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Vinil e Purpurina

Parafernálias sobre a minha vida e a minha mente.

Vinil e Purpurina

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Sab | 28.05.16

Sintomas de gravidez, e quando não há?

sintomas-da-gravidez-bocejo-em-excesso

 

Quando estava grávida da Lara, não fiquei muito surpreendida por ver os dois riscos que indicam um teste de gravidez positivo. Por via das dúvidas repeti o teste mas os sintomas estavam lá: ausência de menstruação, mamas muitíssimo sensíveis e uma soneira incompreensível. Basicamente foram estes os sintomas que tive.

 

Nada de enjoos ou desejos estranhos.Outro sintoma que tive, mas na altura não associava muito à gravidez, foram alterações bruscas de humor. De repente ficava muito irritadiça com tudo e todos. Não tolerava nada e fazia um pé de vento com o mínimo chuvisco.

 

Estava literalmente com um humor de cão esganado.

 

Dois anos depois, posso dizer que esta gravidez é bastante diferente. A minha filha deixou de querer mamar aos 18 meses e decidimos que estava na altura de tentar engravidar novamente. A menstruação ainda não estava regular, tinha aparecido apenas duas vezes e de forma muito incomum: muito abundante e durante muitos dias, para desaparecer outra vez.

 

Posto isto, começámos a tentar engravidar e eu passei a ter alguns cuidados como: deixar de beber álcool, tomar menos café, evitar alimentos mal passados e deixar de pintar o cabelo.

 

Um dia olhei para o espelho e fez-me confusão ver o cabelo tão branco e decidi pintá-lo. Assim como assim, sentia-me perfeitamente normal e queria aproveitar para pintar o cabelo mais uma vez antes de engravidar. Por descargo de consciência, comprei um teste de gravidez só mesmo para pintar o cabelo mais tranquilamente. E pronto, deu positivo.

 

Fiquei admiradíssima! As mamas estavam normais, não me doíam absolutamente nada, a menstruação não estava a faltar porque ainda não a tinha regular e o meu humor... bem, o humor andava mauzinho mas isso também não é nada de muito incomum.

 

De modo que, nesta gravidez posso afirmar que não tive qualquer tipo de sintoma na altura em que é habitual ter: cerca de três semanas depois da conceção.Os primeiros sintomas que tive (algumas náuseas, nada de especial, e tensão mamária) só apareceram depois das 10 semanas de gravidez.Outra coisa que pode acontecer é existirem sintomas que desaparecem durante uns dias e voltam depois. Aconteceu-me com a tensão mamária nas duas gravidezes.

 

De repente as mamas deixavam de doer e eu ficava preocupadíssima sem saber se estaria tudo bem. Pode acontecer por volta das 12 semanas, mais cedo ou mais tarde.

 

Dias depois a sensibilidade volta e pode voltar a desaparecer, para depois voltar novamente. Entretanto, à medida que a gravidez avança, é normal que as mamas deixem de estar tão sensíveis, para voltarem a doer quando há a descida do leite, três dias depois do parto.Por isso, não vale a pena uma preocupação excessiva.

 

O corpo está a mudar e em cada mulher, em cada gravidez, tudo pode ser diferente.Conheço raparigas que passaram a gravidez toda como se tivessem gastroenterite e outras que ficaram melhor que nunca: lindas e maravilhosas. E depois existem dezenas de situações intermédias. Eu não fiquei maravilhosa mas também não fiquei péssima.

 

Bem... na segunda gravidez estou em pior forma física: engordei mais, estou muito mais cansada, a soneira acompanha-me até hoje, tive muitas cãibras na barriga e nas pernas desde muito cedo e às 30 semanas fiquei com os olhos sequíssimos.

 

Por outro lado, baixei os níveis de glicemia e não tive diabetes gestacional e o cabelo ficou forte e bonito.No que diz respeito a stress, preocupações e ansiedades, não vejo grande diferença entre esta gravidez e a outra. Fico ansiosa ou despreocupada com as mesmas coisas.

 

Nisso, a experiência não altera muita coisa. Até com o facto de ter de cuidar de um bebé pequenino me sinto quase tão preocupada como na primeira vez... A minha memória é fraquíssima e isto de ter um filho não é bem como andar de bicicleta. Mas estou confiante! :)

Sex | 27.05.16

Conseguimos passar a manhã na Quinta dos Açores com a Lara

Sem stresses, sem grandes alaridos (porque algum alarido há sempre) e ainda consegui ler várias crónicas e escrever alguns apontamentos.Normalmente, ao fim de semana deixamos a Lara com os avós durante umas horas e vamos beber café e ler para um café com esplanada se estiver bom tempo e para a Quinta dos Açores se estiver frio ou chuva.

 

No resto do tempo, se estiver sol, aproveitamos para ir dar um passeio com a Lara para um parque onde ela possa correr e andar de triciclo.

 

Ontem, esteve a chover por isso fomos para a Quinta dos Açores mas decidimos levar a Lara. Como sou uma pessoa cheia de confiança levei também um dos livros que ando a ler, o almoço dela e várias coisas para se entreter.Correu lindamente.

 

Ela esteve muito tempo entretida com um baralho de cartas com letras e números que comprei no chinês por 1€ e ela adora, com um quadro de escrever sem lápis (daqueles que funcionam com íman) e com livros. Depois almoçou sozinha e sem qualquer problema.

 

Consegui ler e descansar bastante,  e o Milton também, durante quase duas horas. Claro que íamos brincando sempre com a Lara mas ela não ficava a requerer a nossa atenção o tempo todo. Acho que está a ficar mais independente e crescida.

 

É muito bom perceber que já estamos na fase em que a Lara já é suficientemente crescida para ficar pacificamente num sítio sem grandes birras.

 

Para compensar, em casa, não quis dormir a sesta nem arrumar os brinquedos e levámos com duas grandes birras. Já nem sabia quem estava com uma birra maior: ela ou nós.Curiosamente (ou não) desde que começou a adormecer sozinha à noite tem regredido nas sestas.

 

Nunca quer dormir e, geralmente, ou adormece no carro quando regressamos de algum lado ou temos que ir dar uma volta de carrinho. Simplesmente não adormece sozinha à tarde.

Vamos esperar que seja apenas uma fase mas, de qualquer forma, prefiro que adormeça sozinha à noite que à tarde.

 

infusão de pera

Esta infusão de pêra e canela é simplesmente maravilhosa. E bebo sem açúcar.

 

no cafe 10

Cometi o erro de pedir um crepe com gelado. Já tinha comido antes e não tinha gostado muito. Devo ser das únicas pessoas que não gosta destes crepes mas a combinação de crepe quente com o gelado frio faz com que não consiga apreciar devidamente nenhum dos dois.

 

no cafe 4 Não podíamos deixar de visitar a vaquinha em tamanho real que existe no rés de chão, antes de subirmos para a Quinta dos Açores.

 

no cafe 8

 

no cafe 5

 

no cafe 3

 

no cafe 2

 

 

 

Qui | 26.05.16

Atividades com crianças #2 - Piquenique e bolinhas de sabão

Hoje deixo-vos mais uma ideia de atividades com crianças ao ar livre.

Tudo o que é preciso é tempo, boa vontade, uma mantinha e um frasquinho de bolas de sabão.Sempre que faz um bocadinho de sol ao fim de semana saímos de casa para apanhar um ar mais fresco e fazer qualquer coisa que não possamos fazer em casa, como rebolar pela relva ou ver borboletas a esvoaçar, coisas que por si só, já são belas atividades com crianças, do máximo agrado dos miúdos.

 

No fim de semana passado fui a casa de uma amiga, para os lados das Capelas, buscar umas roupinhas de bebé que ela me emprestou e colocar a conversa em dia e aproveitámos, antes de regressar a Ponta Delgada,  para parar num sítio bonito e fazer um piquenique com a Lara.

 

Como saímos de casa à pressa (para não variar muito) limitei-me a colocar num saco de compras, daqueles  reutilizáveis que usamos agora para substituir os de plástico, umas marmitas com ovo mexido com frango e legumes, um bolo de sertã, algumas clementinas, água e vinho tinto. Complementei com um par de talheres para a Lara (que serviu também para os pais), um copo de plástico e uma pequena toalha de mesa bordada à volta a crochet (cortesia de uma tia prendada).

 

Escolhemos o parque das merendas de Santo António - tinha lá uma placa a dizer "Parque das Merendas do Rosário", mas o Milton insiste que o nome correto é "Parque das Merendas de Santo António", enfim - e montámos ali a nossa mesa de refeição improvisada.

 

O local é lindíssimo, com uma ampla vista sobre o mar, e muito arranjadinho: com várias mesinhas de madeira cobertas, várias zonas de relvado cuidado onde a Lara se fartou de correr, várias churrasqueiras, uma zona para lavar a loiça e flores de várias cores aqui e ali. Não deve ser muito conhecido das pessoas da ilha porque não estava ali mais ninguém além de nós, o que foi um luxo.

 

A única coisa que faltava ali era uma casa de banho. Procurei e não encontrei nenhuma à vista.Depois de comermos, ficámos por a fazer bolinhas de sabão até não aguentarmos mais o frio - estava um sol fantástico mas também muito vento, o que tornava desconfortável permanecer ali muito tempo - mas registámos este sítio como um local de eleição para fazer um churrasco com amigos, logo que o tempo fique mais estável.

 

Aqui estão algumas fotos (tenham lá paciência com a falta de qualidade técnica das imagens e aquele mar todo torto no horizonte).

 

piquenique 3

 

piquenique 4

 

piquenique e bolinhas de sabão 2

 

piquenique e bolinhas de sabão

 

piquenique 7

Ter | 24.05.16

Desejos na Gravidez: mito ou realidade?

desejos de grávida 7

 

 

Confesso que antes de engravidar sempre achei isso dos desejos na gravidez um grande mito. :P

 

E, depois de engravidar, a minha opinião mudou... pouco.Bem... claro que não posso falar por toda a gente. Cada caso é um caso e há mulheres que podem ter realmente desejos fortes que as deixem completamente ansiosas. No meu caso até tive desejos, vários e recorrentes. Mas nunca senti que se não os satisfizesse ficava muito mal ou demasiado stressada.

 

Quando estava grávida da Lara, apeteceu-me muito comer hambúrgueres do Burguer King. Lembro-me de estar em Amesterdão e parar sempre no Burguer King (a qualquer hora) para comprar um mini hambúrguer daqueles de 1 euro. Consolava-me a comer aquilo.Já nesta gravidez, existiu uma altura (lá para as 20 semanas) em que comia um magnum por dia. Credo, comia aquilo como se não houvesse amanhã e estivesse à míngua há dias. Sabiam-me tão bem!!!!

 

Que me lembre foi só isso mas o facto é que eu sempre tive desejos por coisas específicas em várias alturas da minha vida. Adoro comer e não fiquei com mais vontade de comer na gravidez. Creio que os desejos que me deram por hambúrguer e gelados podiam ter acontecido em qualquer altura.

 

Outra coisa que não me aconteceu, foi ter desejos na gravidez por algo que não costumasse comer antes. Não tive vontade de comer banana com pimenta, couves de bruxelas com mel, azeitonas com molho de iogurte de coco, biscoitos de feijão-verde com chocolate branco, nada disso. Sempre quis comer coisinhas que já antes de engravidar considerava boas e gostosas.Por exemplo agora comia um belo sushi acompanhado de um excelente vinho branco. E este é um desejo mais do que recorrente na minha vida. Apetece-me quase sempre. :P

Seg | 23.05.16

E quando as crianças nos dão valentes bofetadas?

birra menina 7

 

Imaginem o seguinte cenário: um pai caminha pela receção de um hotel em direção à saída e carrega a filha, que terá uns 2 anos e tal, ao colo. A miúda está a chorar, visivelmente contrariada. É um choro de raiva, sem dúvida uma birra. Das grandes.

 

De repente a miúda puxa a mão atrás e espeta uma bofetada no pai. O pai diz à filha que "isso não faz". E pronto. A mãe, que também ali está, também diz qualquer coisa, numa leve repreensão, como: "Então?! Compreendemos que estás aborrecida mas não se bate no papá."Se fossem as senhoras da receção, que estavam a assistir a este belo cenário, o que pensariam?

 

Eu sei o que pensei muitas vezes, quando trabalhava numa loja de crianças, quando via um miúdo a esbofetear os pais, alegremente, enquanto experimentava um casaco ou uma camisa. Pensava que os pais eram uns grandes bananas que estavam a criar pequenos ditadores, pessoas que se iriam tornar adultos insuportáveis. Pensava que era inadmissível reagirem a uma bofetada com uma "pequena e meiga advertência". Não que achasse que deviam espancar o filho ali mesmo ou que tivesse uma solução melhor mas, tenho a certeza que enchia a minha mente de julgamentos e de ideias preconcebidas sobre aqueles "pais bananas".

 

A questão é que a miúda que deu um bofetão no pai, na receção do hotel é a minha filha. E ela também já me deu um bofetão a mim e já o fez mais que uma ou duas vezes. E, quase sempre, faço pouco mais que uma repreensão onde lhe digo que aquele comportamento me deixa triste, magoa-me e... para grande cumulo, ainda mostro empatia pelo seu aborrecimento, indicando que compreendo que ela se sinta chateada.Isto de pagar pela língua (e pelos pensamentos que costumava ter) é uma coisa que me acontece muito desde que a Lara nasceu. Sabem aquelas célebres frases que começam com: "O meu filho nunca fará isso"? Pois.

 

Sempre que a Lara tem um ataque de fúria, ou uma birra e nos bate eis o que não faço:

 

- Não lhe bato. Nunca lhe bati. Claro que não vou afirmar que nunca o farei, não sei se farei, mas não acredito que essa seja uma boa solução.- Não grito com ela.

 

- Não lhe chamo nomes.

 

- Não lhe digo nunca que o seu comportamento me vai fazer gostar menos dela.

 

O que faço é tentar perceber porque é que a birra aconteceu e explicar-lhe (ou tentar) que percebo que ela se sinta frustrada mas que bater, gritar e espernear não é solução. Explico-lhe porque é que não podemos dar-lhe o que ela quer e tento desviar a atenção dela para outra coisa. Muitas vezes, deixo-a chorar e exprimir os seus sentimentos (desde que não bata, claro que logo que não me apanhe desprevenida evito que me chegue a bater) e depois ela distrai-se com outra coisa qualquer.

 

O meu objetivo será sempre faz-la entender que comportamentos agressivos não compensam mas que também não implicam que eu deixe de gostar dela. Em altura nenhuma em que a Lara fez uma birra comigo conseguiu o que queria. Se ela está a chorar e a espernear para conseguir qualquer coisa, prefiro ficar ali a aguentar gritos o tempo que for preciso, a ceder perante aquele comportamento. Só assim ela vai perceber que a birra não compensa. Só servirá para nos chatear a todos.

 

Se lhe batesse estaria a dizer-lhe que não pode fazer uma coisa, fazendo-a eu própria. Tu não podes bater e para aprenderes isso toma lá uma palmada. Não julgo nem critico quem o faz (estou a falar de palmadas não espancamentos) mas para mim não resulta. Se não dou uma palmada a certas pessoas que me me chateiam verdadeiramente porque é que vou dar a uma pessoa de quem gosto tanto? Não me faz sentido. A mim claro.

 

Encontrei este texto, escrito por uma psicóloga que sugere algumas soluções (que me parecem muito boas) para lidar com este comportamento dos nossos filhos.Espero que seja útil e vos faça sentido. A mim fez.

Dom | 22.05.16

Tag Viciada em Filmes

O fabuloso destino de Amélie Poulain

 

Descobri este Tag sobre cinema no no "Books&Movies" da Dora e achei a ideia gira.Parece-me que estou a ficar viciada em fazer artigos com Tag. Quando ficarem fartos avisem por favor. :P

 

1. Qual foi o último filme que vi?

Foi o Joy. Gostei bastante.

 

2. Um filme que quero muito ver?

O Cloverfield 2. Ia vê-lo ao cinema com uma amiga mas depois desisti porque achei que era de terror, e não me anda a apetecer muito ver filmes de terror. Afinal não era de terror e parece que é muito bom. É o que quero muito ver, neste momento.

 

3. Um filme para chorar?

Marley e Eu. Terrível. Não posso ver filmes com animais que desato logo a chorar (mesmo com o King Kong) e arrependo-me muitíssimo de ter visto aquele filme. Deixou-me muito abalada e fartei-me de chorar. Nunca chorei tanto com um filme. E até é suposto ser um filme bem leve.

 

4. Um filme para rir?

Sem dúvida A Vida de Brian. Até hoje é a minha comédia favorita. Eu não sou apreciadora de comédias mas este é mesmo o meu género. Adorei. Só de pensar no filme já me dá vontade de rir. É muito bom.

 

5. Um suspense?

Gostei bastante de Coherence. Vi sem expetativas e foi uma surpresa muito boa.

 

6. Um filme para ver com a família?

Qualquer um do Indiana Jones.

 

7. Um romance?

Sem dúvida o Drácula de Bram Stocker. Nem sei se é considerado romance mas, para mim, é o filme mais romântico de sempre.

 

8. Um filme lindo?

Bem... é difícil. Mas o Biutiful foi dos que mais me marcaram. Adoro. Acho-o maravilhoso. Pesado mas maravilhoso.

 

9. Um filme para morrer de medo?

O exorcista, o mais antigo.

 

10. Um filme de ação?

Taken. Por ser cómico. :) Falo desse filme aqui.

 

11. Um filme que não vale a pena?

Credo, nunca mais saía daqui. 

 

12. Um filme para o feriado?

O 300.

 

13. Um filme de animação?

Inside out. Gostei mesmo muito.

 

14. Um filme que toda a gente tem que ver?

Não faço ideia. Estranhamente não há um filme que ache que toda a gente devia ver. Isso é muito pessoal, não creio que exista um filme adequado para toda a gente.Só se fosse um documentário ou algo assim e nesse caso recomendo o Human. Toda a gente devia ver este documentário. :)

 

15. Um filme que vi 3 ou + vezes?

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. Adoro e já vi muito mais de 3 vezes. Adoro a banda sonora, a história, as interpretações, a fotografia... tudo.

 

16. Um filme para raparigas?

Coração de Cavaleiro.

Sab | 21.05.16

Joy

joy

 

Acredito que a natureza humana no geral não é boa. Tenho pouca fé na sabedoria das grandes massas e creio que quando muitas pessoas se juntam o resultado não tende a ser muito positivo.

 

Apesar disso tenho a certeza de existirem pessoas excecionais e um grande potencial em cada um de nós para nos transformarmos no melhor que podemos ser, bastando para isso que esse potencial se alie à nossa vontade.

 

Tenho muita fé no poder da empatia pelo próximo e acredito que, quando passamos por uma situação difícil, tornamo-nos muito mais afáveis e tolerantes com as pessoas que encontramos na mesma situação. Esta é uma característica boa do ser humano. A capacidade de se colocar no lugar do próximo e sentir simpatia pela sua situação e vontade de ajudar.

 

Isto para dizer que gostei muito do filme "Joy", muito bem protagonizado por Jennifer Lawrence, por retratar maravilhosamente duas coisas: a força que podemos ter quando acreditamos em nós e deixamos de ouvir os outros, e a capacidade que temos de sentir empatia pelo próximo, ajudando-o quando podemos, em vez de escolhermos humilhá-lo e enxovalhá-lo.

 

Joy conta a história verídica de uma mulher inteligente e criativa que, por estar rodeada de pessoas tóxicas e oportunistas, não consegue escapar de uma vida cheia de problemas.

 

Até que começa a acreditar em si e a trabalhar na realização dos seus sonhos, aprendendo a sobreviver no agressivo mundo comercial. Isto sem perder a essência do seu caráter de pessoa simples e muito esforçada.

 

Esta é a parte mais complicada. Quantas vezes não encontramos pessoas que, depois de adquirirem algum sucesso na vida pessoal ou profissional, passam a desprezar tudo o que eram antes? Quantas pessoas que sofrem de algum tipo de bullying aproveitam a primeira oportunidade para reverter os papéis e tornar-se no agressor? Este filme é sobre as outras pessoas, aquelas que conseguem lutar pelos seus sonhos sendo exatamente aquilo que são, sem venderem os seus ideais e valores.

 

Apesar de não ter gostado particularmente da dupla Jennifer Lawrence e Bradley Cooper, em "Silver Linings Playbook", deste filme gostei bastante, principalmente da interpretação de Jennifer.

 

Podem ver o trailer aqui.

Sex | 20.05.16

Lanche para festa de aniversário de 2 anos

2 anos Lara decoração de festa

 

Estou para escrever este artigo sobre o que fazer num lanche para festa de aniversário há mais de um mês mas, por um motivo ou outro, ainda não tinha calhado.

 

De qualquer forma ainda tenho bem presente a forma como organizei o lanche para a festa de aniversário de 2 anos da Lara. Foi tudo bem simples e rápido de fazer. Posso até afirmar que não deu trabalho nenhum.

 

Nunca fui de fazer festas ou jantares de aniversário para mim. Gosto imenso de me reunir com a família e amigos mas não aprecio tanto ter as atenções voltadas para mim, por isso não sou fã de festas de aniversário em que a personagem principal seja eu. Mas adoro ir a festas de outras pessoas.

 

Gosto mesmo é de fazer um programa a 2 dois se possível, um almoço ou um jantar com um passeio, e passar o resto do dia com com a família mais próxima. Para mim é um luxo assim.

 

Quando a Lara nasceu deu-se um fenómeno. Passei a não colocar sequer a hipótese de não fazer uma festa de aniversário para ela. Pensei muito se havia de fazer festa de um ano, uma vez que ela era tão pequena e não perceberia bem o que estava a acontecer, mas não resisti e acabei por fazer uma festa em Alpiarça, na casa dos meus pais, com a família quase toda (vieram mais de 30 pessoas) e foi um dia muito especial para mim porque, para além de apresentar a minha filha a muitos familiares, era a primeira vez que se reuniam tantos irmãos e sobrinhos da minha mãe em anos.

 

Este ano decidimos fazer a festa de 2 anos na nossa casa. Como o apartamento é muito pequeno, só pudemos ter cá a família e alguns amigos mais próximos (alguns deles não puderam estar presentes por estarem fora dos Açores) e reunimos 17 pessoas (13 adultos e 4 crianças) na nossa sala.

 

Correu muito bem, conseguimos sentar toda a gente e ninguém tropeçou em ninguém. :)

 

Depois desta conversa toda, vamos ao que interessa: a comida.

 

Algumas coisas fiz de véspera, outras encomendei, outras fez a minha sogra e outras fiz no próprio dia. Foi tudo tão planeado e equilibrado que não me lembro sequer de ter mais trabalho do que num dia normal.

 

Alguns dias antes fui preparando a decoração e no sábado pendurámos os balões ( a festa foi num domingo). Entretanto comecei a fazer alguns doces na sexta-feira, como queijadas e bolos mais húmidos.

 

De modo que no domingo pouco havia para fazer, apenas a quiche de atum e as mini sandes.

 

A ementa foi esta:

 

Doces

 

- Um bolo de aniversário de caramelo com recheio de ovos

- Bolo de iogurte e limão- Queijadas de leite

- Brigadeiros- Bolinhas de amêndoa

- Bavaroise de NescaféSalgados

- Empadas de carne (comprei na kairos)

- Empadas de Frango (comprei na kairos)

- Enroladinhos de vegetais (comprei na kairos)

- Mini sandes de queijo (com pão branco e pão integral)

- Mini sandes de fiambre (com pão branco e pão integral)

- Quiche de atum

- Húmus com palitos de cenoura crua

- Salgadinhos tipo batata frita mistos

- Mistura de frutos secos

 

Para beber havia cerveja e vinho tinto e branco, sumos sem açúcar, iced tea e água.

 

Nada mais simples. Acho que o lanche ficou bonito e saboroso.

 

É só clicarem em cima dos itens em destaque.

 

lanche 2 aniversário Lara

 

 

 

bolo de limão

 

queijadas de leite

 

bolinhas de amendoa

 

brigadeiros

 


enroladinhos de legumes

 

mini sandes

 

quiche de atum

 

empadas de carne

 

aniversário 2 anos Lara 1

Qua | 18.05.16

Uma das coisas de que sinto mais falta nesta gravidez...

colinho Lara

 

É de pegar na Lara ao colo.Sempre lhe dei muito colo e adorava adormece-la no meu colo, até um ano de idade. Mesmo que a pediatra me dissesse que não era a melhor forma de a adormecer (aliás, não devia adormece-la de todo e sim deixá-la no berço ainda acordada) , nunca abdiquei daqueles momentos só nossos, em que a embalava no colo e ela adormecia assim, encostada a mim, e eu aproveitava para a observar, cheirar, sentir aquele calorzinho bom e todos os efeitos da oxitocina.

 

Deixei de a pegar ao colo logo no inicio da gravidez e, por volta das 20 semanas, comecei a ter muitas cãibras e dores musculares e também não a conseguia pegar ao colo por mais de 2 ou 3 minutos.

 

Também não a vou levar nem buscar à creche, apesar de ser perto de casa, porque ela não quer andar mais do que 2 minutos sem pedir colo.Neste momento, já nas 35 semanas, nem 20 segundos estou com a Lara ao colo.

 

Não consigo recusar-lhe colo quando estende os braços para mim, seguro-a sempre mas passados uns segundos já começo a sentir muita pressão na barriga e é mesmo impossível manter-me com ela ao colo. É muito chato porque uma menina de 2 anos ainda precisa muito de colo e eu também sinto imensa falta de poder caminhar com ela ao colo, de poder ficar abraçada a ela o tempo todo que me apetecer, ou deixá-la dormir no meu colo, enquanto caminhamos para casa, depois de um passeio de carro em que ela tenha adormecido.

 

Claro que, sempre que é possível, fico com a Lara ao colo sentada mas mesmo assim é complexo. Ela é muito mexida e, não raramente, começa a pular e a dançar, batendo na barriga (sem querer) com alguma brusquidão.

 

Logo que a bebé nasça acho que vou passar imenso tempo com a Lara ao colo, a desfrutar de todos os momentos possíveis enquanto ela ainda é pequena e gosta de estar ao meu colo.

Seg | 16.05.16

Sintomas de gravidez às 34 semanas

a pregnant woman is holding her tummy

 

Às 34 semanas de gravidez ainda me consigo mexer qualquer coisa, no entanto tenho andado com uns sintomas de gravidez um pouco caricatos. Não me lembro de os ter quando estava grávida da Lara (mas a minha memória também não está grande coisa).

 

Passo a enumerá-los:

 

- Quase sempre que lavo os dentes, a água que me sai da boca vem tingida de vermelho, como se tivesse acabado de arrancar um dente pequenino. Vá, também não são litros de sangue mas é mais do que alguma vez vi depois de uma lavagem de dentes. Felizmente já tinha lido sobre isso e parece que é normal as gengivas estarem mais sensíveis e sangrarem mais na gravidez.Também sangramos mais do nariz.

 

- O meu cabelo, que sempre foi oleoso como um frasco de óleo de amêndoas doces, está mais seco que as areias do deserto no pico do verão. De momento lavo-o de 2 em 2 dias o que é digno do Guiness.  E também está forte, comprido e sem queda. Bem podia ficar assim para sempre.

 

- A secura não se fica pelo cabelo, também chegou aos olhos. De há umas duas semanas para cá, chegam-se as 20h00 e mal consigo pestanejar de tão secos que tenho os olhos. Acho que fiquei assim depois de uma conjuntivite que tive mas também já li que é hormonal e pode estar relacionado com a gravidez. A única forma de estar mais ou menos confortável é encharcar os olhos com soro fisiológico desde as 20h00 até à hora de dormir.

 

Como também estou constipada, antes de me deitar tenho que olear a maquineta toda: é o óleo na barriga para não ficar com estrias, soro fisiológico para os olhos, gotas nasais para desentupir o nariz e muita água para a garganta, para tossir apenas duas horas em vez de quatro, durante a noite.

 

- Todas as pessoas extremamente sensíveis a conversas escatológicas e potencialmente nojentas devem deixar de ler aqui. Agora vai-se falar de gases.

 

Sabem quando estão com tantos gases que custa andar e ficamos cheios de dores agudas na barriga? Agora imaginem essa sensação mas com os intestinos todos espremidos na barriga, sem espaço nenhum para os "gases" circularem. Ontem já não sabia em que posição me devia sentar no sofá. Enfim... Isso tudo porque ainda tenho algum pudor de parecer um festival de foguetes num arraial de festa popular, ao pé do meu namorado.

 

O resto dos sintomas são os do costume: uns pontapés nas costelas e na bexiga e uns esticanços na barriga que me fazem pensar que a rapariga está a fazer alongamentos para conseguir esticar-se tanto dentro de uma barriga tão grande.

 

Das 34 semanas não tenho muito mais a assinalar. A balança... bem, tem sido ignorada nesta gravidez. Retomaremos a nossa relação depois do parto.

Sab | 14.05.16

Nem quero acreditar nisto...

criança a dormir 77Para não me entusiasmar demais. Mas, a minha filha, há uma semana que está a adormecer sozinha.

 

Já tinha falado do método que estamos a adotar. Claro que existia esperança (há sempre) mas também podia dar-se o caso daquele dia ter sido uma vez sem exemplo e as coisas voltarem ao que eram em menos de nada. Mas não. Passada uma semana, a Lara continua a adormecer sozinha e, cada vez mais vezes, brinda-nos com noites inteiras de sono, sem acordar uma única vez.Bem... a coisa não é tão pacífica quanto isso. Nós mantemos toda a rotina do costume antes de dormir: lavamos os dentes e as mãos, contamos uma ou duas histórias, conversamos um bocadinho, conferimos as posições da chucha e do coelhinho de peluche, damos um beijinho, explicamos que está na hora de dormir e que vamos apagar a luz.

 

Ela chora um bocadinho quase sempre. No inicio chorava mais. Apagamos a luz, faz um chorinho e chama-nos. Nós não vamos logo. Esperamos 3 minutos. Geralmente, ao fim de 2 minutos a Lara pára de chorar. Se não for assim, vamos lá falar com ela e explicar que já é uma menina crescida, que pode dormir sozinha, na sua caminha fofinha e quentinha, com os seus amiguinhos, entre outras conversas assim. Às tantas pode chorar mais dois minutos, ou não, mas acaba por se calar e adormecer sozinha.

 

E tem sido assim. Nunca chora mais de 2 minutos seguidos e depois adormece sempre sozinha. Eu e o pai nem queremos acreditar bem nisto. Têm sido meses e meses a sair da cama dela (ao fim de uma hora, às vezes uma hora e meia à espera que adormecesse) todos estremunhados e sem energia para coisa nenhuma.Mais uma vez, sinto que estivemos a fazer a coisa errada.

 

Provavelmente ela não adormecia porque estávamos ali e ela tentava sempre brincar mais, conversar mais, dar mais voltas na cama... não sei. Ou então, ela já é crescida e está numa fase de maior independência e não havia nada que pudéssemos ter feito melhor. Não faço ideia de qual será a verdade nisto.Sei que me sinto como se tivesse ganho um prémio qualquer, e não é um prémio em dinheiro, é um prémio em tempo (que valorizo mais do que o dinheiro).

 

Também é importante para nós que a Lara durma sozinha algum tempo antes da irmã nascer. Não queremos de forma nenhuma que o nascimento da irmã aconteça ao mesmo tempo que outras mudanças na vida dela. Não queremos que ela relacione o surgimento de um bebé cá em casa, com mudanças bruscas na sua rotina (para além daquelas que não pudermos evitar).  É por isso que não a estamos a desfraldar ainda, nem a insistir para que deixe a chucha.

 

Para já, estamos eufóricos com esta nova fase do sono. E muito gratos.As outras coisas, virão a seu tempo. Não estou demasiado preocupada com a fralda nem com a chucha. Sinto que ainda não estamos preparados para esta fase. Vamos fazendo umas tentativas com o bacio mas sem pressões. Ela senta-se lá e tal, mas quando quer sair, não insistimos. Esse será um capítulo a desenvolver mais tarde, mais para o verão (que é sempre uma altura mais adequada para andar de esfregona na mão a limpar chichi do chão).

Sex | 13.05.16

Mudei de casa 10 vezes #3 - Viver em Lisboa, perto do Colombo

Ora aqui vai mais um texto em jeito de Diário de uma Rapariga que saiu do campo para a cidade e decidiu viver em Lisboa. Já falei das primeiras casas onde vivi depois de sair de Alpiarça.

 

A terceira casa onde vivi ficava em Benfica, a 10 minutos ou menos do Centro Comercial Colombo, onde trabalhava na altura.

 

Aluguei um quarto num apartamento onde viviam mais 4 raparigas, 2 tinham um quarto duplo que era a sala e as outras duas ocupavam quartos individuais. O meu era o mais pequeno, mas mesmo assim era cerca de 225 euros sem despesas. Era caro na altura, há uns 10 anos, ainda por cima contando com 50 ou 60 euros de despesas.

 

Foi o terceiro e último quarto que aluguei (depois deixei de dividir casa com outras pessoas que não fossem o namorado) e foi o meu preferido. O quarto tinha um papel de parede muito giro, um armário branco enorme onde cabiam todos os meus pertences e uma luminosidade imensa, que o enchia de leveza e suavidade. Eu gostava realmente daquele espaço mas, mesmo assim, passava ali muito pouco tempo. Acho que posso contar pelos dedos de uma mão as vezes que ali dormi.

 

As raparigas que viviam ali eram todas estudantes universitárias e quase todas uns 5 anos mais novas que eu. De vez em quando encontrávamo-nos na cozinha (o único espaço comum onde podíamos conversar) e falávamos sobre banalidades ou outras coisas. Gostava sobretudo de falar com a Andreína, uma rapariga da Madeira que chegou pouco depois de mim, muito simpática e inteligente. Com as outras falava cordialmente, mas sem desenvolver uma grande amizade. Isto apenas porque eu parava mesmo muito pouco em casa. Se não fosse assim, tenho a certeza que poderia ter feito ali amigas para a vida.

 

Lembro-me de estar sozinha em casa, nas poucas vezes que tomava ali o café da manhã, numa mesinha que havia na varanda (que era enorme) a olhar pela janela (de onde se via o Estádio da Luz), com uma caneca de leite quente na mão e a sentir-me mesmo muito feliz. Aquela casa tinha vibrações boas. Fui muito feliz ali, de uma forma anónima e discreta. Aquela falta de comprometimento com as outras habitantes da casa, aquela partilha de teto com desconhecidas, era algo que eu apreciava mesmo muito. Hoje, já não teria o mesmo espírito. Gosto de estar com pessoas que me são mais próximas. Gosto muito de ver televisão encostada às pessoas de quem mais gosto e não consigo dispensar estar com os meus amigos com regularidade.

 

Em frente ao prédio havia uma telepizza e lembro-me de comprar uma pizza que levava banana e ananás - acho que se chamava mesmo bananás - e adorar. Ainda consigo sentir o sabor doce e salgado daquela pizza.

 

A poucos metros dali existia um Centro Comercial mais pequeno, o Fonte Nova, que tinha um cinema que passava filmes independentes. Um sonho para mim! Vi lá alguns filmes sozinha e adorei.

 

Atravessando uma ponte pedestre chegava ao Colombo num instante. Mais tarde soube que era perigoso andar por ali sozinha à noite por causa dos assaltos. Acho que devia ter aspeto de pessoa que não vale a pena assaltar porque nunca tive qualquer problema por ali, aquela zona parecia o local mais pacífico do mundo. Mas eu sou muito distraída com estas coisas.

 

Daquela casa saí sem qualquer problema, foi uma despedida feliz, para entrar em outra fase da minha vida. Guardo os melhores sentimentos por aquele quarto e aquele apartamento.

 

Encontrei estas duas fotos tiradas no quarto. :P

 

Realmente são... vá... peculiares.

 

Quarto Colombo

Um ângulo do meu quarto, quando vivi em Benfica, perto do Colombo, em 2007.

 

quarto colombo

Ter | 10.05.16

Atividades com crianças #1

Atividades com crianças de 2 anos

Lara a cozinhar

 

Às vezes dou por mim sem saber o que inventar para fazer com uma menina de 2 anos que nunca pára quieta. Lemos, brincamos com plasticina, com balões, fazemos construções com blocos, brincamos às "festas do chá"... Enfim, fazemos as atividades com crianças do costume.

 

Mas, a Lara gosta mesmo é de imitar tudo o que fazemos e participar ativamente nas "coisas dos adultos". Sendo assim, estamos numa fase em que a deixamos participar nas nossas atividades. Ela ajuda a estender a roupa (passando-nos as molas), faz recados pequenos como colocar papeis no lixo, limpa a sua cadeirinha de comer e estamos a colocá-la a participar na confeção das refeições.

 

No outro dia pusémos uma cadeira encostada à bancada e deixámos a Lara ajudar o papá a preparar ovos mexidos com cogumelos e pimentos.

 

A Lara mexeu os ovos desta vez mas também já condimentou frango, descascou ovo cozido e, praticamente todos os dias, dá um toque especial às suas próprias refeições como: partir bocadinhos de bolacha para dentro do iogurte ou bocadinhos de tarte para dentro da taça de papas de aveia.

 

Estamos a ver se a colocamos a fazer refeições completas aos 5 anos de idade (not really), já que cá em casa ninguém aprecia muito cozinhar. :P

 

Por aí, os pequeninos já ajudam nas tarefas domésticas?

 

Lara a cozinhar 3

A Lara muito concentrada a mexer os ovos para o jantar.

 

Lara a cozinhar 2

Seg | 09.05.16

Como fazer uma criança de 2 anos adormecer sozinha

adormecer sozinha

 

Desde que a Lara nasceu que a técnica usada para a fazer adormecer era embalá-la ao som de música eletrónica.

 

Depois, com um ano, passou a dormir sozinha no parque e era só deitá-la que ela, entre conversas e brincadeiras sozinha, acabava por adormecer.

 

Aos 18 meses, mudou-se para uma caminha no chão e, depois de ter ficado doente, ficou mais mimosa e deixou de querer adormecer sozinha. Passámos a deitar-nos na cama dela até ela adormecer o que poderia levar 30 minutos, uma hora ou muito mais...

 

Ela já tem 25 meses e ontem, depois de mais de uma hora a tentar que ela adormecesse, decidimos que íamos começar a deitá-la e a vir embora do quarto. A ideia seria voltar a deitá-la sempre que ela se levantasse, o que previmos que aconteceria dezenas de vezes (pelo menos nos primeiros dias).

 

De modo que o Milton foi deitá-la e, passados 3 minutos, voltou para a sala. Ok. Esperámos. Ouvimo-la a chamar o pai mas não se levantou. 10 minutos. 20 minutos. 30 minutos. Ele foi ao quarto ver como ela estava. Acordada de olhos bem abertos, mas deitada. Ele voltou para a sala. Tudo ok.

 

Perguntei-lhe qual tinha sido a técnica fantástica para a fazer adormecer sozinha. Toca a anotar porque é complexa. :DEntão foi assim: Ele deitou a miúda na cama, informou que estava na hora de dormir, deu-lhe um beijinho e veio-se embora, fechando a porta atrás de si.

 

De acordo com o Milton, o facto de fecharmos a porta é que faz toda a diferença. Fica mais escuro no quarto (embora tenha dezenas de estrelas e planetas luminosos no teto) e ela sabe que não vale a pena tentar sair para vir brincar. Fechamos sempre a porta porque tenho receio que a Lara acorde de noite e se ponha a deambular pela casa às escuras. Eu era sonâmbula em criança e caminhava a dormir sem me aperceber.

 

Enfim... Depois da história do comprimido, já devíamos ter percebido como funcionam estas coisas.

 

Não posso garantir ainda que resulte sempre mas hoje vamos optar pela mesma técnica fantástica.

Sab | 07.05.16

O que temos feito #1

IMG_7157 (1) Experimentar penteados novos. Duram... 5 minutos.

 

IMG_7169 Aproveitamos o sol para ir andar de triciclo.

 

IMG_7403 Damos uma voltinha de carrossel.

 

IMG_7377 Tocamos guitarra ao fim do dia. Espero que os vizinhos não se importem. :)

 

IMG_7376 Tentativas de escultura com balões.

 

IMG_7425 A avó compra um balão bonito que a Lara quer levar consigo para todo o lado: para comer, para dormir, etc.

 

1 Esperamos pelos avós para um almoço do Dia da Mãe.

Qua | 04.05.16

Não posso ficar sozinha em casa

monstro das bolachas

 

Ou como tudo o que existir no armário e no frigorífico.

 

Acho que este é um problema que assiste às mulheres em geral mas há muito tempo que não me acontecia.

 

Ontem fiquei em casa da parte da tarde e, mais ou menos uma hora e meia depois do almoço, deu-me um ataque de fome (daqueles completamente emocionais) e papei tudo o que vi à frente. Como não tenho doces em casa dirigi o meu ataque às bananas, pão, queijo, nozes, bolachas e capuccino. Vá, comi um pãozinho, uma mão cheia de nozes, uma banana, 4 bolachas e bebi um capuccino, também não foi uma desgraça total.

 

Já me deu para fazer bolos de caneca, patés de atum com maionaise e misturas de iogurte com compota e frutas várias. Ontem a coisa resolveu-se de uma forma mais simples.

 

Prometi a mim mesma que a dieta será retomada hoje mas... creio que a solução está em sair de casa. O problema é que a minha barriga e o cansaço constante já não me permitem andar a bater perna por aí e, entre estar sentada em casa e num café ou num centro comercial, não sei bem o que é mais pernicioso. Claro que tenho sempre a opção de um jardim mas o tempo ainda não está muito agradável para isso.

 

Preciso de dominar isto com muita rapidez. Já aumentei 10 quilos! Sei que não é muito para o oitavo mês de gravidez mas 3 quilos foram apenas em 4 semanas o que já é mais chato. Se continuar assim aumento quase o dobro que aumentei na gravidez da Lara. Não me estava a apetecer muito.

 

Nem se trata de uma questão estética porque acho mesmo que estou muito melhor assim do que antes. Estava demasiado magra. Mas sinto-me verdadeiramente pesada e cansada. Custa-me andar durante mais de 10 minutos e praticamente já não consigo atar os atacadores das sapatilhas.Acho que depois do parto vou correr quilómetros pelas ruas de Ponta Delgada.

Ter | 03.05.16

Os 2 anos da Lara

passeio pela cidade

 

A Lara tem 2 anos e 1 mês, aquela idade que uns descrevem como "terrível" e recheada de birras e outros como uma época maravilhosa em que as crianças se tornam mais independentes, mais conversadoras e engraçadas.

 

Logo depois dos 2 anos, notei uma diferença incrível nela, diferença essa que se acentua de dia para dia, a um ritmo muito maior do que até agora.Ela sempre foi muito mexida e aventureira, começou a andar sozinha com 11 meses, sempre trepou a tudo o que pode, não pára quieta um minuto e adora explorar, correr e dançar.

 

Com a fala a história é diferente. Até aos 2 anos, pouco mais dizia que mamã, papá, gato e não. E mesmo assim as palavras muito mal articuladas.Sempre me habituei a ver crianças mais novas que a Lara a falar muito mais e melhor. Nunca foi coisa que me preocupasse demasiado, mas tenho estado atenta.

 

As minhas preocupações com o ritmo de desenvolvimento da Lara começaram e terminaram com os seus dentes que demoraram quase um ano a aparecer. Ela já quase andava e nem um dente tinha naquela boca. Sabendo que as próteses dentárias são bem caras, confesso que já andava um pouco "à rasca".

 

Finalmente, aos 11 meses, apareceu o primeiro sinal de dentição. Depois, vieram todos ao mesmo tempo.Depois da questão dos dentes, deixei de me preocupar tanto com outras coisas como a fala, ou o desfralde (que ainda não começámos). Aceito pacificamente que a Lara tem o seu tempo e nós vamos respeitá-lo sem a pressionar ou nos stressarmos com isso.

 

Agora é que ela está a começar a dizer novas palavras como chapéu, avó, avô, bebé, e pequenas frases como "É meu." e "Olá bebé".

 

Neste momento, estamos assim:

 

 

O que a Lara faz

 

-Tudo o que lhe dizemos ela entende.- Vai buscar as coisas e arrumá-las ao sítio certo.

 

- Come perfeitamente sozinha, fazendo fitas cada vez mais raramente.

 

- É capaz de negociar connosco e entende o que lhe explicamos. Se lhe explicar que terá que comer a sopa para comer morangos depois, ela acede e come a sopa

 

.- Gosta de escolher a sua roupa, os sapatos e as molas para o cabelo.

 

- Ensina-nos a brincar da forma que ela prefere.

 

- Tem uma memória fantástica. Se lhe digo, de manhã, que vamos fazer determinada brincadeira ao fim do dia, ela lembra-se e cobra-nos o prometido. Nós, em princípio, cumprimos sempre o que lhe prometemos. Pelo menos até hoje nunca aconteceu o contrário.

 

- Arruma os seus brinquedos antes de ir brincar com outros. Temos que insistir com ela e ajudá-la, mas ela colabora sem reclamar muito.

 

- Já ajuda na cozinha, a mexer os alimentos com uma colher e a condimentar a comida. Adora!

 

- Começa a revelar uma personalidade muito conservadora. Não gosta que usemos as canecas uns dos outros ou as malas, ou qualquer outra coisa. Se o pai bebe café na caneca que costumo usar ela começa logo a ralhar com ele. Fartamo-nos de rir (disfarçadamente) com esta característica dela. É que nós não somos mesmo nada assim.

 

- Já sabe imensas letras do alfabeto e palavras que começam com essas letras. Ela diz "G de gato", "M de mamã", "P de papá", "C de cão" e por aí fora.

 

 

O que a Lara ainda não faz:

 

- Ainda não usa o bacio. Já fizemos umas tentativas mas ela levantou-se sempre sem fazer nada. Não insistimos. Vamos sugerindo que se sente no bacio e explicamos que é ali que deve fazer cocó e chichi mas não pressionamos demasiado.

 

- Não adormece sozinha. Já o fez, com 12 meses (nem nos deixava deitar na cama dela) mas mais tarde deixou de querer adormecer sozinha. Um de nós deita-se sempre na cama dela até adormecer. Às vezes demora uma hora a adormecer.

 

- Ainda é muito agarrada à chucha e ao coelhinho de peluche com que dorme.- Começa a querer contar, mas só faz sons. Não diz os números como deve de ser.

 

Uma coisa que se tem revelado extraordinária é a independência da Lara em relação aos pais, quando está com outras crianças.Parece cada vez mais "desenrascada" e menos tímida.

 

A última vez que esteve num evento com outras crianças divertiu-se de uma forma que eu nunca imaginei. Nunca a vi tão divertida e entusiasmada!Havia animação para crianças com magia, um pula pula e a presença do Mickey e da Minnie. A Lara ignorou completamente os pais e foi sozinha para o meio das outras crianças assistir aos truques de magia na fila da frente e participar sempre que possível. Fiquei encantada por a ver tão independente e desenrascada, ali tão pequenina ao pé dos outros meninos, sem qualquer timidez ou insegurança. :)

 

Eu fiquei sentada, lá atrás, pesadissíma com a minha barriga enorme, só a ver o que se passava.Fiquei encantada, também, com a forma como a Lara brincou com os primos, dois de 9 anos e um de 15 meses (que se fartou de lhe dar beijinhos na boca, fofinho e meiguinho como nunca vi outro menino daquela idade). Os primos mais velhos estavam a tomar conta dela como se fossem os seus irmãos, com atitudes tão carinhosas que me deixaram francamente comovida.

 

De repente, percebi que a minha bebé já é uma menina grande, que não me procura para tudo, e que se diverte perfeitamente sem mim e sem o pai.

 

Ela rebolou pelo chão (e eu deixei), fartou-se de dançar e correr, pular no pula pula, e de rir com os primos.

 

Só fez uma pequena birra quando saiu do pula pula, para os meninos mais crescidos poderem pular à vontade, e para mudar a fralda (não queria deixar a brincadeira por nada). Todo o tempo restante foi de felicidade e euforia.

 

Estou a adorar cada fase nova da Lara. Cada descoberta, cada graça nova, cada palavra são uma surpresa fantástica para nós.Tanto quanto posso dizer até agora, os 2 anos estão a revelar-se fantásticos. :) 

Seg | 02.05.16

Da biblioteca #4

Continuamos a ir à biblioteca regularmente mas tenho cada vez mais dificuldade em escolher livros para a Lara.Já requisitámos tantos que parece que agora não tenho mais por onde escolher.

 

É certo que ela está mais crescida e, naturalmente, os livros vão sendo outros mas, mesmo assim, não sei bem o que trazer.Talvez por isso também, nesta semana trouxe menos livros infantis. Vou tentar explorar mais cada livro para a Lara aprender as histórias e começar a reconhecer mais vocabulário. Dizem que a repetição de histórias é uma boa técnica. Espero que sim.

 

De modo que trouxemos estes:

 

biblioteca 4.3

 

biblioteca 4.8 É um livro com imagens de quintas que também ensina a contar. É giro porque implica procurar objetos nos desenhos funcionando como um jogo didático.

 

biblioteca 4.5 Uma história para ler antes de dormir: "Loirinha e os Três Ursos" e um livro de janelinhas que ensina a contar.

 

biblioteca 4.6 A Lara adora livros com janelinhas para abrir. Descobri uma coleção (de que faz parte este livro) muito didática e com imagens muito giras.

 

biblioteca 4.2 Este é um livro para as crianças e para os pais. Descreve o dia de uma criança com imagens, acompanhadas de tópicos de conversa para termos com os nossos filhos. Parece um pouco estranho ter livros com "tópicos de conversa" como se não soubéssemos conversar com eles sem ajuda mas é, de facto, uma forma divertida de abordar os assuntos do quotidiano de uma criança. As imagens ilustram situações reais e isso torna as conversas muito mais dinâmicas e divertidas. Tenho lido o livro com a Lara antes de dormir e ela adora.

 

biblioteca 4.1

 

biblioteca 4.4 Trouxe este, do pediatra Mário Cordeiro, para mim e estou a amar. Já tinha lido um livro do autor: "Educar com Amor" e tinha gostado bastante. Este é mais um manual com conselhos práticos e muitas dicas sobre todos os assuntos que envolvem crianças dos 2 aos 5 anos. É ótimo, maravilhoso mesmo. Para além de útil tem uma linguagem acessível e muito cativante.

Dom | 01.05.16

Dia da mãe - Sobre o amor

Não sou muito apologista de dias disto e dias daquilo.Naquilo que é importante, todos os dias são relevantes: todos os dias são do pai, da mãe, das crianças, dos namorados, da alimentação, da saúde, etc.

 

Mas, ontem, quando a minha filha chegou a casa com um saquinho com o presente de dia da mãe que fez na creche, não consegui deixar de ficar emocionada. Não propriamente pelo seu talento para artes plásticas, embora a almofadinha com as suas mãos pintadas estivesse verdadeiramente fofa, mas por estar a receber, pela primeira vez (apesar de ter sido o meu segundo dia da mãe) uma coisa feita na escola por eu ser a mãe dela. É um sentimento esquisito talvez, mas senti uma espécie de confirmação de que sou realmente mãe de alguém, uma consciência renovada de ser mãe daquela pessoa, única e especial, um ser humano peculiar, com personalidade própria e uma graça que não é herdada de ninguém.

 

Se não puder ser uma mãe extraordinária, se não conseguir ensinar tudo o que gostaria, se me faltar a paciência demasiadas vezes espero, pelo menos, conseguir que as minhas filhas saibam o quanto gosto delas, o quanto são o melhor da minha vida.

 

Quando vi a almofadinha que a Lara me ofereceu e li o cartão com palavras que alguém inventou, iguais para todas as mães da creche, abracei-a tanto e dei-lhe tantos beijos como se tivesse recebido o maior tesouro do mundo. E era assim que sentia. Não pela coisa em si, mas pela confirmação de ser mãe dela, algo a que ainda não me habituei completamente. Algo que ainda estranho muitas vezes.

 

Apesar da estranheza, todos os dias tento aprender a ser mãe: tento ensinar qualquer coisa à minha filha: a partilhar, a não maltratar os animais, a não estragar comida, a não bater em ninguém, a ser arrumadinha, a usar o bacio, a comer sem se sujar... Tento ensinar-lhe coisas que eu não faço bem. Ok, já não preciso de usar o bacio mas nem sempre como sem me sujar e nem sempre sou extremamente arrumada. Mas nunca estou completamente segura de estar a fazer as coisas como deve de ser, ou de estar a ser o melhor exemplo para ela.

 

Se tenho dúvidas na maior parte das coisas, não tenho numa. Da importância de lhe dizer e demonstrar o meu amor. É a única coisa que não consigo desleixar (pronto, isto e a alimentação dela quase isenta de doces). Todos os dias digo à Lara o quanto gosto dela, todos os dias lhe dou muitos beijos e abraços. Mesmo quando a repreendo com uma cara séria e lhe digo que estou aborrecida com o seu comportamento, digo-lhe sempre que gosto muito dela e vou gostar sempre muito dela, independentemente de qualquer coisa.

 

No meu tempo de criança não se usava dizer aos filhos que se gostava muito deles. Claro que se demonstrava por atos, claro que sabíamos que os nossos pais nos amavam, mas não era costume dizer-se.

 

Mais tarde, quando temos os nossos filhos, temos uma consciência muito maior do amor dos nossos próprios pais por nós. As mães ainda são aquelas pessoas que, quando temos um filho, nos perguntam primeiro como estamos nós. A minha faz isso e eu sinto-me muito grata por poder sentir-me filha, apesar de também ser mãe. Mas agora usa-se demonstrar o amor e eu aproveito isso ao máximo.

 

Se não conseguir fazer mais nada de jeito quero, pelo menos, que as minhas filhas saibam o quanto são amadas.

 

Dia da Mae 22 Oferta da Lara feita na creche. Amorosa!

Dom | 01.05.16

Consultas de nutrição na gravidez

Healthy Pregnancy

 

Fui à consulta de nutrição do terceiro trimestre de gravidez e vim de lá bastante satisfeita e com apenas duas recomendações: caminhar cerca de 30 minutos por dia e comer mais proteína.

 

Já tinha falado sobre a minha dieta para o segundo trimestre, mas gostava de explicar como tem sido importante ser seguida por uma nutricionista na gravidez.

 

Nesta gravidez fiz algumas consultas de enfermagem no centro de saúde e as enfermeiras, por ter tido diabetes gestacional anteriormente e por ser prediabética, reencaminharam-me para as consultas de nutrição.

 

Foi excelente! A melhor coisa que fiz.

 

A nutricionista é extremamente atenciosa e profissional e tem-me ajudado bastante a estabelecer um plano alimentar adequado a cada fase da gravidez e de acordo com os meus hábitos e preferências alimentares.Tenho aproveitado também para esclarecer diversas dúvidas que tenho sobre os alimentos.

 

Fiquei a saber qual a quantidade de pão que devo comer a cada lanche para não ficar com a glicemia muito elevada (o meu principal problema é o pão) e o que devo misturar com cada alimento para o tornar ainda mais nutritivo e eficiente.

 

De modo que, nesta consulta, verificámos que estava com um aumento de peso adequado (neste momento tenho 60 kg) e que poucas alterações precisava de fazer à dieta. Tenho que comer cerca de 100 g de carne branca ou peixe ao jantar, coisa que não costumava fazer. Normalmente era só sopa e fruta. Antes de dormir convém comer um iogurte e nozes ou outro fruto seco ou umas pequenas papas de aveia.

 

O que não tenho feito de todo, e é muito aconselhável, é algum exercício físico.

 

Tenho-me descuidado completamente nisto. E tenho-me ressentido. Qualquer pequena caminhada que faça cansa-me. Estou a andar mais devagar e a sentir mais falta de ar quando caminho. Parece que isso se deve ao facto de ter parado completamente de caminhar.

 

O meu objetivo, a partir de agora, é caminhar cerca de 30 minutos todos os dias. Vou tentar fazê-lo depois de almoço, sozinha, ou ao fim da tarde com companhia.Tentarei colocar fotos no Instagram assim como prova ahahah.