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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Ter | 31.01.17

Sou conhecida por não gostar de sapatos de salto alto

Mas olho para estes e penso mesmo: "Tão giros!"

 

Epá acho que são mesmo a minha cara. Devem ficar muito bem com calças de ganga e parecem-me tão descontraídos como uns ténis. 

 

É estranho porque adoro usar vestidos e saias com ténis e depois olho para estes sapatos e imagino que fiquem maravilhosos com umas calças de ganga justinhas e meio roçadas.

 

Não vou comprar estes sapatos mas se tivesse mais espaço de manobra financeira acho que comprava, mesmo sabendo que seria complicado andar em cima deles depois de passar anos sempre de ténis e sapatos rasos.

 

Omito o preço porque é o menos apelativo mas se quiserem saber, mesmo assim, é só clicar nos sapatos.

 

Ter | 31.01.17

Papas caseiras para bebés de 6 meses

papas de aveia para bebes de 6 meses.jpg

 

Depois de dois meses a comer papas de compra e depois de ter percebido que uma delas tinha 30% de açúcar (também lhe dei Holle que é melhorzinha em termos de açúcares mas ela não gostou) decidi fazer papas caseiras para a Maria.

 

Com franqueza, sinto-me zangada comigo própria por não ter feito isso antes mas, por ignorância e um pouco de preguiça (ando mesmo muito cansada), ainda não tinha calhado.

 

Ontem foi o dia.

 

Fiz papas de aveia, porque era o que tinha em casa, 4 doses como faço para a Lara.

 

Na verdade as papas são muito parecidas com as que faço para a Lara, com ligeiras diferenças.

 

Confesso que estava um bocadinho apreensiva e com receio que a Maria não gostasse por estar habituada às outras de compra que são bastante doces.

 

Mas ela parece ter adorado. Comeu lindamente (de acordo com a minha sogra).

 

Segue a receita do sucesso de papas de aveia para 6 meses:

 

1 litro de água;

80 g de aveia (não demolho);

2 maçãs raladas;

 

Vai tudo a ferver num tacho durante 10 minutos, sempre a mexer com uma colher de pau.

Deixa-se arrefecer um bocadinho e tritura-se com a varinha mágica.

 

Como faço 4 doses, deixo no frigorífico alguns dias (máximo 3) e elas engrossam um bocadinho mais de um dia para o outro.

Na foto as papas parecem ter uma consistência estranha (acho que é da maçã) mas estavam mesmo no ponto e foram aprovadíssimas pela Maria.

A partir de agora, comprometo-me a fazer só papas caseiras e a testar várias receitas.

Partilharei aqui as que correrem melhor. 

 

Se experimentarem fazer, contem aqui nos comentários como correu e se os vossos bebés gostaram. :D

 

Seg | 30.01.17

“Na prática da tolerância, o teu inimigo é o melhor professor.”

 

Abro aqui uma nova rúbrica que talvez tenha um nome mais pomposo do que o conteúdo.

 

Chamei-lhe dicas de felicidade mas, na verdade, serão reflexões (supostamente baseadas em frases do Dalai Lama) que pretendo que se transformem em práticas diárias na minha vida.

 

Ora bem, começo por vos falar de um grande defeito meu: sou muito intolerante.

 

Sou intolerante com a diferença. Muitas vezes zango-me com o facto das pessoas terem ideais tão diferentes dos meus: zango-me porque algumas pessoas maltratam os animais, porque são egoístas, porque prejudicam os outros gratuitamente, porque me atendem mal numa loja, porque me riscam o carro, porque o vizinho chama a polícia quando o Milton toca guitarra para a filha comer a sopa, porque as pessoas votaram no Trump, etc, etc, etc.

 

Não é fácil não me zangar mas o facto é isso não me ajuda em nada. Não vai resolver a situação e certamente não me vai deixar mais feliz.

 

Se encarar as pessoas que me “tentam azedar o dia” como professores, como meios que me ajudar a melhorar a minha inteligência emocional e o autocontrolo, as coisas mudam completamente de figura.

 

É evidente que não vou ficar feliz quando me riscam o carro mas posso não me zangar. Posso raciocinar sobre isso e perceber que quem o faz é  alguém que está, certamente, em sofrimento. Se puder, arranjarei forma de evitar que o continue a fazer, se não puder, também não vale a pena martirizar-me com isso.

 

Outra situação que me costumava chatear bastante: as pessoas que, online (geralmente anonimamente já se sabe) ou sem ser online, vivem para criticar os outros e para falar de coisas absurdas como se daí dependesse a sobrevivência do mundo: ou porque alguém vestiu uma saia muito curta, ou porque alguém bebe e fuma demais, ou porque alguém diz muitos palavrões, ou porque alguém é isto, aquilo e o outro, mesmo que seja uma paz de pessoa e não faça mal a ninguém. Há pessoas que vivem agarradas à negatividade e só veem mal no mundo.  Há pessoas que tiram uma parte do seu dia para escreverem publicamente coisas para enxovalhar os outros. Há pessoas muito tristes e muito frustradas.

 

Antes, essas pessoas deixavam-me perplexa e, muitas vezes, triste.

 

Hoje, todas as pessoas que potencialmente poderiam mexer com o meu humor, servem-me para evoluir emocionalmente. Observo as suas atitudes, reajo a elas da forma menos emocional possível, reprogramo os meus pensamentos… e esqueço.

 

O resultado disso: Não entrar numa espiral de mau humor só porque uma pessoa foi mal educada connosco de manhã ou porque alguém resolveu tentar chatear-nos um pouco.

 

Tento, mesmo, ser mais tolerante. Claro que isso não se aplica se alguém estiver a ser violento comigo ou com outra pessoa. Há coisas que não se podem tolerar de maneira nenhuma. Mas, regra geral, atitudes como a má educação e a negatividade constante, não nos devem importunar muito. Servem apenas para aprimorarmos a arte do autodomínio.

 

Claro que ainda estou no inicio disto mas já vejo belos resultados. Neste momento é muito difícil ofender-me seja com o que for e chatear-me com a estupidez alheia. O meu humor depende de mim e não dos outros.

 

Às vezes parece uma coisa muito difícil de praticar mas, com o tempo, torna-se um hábito e o resultado é mesmo maravilhoso.

 

Dom | 29.01.17

Acho-os lindos mas...

macacao 7.jpg

 


Causam-me umas dúvidas existênciais.

Estou a falar de macacões. 

Tenho dois, dos curtinhos. Sim, porque para usar os compridos é preciso ter um certo tipo de corpo (que não sei especificar qual é mas sei que não é o meu).

Gosto muito deles, acho que me assentam muito bem e condizem na perfeição com o meu estilo casual e descomprometido. Eu tenho um estilo? ahahahaha Não sei porque é que disse aquilo do "casual e descomprometido" mas soou-me bem.

 

E então tenho os tais macacões e gosto deles mas há uma coisa que me encanita um bocado neles: ir à casa de banho.  

 

Alguém devia inventar um sistema mais prático para podermos beber 2 litros de água por dia - como ditam as regras da boa saúde - e não termos que nos despir completamente nas 30 vezes que vamos à casa de banho durante o dia.

 

Tenho para mim que quem conseguir inventar esse sistema fica com a vida feita. É uma ideia capaz de rovolucionar a vida e o humor de milhões de mulheres por esse mundo fora.

 

Abaixo uns macacões bem giros que poderia muito bem comprar para usar quando me apetecesse muito estar bonita e fazer exercício físico obrigatório ao mesmo tempo (que isto de despir e vestir ainda faz trabalhar alguns musculos).

 

Se calhar alguns deles (ou todos) até têm uma forma de vestir e despir mais simples do que os que eu tenho. É bem possível que eu esteja a ser completamente ignorante. Alguém sabe?

 

Sab | 28.01.17

A preparar o desfralde noturno da Lara

como-tirar-a-fralda-do-bebe-em-3-dias_14286_l.jpg

 

 A Lara fez o desfralde em agosto, com quase 2 anos e meio e correu melhor do que esperava. Falei disso aqui, aqui e aqui.

 

Entretanto continuou com a fralda da noite. E ainda usa.

 

Há quem diga que devemos fazer o desfralde do dia e da noite ao mesmo tempo para ficarmos logo despachados. Aqui teríamos que levantar-nos a meio da noite para a colocar a fazer chichi na sanita, acordando-a para isso.

Nem quis tentar. Na altura a Maria tinha 2 meses e logisticamente era impossível fazer o desfralde noturno e andar a lavar roupa de cama todos os dias.

 

Dizem, também, que quando a fralda da noite fica seca durante vários dias, a criança já está preparada para tirar a fralda de vez. 
A Lara já deixou a fralda seca vários dias mas não seguidos por isso ainda não arriscámos.

 

O nosso plano é outro.

Pretendemos fazer o desfralde noturno no verão porque sempre é mais fácil lavar e secar a roupa de cama. Até lá e para a Lara se ir habituando a deixar de fazer chichi de noite fazemos o seguinte:

 

- Não lhe damos muitos líquidos de noite,

- Levamo-la para fazer chichi sempre antes de dormir de noite,

- Se por acaso ela acorda de noite, levamo-la para fazer chichi, mesmo que ela diga que não lhe apetece.

- Quando acorda de manhã, faz chichi na sanita e tiramos-lhe logo a fralda para não se habituar a estar com ela e a fazer chichi à vontade. Houve uma altura em que a deixávamos de fralda de manhã ao fim de semana (por preguiça) e, nos dias seguintes, aconteciam muito mais "acidentes" de chichi no chão por ela achar que estava a fazer na fralda.

 

Quando começámos a levá-la a fazer chichi de noite, já com a fralda posta, usávamos fraldas normais e era uma valente seca estar a tirar e a por a fralda de cada vez que ela ia à casa de banho. Depois começámos a comprar fraldas cueca, que são muito mais práticas e igualmente eficazes no caso de haver chichi.

 

Foi a melhor coisa que fizémos. É super prática. A Lara gosta muito e nós também. É só subir e descer como se fosse uma cueca.

 

Não há uma marca de que goste mais, a Lara usa qualquer uma (geralmente das mais baratas mesmo). Ela nunca foi esquisita com fraldas e usou tanto Chicco e Dodot como fraldas de marca branca.

 

Deixo aqui algumas do género que ela usa, algumas são só de menino ou só de menina. 

 

Podem ver os preços clicando nas imagens.

 

Sab | 28.01.17

2 dicas de sobrevivência para pessoas em geral

 

E para pessoas que costumam andar a pé pelas ruas em particular.

 


Nunca caminhar rente a paredes velhas e decrépitas. Nunca se sabe quando vai cair um pedaço da parede.
Caminhar sempre do lado que tem construções mais novas e com um ar mais resistente.

Diz que quem já viu bocados de parede a cair à sua frente (felizmente alguns metros à frente).

 


Nunca fazer curvas colados à parede. Principalmente de manhã cedo, quando caminham para o trabalho meio ensonados.

Diz quem já esteve para partir a testa umas três vezes quando se cruzava na curva com outra pessoa que também acha que andar colado à parede nas curvas é uma boa ideia. Não é. Acreditem.

 



Sex | 27.01.17

A minha filha tem eczema atópico

A Maria não teve acne neonatal como a irmã, mas desde os 3, 4 meses que notamos que tem a pele muito seca e sensível, com tendência a ficar com manchas vermelhas.

 

Mas quando, aos 5 meses, teve uma bronquiolite, as manchas pioraram imenso e começámos a notar que a Maria coçava muito as orelhas e debaixo do queixo, com aflição. A pediatra prescreveu uma pomada com cortisona, que aplicámos de acordo com indicação médica.

 

Depois do tratamento a Maria ficou com a pele melhor que nunca. Ao fim de poucos dias, piorou imenso.

 

Chegou a uma altura em que já tinha manchas na cara e no pescoço e em várias zonas do corpo. Mamava mal, dormia pior ainda e as manchas estavam com um aspeto vermelho vivo que nos começou a preocupar mais.  Sempre que chorava as manchas pioravam e chegou a ficar com duas manchas vermelhas, enormes, à volta dos olhos. O aspeto dela não estava capaz de a colocar em concursos de beleza, confesso.

 

Assim que vimos estas manchas mais feias (cerca de 2 ou 3 dias depois de terem reaparecido) fomos à pediatra que nos encaminhou logo para uma dermatologista.

 

Foi aí que soubémos que a Maria tinha eczema atópico que, nesta altura, estava numa fase especialmente agressiva. Parece que piora bastante no inverno e podem existir várias crises até a Maria crescer. Contamos que passe por volta da adolescência.

 

A dermatologista explicou-nos o que era o eczema atópico (mais informações aqui) e deu-nos um tratamento para fazer sempre que existir uma crise. 

 

Também nos deu uma série de recomendações:

 

- Banhos rápidos de água morna e com sabão especial (daqueles nada baratos);

- Hidratação de todo o corpo todos os dias e, se necessário, várias vezes por dia;

- A nossa roupa deve ser de algodão;

- A roupa da Maria tem mesmo que ser de algodão, assim como a roupa de cama;

- Nada de agasalhar demais a Maria (também não convém que apanhe frio);

- Casa sempre aspirada e arejada;

- Nada de peluches;

- Nada de tapetes;

- Gato fora do sofá e dos quartos;

- Livrar, tanto quanto possível, a casa de ácaros.

 

Já nos livrámos de todos os tapetes que tinhamos e da maior parte dos peluches (só ficaram os de estimação da Lara).

 

Almofadas com pelos também já foram à vida, assim como a roupa da Maria que não era de algodão.

 

Entretanto tivémos que comprar alguns babygrows 100% algodão para substituir algumas roupas que deixámos de usar. Também vamos ter que ir comprando mais roupa de algodão daqui para a frente, uma vez que a Maria não vai poder usar tudo o que era da irmã. Mesmo as peças de algodão mais usadas da Lara já não serão boas para a Maria, porque sempre estão mais ásperas do uso.

 

Parecendo que não, não é assim tão fácil encontrar roupa 100% de algodão para bebés e crianças: muitas coisas são 100% poliéster, outras são de veludo, lã e a maior parte é uma mistura de algodão com poliéster.

 

Deixo aqui uma lista de coisas 100% de algodão, adequadas para crianças com a pele sensível (desde lençóis, fronhas, pijamas, almofadas, edredãos e sacos de dormir). Algumas já estão na minha lista de compras de roupa para a Maria.

 

Clicando nas bolinhas abaixo das imagens podem ver mais peças e podem ver preços e detalhes clicando nas imagens.

 

 

Qui | 26.01.17

Não durmo há 3 semanas

IMG_0982.JPG

 


Nada de jeito que é como quem diz, mais de duas horas seguidas.

 

A Maria, de quase 7 meses, alterou a sua forma de dormir. Drasticamente. 

 

Se antes mamava e voltava a dormir o sono dos justos, agora acorda, mama e não volta a dormir sossegadamente. É preciso embalá-la durante tempo indeterminado até ela voltar a adormecer.

 

E não é no colo, tem que ser na alcofa/ carrinho, em andamento. Mas a alcofa tem 2 problemas: está a ficar cada vez mais pequena para a Maria  (mais dia menos dia, ela vai deixar de caber lá) e as rodas do carrinho chiam imenso. Então é ouvir chiar lá em casa pela madrugada fora...

 

Nas melhores noites a Maria acorda 2 vezes para mamar, nas outras acorda à 1h, pelas 3h, pelas 5h, 6h30... às vezes com espaços mais curtos.

 

Nós estamos a ficar meio loucos e estamos nisto apenas há 3 semanas. Às tantas ficamos a empurrar um para o outro o ato de voltar a adormecer a Maria, sem conseguirmos decidir quem é que está mais acabado.

 

Durante o dia, e com a ajuda de 2 cafés, a coisa até se desenvolve regularmente mas, à noite é muito duro. Sinto-me mesmo meio louca.

 

Às vezes acho que somos nós que acordamos a Maria, porque ela tem o sono mesmo muito leve. Se ouve algum barulho brusco (mesmo que seja alguma coisa na rua) acorda logo a chorar. Não deixa passar nada. Se espirramos acorda, se tossimos acorda, se falamos acorda, se sussurramos acorda, até o barulho de nos taparmos com o edredão a acorda.

 

Estão a ver o nível de ansiedade que tenho quando chega a noite e me vou deitar? Andamos os dois em bicos de pés e, mesmo assim, não sei como, ela acorda. :P

 

Para a voltar a adormecer temos variações da mesma técnica:

 

- Andar pela casa com o carrinho até ela adormecer.

- Ficar no quarto, a empurrar o carrinho no espaço de um metro para a frente e para trás, até ela adormecer. Esta técnica é especialmente frustrante porque, muitas vezes, quando achamos que  a bebé já está a dormir e paramos de empurrar ela abre os olhos e fica a olhar para nós com um ar interrogativo como quem pergunta: "Mas como é que te atreves a parar de balançar o carrinho? Queres que te mande dois gritos ou isso vai prosseguir com rapidez?". E começa tudo de novo. E, quando paramos, ela volta a abrir os olhos como se estivesse completamente desperta. E... à quarta ou quinta tentativa lá conseguimos largar o carrinho e enfiar-nos na cama cheios de nervos.

- A minha técnica preferida é igual à última mas na sala, enquanto vejo séries sem som. Estou a ver todas as temporadas de "Weeds" enquanto adormeço a Maria. Pelo menos, enquanto estou distraída a ver a série alivio os níveis de ansiedade.

 

E pronto, andamos nisto.

 

Nunca quis adormecer a Maria a mamar ou ao colo porque achei que seria mais difícil habituá-la a dormir sozinha. Agora gostaria de o ter feito porque sempre era melhor do que a situação atual em que nem sequer a consigo por a dormir na cama dela. 

 

Continuando assim vamos ter que fazer turnos para descansar: um de nós fica responsável pela Maria até às 4 da manhã e o outro a partir das 4, para ver se conseguimos dormir pelo menos 4 horas.

 

O que vale é que a Maria é uma fofinha e vale cada neurónio queimado com toda esta privação de sono. :)

 

Por aí alguém com uma experiência semelhante?

 

 

Qua | 25.01.17

Este continua a ser o nosso brinquedo preferido

Os legos continuam a ser o brinquedo preferido de toda a família.

Com quase 3 anos a Lara já se interessa por bonecas e brinca imenso com elas, gosta de as vestir e despir, de brincar às casinhas e aos chás, e também já se entretém a desenhar e a brincar com todo o tipo de coisas que vai encontrando pela casa. Ainda no outro dia ficou imenso tempo a enrolar e a desenrolar uma fita métrica.

 

Mas, de longe, é com os legos que se diverte mais e brinca durante mais tempo sozinha e connosco.

 

E é cada vez mais giro vê-la a brincar. Ela faz todo o tipo de construções e faz verdadeiras histórias com os bonecos e com os animais. E faz coisas bonitas e simétricas. Confesso que fico, muitas vezes, surpreendida e orgulhosa com a beleza das coisas que ela faz com os legos.

 Lara lego.jpg

 

Geralmente faz uma casa com vários compartimentos: um quarto principal com uma grande cama para a Minnie (a Minnie é sempre a dona da casa), vários quartos secundários para os amigos da Minnie que ela faz com janelas, e uma casa de banho para todos fazerem xixi e cocó, o que acontece muitas vezes.

 

Fora da casa há um lavatório com uma escadinha para todos lavarem as mãos depois de terem usado a casa de banho e há também uma mesa com cadeiras onde bebem chá quando acordam.

 

Às vezes também há um espaço, com um rádio para dançarem.

 

Depois, existe também um carro para um dos amigos da Minnie que tem um cão.

 

Finalmente, há á o camião-loja que faz as entregas de mercearia: leite, ovos, pão, fruta, legumes, peixe.

 

As brincadeiras andam muito à volta disto. De vez em quando a Lara lembra-se de fazer um foguetão, uma torre ou um meio de transporte inventado por ela.

 

Neste momento a Lara tem 3 conjuntos de legos duplos, que já dão para fazer muitas coisas giras, mas tenho sempre vontade de lhe comprar mais para que possa fazer construções maiores e mais complexas.

 

 A Lara tem um lego da Minnie com um avião e uma loja de cupcakes, um lego que é uma loja de mercearia e um camião de entregas e um outro que dá para fazer vários meios de transportes e casas.

 

Lara lego 2.jpg

  

Agora queria comprar mais uns 2 ou 3 diferentes e também algumas placas para fazer construções com a da imagem ao centro.

 

Estes aqui parecem-me bastante interessantes, o que acham?

 

Alguma sugestão de um lego giro?

 

 

Qua | 25.01.17

“O silêncio é, por vezes, a melhor resposta.”

Existiram alturas na minha vida em que respondia a provocações. Sentia-me zangada, queria ser a última a falar e tentava, com algum humor, deixar o meu interlocutor numa posição apertada, principalmente se essa provocação acontecia online.

 

Creio que nunca fui mal educada nem ofensiva. Se me chamavam chata ou insinuavam coisas que, claramente, não eram verdade, eu rebatia as afirmações e argumentava de uma forma racional e serena (mas sempre com algum humor).

 

Mas, depressa verifiquei que as pessoas que provocam as outras, online ou na vida “real”, estão pouco interessadas em argumentos ou na procura de uma verdade qualquer. Querem lá elas saber. Querem ir para ali destilar um bocadinho de ódio na esperança de tornar a vida dos outros um bocadinho miserável, para não se sentirem tão sozinhas.

 

Então deixei de responder a provocações. Olhei para as minhas próprias atitudes e analisei o que sentia quando respondia a provocações com outras provocações (mesmo que fossem educadas). Quando fazia isso estava, invariavelmente, chateada e frustrada com alguma coisa. Quando fazia isso estava certamente a ser mais pequenina e mais mesquinha do que queria e do que podia. Esta certeza ajudou-me a adotar a atitude que passei a ter.

 

Já há vários meses que respondo a provocações e tolices com silêncio. E nem penso mais nisso.

 

Sempre que possível nem leio coisas que me possam aborrecer (mesmo que já não me aborreçam grande coisa).  Deixei completamente de ler os “Hate blogues” e leio cada vez menos blogues que aceitam comentários ofensivos para os leitores. Nem é por nada, simplesmente não me interessam, não tornam o meu dia melhor e certamente não acrescentam nada à minha vida. A conversa até pode começar bem, com bons artigos mas se os comentários começam a entrar num nível mais baixo, desligo as notificações e dou a “conversa por encerrada”.

 

 Se estiver a falar com as pessoas ao telefone ou pessoalmente, não desenvolvo muito mas também não sou mal educada. Livro-me da situação logo que possa e pronto. Não estou mesmo para me chatear e, de facto, o silêncio é mesmo, muitas vezes, a única resposta e a que menos possibilidade de contra-argumentação tem.

 

E assim se acrescenta tempo de qualidade à nossa vida para aproveitar a fazer coisas giras com a família e amigos, para ler, ver filmes, ter conversas sobre coisas interessantes com os amigos e tantas coisas mais.

 

 

Ter | 24.01.17

Fui sonâmbula durante muitos anos

 

 

 

 

sonambula 7.jpg

 


Com cerca de 13 anos fui passar férias com a minha prima Margarida, 2 anos mais nova que eu, para casa dos meus tios de Ermesinde e dos meus primos.

 

Tenho muito boas memórias dessas férias em que eu e os meus três primos passámos muito tempo juntos a andar de patins, a inventar histórias, a dançar, a passear pelo Porto e, simplesmente, a ser crianças juntos.

 

Mas, a história mais marcante dessas férias passou-se enquanto estavam todos a dormir.

 

Como prima mais velha uma das minhas atividades preferidas era contar histórias de terror aos meus primos mais novos (creio que o meu primo Luís, na altura com 6 ou 7 anos, ainda se lembra de algumas). Eram histórias de vampiros, de lobisomens, de extraterrestres, de casas assombradas e por aí fora. Todas inventadas por mim na hora.

 

Naquela noite calhou uma história de extraterrestres. Deve ter sido uma história bem assustadora porque, de alguma forma, ficou a fervilhar na minha cabeça. 

 

As 3 primas mais velhas (eu, a Margarida e a Joana) dormiamos na mesma cama e eu ficava no meio. 

 

A meio da noite começo a sonhar. No meu sonho a Joana dizia-me que estava um ET na janela. Eu dizia-lhe que não, que aquilo era fruto da imaginação dela, que eu inventava histórias mas eram só histórias mesmo, não era real. E, para provar isso, eu ia colocar a mão na janela e constatar que não havia lá nada.

 

Nisto estico a mão para o lado e bato no peito ou na cabeça da Margarida que, surpreendida, me agarra na mão e diz "Hey!".

 

Ora eu, ainda a dormir e a sonhar que estava a por a mão fora da janela, sinto uma mão a agarrar a minha: a mão do ET. E não me lembro de mais nada. Só me lembro de estar no hall de entrada, com a minha tia de roupão a perguntar-me se eu estava bem, com um ar preocupado e surpreendido.

 

O que aconteceu foi que eu saí do quarto a gritar como uma maluca. Os meus tios ouviram gritos e depois viram-me a correr no hall de entrada. As minhas primas dizem que só se lembram de me ver a sair da cama aos saltinhos e a gritar a plenos pulmões.

 

Quando acordei, em pé, no hall de entrada, com as minhas primas e os meus tios ali, achei que a casa estava a arder e não percebi nada. Só algum tempo depois é que me lembrei do sonho e relacionei as coisas.

 

Foi a situação mais caricata que me aconteceu enquanto ainda era sonâmbula. Depois dos 14 anos deixei de ser sonâmbula.

 

Ainda falo durante o sono, mas nunca mais me levantei.

 

Desde muito nova que me levantava da cama e me punha a andar pela casa, dizendo coisas sem sentido. Os meus pais contam-me que às vezes dizia que ia à casa de banho e punha-me a caminhar em direção à lareira (que estava apagada) ou a outro sitio qualquer que não tinha nada a ver. Os meus pais diziam para me voltar a deitar e era o que fazia. No outro dia não me lembrava de nada. Nunca aconteceu nada mais que isso, só mesmo o caso das férias.

 

Agora que vou precisar de encontrar uma solução de cama para as minhas duas filhas, receio que possam ser sonâmbulas e que caiam da cama.

Se calhar é um receio infundado porque eu nunca caí da cama e uma criança sonâmbula entra e sai da cama normalmente mas... não sei. Não consigo decidir-me por um beliche com muita serenidade.

 

Estou muito mais voltada para uma cama com gavetão, mas receio que a cama de baixo não seja confortável. Depois também podia optar por duas camas lado a lado mas não sei.

 

Encontrei umas camas muito giras na La Redoute, branquinhas como eu gosto, e algumas com possibilidade de acrescentar uma cama por baixo e estou a pensar seriamente em mandar vir uma. Só me falta mesmo decidir.

 

Clicar nas imagens para detalhes.

 

Ter | 24.01.17

7 coisas fantásticas que consegui fazer no fim de semana

1- Almoçar sozinha com o Milton

 

Aproveitámos um dia em que ele tirou férias para tratar de umas “papeladas” e almoçámos juntos no Anfiteatro. Já não me lembro há quanto tempo tínhamos comido uma refeição inteira os dois, sozinhos e sem ser a correr.

Comi um excelente hambúrguer de vaca (o único prato de carne vermelha do mês) e uma sobremesa divinal: tiramisu de espécie (um doce típico da Ilha de São Jorge com um sabor delicioso a especiarias). Esta sobremesa foi a melhor coisa que comi nos últimos meses (ou anos)! Estava uma delícia! Acho que se não tivesse vindo dentro de um frasco de vidro -  relativamente estreito e alto - teria lambido o prato.

 

tiramisu.jpg

 

 

2- Beber café com o Milton e a Maria num dia de sol, numa esplanada à beira-mar

 

A Lara ficou na avó e levámos a Maria connosco para uma esplanada à beira-mar. O tempo estava tão bom e estava-se tão bem ali que acabámos por ficar mais tempo e almoçar por lá.

Fiquei com pena de não termos levado a Lara, ainda por cima com um dia de sol tão bonito, mas soube bem estar ali só com a Maria, a dar-lhe toda a atenção que não conseguimos dar-lhe num dia comum. Ela é uma bebé tão querida e tão fofinha e, às vezes, parece que cresce sem darmos por isso e sem usufruirmos o suficiente deste tempo único e especial em que ela é uma bebé pequenina.

 

Ela portou-se lindamente e parece ter gostado de estar ao ar livre e apanhar algum solinho (com muito cuidado como é evidente).

 

na esplanada a ler.jpg

 

 

3- Fazer yoga

 

Recomecei a fazer yoga e foi o melhor que fiz.

A alteração que se dá no meu humor e capacidade de foco quando faço yoga é enorme. Fico logo mais calma e muito mais capaz de enfrentar dias e noites bastante longas.

Estive algumas semanas sem fazer e comecei logo a ficar mais irritadiça, mais cansada e com a mente muito mais lenta (claro que a falta de sono também terá a sua percentagem de responsabilidade nisto).

Vou tentar fazer yoga regularmente, se não for todos os dias, pelo menos  3 a 4 vezes por semana.

 

 

4- Ver a Lara fazer o seu primeiro desenho

 

Brinco com a Lara praticamente todos os dias mas nem sempre tenho a mesma paciência e a mesma vontade de brincar ativamente com ela. Muitas vezes, estou ali de corpo presente, a falar com ela e com a cabeça nas 1000 coisas que tenho para fazer.

Este fim de semana estivemos a brincar no quarto dela, enquanto a Maria dormia a sesta e o pai corria, e dei por mim maravilhada a ver como ela brincava e já fazia coisas “complexas”.

Senti-me toda orgulhosa a ver as suas construções de lego, simétricas e bonitas, e mais ainda ao ver o seu primeiro desenho.

Infelizmente foi num daqueles quadros magnéticos em que se desenha e apaga logo, por isso, não foi possível guardar o desenho para sempre, mas tirei uma fotografia daqueles que foram os primeiros “rabiscos com sentido” que a minha filha fez.

 

Antes do dia 21 de janeiro de 2017, só tinha visto a minha filha fazer riscos, pontos e círculos mais ou menos aleatórios. Desta vez ela fez uma cabeça, com dois olhos, nariz e boca, duas pernas e dois pés, um chapéu, um bigode e uma barba: o pai, disse ela.

 

Fiquei tão feliz como se ela tivesse feito uma autêntica obra-prima.

 

desenho da Lara.jpg

 

 

5- Passar um dia inteiro sem Internet

 

Já o tinha feito na semana passada e voltei repeti esta semana. O plano é tornar-se um hábito.

Não acedi à Internet durante todo o dia e noite de domingo.

 

É impressionante como o tempo parece estender-se. O facto de saber que não poderei ir à Internet dá-me um descanso mental que me permite fazer todas as outras coisas com mais calma e concentração.

Assim se vê o mal que o estar “sempre online” faz à nossa mente e à nossa qualidade de vida.

Sinto-me mesmo livre, focada e muito mais serena e feliz.

 

Está decidido: domingos sem net sempre.
(Em relação ao Blogue, deixo sempre alguns posts agendados para o domingo).

 

 

6- Tirar uma hora só para mim e ler um livro

 

Aproveitei uma sesta da Maria para deixar o Milton com a Lara em casa e saí para beber um chá e ler um livro, durante cerca de uma hora. No sábado, foi a vez do Milton ter uma hora só para ele.

Foi fantástico! Eu sei que é uma coisa muito simples, que muitas pessoas têm como garantido todos os dias mas, para mim, é um luxo. E é um luxo que me dá muito prazer.

 

Estou a ler “A Hora do Vampiro” de Stephen King e a gostar muito.

 

chá e livro.jpg

 

 

7- Estar com amigos e dar a oportunidade à Lara de brincar com outras crianças

 

Uma das coisas que me dá mais prazer é ver as minhas filhas (neste momento mais a Lara) a interagir com outras crianças. Felizmente, eu e o Milton temos muitos amigos com filhos pequenos e quase todos os fins de semana a Lara brinca com meninos e meninas da idade dela.

 

Na sexta-feira eu e a Lara fomos a casa de uma amiga, que também é nossa vizinha, e a Lara esteve na brincadeira com o filho da minha amiga, enquanto nós colocávamos a conversa em dia. No inicio estava um bocadinho tímida mas no fim veio para casa a choramingar.

 

No domingo, fomos dar uma volta pela cidade com um amigo e a filha dele que tem mais 2 anos que a Lara e é muito meiguinha com ela e, depois do passeio, as miúdas convenceram-nos a prolongar o convívio lá em casa para elas poderem brincar mais um bocadinho.

 

Confesso que acho muito gira esta fase da Lara fazer “birras” para poder estar mais tempo a brincar com outras crianças. Está tão crescida a minha filha!

 

E foi muito isso o meu fim de semana.
Claro que houve muito mais atividade mas isto foi, de todo, o melhor!

 

Seg | 23.01.17

Se pudesse renovar todo o conteúdo do meu roupeiro

Livrava-me de tudo e entrava só isto:

 

- Vestidos de malha de algodão;

- 3 casaquinhos de malha de cores básicas (preto, cinza e talvez azul);

- Algumas camisolas de algodão básicas confortáveis e giras;

- Um casaco quente;

- 2 pares de calças de ganga que assentassem mesmo bem;

- Algumas t-shirts de cavas e manga curta giras (sempre de algodão);

- Os interiores básicos com muitas collants pretas e cinzentas;

- E pouco mais.

 

As pecinhas abaixo podiam vir já hoje. 

 

Clicar nas imagens para preços e detalhes.

 

Seg | 23.01.17

Que chocolate escolher?

chocolate preto saudável

 

 

Como sou muito doida comprei 5 tabletes de chocolate  (4 de chocolate preto e uma de chocolate de leite).

 

Para quê perguntam vocês?

 

Para provar, avaliar o seu efeito na glicemia, e tentar avaliar qual é o melhor e mais saudável.

 

É, estou a ver se faço concorrência à DECO (not really).

 

Podia-me dar para pior. Olhem para provar 5 cachaças ou 5 vinhos de cheiro ou 5 cervejas belgas... Hum.. acho que as cervejas belgas são um tema a considerar fortemente para um artigo aqui do estaminé, agora que penso nisso.

 

Entretanto, aposto que já todos sabem que o consumo regular de doses moderadas de chocolate preto faz bem à saúde. Por doses moderadas entenda-se cerca de 10 g por dia, mais ou menos um quadrado maior ou dois pequenos.E de que forma é que faz bem à saúde?

 

Passo a explicar, ou melhor, a mencionar:(daqui)"O chocolate é constituído por mais de 300 substâncias químicas, que induzem a libertação de vários neurotransmissores (moleculas responsáveis pela transmissão de sinais entre os neurónios). Entre os neurotransmissores destacam-se as endorfinas, hormonas que reduzem o stress, diminuem a dor e induzem satisfação, a serotonina com efeitos anti-depressivos (cuja libertação é induzida pelo triptofano, um aminoácido essencial). A feniletilamina, conhecida como a “anfetamina do chocolate”, leva a alterações no nível da pressão arterial e glicose, induzindo sensação de excitação e aumento do nível de alerta.

 

"Portanto, tudo o que é bom.Benefícios para a saúde:(daqui)

 

- Faz bem ao coração;- Previne diabetes;

 

- Auda a perder peso;

 

- Alivia o stress;

 

- Ajuda a proteger do sol?!!!! (ver link)

 

- Fornece antioxidantez;

 

- Alivia a tosse.

 

 

 

chocolate preto com muito cacau

1,19€ na Casa Cheia ou Minipreço

 

Este revelou-se o mais saudável de todos. Não é o que tem menos açúcar mas, curiosamente, é o que me sobe menos a glicemia.O senão deste chocolate é que é mesmo muito amargo.

 

Duvido que consiga comer mais algum quadrado deste chocolate.

 

Quando fui comprar o chocolate, um rapaz voltou-se para mim e avisou-me que era bem amargo. Eu, toda ninja, disse que estava habituada e tal e gostava muito de chocolate negro. O rapaz estava a ser amigo. De facto, é amargo demais. Tenho que ver como o posso aproveitar uma vez que degusta-lo é uma tortura mexicana. O Milton, adorou o chocolate.

 

Valores por 100 g

85% de cacau

591 kcal

16,5 g de hidratos de carbono (dos quais 10,8 g são açúcares)

9,9 g de proteínas

 

a minha glicemia 1h00 depois de comer um quadrado de 10 g - 93

 

 

chocolate de leite sem açúcar

1,19€ na Casa Cheia ou Minipreço

 

Este é muito bom mesmo, muito cremoso e não tem adição de açúcares nem glúten. No entanto, não é o que me deixa a glicemia mais baixa.A versão chocolate preto é ainda melhor, o mais saboroso (sem açúcar) que já provei.

 

Valores por 100 g

 

32% de cacau

482 kcal

56,0 g de hidratos de carbono (dos quais 6,0 g são açúcares)

6,0 g de proteínas

a minha glicemia 1h00 depois de comer um quadrado de 10 g - 99

 

 

 

chocolate preto do ecuador

0,99€ na Casa Cheia ou Minipreço

 

Este é bem saboroso e não muito pernicioso.

 

Valores por 100 g

 

72% de cacau

542 kcal

30,0 g de hidratos de carbono (dos quais 24,8 g são açúcares)

9,0 g de proteínas

a minha glicemia 1h00 depois de comer um quadrado de 10 g - 100 

 


Chocolate preto marca dia

0,69€ na Casa Cheia ou Minipreço[/caption]Este é o que me sobe mais a glicémia. Pudera, metade dele é açúcar.O sabor também não é grande coisa para mim, que já não estou habituada a coisas muito doces.

 

Valores por 100 g

 

50% de cacau

515 kcal

55,0 g de hidratos de carbono (dos quais 50,0 g são açúcares)

7,2 g de proteínas

a minha glicemia 1h00 depois de comer um quadrado de 10 g - 113

 

chocolate preto pingo doce

0,75€ no Solmar ou Feira Nova

 

Este chocolate, não sendo mau de todo, é demasiado doce para mim. Chega a ser enjoativo.Tem muito açúcar, tal como o anterior e, tal como o anterior, é um dos mais baratos. Não apostava muito  neste.

 

Valores por 100 g

 

41% de cacau

538 kcal

57,2 g de hidratos de carbono (dos quais 48,7 g são açúcares)

6,1 g de proteínas

a minha glicemia 1h00 depois de comer um quadrado de 10 g - 99

 

Posto isto, recomendo muito o chocolate sem açúcar da marca Dia. Pessoalmente gosto mais do preto mas o de leite também é muito bom. É o mais saudável e também o mais saboroso.

 

Para quem gosta mesmo muito de chocolate negro e não tem problemas de glicemia, o Delicious (do Ecuador), também da marca Dia, é muito bom.Para os ninjas, aconselho o primeiro de todos.

Seg | 23.01.17

Dicas de poupança na conta de eletricidade ou como ter a cara escavacada em três tempos

Tom and Jerry Bath
 
 
Cá em casa somos muito poupadinhos. Não só no que diz respeito ao dinheiro mas também ao tempo.
 Assim sendo, banhos coletivos (entenda-se com a participação de duas pessoas) são uma ocorrência muito comum.
 O homem da casa é conhecido pelas suas extraordinárias qualidades mas, também, por ser um pouco distraído (entenda-se muito trapalhão). Ou isso ou ando a ser vitima de violência doméstica da forma mais descarada possível.
 Sucede o seguinte: nos últimos dias enquanto, de olhos fechados, massajo tranquilamente a cabeça cheia de espuma, sou brindada com uma valente cotovelada num olho, ou uma murraça no queixo, ou uma estridente dedada no nariz.
 Claro que o meu amável companheiro de banhos fica adequadamente consternadíssimo quando isso acontece. E eu adequadamente a ver estrelas.
 Se o homem não deixar de se esfregar como se estivesse a fazer a dança da chuva acho que vou passar a tomar banho de capacete.
Dom | 22.01.17

Tenho mesmo que encarar a realidade de frente e resolver isto.

Nunca percebi o que era aborrecimento.


Claro que devo ter passado por um dia ou outro em que estava mais aborrecida, em que não saberia bem o que fazer do tempo mas, com muita franqueza, não me lembro.

 

Tenho sempre alguma coisa para fazer e há sempre alguma coisa que eu quero fazer. Tenho muitas vezes a sensação de que o dia tem horas a menos e que não consigo fazer metade do que queria.

 

Quando era criança e tinha mesmo muitas horas livres e passava muito tempo sozinha, sem irmãos, primos ou outras crianças na vizinhança, inventada muito: desenhava imenso, inventava e escrevia histórias, escrevia num diário, brincava aos detetives com os gatos (eu era o detetive e eles os suspeitos), fazia casas de esferovite para as bonecas, fazia roupinhas para as bonecas, espreitava para as casas dos vizinhos com uns binóculos e sei lá o que mais. E, quando aprendi a ler, li basicamente tudo o que me vinha parar às mãos, desde livros do tio Patinhas, livros antigos do meu pai, as revistas da minha mãe, até jornais e revistas antíquíssimas que encontrasse abandonadas numa arrecadação. Basicamente, arranjava sempre alguma coisa para fazer.

 

Hoje, continuo igual. Mas tenho uma casa, um trabalho, duas filhas pequenas e um gato. Felizmente tenho também uma família alargada e amigos.

 

E tenho um blogue que me traz muita realização pessoal.

 

E tenho muitas vontade de: ler, ouvir música, passear, ver filmes, ver séries, fazer yoga, meditar, aprender e inventar receitas novas e saudáveis, fazer roupinhas de bonecas, inventar atividades para fazer com as minhas filhas, pintar, escrever contos, entrar numa atividade qualquer, fazer caminhadas, ir ao cinema, ir ao teatro, ir a concertos.

 

Mas não dá minha gente, não dá! E, na minha tentativa diária de fazer uma data de coisas, pareço uma formiga presa dentro de uma caixa de papel, andando de um lado para o outro meio tresloucada e sem saber o que fazer.

 

Isto causa-me muito stress e muita frustração. Neste momento é algo que tenho mesmo que resolver. Tenho que aceitar que não consigo fazer tudo o que quero e descontrair. Tenho mesmo que deixar cair algumas coisas. Senão acabo o dia cansada, aborrecida, mal humorada e sem fazer, efetivamente, nada de jeito.

 

Para tentar resolver isto a primeira coisa que fiz foi decidir que, para mim, aos domingos não há Internet, nem no telemóvel, nem sequer para ver televisão (Netflix).  

 

A segunda coisa que vou fazer é trocar o sofá com chaise long por um sofá normal. Assim como assim, não tenho muito tempo para passar no sofá e uma chaise long, agradável e convidativa a olhar para mim todo o santo dia, parece-me um elemento desnecessário, provocador e gozão na minha própria casa.

 

O sofá que temos na sala é de tão boa qualidade (também foi baratíssimo convenhamos) que ao fim de pouco mais de um ano começou a desfazer-se. Bom a parte exterior, de pele falsa, começou a desfazer-se e a deixar a casa cheia de pedacinhos de plástico preto (ou lá que material é aquele). Aquilo ficou com um ar tão mau que comprámos umas mantas cor de rosa para colocar por cima dos sofás.

 

Mais cedo ou mais tarde vamos ter que comprar outro e já decidimos que não queremos mais com chaise long. Primeiro, porque ocupa muito espaço e a nossa sala é pequena. Depois, porque cada vez que me deito no sofá adormeço em 2 minutos e, de acordo com o médico  que o Milton consultou por causa das dores de costas, estar deitado no sofá é péssimo para a coluna. Por último, porque nem tão depressa vamos ter tempo para estar esparramados no sofá a ver filmes e séries, nem queremos. A nossa vida é outra e está excelente assim.

 

Preciso de um sofá onde seja obrigada a estar mais ou menos vertical da cintura para cima sob pena de adormecer instantaneamente. 

 

E, já que é para mudar, que seja para um sofá giro. 

 

Adorei este, pelas cores, pelo modelo, e por reunir as condições que quero. Até o preço é simpático (clicar na imagem para detalhes).

 

Para ser perfeito só lhe falta ter os pés brancos mas também não sejamos tão exigentes. Aceito este tal como é.

 

Gostam?

 

 

Dom | 22.01.17

Decorar a Sala com Espelhos

De repente, quero colocar um espelho enorme na sala de estar.Por um lado é porque a sala, apesar de ter muita luz, é muito pequena e o espelho ajuda a dar amplitude (ou melhor, ilusão de amplitude) ao espaço; por outro é porque sempre achei muito bonito. Não sei mesmo porquê mas sempre tive um certo fascínio por decoração com espelhos. Dei por isso quando comecei a visitar casas para alugar e, mais tarde, para comprar.

 

É algo a fazer a médio prazo pelo que, para já, estou em pesquisas.

 

Apesar de não seguir de forma rigorosa o Feng Shui -"arte que estuda a influência do espaço no nosso bem-estar e a forma como os locais onde vivemos  se refletem no modo como nos sentimos"- , gosto sempre de ler sobre isso antes de redecorar um espaço.

 

Relativamente a espelhos na sala de estar, de acordo com o Feng Shui, devemos proceder da seguinte forma:

 

- Refletir o que se gostaria de ver em abundância como: muita comida, flores, um belo jardim, plantas;

 

- Se possível colocar o espelho de frente para a mesa da sala de jantar, duplicando a comida e os amigos;

 

- O espelho não deve estar de frente para a porta de entrada da casa (como algumas sala de estar são uma espécie de open space sem porta, este é uma aspeto a ter em consideração);

 

- Não deve estar posicionado de formas que as pessoas estejam de frente para o seu reflexo (apenas porque pode tornar-se um pouco chato  e desconfortável);

 

Deixo-vos algumas ideias:  

 

espelhos 17

 

Espelho-Luz

espelhos 1

espelho 7

espelho 77

espelho 43

espelho 16

Foto sem data Sala, no curso de decora�¿o II, da revista Anamaria, li�¿o 9.

espelho 2

espelhos 4

Sab | 21.01.17

Delicioso bolo de banana sem açúcar

 

bolo-de-banana.jpg

 

 

Como já devem ter reparado, a maior parte das receitas de bolos saudáveis que tenho por aqui, levam banana. E canela e aveia.

 

Este não é exceção mas, como também não é exatamente igual a nenhum dos outros, fica a receita na mesma.

 

Fiz o bolinho com a Lara.

 

 

Às vezes a Lara leva este bolinho para o lanche da creche, com queijo flamengo e um iogurte natural.

 

Espero que gostem.

 

Bom apetite!

 

 

Bolo de banana

 

2 chávenas de bananas maduras, cortadas em rodelas

3 ovos inteiros

1/2 chávena de óleo

1 chávena de farinha de trigo integral

2 chávenas de flocos de aveia

1 colher de sopa de fermento em pó

1 colher de sopa de canela

 

Colocar no liquidificador ou na bymbi (1 minuto, velocidade 7) a banana, os ovos e o óleo.

Colocar o creme resultante numa tigela e, aos poucos, juntar os outros ingredientes.

Misturar muito bem.

Colocar numa forma de silicone (não é preciso untar) e levar ao forno pré aquecido durante cerca de 30 minutos. 

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