiro comprar peças simples e intemporais que possa usar hoje, daqui a um ano e, se possível daqui a 10 anos.

Sendo assim, logo depois de fazer uma limpeza na minha roupa de outono/ inverno vou investir nos meus vestidos preferidos de sempre: os vestidos Desigual.

Adoro e conheço bem. São tudo de bom e tudo aquilo que procuro em vestidos.
Tenho alguns tão velhinhos e tão usados que só terei coragem de me livrar deles quando encontrar substitutos equivalentes.

Deixo aqui os meus preferidos. Só preciso de saber por qual optar.

Aceito uma ajudinha: qual preferem?

Clicar nas imagens para ver preços e detalhes dos vestidos.


Qui | 19.10.17

Mudei muito

No essencial, naquilo que creio ser mesmo a minha essência, sinto-me a mesma pessoa que era com 16 anos (ou mesmo antes).

Os meus interesses e crenças não mudaram grande coisa. O que tem mudado muito é a forma como faço as coisas, a forma como faço a gestão da minha vida e das minhas emoções.

Ganhei novas responsabilidade com os anos, ganhei novas vontades e também a necessidade de ser mais organizada e minimalista emocionalmente. Deixei de ter espaço para uma série de emoções como por exemplo: a revolta, a ofensa, o constrangimento, a vergonha, o medo, a insegurança, a culpa, entre outros.
Claro que estes sentimentos ainda existem, mas aparecem muito menos vezes e são substituídos por outros que me têm sido mais uteís e agradáveis como a tolerância e a empatia.

Tenho praticado no último ano e em todas as situações que posso, a tolerância e a empatia, principalmente nas situações em que é mais difícil fazê-lo. Tenho praticado a empatia quando alguém é injusto comigo, ou abusivo ou menos interessante de alguma forma. Isso tem-me ajudado a perceber que quase nada do que nos dizem é pessoal, que ninguém quer verdadeiramente ofender-nos ou prejudicar-nos (a maior parte das vezes é assim, haverá exceções). As pessoas estão perdidas, estão agastadas, não conseguem fazer melhor do que fazem e o mais acertado que fazemos é não levar a mal algumas atitudes.

Quando estou aborrecida não é raro falar um pouco mais bruscamente com alguém. Não está certo, eu sei, mas às vezes, perante situações urgentes, não consigo fazer melhor e arrependo-me logo de seguida. Quando sou menos "afável" não quero de maneira nenhuma ofender ou magoar ninguém. Muito pelo contrário. E é a pensar nisso e na forma como me comporto quando estou mais nervosa que desculpo mentalmente as pessoas se elas têm comportamentos menos simpáticos comigo.

É um esforço fazer isto inicialmente mas, com o tempo, torna-se um hábito que vai influenciar em muito o nosso bem estar e a nossa vida em geral.

O que quero dizer com isto é que não devemos alimentar em nós emoções negativas por causa do comportamento dos outros, não que devemos aceitar certos comportamentos passivamente.

Por exemplo, se somos mal atendidos num serviço que solicitamos, temos a obrigação social de reclamar e exigir um bom serviço. Reclamar com educação e primeiramente com quem nos está a prestar o serviço. Se a pessoa não compreender e aceitar, então passar a reclamar de uma forma mais "oficial".

Acredito que é isso que fará de nós pessoas melhores e mais capazes de contribuir para uma sociedade mais justa.

Acredito que devemos deixar de nos queixar e ofender tanto, para agir mais friamente quando temos que agir.

Por exemplo, se somos mal atendidos num serviço público (ou privado), em vez de nos irmos queixar para casa e remoer em sentimentos de injustiça, devemos com toda a calma, falar com a pessoa que nos atendeu e indicar-lhe que o seu atendimento foi inaceitável e que espera que exista um esforço de melhoria. Creio que se o fizermos com calma e serenidade o efeito é gigante e dificilmente a pessoa não repensará as suas atitudes.


Imaginem que mandaram um papel para o chão por comodidade (espero mesmo que ninguém ainda faça isto) e alguém vos aborda com toda a calma e vos diz que isso não é muito fixe, que prejudica o ambiente, que uma criança pode apanhar e por na boca, que se todos fizessem isso o mundo era uma lixeira e que até dá multa (espero que dê). Que por hoje não vos iam denunciar mas esperavam que não se voltasse a repetir.


Bom... comigo isto resultava. Mesmo.

Nesta parte das reclamações tenho que me esforçar muito mais. Neste momento ainda estou a trabalhar a empatia, mas terei que me esforçar por ser mais assertiva nas situações menos positivas. 

É isto hoje.

Qua | 18.10.17

Sabiam que a La Redoute vendia vestidos de noiva?

 

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Eu não fazia ideia, até me cruzar com esta realidade, num dia destes (não que andasse à procura de vestidos de noiva).

Estive a espreitar os vários vestidos de noiva que têm e gostei bastante. Acho até que, se me casasse, poderia ser muito bem com um destes vestidos.

São simples, bonitos e com um preço bastante razoável (agora que estão com desconto estão com valores entre os 55 e os 85 euros).

Por acaso acho mesmo que um casamento pode ser lindíssimo com um vestido simples, a família, bons amigos e um lugar bonito para fazer uma receção acolhedora e deliciosa, sem grandes aparatos ou gastos.

Para ver os preços e detalhes dos vestidos, clicar em cima das imagens.

Qua | 18.10.17

Almendrados da Purpurina (com apenas 3 ingredientes)

 

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Comprei um pacote de açúcar de coco e resolvi experimentar com uns bolinhos que adoro e que nunca tinha feito: almendrados.

Sempre comprei almendrados em pastelarias e nunca me ocorreu fazer em casa. Pensei que para serem tão bons seriam certamente difíceis de fazer e nem sequer ponderei tentar. Até agora.

Pesquisei uma receita e adaptei-a ao meu gosto e aos ingredientes que queria usar, neste caso o açúcar de coco.

O que posso dizer é que é muito mais fácil de fazer do que imaginava e que, minutos depois de colocar os almendrados no forno, toda a casa ficou inundada por um cheiro delicioso a caramelo.

De facto o cheiro do açúcar de coco é delicioso e o sabor também. É um pouco diferente do açúcar normal mas uma delícia. Faz-me lembrar um pouco o açúcar mascavado, aquele mesmo castanho e melado.

O resultado ficou bastante bom mas para a próxima vou fazer os almendrados um pouco menores e deixar ainda menos tempo no forno (deixei 16 minutos). E sou capaz de reduzir no açúcar embora isso seja uma questão de gosto pessoal. Eu já não estou habituada a coisas muito doces. provavelmente a receita estará no ponto para quem gosta de doces "normais".


Segue receitinha de Almendrados da Purpurina (hehehehehe)

Rendeu cerca de 25 almendrados do tamanho da palma da minha mão. Para a próxima faço-os mais pequenos e deve render ainda mais.

 

Ingredientes

600 g de amêndoas com pele
4 claras
250 g de açúcar de coco

Pré-aquecer o forno a 180ºC.

Reservar cerca de 25 amêndoas inteiras para decorar os almendrados.

Picar as restantes amêndoas com metade do açúcar até ficarem em farinha (fazer em partes para não danificar o picador).

Bater as claras em castelo e, sem parar de bater, adicionar o restante açúcar, aos poucos. Bater por mais alguns minutos até o açúcar ficar bem misturado.

Misturar as claras batidas às amêndoas picadas e com a ajuda de uma colher, colocar montinhos da mistura no tabuleiro, forrado com papel vegetal.

Decorar cada almendrado com uma amêndoa no topo e levar ao forno, por cerca de 10 a 15 minutos.

Ao retirar do forno podem parecer, mas depois de frias endurecem um pouco.

 

Bom apetite!

 

Podem encontrar a receita original aqui.

 

Ter | 17.10.17

15 meses de Maria

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A Maria tem 15 meses, está entre um ano e um ano e meio, aquela idade em que ainda é bebé mas começa, muito rapidamente, a deixar de ser.

Parece-me que é nesta idade que a quero pegar ainda mais no colo, dar-lhe mais beijos, fazer-lhe festinhas naquele cabelinho curtinho e castanho, apertar-lhe aquelas bochechas boas uma data de vezes (agora que ainda posso fazer isso porque ela vai deixando).

Com 15 meses a Maria surpreende-me todos os dias (não estou sempre a dizer isto?).

- Começou há uns dias a por-se de pé sozinha e eu achei um espanto (com 15 meses a Lara já andava sozinha há 4 meses mas mesmo assim acho um espanto que a Maria o faça). Ela coloca-se de pé e fica a olhar para nós com um ar de triunfo. Sempre muito cuidadosa, sempre a medir bem o equilíbrio. Quando sente que vai perder o equilíbrio, senta-se de rabo, com toda a segurança e cuidado.

- Diz tudo. 
Bom... não diz frases de 4 palavras nem chega ao pé de mim a dizer que lhe apetece pão com marmelada. Mas repete tudo o que dizemos e algumas coisas com uma pronúncia quase perfeita como "peixe" por exemplo. Ou Lara. Ou Maria, pão, cão, pai... essas coisas.

- Ela diz: laranja, então, adeus, banana, macaco, gato, cão, ABC, três, quatro, pão, papa, caca, cocó, chichi, sapo, água, dá cá, "já tá". Quando bebe água e não lhe apete mais diz: "Já tá.".

- Faz perguntas simples como: "O pai?", "O pão?"

- Imita vários animais e aponta-os dizendo o nome deles ou o som que fazem nos livros.

- Em casa só come sopa em creme, esparguete e pão, mas na escola já come o segundo prato muito bem. Não faço ideia do que se passa mas sempre que tento dar-lhe algo mais consistente, cospe. E já tentei inteiro, muito cortadinho e médio....

- É muito gulosa. Sempre que nos vê a comer um bolo (o que acontece raramente e normalmente fora de casa) começa a pedir (e a gritar se o pedido não for atendido). Doces, não lhe damos. Já provou gelado e gostou muito. Mas ainda acho muito cedo para lhe dar açúcar por isso o que fazemos é não comer, de todo, doces. Só nos faz bem.

- Continua uma menina muito séria. Claro que já sabemos o que a faz rir mas não é fácil. Tem sempre um ar sério e concentrado, por vezes atravessado por um sorriso meio sarcástico (será isso possível?).

- Chora sempre para dormir. Já nem sei se alguma vez dormiu sem chorar (com certeza que aconteceu). Às vezes são só uns segundos mas é sempre a refilar que adormece, por mais sonolenta que esteja.

- Come muito bem e sem stresses, mesmo quando está doentinha (tem tendência para as bronquiolites, como o pai com a mesma idade).

- Aprendeu a beber por palhinha e agora é sempre assim que bebe água.

- Gosta muito de livros, tal como a irmã com a mesma idade e é capaz de nos pedir para ver uns 10 seguidos. Também fica atenta a ouvir uma história pequena.

- Se não souber bem identificar um animal, normalmente diz que é um cão ou que faz "Ió" como o burro (vai-se lá saber porquê!).

- Gosta de desenhos animados mas só de músicas. Se não for "musical" aborrece-se logo.

- Adora a irmã e brincar à apanhada com ela. Olha para ela e começa a fugir muito depressa (de mão dada connosco) para a Lara vir atrás dela. É de rir. Muito.
Quando a vamos buscar à creche, os olhos da Maria brilham quando vê a Lara. Se a Lara está connosco nem nos liga.
Apesar deste amor todo, não gosta nada que a Lara a abrace ou tente pegar ao colo. Começa logo a reclamar e a gritar.

- Consigo deixar as duas sozinhas mais ou menos descansada porque se a Maria se sentir incomodada de alguma forma, por exemplo quando a Lara começa a por os pés na cabeça da Maria (sem perigo, devagar, mas a chatear) a Maria começa logo a barafustar, a afastar a Lara e a berrar.

- Quando estamos as duas sozinhas, está sempre a perguntar pelo pai e pela Lara.

- Por outro lado, sempre que me ausento da sala, mesmo que esteja com o pai, começa a chorar por deixar de me ver (acho que é normal com esta idade).

- Gosta de estar na creche tanto como a irmã e creio que já tem as suas pessoas preferidas. Já salta para o colo e abraça as auxiliares. 

- Canta muito, principalmente a música do autocarro e o cavalinho.

- Dança quase sempre que ouve música. É uma foliona.

- Gosta de brincar com bonecas (ao contrário da irmã). Gosta de penteá-las, de as colocar no carrinho de bebé e de fingir que está a tratar delas. 

- Constroi torres de 4 cubos, daqueles maleáveis de borracha. 

- Gosta de legos, principalmente destruir as construções, de molas da roupa, das pulseiras de plástico da irmã e de animais de plástico.

- Rabisca imenso, naqueles quadros magnéticos.

- Dá beijinhos a pedido e acha imensa piada a isso. :)

Assim, de repente, e para não vos dar uma grande seca, é isso. Está uma fofa muito sabichona e refilona. É pesadona e boa de agarrar. 

Ultimamente está sempre a tagarelar e parece sempre muito atenta ao que dizemos. Gosto de pensar que não é nenhuma atleta mas é uma rapariga muito ponderada e inteligente (sim, porque com 15 meses já dá para ver isso tudo hehehehe).


 

Seg | 16.10.17

O brinquedo preferido das minhas filhas

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Este texto podia ter como título: "Em que brinquedos uma minimalista não se importa de gastar dinheiro?"

Passo a explicar para quem aqui veio parar agora: sou adepta do minimalismo em tudo, casa, móveis, decoração, objetos pessoais, brinquedos, roupa, sapatos...

Raramente compro brinquedos para as minhas filhas. A maior parte dos brinquedos que têm foram-lhes oferecidos por amigos e familiares no Natal e nos aniversários.

Todavia, eu e o pai, decidimos que lhes compraríamos no Natal ou no aniversário algo melhor, mais caro e mais resistente, em vez de lhes irmos comprando várias coisas ao longo do ano.

Não lhes compramos nada quando vamos às compras e e não temos o costume de aparecer com brinquedos em casa (já aconteceu mas muito poucas vezes). 

Esta é a nossa forma de estar mas evidentemente nada temos contra quem faz as coisas de forma diferente (longe de nós). Para a nossa família é isto que tem funcionado bem. E, ainda assim, temos imensos brinquedos (alguns arrumados para irmos trocando de vez em quando).

Esta conversa toda para dizer que, uma das coisas que oferecemos à Lara num aniversário foi uma cozinha de madeira. Custou umas boas dezenas de euros, é verdade, mas revelou-se um bom investimento.

Os miúdos gostam muito de tudo o que reproduza as tarefas dos pais e gostam ainda mais de abrir e fechar gavetas, de abrir e fechar armários, de tirar tudo para fora e voltar a arrumar. Não sei bem porquê, mas é garantido que gostam de fazer estas coisas.

Achámos que 2 anos era uma boa idade para oferecer uma cozinha de brincar à Lara. Parece que acertámos porque ela, efetivamente, adorou e até hoje, com 3 anos e meio, brinca muito ali.

Não esperávamos é que, com 15 meses, a Maria também brincasse imenso com a cozinha. Eu acho impressionante, na verdade!

A miúda é capaz de ficar ali uns bons 20 minutos a brincar com a cozinha e com os utensílios de cozinha. No outro dia fui dar com ela a fingir que estava a comer com uma colher e um prato de plástico.

Se calhar é normal mas com 15 meses achei maravilhoso! Provavelmente a Lara era igual, só que já não me lembro (tenho que reler os posts mais antigos que também é para isso que este blogue serve).

Também foi com a ajuda da cozinha que a Maria se começou a por de pé (mais uma vantagem).

E, depois, ficam ali as duas a brincar, ao mesmo tempo, muito entretidas e atarefadas e eu a achar tudo delicioso!

É por tudo isto que a cozinha de brincar é um dos melhores investimentos em brinquedos que nós fizemos. E, com a experiência da Maria, vejo que a partir de um ano de idade eles já acham imensa piada às cozinhas (se bem que a idade recomendada para brincar nas cozinha é a partir de 3 anos).

Compramos a nossa na Amazon, Espanha (www.amazon.es) porque não encontramos nada de que gostassemos em lojas, nem online, mas agora a vertbaudet tem uma linha de brinquedos muito gira com cozinhas fantásticas.

Quando comprámos a nossa ainda não tinha senão tinha comprado uma destas abaixo (a  primeira provavelmente).


Vejam lá se não são lindas!



Se quiserem ver mais detalhes como o preço, é só clicarem em cada imagem.

Queria deixar mais algumas considerações sobre as cozinhas que vos podem ajudar a optar, caso queiram comprar uma.

Para mim, uma cozinha de brincar tem que ter algumas características essenciais:

 

1- Tem que ser resistente para durar bastante tempo e em boas condições; 

2- Tem que ser didática e representar o melhor possível a realidade (acho que assim tem muito mais piada para eles);

3- Tem que ser bonita. Sendo um brinquedo tão grande convém estar em harmonia com o resto do quarto, que se quer sempre bonito e aconchegante.

 

4- Tem que ter portas e gavetas em número considerável porque os miúdos adoram e sempre serve de arrumação também.

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 Cá está a Maria toda entretida numa das suas atividades preferidas. :)

Sex | 13.10.17

O que é que tenho dentro da minha mala?

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Nisto das malas minha gente, mulher mais tipica que eu não há.

O que quer dizer que tenho tudo dentro da minha mala. Mas tudo é tudo, tudinho, tudo mesmo.

Ora bem, podia dizer que isso é porque sou uma mulher precavida, que precisa de saber que tem à mão qualquer coisa que seja necessário e tal. Mas não. A verdade é que tenho a mala cheia de tralha.

Sabem aquela tralha que se vai acumulando e, quando vamos dar por isso, não temos espaço nenhum na mala entre papéis, pacotes de lenços a meio e todo o tipo de brinquedos de bebé?

De modo que, na minha mala, de útil, temos o seguinte: carteira, telemóvel, chaves de casa, pacotes de lenços de papel, bloco de notas pequeno, esferográfica, batom para o cieiro, eventualmente óculos de sol, eventualmente uma bolsinha com produtos de higiene básica. 

Para achar cada um destes itens recorro à velha técnica de palpação (conhecem não conhecem?) onde descortino aquilo de que preciso no meio de um mar de recibos, papéis vários, bilhetes de minibus antigos, pacotes de lenços a meio, livros de criança, chuchas, babetes, sapinhos, patinhos e bichinhos de borracha em geral.

Tenho, definitivamente, que fazer um destralhanço às malas (e mochila) e tornar-me mais minimalista também neste campo.

A ver se consigo colocar tudo o que preciso numa mala destas aqui em baixo (a minha está velha como tudo e estou a precisar de renovar). 

Um dos sítios onde gosto de comprar malas é na sportzone, onde têm malas giras e informais ao mesmo tempo, e sempre a preços bastante simpáticos (o que, nos dias que correm é sempre uma mais valia muito grande).


Deixo-vos algumas de que gosto muito. Uma delas não chega a custar 12 euros.

 

Às outras são à volta de 20 euros, umas para os 25, outras para os 18 e estão em promoção neste momento (é aproveitar).

 

Clicar nas imagens para ver os preços de cada mala.


Qua | 11.10.17

Elas adoram estas sopas!

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Na verdade são cremes de legumes e não sopas. Faço cremes porque dão menos trabalho e porque as miúdas gostam mais. Os da Lara levam sempre com croutons que ela nunca dispensa.

Elas gostam mais de uns cremes do que de outros mas há três que não falham. A Maria chega a comer com tal voracidade que parece que lhe estamos a dar as melhores papas do mundo, consola a ver.

Geralmente o nosso jantar é sempre uma sopa de legumes e uma peça de fruta da época.

Seguem as receitas (que são muito simples e semelhantes entre si, só mudam os ingredientes). É uma dose familiar para 3 dias= 12 doses individuais.


Creme de abóbora menina e couve-flor 

2 cebolas grandes
1 curgete
1 abóbora menina
1 ramo grande de couve flor (coloco a olho)
1 colher de sopa rasa de sal dos himalaias
2 colheres de sopa rasas de azeite

Coloco tudo a cozer numa panela de pressão, cheia de água só até cobrir os legumes.
Coloco o sal e deixo cozer (o tempo é variável, vou sempre vendo com um garfo quando é que os legumes estão cozidos.
Depois de cozidos, desligo o fogão, coloco o azeite e desfaço tudo com a varinha mágica.


Creme de espinafres

2 cebolas grandes
2 curgetes médios
4 cenouras grandes
500 g de espinafres congelados
1 ramo grande de couve flor (coloco a olho)
1 colher de sopa rasa de sal dos himalaias
3 colheres de sopa rasas de azeite

Coloco tudo a cozer numa panela de pressão, cheia de água só até cobrir os legumes.
Coloco o sal e deixo cozer (o tempo é variável, vou sempre vendo com um garfo quando é que os legumes estão cozidos.
Depois de cozidos, desligo o fogão, coloco o azeite e desfaço tudo com a varinha mágica.


Creme de bróculos

2 cebolas grandes
1 batata doce grande
2 cenouras médias
600g de bróculos (por vezes uso congelados)
1 colher de sopa rasa de sal dos himalaias
3 colheres de sopa rasas de azeite

Coloco tudo a cozer numa panela de pressão, cheia de água só até cobrir os legumes.
Coloco o sal e deixo cozer (o tempo é variável, vou sempre vendo com um garfo quando é que os legumes estão cozidos.
Depois de cozidos, desligo o fogão, coloco o azeite e desfaço tudo com a varinha mágica.

Bom apetite!

Ter | 10.10.17

A biblioteca voltou a abrir aos sábados! Viva!!!!!

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Chegou outubro e, com outubro o horário de inverno da biblioteca pública de Ponta Delgada.

Eu já andava a ressacar imenso com o facto de nunca mais ter ido à biblioteca. Com o horário de verão, em que a biblioteca fecha ao sábado e às 17h00 nos dias de semana, era completamente impossível ir lá. Muito menos com as miúdas.

Agora, com os dias de chuva, nada melhor que ir até à biblioteca ao sábado à tarde, explorar os livros e fazer os jogos giros e didáticos que estão disponíveis na zona infantil.

Tenho mesmo contado os dias para poder ir lá com a Maria, que está numa fase em que se interessa bastante por livros e já fica atenta a ouvir uma história até ao fim.

No verão temo-nos entretido com os livros da Lara, muitos de páginas grossas, que dão perfeitamente para a Maria.

Coloquei todos os livros de bebé numa caixa de papel, que coloco à disposição da Maria para ela explorar como lhe apetecer.

Como já lhe li a maior parte desses livros, ela já agarra neles e diz o nome das figuras que vê. É tão giro vê-la assim a crescer e a dizer mais coisa de dia para dia!  Apesar de ser a segunda filha a surpresa e o orgulho são tão grandes como se fosse a primeira vez.

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Seg | 09.10.17

Recortes dos nossos dias

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Hoje, quando estavamos a sair de casa de um casal de amigos, o nosso amigo tinha a Maria ao colo e a determinada altura dissemos à Lara que a Maria ficaria na casa dos nossos amigos naquela noite (ou durante uns dias, não sei).

 

A Lara voltou imediatamente para trás, aflita e disse que não, que a Maria tinha que vir connosco para casa.

 

Eu perguntei porquê, já que têm tido tantos desentendimentos.

 

 Ela, com um ar mesmo aflito disse: "Porque eu gosto dela."

 

E havia tanta verdade no olhar da Lara.

 

E tanto amor! 

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