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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Seg | 31.07.17

Como é a Maria com um aninho

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A Maria, aos 12 meses, é a menina mais fofa e refilona que se pode imaginar.

Andar não é com ela. Gatinhar também não. A não ser na aranha. Na aranha, faz maratonas inteiras (sempre connosco a vigiar).

Fala bastante: mamã, papá, papa, cocó, caca, bebé, cão, pato, olá, adeus, pé, não, já tá, dá, toma, banana, macaco... Basicamente, ela imita tudo o que tiver uma pronúncia simples e fá-lo praticamente na perfeição.

Achamos que canta, porque entoa ritmos com a voz e fá-los também a bater com as mãos em objetos. Diz: “ta ta tatata” e bate com as mãozinhas ao mesmo ritmo.

Não é muito sociável nem ri muito.  A não ser com a Lara que é a pessoa que mais gargalhadas lhe arranca. A seguir sou eu, quando lhe faço cócegas na barriga e nas perninhas.

Quando fazemos palhaçadas para ela se rir, no máximo brinda-nos com um meio sorriso condescendente, que lhe dá um ar de menina crescida muito cómico. Sai toda ao seu pai.

Em geral ela come muito bem, mas sólidos ainda não é com ela. Só mesmo pão e bolachas.
Já tentámos dar-lhe arroz, carne e batata esmagada mas ela acaba por vomitar tudo o que comeu antes por isso deixámos de insistir.

A dormir é fantástica. É deitar no berço e pronto. Dorme uma sesta de manhã e uma ou duas à tarde e a noite toda. Acorda é antes das 7 horas da manhã. Todos os dias. Mas acorda bem disposta e a tagarelar.

Também dorme muito bem na praia, numa pequena tenda que levamos para ela e para a Lara.

Para além de bater palmas e dizer adeus, manda beijinhos com a mão.


Brincadeiras preferidas:

Tirar e voltar a colocar objetos dentro de caixas;

Abrir e fechar gavetas e armários;

Perseguir a Lara na aranha;

Gosta de brinquedos eletrónicos com luzes e sons;

Gosta imenso de alimentos com velcro (daqueles que se cortam com uma faca de plástico);

 

Supostamente tem o mesmo percentil da Lara com a idade dela mas veste roupa que a Lara vestia com 2 anos e meio.

Não é tão dramática e expressiva como a Lara mas é muito refilona. Se a Lara lhe tira um brinquedo ela bate-lhe logo com a mão. Eu própria já levei umas bolachas numa ocasião ou outra em que estava mais desprevenida.

Quando tem cocó grita até chamar a nossa atenção para lhe mudarmos a fralda. Não me lembro da Lara ser assim.

Quando não fazemos o que quer, grita altíssimo. Nem é chorar ou fazer birra, é mesmo gritar.

Quando os pais saem de perto ou está numa situação desconfortável (quando vê alguém que não conhece ou é colocada num sítio para onde não quer ir), deita-se para a frente, com a testa no chão e começa a chorar de uma forma muito cómica. É um chorinho agudo muito característico que, por ser tão cómico, até dá para rir.

Gosta muito de tomar banhinho e ainda mais se for com a irmã, com quem adora ficar na brincadeira na água. Já praia não é com ela. Nem água nem areia.  Sempre que a tentámos colocar na areaia, começou a chorar. Detesta sentir areia nos pés. Fica muito bem na toalha a ver a paisagem e a irmã a saltitar na areia e a enrolar-se nela até parecer um croquete. Fica ali quietinha a rir e sem se aproximar um milímetro da areia.

Está numa fase muito pegada à mãe (e eu toda babada). Vai ao colo de todas as pessoas que conhece mas vê-se bem que tem uma clara preferência pelo colinho da mãe.

Dom | 30.07.17

Coisas que adoro no verão ou vestidos a 5 euros

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Do facto de precisar de muito pouca roupa.

 

Um vestido e uns chinelos e mais nada. Bom... talvez roupa interior e uma mochila. É quanto basta para sair de casa, seja para ir à praia, seja para ir trabalhar ou sair à noite. Trocam-se os chinelos por umas sandálias e pronto.


Adoro vestidos frescos e versáteis.


Gosto deles em preto mas este ano estou a tentar adicionar um bocadinho de cor, principalmente nos vestidos de praia.


Qualquer um destes ficaria muito bem na minha mala de férias.

Clicar nas imagens para detalhes e preços (e estão em saldos, um deles custa 5 euros... isso mesmo: 5 euros).


 

 

Dom | 30.07.17

As nossas conversas #8

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Somos um casal bastante típico, completamente revelador das diferenças básicas entre o cérebro do homem e o cérebro da mulher.

Eis o cenário:

De manhã, no carro, a caminho do trabalho e depois de termos deixado as miúdas na creche.

Eu: “Blá, blá, blá, blá, blá (banalidades várias)”

Eu: “Blá, blá, blá, blá, blá (coisas do dia a dia várias)”

Eu: “Blá, blá, blá, blá, blá (assuntos domésticos vários)”

Eu: “Blá, blá, blá, blá, blá (considerações filosóficas e existenciais várias)”

Eu: “ E então? Não dizes nada?! Em que estás a pensar.”

Ele: “Estou a pensar em manter-me desviado das pessoas e dos obstáculos da estrada. (A conduzir portanto)”

Sex | 28.07.17

As vergonhas que passamos com os nossos filhos

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Numa bela tarde de domingo decidimos ir beber café e comer um gelado à Quinta dos Açores.

 

 

Um café e um gelado de Queijada da Vila para mim, e um mini cone de gelado de maçã e canela para a Lara.

 

A Lara não quis o gelado que comprámos para ela (ultimamente não anda muito voltada para doces). Perguntámos se queria mais alguma coisa. Não quis.

 

O Milton comeu o gelado que era para ela antes que derretesse.

 

Passado algum tempo diz que quer o gelado. Quando percebeu que o pai o tinha comido pôs-se a gritar.

 

Explicámos que ela é que não quis o gelado e que agora não íamos comprar outro.

Ela começou a dizer que tinha fome.

 

 

Oferecemos tostas que tínhamos trazido para a Maria e para ela. Não quis. Queria era o gelado.

 

Continuou a gritaria.

 

Começou a gritar que tinha fome. Começou a gritar: “Comida!!!!” repetidamente.

 

De modo que fomos embora. E, enquanto íamos passando por todo o espaço cheio de gente, a Lara ia gritando: “Comida!!!!” de forma desesperada, como se estivesse cheia de fome e nós não a estivéssemos a alimentar.

 

Bom… eu e o Milton olhámos um para o outro e começámos a rir às gargalhadas. Sei lá, só me deu para rir, não consegui controlar.

 

Que situação!

 

A miúda a chorar e a gritar por comida e os pais a rir às gargalhadas.

Qui | 27.07.17

Rotina alimentar da Maria aos 12 meses


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- 7h30: papas de aveia com fruta
- 11h30:  sopa com carne ou peixe + papa de fruta
- 15h00:  2 iogurtes naturais ou 1 iogurte com fruta ou bolacha
- 19h00:  sopa de legumes + papa de fruta



Algumas considerações

- O leite que bebe é meio gordo, normal, nas papas de aveia caseiras. Vou experimentar dar-lhe leite simples, para ver se bebe. Antes era leite materno até aos 11 meses.

- Os iogurtes são naturais, sem açúcar adicionado.

- Come carne ou peixe na sopa ao almoço mas ao jantar come sopa de legumes, que é o que todos comemos.

- Às vezes come pão, tostas ou bolacha Maria.

Qua | 26.07.17

Gritos, gritos e mais gritos

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E eu que pensava que já me tinha safado sem grandes birras (cuspi para o ar aqui) eis que me deparo com um fim de tarde de intensa berraria.

Fomos buscar a Lara e a Maria quase às 19h00. Estávamos cansados, depois de um dia mais chato, e com um humor menos interessante.

Em casa, era preciso fazer uma cama de lavado (Lara tinha feito chichi), arrumar e lavar roupa, cozinhar o jantar, cozinhar o almoço do dia seguinte e fazer papas de aveia para o pequeno-almoço, dar banho e jantar às miúdas e, na loucura, comermos nós qualquer coisa.

Enquanto o Milton tratava da roupa, eu fazia o jantar e dava um lanche tardio às duas. 

A dada altura, a Lara começou a querer brincar connosco e, dado que não nos disponibilizamos para brincar, ela começou a chamar a atenção como qualquer criança de 3 anos faz: executando disparates.
Um deles foi bater com força nas costas da cadeira de refeições da Maria, enquanto lhe estávamos a tentar dar o jantar (com dificuldade uma vez que ela já estava com sono).

Pedi à Lara para parar uma vez, duas vezes… Ela começou a bater com mais força ainda.
À terceira já lhe pedi para parar com um tom de voz mais elevado e praticamente a descabelar-me toda. Ela começou a gritar estridentemente e acompanhei-a para o quarto, onde poderia gritar sem atrofiar a irmã que também já estava a gritar.

Eu e o pai fomos-lhe explicando que tem que fazer o que dizemos, que não pode estar a bater na cadeira da irmã quando ela está a comer e quando lhe pedimos que parasse, blá, blá, blá.

A Lara a gritar cada vez mais.
Nós a dizermos para ficar sentada na cama até se acalmar.
Ela a bater com força na porta do quarto, e a vir ter connosco a gritar.
Nós cheios de nervos a ignorar depois de lhe explicarmos outra vez as coisas, umas vezes mais calmos, outras vezes já a falar alto também.
Ela a gritar ainda mais. Sentada na cama. A gritar só por gritar, a gritar nem sei bem com que objetivo.

Nós a mantermos a calma como podíamos e a dar o jantar à Maria (pelo menos estávamos em casa).

 

Já era tarde por isso assim que se acalmou, a Lara foi lavar os dentes, fazer chichi e cama, sem mais brincadeira e sem história. Explicámos que não estávamos bem dispostos por isso não ia haver história. Gostávamos muito dela, mas não gostávamos daquele comportamento e por isso estávamos tristes e aborrecidos e sem vontade para contar histórias.

 

Falámos com ela calmamente e a Lara estava envergonhada e queria esconder a cara. Não facilitámos e, com toda a calma, explicámos que deve assumir os problemas e enfrentá-los e que não fazia mal sentir-se aborrecida e envergonhada. Que era bom falar connosco e resolver as suas questões com a tranquilidade possível.

Falámos sobre causas e consequências de comportamentos e de como temos a responsabilidade de assumir os resultados dos nossos atos.

Depois correu tudo bem, ela dormiu e nós pudemos fazer o que tínhamos para fazer e ainda descansar um pouco.

Acho que foi a maior birra que a Lara já fez e, de facto, depois dos 3 anos têm-se acentuado.
Não consigo dizer com certeza porque é que isto aconteceu mas tenho a certeza que poderia ter sido evitado ou pelo menos acalmado de forma diferente.


E de quem é a culpa?

Nossa, dos pais, com certeza.

Se sinto culpa? Um bocadinho, mas não muita. Aceito que existem dias melhores e dias menos bons. Sou uma pessoa, que tenta melhorar todos os dias mas que nem sempre consegue dar o seu melhor. Neste dia certamente que não consegui. Todavia refleti sobre o que aconteceu e posso agora verificar a situação de uma forma mais distante e que me permite ver tudo o que podia ter corrido melhor:


Deixo-vos algumas conclusões a que cheguei (algumas são coisas que pratiquei e outras que devia ter praticado):

- Devemos tentar manter sempre a mesma rotina com os miúdos, pelo menos nos dias de semana. Se mexemos na rotina e andamos desorganizados e nervosos, eles sentem e reagem da mesma forma.


- Se não é possível manter a rotina, pelo menos devemos explicar às crianças como vai ser o dia e porquê. É bom que eles saibam o que vai acontecer e o que esperamos deles.

 

- Sempre que eles requisitam a nossa atenção, é bom parar e baixarmo-nos para falar com eles. É melhor falar com eles naquele momento e evitar que chamem a nossa atenção de outras formas, mais tarde.

 

- Se possível e sem tornar isto uma rotina, podemos coloca-los a ver um bocadinho de desenhos animados enquanto nos organizamos. Não é o ideal mas também não é o ideal ficar sem roupa limpa e sem comida.

 

- Se for hora de comer e a comida não estiver feita, dar um lanchinho leve ou uma frutinha, para que não estejam com fome enquanto esperam pelo jantar.

 

- Apesar das birras, tentar não perder a calma. Arrependo-me sempre quando grito. Creio que não faz mal dizer aos nossos filhos que estamos cansados e com dificuldade de concentração. Gritar com eles deve evitar-se ao máximo.

- E, como é evidente, não bater, não chamar nomes e não culpar os nossos filhos por estarem apenas a ser crianças pequenas porque é isso que, efetivamente, são. Estamos ali para lhes indicar caminhos e para os educar, não para os castigar e culpabilizar por estarmos ansiosos, stressados e aborrecidos.
Acho que posso afirmar que chamar nomes ou bater nas minhas filhas é algo que nunca farei, por mais cansada que esteja (nem nos piores momentos me ocorre qualquer uma dessas coisas), mas também não me orgulho nada das vezes em que levanto a voz e me mostro “descabelada”.

Ter | 25.07.17

Roupa para as miúdas #1

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Aproveitando os saldos ando a fazer compras de roupa para a Lara (para a Maria vou tendo a roupa da Lara).

 

Estamos naquela fase em que já não temos roupa emprestada e é preciso comprar muita coisa.

 

Vou-vos falando disso ao longo dos próximos dias, com dicas para gastar menos dinheiro e comprar roupa gira e versátil ao mesmo tempo.

 

Para já, deixo-vos algumas das minhas peças preferidas para a Lara. :P

Algumas ainda estão com desconto, já não existem é todos os números.

 

Para saber preços e tamanhos disponíveis, clicar nas imagens.


Ter | 25.07.17

A minha experiência com o DIU Mirena

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Depois da Maria nascer, o meu ginecologista falou-me no Mirena, um dispositivo intra-uterino hormonal com a duração de 5 anos, que teria as mesmas vantagens contracetivas da pílula, sem o inconveniente de ter que tomar um comprimido todos os dias e com o uso de uma quantidade muito menor de substâncias para o corpo.
Foi-me dito que quase de certeza ficaria sem menstruar, o que muito me agradou, e que não teria cólicas menstruais.

 

Confesso que, para além de ter conversado sobre isso com o Milton, não pensei muito antes de me decidir a colocar o Mirena. De acordo com o médico, o Mirena trazia tantas vantagens (nem me lembro de termos falado em desvantagens) que não tive grandes duvidas. Claro que me fazia uma certa confusão colocar uma coisa no corpo mas… agora que sabia que era possível engravidar “mesmo”, achei que deveria usar um método contracetivo bom e eficaz.

De modo que coloquei o Mirena dois meses depois da Maria ter nascido. Optei por colocar no privado e todo o processo mais o Mirena que comprei na farmácia, ficou por cerca de 200 euros (o Mirena custa cerca de 30 euros). Creio, no entanto, que podem coloca-lo no Sistema Nacional de Saúde de forma gratuita.

Não precisei de colocar anestesia e, apesar de sentir uma pequena impressão, é algo muito pacífico. O pior foi depois. No ato da colocação, deve ter-se rompido algum vaso sanguíneo (o que pode acontecer e não traz nenhum problema grave) e fiquei com uma hemorragia fortíssima. Vou-vos poupar a pormenores mas posso dizer que, se não estivesse ali no médico e ele me explicasse o que estava a acontecer, teria desmaiado de susto. Era sangue por todo o lado. Literalmente.

Fui então para casa, preparada para usufruir de todas as maravilhas do aparelhometro.

Bom… a ausência de menstruação demorou a fazer-se notar. Na verdade, fiquei com pequenas hemorragias (tipo spoting, às vezes um pouco mais) durante cerca de 5 meses. Quase tirei o Mirena mas resolvi dar-lhe mais um tempo para ver se o corpo se adaptava e, realmente, com o tempo, os dias de spoting começaram a ficar cada vez mais espaçados.

Passaram mais alguns meses e eu fui ficando mais satisfeita em relação ao Mirena.

Mas outras coisas foram acontecendo na minha vida e na minha mente.

Apesar de estar a viver uma boa fase da minha vida, andava sempre nervosa. E hipocondríaca. Como nunca antes! A quantidade de médicos que visitava todos os meses estava a tornar-se gritante. Dois médicos diferentes diagnosticaram Síndrome de Intestino Irritável, o que está totalmente relacionado com a ansiedade.

Continuei nervosa e ansiosa. Começou a cair-me muito cabelo. Apareceram-me manchas na testa. Comecei a fazer psicoterapia outra vez.

O próximo passo seria procurar o psiquiatra e tomar antidepressivos.

Até que me obriguei a parar para pensar. Comecei a falar com pessoas que tiveram experiências semelhantes.

Fui pesquisar sobre os efeitos secundários do Mirena e li o folheto informativo do com muita atenção. Fiz isso depois de consultar vários médicos por isso posso afirmar que não me deixei influenciar pelo que li.

Comecei a analisar vários momentos da minha vida e a verificar o que era comum àqueles em que andava mais ansiosa e nervosa: estava grávida ou a tomar a pilula. Lembrei-me imediatamente que tinha decidido não tomar a pílula há vários anos por algum motivo.

Achei que com o Mirena seria diferente. Não estava a ser.

Portanto, quase um ano depois de ter colocado o Mirena, decidi retirá-lo. O ginecologista apoiou a minha decisão e, de facto, confirmou que eu era uma das poucas pessoas que não se davam bem com ele. Assegurou-me que os efeitos secundários iam desaparecer.

Não custou nada a tirar.

Um dia depois, estava a menstruar normalmente. Nunca me lembro de ficar tão satisfeita por ter o período.

Quando tirei o Mirena, senti que estava a ter a minha vida de volta.

Tenho que dizer que conheço casos de pessoas que se dão lindamente com o Mirena. Para quem resulta é, sem dúvida, um descanso e uma coisa muito boa.

Para mim não foi. Também não me dou bem com a pílula e a maior parte das mulheres que conheço tomam a pílula sem qualquer problema ou efeito secundário visível.

Se estão habituadas a tomar a pílula, provavelmente vão dar-se lindamente com o Mirena.

Se não estão habituadas ou já sabem que não se dão bem, pensem muito antes de usarem o Mirena ou algo do género.

O meu conselho é que conversem muito com o vosso médico e coloquem todas as vossas dúvidas. Perguntem exatamente quais podem ser os efeitos secundários e como podem lidar com isso. Pesem muito bem todas as vantagens e desvantagens do método. Façam uma escolha muito consciente e informada.

Eu acho o Mirena um método excelente, muito mais interessante que a pílula em vários aspetos. Eu é que não me dei bem com ele e pequei por não me ter informado o suficiente sobre as substâncias que ele liberta e por não ter explicado ao médico que não me dava bem com a pílula. Coloquei na cabeça que era muito diferente da pílula e para mim não foi.

Para além do alívio e dos bons efeitos psicológicos que sinto por já não ter o Mirena, ainda não vos posso dizer grande coisa sobre as alterações no corpo com a retirada do Mirena. Tirei-o há 3 dias.

Mas tenho muita esperança de dizer ao psicólogo, na próxima sessão, que estou fantástica! :D

Na verdade sinto-me fantástica!

Agora tenho é que arranjar um método contracetivo eficiente que não envolva DIU ou hormonas. :P

Se alguém tiver sugestões criativas, não se acanhe em partilhá-las. :P

Seg | 24.07.17

Uma praia perfeita nos Açores



Fica na Ribeira Grande, nas piscinas municipais. Sim, é uma praia que faz parte de um complexo de piscinas.


E são piscinas fantásticas: uma enorme para todos, duas de crianças,  uma só para de saltos e a praia, que fica numa pequena baía, rodeada por uma paisagem maravilhosa.

Mal consigo acreditar que nunca ali tenha estado antes!

Fomos este sábado, os quatro, armados com a casa às costas, logo de manhã.

Acho que fomos os primeiros a entrar. Colocámos o chapéu e a tenda na areia e montámos ali o nosso estaminé de mantas, mantinhas e brinquedinhos para a Maria. Ainda bem que trouxemos aquilo tudo porque ela detestou sentir areia nos pés (nem tentámos a água) e passou o tempo todo sentadinha na toalha, a ver a paisagem e a mana a brincar na areia e até dormiu uma bela sesta na tenda.

A Lara, como sempre, divertiu-se imenso. Esteve na piscina, toda destemida com o seu colete a boiar e a saltar, na praia com água até ao queixo, toda feliz da vida, e na areia a fazer castelos, buracos, ou simplesmente a comer areia e a mandá-la ao ar (apesar de estarmos sempre a dizer-lhe para não fazer isso).

E eu adorei aquela praia.

Finalmente, encontrei uma praia sem ondas, onde consigo caminhar e caminhar sempre com pé, e onde posso mergulhar e estar descontraída sem ter medo de levar com uma onda e ficar sem pé.

A única coisa menos interessante da praia é o facto de não ter balneários com água quente, mas de resto é tudo fantástico: tem boas instalações, vários nadadores salvadores e um bar onde é possível fazer vários tipos de refeições ( e onde pude beber um cafezinho logo que cheguei, mesmo ainda estando fechado).

Passámos ali umas horinhas bem boas, sempre com muito protetor solar. À tarde, quando as piscinas começaram a encher de pessoas e quando o calor estava mais forte, fomos embora e a Lara adormeceu no carro de tão cansada que estava.

É, sem dúvida, um sítio onde vale a pena voltar.

 

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Dom | 23.07.17

Tenho cá para mim que andamos a fazer um bom trabalho

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Pelo menos é nisso que quero acreditar.

O que se passa é que a Lara não liga nenhuma a doces.

Até aos 2 anos praticamente não comeu nada com açúcar adicionado (à exceção de bolacha Maria e mesmo assim com muita parcimónia).


Não foi fácil fazer isso e ainda passei por uma ou outra situação menos agradável, como uma vez em que num café lhe deram um chupa chupa (tinha ela 18 meses) e ficaram ofendidos porque eu não a deixei comer (e ela nem estava a insistir porque nem sabia o que era aquilo). Foi aborrecido e dei por mim a ter que passar por uma situação desnecessária de conflito porque queriam decidir o que é que eu devia dar à minha filha. Aconteceram algumas situações desse género e, até aos 2 anos, nunca cedi (mesmo no dia do seu aniversário em que comeu apenas um bolinho sem açúcar que fiz para ela).

O facto é que ela nem pedia. Ela não conhecia e não pedia. Mas as pessoas insistiam que ela seria mais feliz se comesse doces e que eu era uma nazi por não lhe permitir essa felicidade. Não me vou estender mais sobre isso porque já falei muito sobre esse assunto aqui.

A partir dos 2 anos e alguns meses eu e o pai decidimos que, se ela pedisse para comer doces, íamos deixar. Por acaso ela até já tinha pedido para provar cerveja ou vinho (o que nunca fez, obviamente), quando nos via a beber, mas doces não (se calhar porque nunca há em casa).

Sabíamos que, mais cedo ou mais tarde, em festas de aniversário e outros convívios com crianças havíamos de ter alguma situação em que ela pediria para comer doces e achámos por bem deixá-la comer doces uma vez por semana.

E assim tem sido. E, à exceção de um dia em que queria comer smarties de chocolate às mãos cheias, e tivemos de a tirar da sala com uma grande birra, nunca mais tivemos grandes problemas com os doces.

Já provou muitas coisas, sempre com moderação, e nunca existiram exageros ou discussões. Geralmente ela come um bocadinho de gelado, ou um bocadinho de bolo, ou um ovinho de chocolate na páscoa e não passa disso. É raro comer doces todas as semanas. Se calhar come uma ou duas vezes por mês (ou menos).

Continuo a não oferecer doces e faz-me muita confusão quando alguém lhe oferece ou lhe tenta dar à boca. Mexe-me com os nervos.

Nos jantares, quando chega a hora da sobremesa e os doces estão na mesa, ela nunca pede. Não se interessa. Às vezes pede gelado e nós damos e ela acaba por não comer quase nada. Ou diz que não quer e prefere gelatina.

Por isso fico cheia de nervos quando alguém lhe diz: “Mas prova este bolo querida. É bom. Anda cá que dou-te uma colherzinha à boca!”

 Really?!!!! Really, really?!!! Para quê minha gente? Para quê oferecer açúcar a uma criança que, notoriamente, não está interessada?!

Insistimos com sopa, legumes, carne, fruta… não com bolos, não é?!

Digo eu, que sou uma excêntrica.

Isto para dizer que a Lara gosta de pipocas. E, nas festas populares aqui da terra, compramos-lhe um pacote de pipocas (por festa e não por dia).

No outro dia descobri um quiosque de rua que vende pipocas sem nada, nem sal nem açúcar. E comprei-lhe essas.

E ela adorou. Comeu as pipocas com a mesma satisfação com que as comeria doces.

A rapariga não gosta muito de doces. Com quase 3 anos e meio não me pede um gelado, um chocolate ou um bolo.

Se contribuímos para isso com a nossa forma de a educar? Quero acreditar que sim  mas nem sequer é muito relevante. Com a Maria vamos proceder da mesma forma.

Posto isto, para quem estiver interessado, deixo algumas das coisas que fazemos, em jeito de dicas:

- Não temos doces em casa. Não temos porque não comemos. De vez em quando há um chocolate ou outro, mas é raro.

- Também não temos fritos ou snacks pouco saudáveis. Costumamos ter frutos secos, que a Lara come muito bem.

- Não vacilamos quando familiares ou outras pessoas querem oferecer doces aos nossos filhos. Não temos que agradar a ninguém. O que temos que fazer é cuidar o melhor que soubermos da saúde dos nossos filhos. Os nossos deveres são em primeiro lugar para com a saúde dos nossos filhos.

- A partir de uma certa idade (a idade que os pais acharem adequada, pode ser 2, 3 ou 4 anos) não tornar os doces um tabu. Deixa-los provar doces na medida do razoável (para mim rebuçados ou algodão doce é algo um bocadinho impensável mas cada um saberá de si). Se os proibirmos completamente, o resultado é capaz de não ser o que esperamos e podem desenvolver uma relação pouco saudável com a comida. Acredito que se lhes oferecermos só comida saudável até aos 2 anos, eles próprios não terão grande inclinação para outras coisas mais tarde.

- O segredo está no equilíbrio. Comer um bocadinho de tudo. Nós não comemos muitos doces, mas comemos pizza de vez em quando. Fazemos pizza caseira regularmente e fazemos bolos sem açúcar muitas vezes.

É isso. Espero que este texto tenha feito algum sentido para vós.

Como fazem aí em casa. Aceitam-se todas as opiniões e mais dicas. :P

Sab | 22.07.17

Aquele momento #1

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Em que percebes que te estavas a sentir péssima, mole, quase de ressaca e cheia de vontade de dormir umas 20 horas seguidas, porque o café que bebeste de manhã era tão fraco como uma água de lavar pés.

Mas quem é que mexeu na máquina de café e pôs isto fraquíssimo????!!!!!!

Sex | 21.07.17

Então Carla, agora que acabaste o curso, já sabes nadar ou quê?

 

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A resposta não é curta, nem simples. Por isso, vou falar de vários aspetos deste curso e do que correu bem e menos bem.

O curso



Aspetos a melhorar

O curso tem demasiadas pessoas para o espaço disponível. Julgo que éramos 10 ou 12 e a piscina estava dividida em 3 partes: uma onde estavam a decorrer aulas de natação com crianças, outra com zonas individuais onde estavam as pessoas do nosso curso que já sabiam nadar, e outra onde estava eu e as outras pessoas que, efetivamente, tinham medo de nadar ou não sabiam nadar quase nada.

Eramos 7 nesta situação e o professor estava connosco mais tempo do que estava com os outros alunos que já sabiam nadar (o que é chato para eles).

O espaço onde estávamos era muito pequeno. Mesmo em exercícios simples era difícil não darmos cabeçadas e braçadas uns aos outros.

Enquanto uns faziam exercícios mais avançados, os outros ficavam parados, o que numa hora fazia com que passássemos demasiado tempo parados.

Alguns precisavam de muita ajuda do professor para fazer os exercícios e, havendo muitos assim, tornava-se impossível fazer muitos exercícios e praticar de modo a progredir qualquer coisa.

Julgo que este curso funcionaria muito melhor se fosse mais caro e tivesse menos pessoas. Mas, por restrições de espaço e para chegar a mais pessoas, calculo que não existisse forma de fazer diferente.


Aspetos positivos

O curso intensivo, na teoria, é uma boa ideia.  Temos ali 8 horas, divididas por 15 dias de julho, onde é suposto aprendermos a estar no meio aquático sem medos e com algum “à vontade”.
O timing é bom, mesmo antes da época balnear, e a ideia de adaptação ao meio aquático também é excelente uma vez que, a maior parte das pessoas, tem mais medo de água do que pouco jeito para nadar.

Gostei muito do professor que deu o curso: era bastante empático, gerava confiança e segurança e tenho a certeza que tem muita vocação para isto. Tenho a certeza que não podia ser melhor. Se ele desse aulas particulares de natação, inscrevia-me já.


A minha experiência

 

Aspetos a melhorar

Controlar mais o meu receio e ter mais paciência.
No princípio fui bastante afoita a fazer os exercícios e acabei por me encontrar no meio da piscina, sem pé, e entrar em pânico. Queria fazer tudo e rapidamente, o que não é boa ideia.
Por algum motivo lembrei-me de olhar para o fundo da piscina e ficar com aquilo na cabeça. Daí resultou ficar em pânico durante exercícios que já tinha feito bem. Cheguei a uma fase em que me recusei a ir de prancha para a parte funda da piscina. Sempre que ia ficava cheia de medo, uma coisa irracional mesmo.

Dei por mim a querer desistir e ir embora.

Sinto que precisava de um professor só para mim, só para estar ali no meio da piscina a ver se eu precisava de ajuda. Até podia tentar fazer tudo sozinha, mas precisava daquela segurança. Ali, não era possível. Naturalmente.

Aspetos positivos

Apesar de, a determinada altura, sentir que tinha regredido um pouco e estava com mais receio do que antes de fazer alguns exercícios, falei com o professor e pedi-lhe para saltar na zona funda da piscina.
Senti que era isso que precisava de fazer. Precisava de fazer as pazes com o fundo da piscina.

E assim foi. Saltei e depois fui várias vezes até ao fundo da piscina pela escada.  Fez-me toda a diferença estar de pés no chão a ver o fundo da piscina e conseguir bater os pés e emergir novamente. Creio que foi este exercício que me ajudou a perder o medo.
O professor ensinou-me a bater os pés como deve de ser para emergir e eu ganhei mais confiança. Quando os alunos mais avançados estavam a mergulhar para a parte funda da piscina e a nadar até à margem, eu quis muito experimentar. Pareceu-me muito divertido.

E mergulhei, e emergi e consegui ir sozinha até à margem. Fiquei muito feliz! Senti-me mesmo muito bem por mergulhar num sítio sem pé e conseguir nadar e ir até um local seguro. Era este um dos meus objetivos.

Resumo

Consegui ir a 5 aulas de 8 e o saldo é muito positivo. Valeu muito a pena fazer este curso.

É evidente que não perdi completamente o medo de água e não saí de lá a nadar com uma profissional (nem era esse o objetivo do curso) mas fiz coisas que nunca tinha feito na vida. Estive com os pés no chão numa piscina de 2,50 m e emergi sozinha, mergulhei e nadei num sítio sem pé. Até consegui estar em pé a flutuar na piscina durante breves momentos. Não foi muito tempo mas creio que o primeiro passo foi dado para conseguir fazer o que quero em pouco tempo.

Foi um investimento grande fazer este curso. Aquela hora na piscina obrigavam-me a usar quase 3 horas do meu dia (entre as viagens e o tempo da aula). Foi cansativo ir até à piscina depois de um dia de trabalho, a pé ou de autocarro e depois ir a correr para casa para tratar das minhas filhas. Fez-me falta este tempo com elas.

Mas foi muito importante para mim fazer isto. Senti medo várias vezes e encontrei forma de o enfrentar.

Senti-me muito bem dentro de água porque adoro água e quero mesmo muito sentir-me mais à vontade neste meio. Poucas coisas são tão relaxantes para mim como estar dentro de água.

O próximo passo é encontrar um professor particular ou aulas de natação num sítio e num horário que não mexa muito com a minha rotina diária.

Provavelmente o que vai acontecer é ir para uma piscina com a família toda e irmos todos fazer natação.

Qui | 20.07.17

Os produtos de beleza responsáveis pela minha bela fronha

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 Diariamente é basicamente um: o sabonete.


Vá... e o creme hidratante.

Mas, na loucura, e quando quero mesmo impressionar (é mais quando vou a um casamento e não quero envergonhar quem me convidou) uso um bb cream, um batom daqueles para esconder as olheiras,  máscara de pestanas, risco preto e um batonzito para o cieiro.

Se estiver muito bem disposta, pinto as unhas de vermelho.

Tenho pouca coisa, é certo, mas opto por produtos de qualidade. Mas valem o investimento porque duram pelo menos um ano. 

Podem encontrar aqui em baixo os meus segredos de beleza (ah ah ah).

Enfim... é clicar para ver o preço. 

Beijinhos e abraços pessoal

Qui | 20.07.17

Lara #19

Se pudesse descrever a Lara com uma só palavra seria: energia.

Acredito que, aos 3 anos, todas as crianças sejam muito enérgicas e passem o tempo a correr, a pular e a trepar mas não deixo de me surpreender com ela.

Na verdade, não vejo muitas meninas assim.

Quando vamos a um parque infantil, o que ela mais gosta de fazer é trepar a coisas. Desde pequena que é assim. Se não conseguia trepar sozinha, depois de tentar bastante, pedia ajuda e insistia para que a ajudássemos a escalar paredes, escadas, e todo o tipo de estruturas.

Hoje, com 3 anos, sobe as escadas dos escorregas grandes sem qualquer dificuldade (já o fazia aos dois anos mas eu não deixava a maior parte das vezes), e gosta de subir o escorrega pela parte em que se escorrega, gosta de descer deitada, de cabeça para baixo e de todas as formas que conseguir imaginar.

Já me habituei a esta genica toda. Na verdade, com a idade dela, eu não era muito diferente. Era muito “macaquinha” também. Subia a árvores, saltava dos telhados para montes de terra, brincava aos cozinheiros com erva e terra e andava sempre toda suja.

Acho que é por isso que, quando olho para a Lara e a vejo com as roupa toda suja, fico muito feliz! Ela que brinque e salte e se divirta muito (claro que estou sempre de olho nela).

Talvez a coloque na ginástica acrobática um dia, se ela assim quiser e se encontrarmos um bom sítio.

 

 

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Qua | 19.07.17

Suplexio - Experimentámos e adorámos

Uma das primeiras coisas que aprendi quando cheguei aos Açores é que aqui se come muito bem.  De tudo: carne, peixe, doces, fruta, lacticínios, legumes…


É muito fácil encontrar bons restaurantes nos Açores. Para todos os gostos.Para mim, que adoro comer, é uma maravilha. Ainda para mais quando existe uma relação qualidade/preço muito boa.

É o caso do Suplexio, onde eu e o Milton fomos almoçar hoje.


Tinha entradas variadas, muito à base de azeitonas, tomate cherry e queijo feta, diversas opções de hambúrgueres (cada uma com um ar mais apetitoso que outra), cerveja artesanal e outros pratos aos quais não prestei atenção porque já estava a planear comer hambúrguer.

 

Comemos hambúrguer, com batata doce frita e salada, e estava mesmo muito bom. Dividimos a última pannacotta que havia no restaurante e saímos de lá muito satisfeitos.


O espaço é muito giro e agradável, casual mas decorado com bom gosto, o atendimento é ok e a relação qualidade/preço é o melhor de tudo: cerca de 10 euros por pessoa.

Comi um hambúrguer de vaca, coisa que não comia há semanas, e soube-me muito bem.


Tinha pensado em deixar de comer carne vermelha (e na verdade como menos de uma vez por mês) mas hoje apeteceu-me. E, mais do que ser vegetariana ou não, o que interessa mesmo é manter uma dieta equilibrada, sem excessos de nenhum tipo. Falarei sobre isso num outro post.


Se querem comer um bom hambúrguer a um preço razoável, é aqui.

 

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Ter | 18.07.17

24 horas do meu dia

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Das 00h00 às 6h00

Se tudo correr bem... estou a dormir.

 

Das 6h00 às 8h00

Pelas 6h00 acorda a Maria e, meio estremunhada, acordo também.
Vestimos e alimentamos as miúdas, tomamos banho e vestimo-nos e comemos (quando conseguimos).
Se a Maria estiver bem disposta e antes da Lara acordar (o que acontece pelas 7h00) ainda consigo fazer papas de aveia, fazer uma sopa, ou estender roupa.


8h00 

Saímos de casa para levar as miúdas à creche e vamos trabalhar.



18h00 

Vamos buscar as miúdas à creche.

 

18h30

Vou para a natação de minibus.



19h00

Regresso da natação a pé. Uns bons 30 a 40 minutos a andar só fazem bem... mesmo que esteja com o cabelo a escorrer e meio tremelicante das pernas, pelo cansaço e por não ter tido tempo de me secar como deve de ser.

 

19h40

Em casa, como qualquer coisa à pressa, visto o primeiro vestido que tenho à mão, seco o cabelo, arranjo a cara e saio de casa para ir ter com o Milton e as miúdas, que estão a jantar com uns amigos.

 

20h30

Encontro o Milton e as miúdas e sento-me para beber uma cerveja.

 

21h30

A Maria começa a ficar rabujenta de sono, a Lara está divertida a brincar com uma amiguinha (filha dos nossos amigos) e vamos fazer uma caminhada para ver se a Maria adormece no carrinho.

 

22h00

Maria adormece e aproveitamos mais um bocadinho da noite numa esplanada no centro da cidade.


00h00

Regressamos a casa e deitamos as miúdas.


00h30 - 2h00

Comemos uns aperitivos enquanto vemos um filme (porque amanhã é fim de semana).


2h00

Vamos dormir.

 

Se fossemos trabalhar no dia seguinte seria assim:



18h30 - 20h00

Passear ou brincar com as nossas filhas e dar-lhes banho.



20h00 - 21h00

Dar o jantar às miúdas e deitá-las.


21h00 - 22h00

Jantar, eventualmente cozinhar para o dia seguinte, arrumar marmitas e mochilas das miúdas, preparar roupas e voltar a deitar a Lara 16 vezes, depois de ela se levantar e vir ter connosco.


23h00

Se tivermos sido rápidos e eficientes, ainda temos tempo para ver um filme ou uma série (apesar de já não estarmos a ver séries regularmente ainda vemos um ou outro episódio se nos apetecer).


00h30

Arrastamo-nos para a cama.

Dom | 16.07.17

Peculiaridades da maternidade #1

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Acordamos de manhã e reparamos que a de 3 anos fez chichi na cama.

Levo a miúda para a banheira, ainda meio a dormir, visto-a  e coloco-a no sofá, onde pretende continuar a dormir (uma vez que na noite anterior levantou-se da cama 20 vezes e só decidiu dormir depois das 23h00).

Já com as duas miúdas no sofá, dou as papas de aveia às duas ao mesmo tempo, mas a Maria, de um ano, come 4 vezes mais depressa que a Lara, que faz uma bola com a comida na boca e não mostra grande apetite.

A bebé acaba por comer parte das papas da irmã.

Já no carro, a caminho da creche, começo a sentir um certo cheiro azedinho. Desconfio que a Maria tenha vomitado.

 

Não vomitou. Em vez disso fez um cocó meio líquido que sujou a roupa toda.

Já tínhamos estacionado na creche quando vimos, efetivamente, o cocó.


Entregámo-la na creche com o “presente” e fomos trabalhar.


Já no trabalho não conseguia deixar de sentir que estava a cheirar a cocó azedo. Eu não estava suja, nem fui eu que pequei na Maria mas parecia que tinha o cheiro colado a mim.

 

É mesmo assim, não é?

Sab | 15.07.17

Conversas da Lara #5

A sabedoria de uma menina de 3 anos


No sábado de manhã oiço a Lara e a Maria a rirem na cozinha.

A Maria dá imensas gargalhadas com a Lara, basta vê-la a rir que começa logo a rir também.

Curiosa com aquela risota toda pergunto à Lara do que se estão a rir.

Então ela diz que estão a rir da porta da cozinha, que está maluca, a bater e a fechar-se sozinha (corrente de ar, portanto).

Eu explico que a porta não está a fechar sozinha, que está a fechar porque o vento que sai da janela aberta está a empurrá-la e a fazê-la bater e fechar.

A Lara olha para mim, como se eu fosse muito disparatada e diz:

"Oh mãe, o vento não pode estar a empurrar a porta. Ele não tem mãos!"

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