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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Sex | 29.09.17

Bacalhau à Brás Doce

 

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Experimentamos fazer este Bacalhau à Brás mais pela nossa filha de um ano, que anda a experimentar outros pratos agora e come tudo muito picadinho. Acabámos por nos render todos a este prato delicioso e saudável.

Esta tornou-se uma das minhas receitas preferidas de bacalhau. Fica um pouco doce por causa da cenoura mas eu ainda gosto mais por isso. O contraste com o bacalhau resulta muito bem. As miúdas adoram, principalmente a mais pequena, que começou agora a provar estes sabores.


Bacalhau à Brás Doce

 

500 g de bacalhau cozido desfiado
2 batatas doces médias
3 cenouras
1 cebola
2 dentes de alho
azeite qb sal qb
4 ovos
salsa picada q.b

 

Numa caçarola grande alourar a celola picada com os dentes de alho, no azeite. Juntas a batata e a cenoura, raladas, e saltear até ficarem molinhas.

Juntar o bacalhau e envolver bem. Juntar, logo de seguida, os ovos e envolver bem durante uns minutos, até os ovos ficarem bem cozinhados.

Salpicar com salsa picada.

 

Dicas:

Também podem juntar rodelas de azeitonas pretas, junto com a salsa. Podem acompanhar com uma salada verde.

Bom apetite

 

Experimentamos fazer este Bacalhau à Brás mais pela nossa filha de um ano, que anda a experimentar outros pratos agora e come tudo muito picadinho. Acabámos por nos render todos a este prato delicioso e saudável.

Esta tornou-se uma das minhas receitas preferidas de bacalhau. Fica um pouco doce por causa da cenoura mas eu ainda gosto mais por isso. O contraste com o bacalhau resulta muito bem. As miúdas adoram, principalmente a mais pequena, que começou agora a provar estes sabores.

Bacalhau à Brás Doce

 

500 g de bacalhau cozido desfiado
2 batatas doces médias
3 cenouras
1 cebola
2 dentes de alho
azeite qb sal qb
4 ovos
salsa picada q.b

 

Numa caçarola grande alourar a celola picada com os dentes de alho, no azeite. Juntas a batata e a cenoura, raladas, e saltear até ficarem molinhas.

Juntar o bacalhau e envolver bem. Juntar, logo de seguida, os ovos e envolver bem durante uns minutos, até os ovos ficarem bem cozinhados.

Salpicar com salsa picada.

 

Dicas:

Também podem juntar rodelas de azeitonas pretas, junto com a salsa. Podem acompanhar com uma salada verde.

Bom apetite.

Experimentamos fazer este Bacalhau à Brás mais pela nossa filha de um ano, que anda a experimentar outros pratos agora e come tudo muito picadinho. Acabámos por nos render todos a este prato delicioso e saudável.

 

Esta tornou-se uma das minhas receitas preferidas de bacalhau. Fica um pouco doce por causa da cenoura mas eu ainda gosto mais por isso. O contraste com o bacalhau resulta muito bem. As miúdas adoram, principalmente a mais pequena, que começou agora a provar estes sabores.

Bacalhau à Brás Doce

 

500 g de bacalhau cozido desfiado
2 batatas doces médias
3 cenouras
1 cebola
2 dentes de alho
azeite qb sal qb
4 ovos
salsa picada q.b

 

Numa caçarola grande alourar a celola picada com os dentes de alho, no azeite. Juntas a batata e a cenoura, raladas, e saltear até ficarem molinhas.

Juntar o bacalhau e envolver bem. Juntar, logo de seguida, os ovos e envolver bem durante uns minutos, até os ovos ficarem bem cozinhados.

Salpicar com salsa picada.

 

Dicas:

Também podem juntar rodelas de azeitonas pretas, junto com a salsa. Podem acompanhar com uma salada verde.

Bom apetite.

 

Experimentamos fazer este Bacalhau à Brás mais pela nossa filha de um ano, que anda a experimentar outros pratos agora e come tudo muito picadinho. Acabámos por nos render todos a este prato delicioso e saudável.

Esta tornou-se uma das minhas receitas preferidas de bacalhau. Fica um pouco doce por causa da cenoura mas eu ainda gosto mais por isso. O contraste com o bacalhau resulta muito bem. As miúdas adoram, principalmente a mais pequena, que começou agora a provar estes sabores.

Bacalhau à Brás Doce

 

500 g de bacalhau cozido desfiado
2 batatas doces médias
3 cenouras
1 cebola
2 dentes de alho
azeite qb sal qb
4 ovos
salsa picada q.b

 

Numa caçarola grande alourar a celola picada com os dentes de alho, no azeite. Juntas a batata e a cenoura, raladas, e saltear até ficarem molinhas.

Juntar o bacalhau e envolver bem. Juntar, logo de seguida, os ovos e envolver bem durante uns minutos, até os ovos ficarem bem cozinhados.

Salpicar com salsa picada.

 

Dicas:

Também podem juntar rodelas de azeitonas pretas, junto com a salsa. Podem acompanhar com uma salada verde.

Bom apetite.

 

Experimentamos fazer este Bacalhau à Brás mais pela nossa filha de um ano, que anda a experimentar outros pratos agora e come tudo muito picadinho. Acabámos por nos render todos a este prato delicioso e saudável.

Esta tornou-se uma das minhas receitas preferidas de bacalhau. Fica um pouco doce por causa da cenoura mas eu ainda gosto mais por isso. O contraste com o bacalhau resulta muito bem. As miúdas adoram, principalmente a mais pequena, que começou agora a provar estes sabores.

Bacalhau à Brás Doce

 

500 g de bacalhau cozido desfiado
2 batatas doces médias
3 cenouras
1 cebola
2 dentes de alho
azeite qb sal qb
4 ovos
salsa picada q.b

 

Numa caçarola grande alourar a celola picada com os dentes de alho, no azeite. Juntas a batata e a cenoura, raladas, e saltear até ficarem molinhas.

Juntar o bacalhau e envolver bem. Juntar, logo de seguida, os ovos e envolver bem durante uns minutos, até os ovos ficarem bem cozinhados.

Salpicar com salsa picada.

 

Dicas:

Também podem juntar rodelas de azeitonas pretas, junto com a salsa. Podem acompanhar com uma salada verde.

Bom apetite.

 

Experimentamos fazer este Bacalhau à Brás mais pela nossa filha de um ano, que anda a experimentar outros pratos agora e come tudo muito picadinho. Acabámos por nos render todos a este prato delicioso e saudável.

Esta tornou-se uma das minhas receitas preferidas de bacalhau. Fica um pouco doce por causa da cenoura mas eu ainda gosto mais por isso. O contraste com o bacalhau resulta muito bem. As miúdas adoram, principalmente a mais pequena, que começou agora a provar estes sabores.

Bacalhau à Brás Doce

 

500 g de bacalhau cozido desfiado
2 batatas doces médias
3 cenouras
1 cebola
2 dentes de alho
azeite qb sal qb
4 ovos
salsa picada q.b

 

Numa caçarola grande alourar a celola picada com os dentes de alho, no azeite. Juntas a batata e a cenoura, raladas, e saltear até ficarem molinhas.

Juntar o bacalhau e envolver bem. Juntar, logo de seguida, os ovos e envolver bem durante uns minutos, até os ovos ficarem bem cozinhados.

Salpicar com salsa picada.

 

Dicas:

Também podem juntar rodelas de azeitonas pretas, junto com a salsa. Podem acompanhar com uma salada verde.

Bom apetite.

 

Qui | 28.09.17

Amor de irmã

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Ontem, eu e o Milton fomos buscar as miúdas à escola e pegámos na Lara primeiro.


Quando chegámos ao pé da Maria, que estava ao colo de uma auxiliar, ela começou logo a rir e a esbracejar toda feliz.

E adivinhem quem é que ela começou logo a chamar?

A Lara pois claro. 


Era vê-la a rir com os olhos brilhantes de felicidade e a dizer: “Lara!” repetidamente.


Qual mamã e papá. A Lara é que é fixe.

 

Qui | 28.09.17

Como a Maria resolve os seus problemas

A Maria, com quase 15 meses, tem uma forma peculiar de contornar a realidade que não lhe apraz.

Percebemos a sua técnica no fim de semana passado quando fomos passear nas Portas do Mar, ao fim da tarde. A determinada altura encontrámos uma coleguinha da escola dela, com os pais.

Naturalmente parámos a conversar um bocadinho e a mãe da coleguinha, que sempre foi muito querida e simpática com a Maria, começou a falar com ela.

E a Maria o que fez?

a) Riu-se e pôs-se a tagarelar, como uma bebé simpática.
b) Assustou-se e começou a berrar.
c) Fechou os olhos com muita força com esperança que as pessoas deixassem de estar ali.

Pois, quando a coisa não lhe está a convir, ela fecha os olhos e espera que passe.

Desatámos todos a rir, enquanto a Lara lhe dava uns safanões para ver se ela abria os olhos.

Depois disso começámos a ver a mesma atitude em diversas situações. Sempre que não está muito satisfeita com a realidade, fecha os olhos. :D

Bom… sempre é melhor que pôr-se a berrar ou a espernear.

Seg | 25.09.17

A minha filha de 3 anos já sabe escrever

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Ontem, antes de dormir, a Lara estava a brincar com as letras do Scrabble. Ela ia pedindo para escrevermos palavras e eu ia-lhe dando as letras certas para as palavras que ela queria escrever: pai, avó, mão, Carla, Maria. Eu ia-lhe dando as letras e ia dizendo qual a ordem certa, claro.

De repente ela disse que ia escrever Lara. E escreveu. Quando fomos ver tinha escrito Lara com as letras do scrabble.


Pronto, ela já viu Lara escrito muitas vezes e com certeza decorou mas fiquei muito impressionada na mesma.


Foi a primeira vez que vi a minha filha a juntar letras sozinha e a formar uma palavra com sentido.


Estou orgulhosa! 

Sex | 22.09.17

Vestidos intrigantes #1

vestido.jpg

 

Às vezes dou por mim a pesquisar roupinhas e vestidos diferentes. Diferentes do que eu vestiria normalmente.

É um exercício que me diverte. Podia dar-me para ver a casa dos segredos, ou para intrometer-me na vida alheia, ou até para fazer tricot (que sempre era uma coisa mais útil) mas não, dá-me para observar vestidos por aí, por essa Internet fora. Às vezes também vejo casas, fotografias artísticas e vídeos humorísticos. E vejo roupas.

Vai daí apercebi-me que os folhos estão na moda. Folhos nas mangas.

Sim, já toda a gente deve saber disso e já toda a gente deve ter alguma peça de roupa com este intrigante detalhe.

Encontrei estes dois vestidos (parecendo que não são dois vestidos diferentes) e até os achei interessantes. Não digo que os comprasse para mim assim de imediato mas… quem sabe?

O preço é bastante apelativo, o corte também me parece bem e são suficientemente informais para terem a minha simpatia.

Depois começo a pensar em engomar as mangas e… bom, talvez não seja tão complicado assim.

Alguém por aí tem uma vestimenta de mangas “à boca de sino”?



Clicar nas imagens para ver preço e detalhes.

Qua | 20.09.17

A pensar no Natal #1

tenda de brincar.png

 

Por aqui já estamos a pensar nos presentes de Natal e já decidimos o que vamos comprar para as miúdas: uma tenda.

Depois de muito cogitar no assunto acho que, na fase em que estão (1 e 3 anos), vão apreciar um cantinho amoroso, cheio de almofadinhas e tesouros, onde possam estar a brincar, a ler e a relaxar. Uma espécie de cantinho “mais privado” para passarem tempo sozinhas ou uma com a outra.

Ainda me lembro de ser criança e adorar fazer tendas com mantas e cobertores e ficar lá escondida a brincar. Aquela sensação de conforto e segurança era única.

De modo que já mandámos vir uma tendinha para as miúdas. Depois é colocar luzes, almofadinhas e um cantinho com livros. :D

Estou entusiasmadíssima. :D Agora tenho que me controlar para não a encher de folhinhos e coisas cor de rosa. hehehehe

 

Abaixo duas tendinhas amorosas para verem do quem estou a falar. :D
O que acham? Alguém que já tenha uma e queira dar opinião? 

 

Clicar nas imagens para ver preços e detalhes.

 

Seg | 18.09.17

Maria, a safadinha

Fomos até à Quinta dos Açores beber um café e comer um geladinho de chocolate com queijo de São Jorge.

A Maria estava na sua cadeirinha de bebé, com um xilofone de madeira à frente, toda contente a tocar e a "cantar" a roda do autocarro à sua maneira.

Na mesa ao lado estava um casal com dois filhos, sendo que o mais novinho, com uns 3 anos, estava a olhar para a Maria a tocar xilofone.

E não é que a miúda, com os seus 15 meses, começou a exibir-se e a sorrir para o miúdo?!

Fartámo-nos de rir porque, na verdade, nunca tinhamos visto nada assim. Ainda por cima a Maria não é conhecida pelos seus modos simpáticos e sorridentes.

Ela estava, literalmente, a fazer-se de engraçada para o menino.

E ficou nisto, a tocar, a abanar as perninhas e a rir imenso, sempre a olhar para o menino (que era bem bonito, por acaso).

Até que chegaram uns amigos nossos e ela, estranhando, começou a chorar e a berrar. :P


Ter | 12.09.17

Mousse de chocolate sem açúcar com apenas 3 ingredientes

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2 abacates
2 colheres de sopa (rasas) de mel
2 colheres de sopa (bem cheias) de cacao

Misturar tudo com liquidificador ou varinha mágica (usei varinha mágica) até ficar com a consistência de mousse.

Ficou uma maravilha! Um espanto de tão boa que estava.

Posso-vos dizer que foi a primeira vez que consegui usar o abacate, com sucesso, numa receita.

Nota: Por causa do mel, será melhor dar apenas a crianças a partir dos 2 anos  ou de acordo com indicações do médico assistemnte ou pediatra.

 

Dom | 10.09.17

Como fazer uma pausa no trabalho

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99% das pessoas vai até à varanda, com vista sobre o mar, e aproveita para conversar um bocadinho enquanto apanha sol, ar fresco e se deleita com a vista maravilhosa.

Eu, mantenho-me na sala, coloco os headfones e oiço esta música de Leonard Cohen em repeat tentando descortinar a letra e a profundidade daquela voz. E perco-me por ali, como se andasse por um labirinto mágico de sombras azuis, durante um bocado.

Depois volto à realidade.

Ps: Também adoro apanhar sol à varanda. Mas neste dia a música apanhou-me primeiro.

Sab | 09.09.17

Fiz um questionário à minha filha de 3 anos

perguntas Lara 3 anos.jpg

Encontrei aqui, no blogue de uma amiga, um desafio que me pareceu muito giro para fazer com a Lara.

É um conjunto de perguntas cujas respostas prometem ser, no mínimo, engraçadas. :D

Verifiquem. :D



Qual é o teu nome?

- Lara

 

Quantos anos tens?

- 3

 

Quando fazes anos?

- Não sei

 

Qual o nome da mãe?

- Carla

 

Qual o nome do pai?

- Milton

 

Quantos anos tem a mãe?

- Não sei!

 

Quantos anos tem o pai?

- Não sei.

 

Qual a tua cor preferida?

- Cor de rosa e amarelo.

 

Qual a tua comida preferida?

- Sopa

ahahahahah Sure.

 

O que gostas de ver na TV?

- Hmmmm A Luna e o Pocoyo.

 

Qual a tua música preferida?

- A música da Luna.

 

Qual o teu animal preferido?

- Girafa.

 

Tens medo do quê?

- Não sei.

 

Onde mais gostas de ir?

- Para o jardim perto da nossa casa e para o jardim António Borges.

 

O que queres ser quando fores grande?

- Quero brincar com os meus brinquedos.

 

Quem é a tua melhor amiga?

- A Maria.

 

E o teu melhor amigo?

- O pai.

 

A mãe é gorda ou magra?

- Gorda (???!!!!!!)

 

Alta ou baixa?

- Baixa.

 

O que a mãe gosta de comer?

- Não sei… sopa.

 

Quantos kg ela tem?

- Não sei.

 

Qual o presente que gostavas de dar à mãe?

- Uma prenda com um ursinho.

 

De quem é que a mãe gosta muito?

- Da Maria e da Lara.

 

O que é uma mãe?

- Não sei.

 

O que a mãe gosta de fazer?

- Não sei.

 


Concluo com este questionário que a Lara não sabe algumas coisas mas sabe, com certeza, aquilo que é mesmo importante. :D

E que cá em casa a especialidade é sopa. Parece que é o prato preferido de, pelo menos, 50% dos habitantes.

Sex | 08.09.17

10 atividades para fazer com crianças nas férias #1

 

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- Brincar com água de todas as formas possíveis e imaginárias.
 
Aproveitar o quintal, as piscinas e a praia para fazer todas as brincadeiras com água que não é tão prático fazer dentro de casa. Trazer as banheiras das bonecas, os bacios e os biberões para fazer a festa do chichi e dos banhos.

- Observar, conviver e brincar com animais. 
Durante as nossas férias em Santa Maria, fizemos uma amiguinha de 4 patas, a gatinha Manteiga, de um vizinho, pequenina e meiguinha, foi a mascote da Lara e do Henrique durante as férias. Eles brincavam com ela agitando um pauzinho no chão, que ela perseguia e mordiscava. 
A Maria, por ser alérgica a gatos, teve que se abster das festinhas mas também se divertiu a observar as brincadeiras da gatinha.

- Desenhar e pintar com os dedos.
Ainda na linha das brincadeiras com água, aproveitar os espaços exteriores para fazer um bocadinho mais de estardalhaço e pintar com os dedos e com as mãos.

- Fazer bolos e bolachinhas. 
As crianças adoram ajudar na cozinha e, a partir dos 3 anos, já podem e sabem dar uma ajuda enquanto se divertem.

- Aprender a boiar e, se possível, a nadar.
A Lara andou sempre de colete, claro, mas já se move muito á vontade na água (mesmo sem pé) e deita-se na água muito divertida.

- Esconder objetos.
Esta é uma brincadeira que a nossa amiga, com quem passámos férias, aplicou aos miúdos, com muito sucesso. A ideia era a mesma de brincar “às escondidas” mas com um objeto. Foi giro e manteve-os intrigados e entretidos durante um bom tempo.

- Livros de autocolantes. 
Não falha. Eles adoram.

- Artes com colagens e manuseamento de vários materiais.
Comprei no Jumbo, por cerca de 3 euros, um kit de artes com uma data de coisas: cartão colorido, uma tesoura, cola com purpurina, autocolantes de vários formatos, fios coloridos e maleáveis, olhos de plástico, bolinhas de pom-pom, etc. Escusado será dizer que a Lara amou. E eu também. Fizémos insetos e outros bichos, canecas, quadros com colagens que estão a decorar o quarto dela, e tudo o que nos lembrámos de fazer. Ainda tenho algum desse material guardado  mas já o utilizámos montes de vezes para brincar.

- Fazer desenhos "à vista". 
Coloco um objeto (ou vários) em cima de uma caixa e a Lara tenta desenhá-lo.
É muito giro ver o resultado que é como uma interpretação dela do que está a ver.
Começo por formas simples como objetos geométricos coloridos, frascos e letras.

- Ver concertos na televisão e dançar. 
Eu danço com a Maria ao colo e a Lara dança ao nosso lado. Ao mesmo tempo, vou vendo um concerto de uma banda que goste muito. 
De todas as atividades com crianças que me lembro de ter feito alguma vez, esta é, sem dúvida, a minha preferida. :D

 

Qui | 07.09.17

Vestidos que podiam habitar o roupeiro da Purpurina #1

 

 

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Coloquei Purpurina no título só porque sim, porque me pareceu... bonito, brilhante, glamoroso. Eu sei lá!

O facto bem real é que sou uma rapariga simples, sem grande paciência para se arranjar muito mas que, bem no fundo, gosta muito de "coisas de mulheres".

Eu gosto de roupa e de sapatos, gosto de unhas e lábios vermelhos, gosto de malas (pronto, mais mochilas) e gosto, sobretudo, de tudo o que tenha purpurinas e seja brilhante. Gosto mesmo. E nisto sou como os peixes: gosto de ver coisas brilhantes. Era capaz de ficar longos minutos só a observar uma mala cheia de purpurinas ou uma gargantilha cheia de brilhantes.

O que se passa é que gosto ainda mais de outras coisas como viagens, livros, cinema, conversas e, claro... música.

Mas gosto muito de coisinhas como vestidos. E, tendo muita paciência para isso (que é como quem diz, se tivesse uma daquelas damas de companhia que nos vestem e nos penteiam e maquilham, como no tempo das rainhas) tinha muito prazer em andar toda bonitinha e arranjada.

Sendo que a minha realidade não é essa, arranjo-me só de vez em quando.

E nesses raros momentos em que a loucura me atinge gosto de usar vestidos que considero especialmente bonitos. E para os considerar especialmente bonitos têm que tem qualquer coisa de especial ou diferente (o corte, uma assimetria, uma rendinha ou qualquer outro detalhe peculiar), um "je ne sais quoi" que o faz destacar-se de todos os outros.

Como estes aqui abaixo.

E aqui inicio já uma rúbrica nova: "Vestidos que podiam habitar o roupeiro da Purpurina", onde vou colocando vestidos giros que vou encontrando por aí.

 

Digam lá se estes vestidos não são maravilhosos?

(Clicar nas imagens para ver preços e tamanhos disponíveis.)

Qui | 07.09.17

Felicidade dos filhos: o que podemos fazer?

Felicidade dos filhos

 

As escolhas dos pais têm relevância na felicidade dos filhos?

 

Se pudéssemos escolher a personalidade dos nossos filhos certamente que, entre todas as características que poderíamos desejar para eles, estariam a calma, serenidade, a capacidade de relativizar e agir com moderação e inteligência emocional.

 

 

Creio que todos concordamos que uma pessoa calma, ponderada e otimista tem mais hipóteses de ser feliz e bem sucedida do que uma pessoa que possua características inversas a estas.

 

 

Os nossos filhos têm uma personalidade própria que será pouco (ou nada) alterável ao longo da vida. No entanto, há qualquer coisa que podemos fazer por eles no sentido de lhes mostrar uma forma positiva e eficiente de reagir à vida e aos acontecimentos que não podemos controlar.

 

 

Nós podemos dar-lhes o exemplo. Está nas nossas mãos ser aquilo que queremos que eles sejam no futuro. Se queremos contribuir para a felicidade dos filhos, temos que fazer por ser pessoas felizes.

 

Com certeza já deram por vós a repetir atitudes que costumavam ver nos vossos pais. Atitudes boas e outras menos interessantes. Na verdade, até nas coisas que mais criticamos nos nossos pais, somos, muitas vezes, parecidos com eles. Isso é normal e seria pouco provável que não acontecesse.

 

 

Nós aprendemos tudo por imitação. Em crianças, absorvemos tudo o que vemos e, mais tarde, vamos repetir de forma instintiva esses comportamentos.

 

Claro que uma pessoa naturalmente calma e ponderada dificilmente perderá as estribeiras perante qualquer situação mais complexa.

 

Já uma pessoa impulsiva, que tenha sido criada num ambiente de stress e gritos, provavelmente será uma pessoa que reage a imprevistos de uma forma mais nervosa e zangada.

 

Ou não.

 

Podemos escolher controlar-nos. 

Podemos escolher modificar o nosso comportamento. 

 

Podemos escolher, de forma consciente, dar um bom exemplo aos nossos filhos.

 

Ainda no outro dia a Lara me disse que eu estava sempre zangada. Fiquei a pensar nisso e percebi que era verdade. Não que estivesse zangada mas, depois de passar mais de duas semanas com as duas miúdas, com a Maria numa fase muito desafiante, e com o cansaço e o stress de não conseguir fazer tudo o que gostaria, acabo por andar mais impaciente, por falar mais alto, por andar de cara fechada mais vezes.

 

Eu não quero que a minha filha me veja como uma pessoa que está zangada a toda a hora. Eu não quero, sobretudo, que as minhas filhas sejam pessoas zangadas e mal dispostas.

 

 

É por isso que não posso deixar que as minhas emoções se descontrolem sem eu dar por isso.

 

É muito importante estarmos verdadeiramente conscientes do que se passa na nossa cabeça e na cabeça dos nossos filhos. Não o conseguimos fazer sempre mas é importante faze-lo sempre que possível.

 

Se dou por mim a sentir-me zangada tenho que controlar-me e parar para pensar na melhor solução para o problema sem que, para isso, tenha que me apoquentar muito.

 

Fazer isso beneficia-me a mim e à minha saúde mais do que a qualquer outra pessoa. No entanto, foi depois de ser mãe que comecei mesmo a praticar isto. Foi depois de ser mãe que fiz um esforço maior e mais consciente para me tornar uma pessoa melhor e mais feliz.

 

Com este processo aprendi que pensar em mim e tratar de mim é essencial para ter condições de ser uma mãe melhor. E se formos mães melhores, contribuiremos mais para a felicidade dos nossos filhos.

 

É um desafio diário e constante mas é, sem dúvida, o mais compensador dos desafios.

Qua | 06.09.17

Danoninho de pêssego com apenas 2 ingredientes

Já tinha lido sobre estes “danoninhos saudáveis”, em blogues e grupos de Facebook sobre alimentação de crianças, e fiquei logo com vontade de experimentar.

Primeiro porque são saudáveis, depois porque são mesmo muito fáceis de fazer e, finalmente, porque queria encontrar alternativas para os lanches e snacks das miúdas, principalmente da Maria, que ainda não come muito bem alimentos mais consistentes.


Finalmente experimentei. Fiz com batata doce cozida e pêssegos frescos já que estamos na época deles e são uma fruta que adoro.

E ficou muito bom! Elas adoraram, principalmente a Maria.

A consistência é perfeita e o sabor bem docinho.


Segue a receita de danoninhos caseiros (se bem que isto vai mais ou menos a olho).

- uma batata doce cozida, sem pele, e em pedaços (de tamanho médio);
- 2 pêssegos grandes, de preferência bem maduros e docinhos;

Escorre-se bem a batata  e coloca-se num recipiente com os pêssegos cortados em pedaços.

Tritura-se tudo com a varinha mágica até ficar com uma consistência cremosa.

Fácil, não é? Assim de repente, nem me consigo lembrar de nada mais fácil de fazer.

Deu-me para 4 doses (2 para a Lara e 2 para a Maria).


Uso estes danoninhos para o lanche, sobretudo quando vamos passear.


Dá-me a sensação que é muito saciante porque, muitas vezes, depois de os comerem, as miúdas mostram-se satisfeitas e não precisam de comer mais nada até ao jantar.



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Qua | 06.09.17

As férias de Santa Maria em 20 fotografias

Aqui ficam 22 fotos das nossas férias que não retratam (nem de longe nem de perto) o que foram aqueles dias.

Por outro lado, as minhas habilidades de fotógrafa são o que se vê pelo que deixo aqui o melhor que se arranja de fotos das férias. :D

 

Ao lado de casa tinhamos umas maravilhosas piscinas naturais, completamente gratuitas.
Havia uma piscina para crianças e uma para "crescidos". Passei muito tempo nas duas e, a meio das férias, a Lara passou a frequentar a de "crescidos" também.

Na piscina de crescidos passei algum tempo a ver os muitos peixinhos que por ali andavam. Ficava tão entretida que desconfio que fiquei algumas vezes "sem pé", sem dar por isso. :) 


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A viagem de barco foi uma experiência muito boa. Esperava algo diferente.

O facto é que o barco tem condições excelentes: bancos confortáveis (nós escolhemos bancos à volta de uma mesa); um bar com comida bem razoável e a bom preço; um espaço para crianças muito giro, cheio de colchões e brinquedos fixes.
As viagens decorreram sem sobressaltos de maior.
O menos interessante foi o facto de, se o mar estava mais mexido, não conseguirmos andar pelo barco sem cambalear (quase caí algumas vezes).
Já na viagem para cá, o comprimido que tomei para o enjoo deu-me uma "moca" tão grande que praticamente "desmaiei de sono".

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Uma das melhores coisas destas férias foi saber que estamos a criar memórias boas e únicas nas nossas crianças. Ver os miúdos a conviver e a passar tanto tempo juntos foi mesmo muito bom.

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Conhecemos uma vizinha de 4 patas, a Manteiga, que nos brindou com a sua companhia ocasional durante as férias todas.

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Fiz coisas que nunca tinha feito antes como ver estrelas do mar e búzios no seu habitat natural e comer peixe acabado de pescar por "alguém da casa" (Obrigada Monteiro!). :) 

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O mestre. 

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Também comemos a sopa de peixe da Aida, mesmo ali ao lado de casa (tudo o que interessava estava ao lado de casa). Boa mas boa.

E fizemos um jantar de lapas, feitas em casa. Fantásticas!


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As vistas da casa.

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Milton a refletir nos assuntos.

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Tirámos um dia para conhecer a praia Formosa (falei dela aqui). A melhor de todas. :D

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Ter | 05.09.17

Ser mãe também é isto #1

Não ter tempo para tomar banho ou sequer pentear o cabelo.

Então, prende-se o cabelo como se pode, repuxando ao máximo à frente e prendendo atrás de uma forma mais ou menos criativa, mais ou menos despenteada, e fingir que o efeito foi propositado.

E fazer o mesmo com o cabelo da nossa filha mais velha (a que tem cabelo suficiente para isso) e achar que ela está lindíssima. Só que não. :D

E fazer disto uma espécie de forma de estar ao fim de semana e nas férias. E sentirmo-nos lindamente com isso. :P

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Dom | 03.09.17

Explorar o "fundo do mar" com crianças pequenas

Uma das coisas mais giras que fizemos em Santa Maria foi "passear no calhau", que é como quem diz, passeiar nas rochas, no mar, quando a maré está vazia e a água nos chega apenas aos joelhos.

Fomos com o nosso amigo que conhece bem aquele "terreno", porque sozinha nunca me colocaria ali. Acho que iria pensar que ia encontrar fundões, piranhas, peixes que mordem... eu sei lá.

Assim, fomos com quem sabe e foi uma experiência muito interessante!

Vimos os "meus preferidos" caranguejos eremitas, búzios, caranguejos, vários peixinhos, anémonas (uma espécie de arbustos vivos que se encolhem se lhes tocamos), e estrelas do mar de um vermelho vivo lindo. Encontrámos várias e segurámos algumas, voltando a colocá-las no mar, sem causar qualquer dano.

Foi tão giro! A Lara pegou nas estrelas com toda a curiosidade e acredito que gostou muito da experiência. Ela e o amiguinho de 4 anos também gostavam imenso de encontrar conchas de búzio com "bichinhos". Eram eles e eu. :D

De todas as coisas que fizemos em Santa Maria, as vezes em que andámos a explorar as rochas e os bichinhos foram das minhas atividades preferidas.

Fizeram-me lembrar a minha infância, quando ficava horas no quintal, a observar insetos e plantas. Só que aqui era no meio aquático, com os pés molhados, a caminhar em cima de um chão que parecia uma carpete de musgo de veludo fofinho.

Espero que esta atividade se torne um clássico de verão. :D

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